Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 5 by jquimelli
20 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/5

Desde o início, aquelas tribos que escolheram ficar do “outro lado” do rio Jordão foram vistas com suspeita. Eles eram frequentemente considerados menos leais a Deus do que as tribos que atravessaram o Jordão, apesar de terem cumprido sua promessa de ajudar as outras tribos a conquistarem a terra que Deus lhes havia prometido. Embora este capítulo termine com a idolatria e o cativeiro, também fala de vitórias que essas tribos obtiveram pela confiança em Deus.

Existe alguém ou algum grupo de pessoas que você considera estar do “outro lado”? Você questiona a dedicação deles para com Deus?  Você questiona se Deus está disposto a trabalhar neles e por meio deles? Os limites que traçamos podem não ser os mesmos que Deus traça. Quando somos muito rígidos na avaliação dos outros, corremos o risco de não perceber o que Deus está fazendo na vida deles. Também corremos o risco de perder as bênçãos que Deus deseja que desfrutemos através das vitórias deles.

Peça a Deus para ajudá-lo a tornar-se mais compreensivo para com aqueles que estão “do outro lado”. Esteja disposto a recebê-los em sua comunidade hoje.

Brent Hamstra
Diretor do Departamento de Química
Southern Adventist University, Tennessee EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=589
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de setembro de 2019, 0:55
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I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de setembro de 2019, 0:45
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Elas apresentam resumidamente a história humana. Por trás de cada nome há histórias. Se conhecidas, citando apenas o nome, não é necessário recontar a história. Eis a importância das longas genealogias!

Pelas dificuldades com a escrita antiga, os escritores bíblicos investiram em genealogias desde Gênesis (ver Gênesis 4:17-22; 5; 11:10-26; 19:37; 22:20-24; 25:1-4, 12-18; 36; 46). Genealogias economizam na escrita contando uma longa história.

De tão importantes, o Novo Testamento inicia com genealogia (Mateus 1:1-17). Portanto, como o Espírito Santo inspirou grandes escritores a investir nessa questão, é razoável que cada filho de Deus considere com atenção as genealogias.

Entre de cabeça no capítulo em apreço, o qual chama nossa atenção para os seguintes pontos propostos pelo Comentário Bíblico Adventista:

• A posteridade de Rúben (vs. 1-10);
• A posteridade de Gade (vs. 11-17);
• As conquistas dos filhos de Rúben, Gade e Manassés (vs. 18-22);
• A herança da meia tribo de Manassés (vs. 23-26).

A genealogia é uma coleção de indivíduos, mais que uma coletânea de nomes. Consequentemente, Heredogramas são criados para se conhecer melhor a história de uma família ou de um povo.

Rúben foi o primeiro filho de Jacó – o primogênito. Contudo, não teve o privilégio das bênçãos da primogenitura devido ao desrespeito ao seu pai, tendo um caso com a concubina dele. Ainda que Judá fosse a tribo mais poderosa, e de onde saiu Davi, “os direitos de filho mais velho foram transferidos para José” (v. 2). Apesar de tudo, Deus não abandonou os descendentes de Rúben. Assim, eles cresceram materialmente e obtiveram vitórias sobre inimigos pagãos.

Gade e a meia tribo de Manassés habitaram juntos com a tribo de Rúben, por isso as genealogias destes estão vinculadas.

Embora possuindo força e coragem, estas tribos oraram e confiaram em Deus para vencer seus opositores (vs. 18-22). Porém, quando O desprezaram seguindo outros deuses, cavaram sua própria ruína; arruinaram para sempre seu futuro (vs. 23-26).

1. Desonrar o quinto mandamento significa arruinar o futuro de nossa família.
2. Mesmo possuindo habilidades e recursos, precisamos confiar em Deus;
3. Ignorar a Deus certamente atraíra a desgraça a nossa vida e a quem amamos.
4. Sem comunhão com Deus e sem ação baseada em Suas orientações estaremos irremediavelmente perdidos.

Portanto, clamemos a Deus! – Heber Toth Armí.



1CRÔNICAS 05 – COMENTADO POR ROSANA BARROS by Ivan Barros
20 de setembro de 2019, 0:30
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“Porém cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25).

O capítulo de hoje inicia relatando o desvio de conduta de uma pessoa e termina com o desvio de conduta de um grupo de pessoas. Sendo onisciente, Deus conhece o fim desde o começo. Ele sabia o que Rúben faria, mas não o desamparou por isso. Ele também sabia que aquele grupo das tribos transjordânicas que Lhe foram fiéis na guerra, em tempo de bonança Lhe dariam as costas. Mas nem por isso os abandonou na peleja. É por isso que a justiça de Deus se difere da nossa, pois está intrinsecamente ligada à misericórdia.

O pecado de Rúben o levou a perder o direito à primogenitura, sendo esta conferida a José, filho de Jacó com Raquel. De Judá nasceria o Príncipe da Paz (Is.9:6), mas a atitude de José o fez maior do que seus irmãos, assim como vimos ontem com Jabez. O direito que Rúben tinha não impediu o Senhor de conferi-lo a José; assim como Davi, o menor dentre os irmãos tornou-se o maior; assim também como Jacó prevaleceu sobre Esaú. A ordem genealógica não concede privilégios a quem vem primeiro, se este não colocar Deus em primeiro lugar em sua vida.

As tribos transjordânicas eram compostas pelos filhos de Rúben, pelos filhos de Gade e pela meia tribo de Manassés. Além de serem “homens valentes, que traziam escudo e espada, entesavam o arco e eram destros na guerra… capazes de sair a combate” (v.18), formavam um só exército munido da única arma realmente eficaz: confiança em Deus, “porquanto confiaram nEle” (v.20). Na luta, confiaram no Senhor e “de Deus era a peleja” (v.22). E Deus constituiu dentre eles “guerreiros valentes, homens famosos, cabeças de suas famílias” (v.24).

Porém, bastou a poeira assentar, bastou um momento de descanso das armas, e logo “cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25). Na guerra confiaram em Deus. Na bonança, O trocaram por abominações. Esta é uma realidade que tem se repetido à cada geração. Mas só conseguirá perseverar até o fim aquele que dia após dia reveste-se da armadura de Deus: A couraça da justiça, o cinto da verdade, os calçados da pregação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito que é a Bíblia; e orando em todo o tempo, “vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18).

No grande conflito entre o bem e o mal não há quem esteja alheio. Todos estamos inseridos na batalha que definirá o nosso destino eterno. E como adquirir a perseverança que precisamos? Eis que a Palavra de Deus nos responde: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Quem lê o versículo 26 sem a exata compreensão do todo, interpreta a ação de Deus como uma punição e não como mais uma oportunidade de conversão.

O povo havia se “prostituído” com outros deuses e o Senhor utiliza esta expressão todas as vezes que Seus filhos trocam a Sua aliança eterna pelas ofertas do deus deste mundo. Esta foi a realidade profetizada por Oseias: “porque a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor” (Os.1:2). Mas o desejo de Deus não é o de castigar, mas sim o de corrigir: “e acontecerá que, o lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo” (Os.1:10). Louvado seja o Nome acima de todos os nomes! Louvado seja o nome do Senhor, que não Se cansa de nos amar!

Se perseverarmos no reavivamento e reforma através da Palavra de Deus, alcançaremos a vitória prometida. Mas, até lá, que na provação ou na bonança, estejamos vigilantes, sabendo que há um inimigo ao nosso redor “procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg.1:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes na provação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de setembro de 2019, 0:10
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I CRÔNICAS 5 – Comentários selecionados by jquimelli
20 de setembro de 2019, 0:05
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615 palavras

O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.

1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.

não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.

2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.

6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.

10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.

Basã. Oantigo dompinio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.

17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.

22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.

25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.

26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.

rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.

para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.

Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.

[Nota:  Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]




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