Reavivados por Sua Palavra


2 REIS 17 by jquimelli
7 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/17

A Bíblia diz que nosso Deus é ciumento e isso é mostrado neste capítulo. Ele queria que Israel não tivesse deuses além dele. No entanto, os israelitas ainda adoravam outros deuses. Então Ele permitiu que a decisão deles seguisse suas consequências naturais e eles foram levados para a Assíria. E, no entanto, eles ainda não aprenderam e Deus teve que usar os assírios para ensiná-los a serem leais a Ele.

Nem sempre podemos perceber, mas passamos por problemas semelhantes aos israelitas. Pode não ser tão claro quanto adorar outros deuses, mas muitas vezes também deixamos de colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas e acabamos não sendo tão leais a Deus como Ele é a nós. Nestes momentos, é muito importante reconhecer o problema rapidamente e identificar o que está nos mantendo afastados de nosso tempo com Deus. Quando isso acontece, Deus está sempre a nossa espera para nos ajudar a voltar a Ele. E do mesmo modo como Ele foi capaz de usar os assírios para ajudar os israelitas a reconhecerem seu erro, Ele também envia outras pessoas para que nos ajudem em nosso tempo de necessidade.Existe algo que está tomando o lugar de Deus em sua vida?

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Michigan EUA

Recomendamos também o devocional da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/06/05/2-reis-17/
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=576
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de setembro de 2019, 0:45
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Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.

A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:

“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.

Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.

W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:

1. A captura de Samaria (vs. 1-6).

2. As causas que trouxeram o cativeiro:

· A nação esqueceu de Deus (v. 7);

· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);

· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);

· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);

· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).

3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).

A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2REIS 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de setembro de 2019, 0:30
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“Da aliança que fiz convosco não esquecereis; nem temereis outros deuses” (v.38).

Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, que dirá esquecidas. Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o Senhor, Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó. Tornaram-se desobedientes e se envolveram com a idolatria e com os costumes perversos das nações vizinhas, ignorando que “o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15).

Deus, em todos os tempos, tem um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira adoração. Um sacerdote foi enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria, “e lhes ensinava como deviam temer o Senhor” (v.28). Da mesma forma, Deus preserva, hoje, um “sacerdócio real” (1Pe.2:9) que ensina o “assim diz o Senhor”. Mas em meio aos “ismos” deste século, relativismo, pluralismo, legalismo, formalismo, o puro evangelho de Cristo acaba sendo deturpado e as ideias humanas colocadas acima da sabedoria divina.

Quando a nação eleita deu as costas ao Senhor, tornaram-se escravos não somente das nações inimigas, mas de suas próprias paixões e condescendências. O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de tal forma, que foi transmitido de geração em geração.

Quando transformamos a adoração em tradição, perdemos o foco do que realmente significa temer a Deus: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

Existe algo de maravilhoso nesta mensagem. O Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a viver na Terra o que nossos primeiros pais viveram originalmente: uma vida de relacionamento com Ele. Através de Sua Palavra, podemos visualizar o incomparável e santo caráter de Deus descrito em linguagem que podemos compreender. “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas” (v.13). O mesmo Ele tem feito à humanidade, desde o princípio.

Da advertência inicial: “mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:17), até à advertência final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4), podemos ver o cuidado de Deus para com o homem e o Seu interesse em salvá-lo. E uma das maiores estratégias de Satanás nestes últimos dias tem sido a de tornar o relato da gênese da Terra em uma lenda.

Porque Deus insistiu tanto em que Israel não se desviasse dos Seus mandamentos? Porque eles fazem parte da essência moral de Deus e são eternos (Sl.119:144). Porque a essência deles é o amor (Rm.13:10)! Quando o homem dá as costas ao relato da criação para seguir teorias humanas, se envereda no caminho onde só há despojadores (v.20) e leões (v.25). Pois se não houve criação, não houve Adão e Eva; e se não houve Adão e Eva, não houve pecado dos nossos primeiros pais; e se não houve pecado, para que um Salvador?

Anular o relato da criação é anular toda a Bíblia! A aliança de Deus com a humanidade foi estabelecida antes da fundação do mundo e confirmada a cada geração. Mas o homem tem dado mais valor a transmitir de geração a geração “as suas próprias imagens de escultura” (v.41). Meus irmãos, Israel e Judá preferiram seguir as tradições e teorias. Se até hoje você tem adorado a Deus da forma que aprendeu de seus pais ou conforme as tradições, Deus lhe convida a continuar estudando a Sua Palavra e dEle aprender. A causa do cativeiro e do culto misto do povo foi porque escolheram andar conforme todo o mundo da época andava (v.7).

Andar na direção da maioria não é sinônimo de estar no caminho certo. Mas ainda há chance de voltar: “Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os Meus mandamentos e os Meus estatutos, segundo toda a Lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos Meus servos, os profetas” (v.13). De Gênesis a Apocalipse, Deus nos deixou escrito o que precisamos saber para vivermos aqui em preparação para a eternidade. A Palavra de Deus é eterna (Is.40:8) como o Senhor é eterno (1Tm.1:17), e Ele deseja nos conceder a vida infinita que dEle emana (Ap.21:7). Destrua os “outros deuses” (v.7) que porventura ainda existem em sua vida, e dê ouvidos ao único Senhor que te criou para te amar, e te amar para sempre! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, criados para a vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Reis17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de setembro de 2019, 0:05
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428 palavras

13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).

14 de dura cerviz [de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).

23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33)  (CBASD, vol. 2, p. 1049)

26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,)  (Bíblia Shedd).

29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim  (CBASD, vol. 2, p. 1045).

41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33).  Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria.  (CBASD, vol. 2, p. 1049).




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