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II REIS 14 – A Palavra de Deus nos foi deixada para ser mais do que nosso manual de instrução, ela é a luz que ilumina nosso caminho para não nos perdemos na jornada com destino ao Céu.
“Somos convidados a esquadrinhar essa Palavra em busca de auxílio para quando formos levados a situações difíceis. Se não consultarmos o Livro Guia a cada passo, perguntando: ‘É este o caminho do Senhor?’, nossas palavras e atos estarão manchados de egoísmo. Esqueceremos a Deus, e trilharemos caminhos que Ele não escolheu para nós” (Ellen G. White).
Israel deixou de lado a Palavra do Senhor; por isso está dividido. Deus não quis que Israel tivesse reis, mas o povo insistiu e está colhendo os frutos de sua péssima decisão egoísta. Os livros de Samuel contam o surgimento da monarquia israelita; os livros de Reis conta o declínio…
Samuel Ridoud observou: “A história de Reis retrata um processo de decadência; as coisas se tornam cada vez mais sombrias, até não haver mais como repará-las […]. As dez tribos são levadas para o cativeiro e, tempos depois, as outras duas tem o mesmo destino”.
Prevendo isso, Deus intentou, de todas as formas, impedir essa tragédia. O comentário da Bíblia de Estudo de Andrews destaca: “Deus estendia graça ao pecaminoso reino do norte não porque seu povo se arrependia, mas por misericórdia”.
Atente para estes pontos:
• O início de sucesso do reinado de Amazias, de Judá, despertou nele orgulho e arrogância contra a outra parte do povo de Deus, Israel, a tal ponto de desafiar uma guerra desnecessária – o que o levou à derrota humilhante. Por fim, houve uma conspiração contra ele em seu próprio reino, foi perseguido e, então, assassinado (vs. 1-22).
• Jeroboão II reinou em Samaria, na parte de Israel. Mas, ele nunca se apartou dos pecados horríveis de Jeroboão I (vs. 23-25, 28-29).
• Deus na história do mundo. Cuidado: Bênçãos nem sempre revelam aprovação divina! (vs. 26-27).
Queridos amigos…
…Sem reavivamento e reforma, bênçãos se tornam maldições. Vitórias desenvolvem orgulho. Na prosperidade e paz desenvolvem-se práticas pagãs. Graça se torna desgraça; e, pecados se alastram.
…Reavivamento e reformas parciais sempre serão superficiais; assim, o sincretismo religioso torna a verdadeira religião adulterada, recheada de engodos.
Portanto, não regrida! Avance! – Heber Toth Armí.
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“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas” (v.8).
Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai ” (v.3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido. E Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.
Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que não avisei!
Resultado: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12), Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, “como também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Meus amados, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme. Mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.
Já Jeroboão II, seguindo a mesma linha dos demais reis de Israel, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).
Quando estudamos os evangelhos, percebemos que enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome em nossa vida.
Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que Lhe testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).
O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos, não torna o nosso nome digno de louvor. Jeroboão foi usado pelo Senhor para livrar a Israel, segundo a profecia de Jonas, contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para sermos semelhantes a Cristo! E, quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). Que a nossa identidade aponte para a eternidade! Vigiemos e oremos!
Bom dia, semelhantes a Cristo!
* Hoje é o nosso dia de oração e de jejum. Busquemos, unânimes, o derramamento da chuva serôdia!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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850 palavras
o rei, seu pai. Amazias restringiu a vingança àqueles que mataram seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/13
Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.
Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria! ” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. O rei obedece, mas para logo. O profeta, então, expressa frustração e raiva.
Como isto é pra você? Você é um cristão de três flechas? Você para em oração? Salvação? Fé? Testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?
Elias cavalgou para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte sendo levado por Deus! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem ganhe vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=572
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Deus é bondoso, misericordioso e gracioso mais do que muitos crentes e teólogos imaginam…
O rei Jeoacaz em Israel vivia em meio à idolatria. A qual traz nefastas consequências. Sem proteção divina o povo sofre opressão. Por conseguinte, sem afastar-se dos pecados, apenas com desejo de obter vantagens, Jeocaz buscou a Deus por libertação. Resultado?
Deus atendeu Seu clamor mesmo sabendo que não haveria mudança de vida nele, nem nos apostatados israelitas (vs. 1-9).
• Os reis de Israel não são como os de Judá. Os reis de Israel vão de mal a pior. São piores que os reis de Judá.
Sem consultar a Deus, nossas escolhas e decisões não passam de besteiras que fazemos na vida. A vida de Jeoás foi manchada e marcada pelo pecado. Jeoás fez o mal perante os olhos do Senhor sem nunca afastar-se das funestas influências de Jeroboão (vs. 10-13).
• Como teria sido se cada rei de Israel tivesse a disposição de viver o ideal e a missão de Deus como Eliseu? E, o que seria de nós caso estivéssemos tão ávidos pelas coisas certas, espirituais e morais como esteve Eliseu?
Mesmo depois de morto, Eliseu impactou as pessoas (vs. 14-20). Contudo, ainda que a ressurreição de um defunto aconteceu ao apenas encostar nos ossos de Eliseu, o que mais me impressiona é que o profeta, que tinha porção dobrada do Espírito de Elias, morreu, não de morte natural, mas de uma doença (v. 14).
• Deus não cura todas as doenças nos Seus servos, por mais consagrados que sejam.
• Morrer doente não é falta de fé! Pelo contrário, fé é permanecer fiel a Deus ainda que Ele opte por não curar doenças.
Além disso, tem algo que me chama muito mais a atenção: Deus age promovendo o bem dos que andam chafurdando-se no pecado. Inacreditável!
1. Na época de Jeoacaz, Deus enviou um libertador para livrar Israel da opressão causada pela Síria, apesar da falta de reavivamento e reforma do rei e do povo (vs. 4-6).
2. Na época de Jeoás, Deus Lhe deu vitória três vezes contra Ben-Hadade e paz a Israel, mesmo não havendo conversão nem arrependimento dele (vs. 22-25).
Queridos amigos: Não ignore a Deus! Fale mais dEle! Testemunhe dEle profusamente! Anima-te! Compartilhe! – Heber Toth Armí.
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“Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v.23).
Por reiteradas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor, e todas as vezes em que as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais eu estudo o Antigo Testamento, mais eu consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus e a tragédia e infelicidade em andar longe dos Seus propósitos.
Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras. Mas uma súplica foi o bastante, uma oração, para Deus Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isto não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor, está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau diante dEle, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que mesmo em meio às dificuldades, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão causada acerca do caráter de Deus Pai é que muitos aceitam e desejam a Jesus como seu Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como o seu Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai… o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).
Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, foi que foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18), não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação. Vigiemos e oremos!
Bom dia, flechas da vitória do Senhor!
Desafio da semana: Como o foi com Jeoás, às vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus por nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. Convido o povo de Deus, onde quer que estiver, para nos ajuntarmos em uma assembleia solene, em jejum e oração, na quarta-feira, dia 04 de setembro. Clamemos pelo batismo do Espírito Santo, para que o Senhor nos use como Eliseu. Que mesmo depois da morte, nosso testemunho salve vidas.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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