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Quanto mais se lê a Bíblia, mais se apaixona por ela; consequentemente mais prazer terá a vida. Só quem bebe abundantemente desta fonte divina neste mundo perverso, entende o que isso significa.
Estamos quase concluindo a leitura de um grande compêndio da monarquia do povo escolhido graciosamente por Deus. Os livros de I e II Reis originalmente são apenas um, chamado em hebraico de Melaquim. Estes livros inspirados destacou somente aquilo que realmente o Espírito Santo quis incluir, muitas outras informações se perderam porque a descrição de fatos detalhados estavam em outros livros, tais como o livro…
• …das crônicas de Salomão (I Reis 11:41);
• …das crônicas dos reis de Judá (I Reis 14:29; 15:7, 23);
• …das crônicas dos reis de Israel (I Reis 14:19; 15:31).
O autor é desconhecido, mas certamente foi um observador da terrível queda de Jerusalém, como se pode perceber nos detalhes do livro podendo ter sido escrito logo após a desgraça que acometeu o povo por ignorar a graça divina.
Há muita teologia nesse livro. Muito material para reflexão espiritual. Só foi selecionado o essencial para não deixar uma história política antiga, mas orientação religiosa para os súditos do reino de Deus de todos os tempos. Neste penúltimo capítulo encontram-se os seguintes pontos:
• Reinado de Jeoaquim (vs. 1-7);
• Reinado de Joaquim (vs. 8-9);
• Nabucodonozor, rei da Babilônia, saqueou Jerusalém e levou jovens nobres ao cativeiro (vs. 10-16);
• Reinado de Zedequias (vs. 17-20).
“O nome de Matanias foi mudado para ‘Zedequias’, que significa ‘O Senhor é justo’. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. As Crônicas Babilônicas oficiais dizem que Nabucodonosor o nomeou rei de Judá ‘conforme a própria vontade’” (Bíblia de Estudo Andrews).
Reflita:
1. Deus usa profetas para alertar o perigo dos caminhos tortuosos; ignorá-los significa ignorá-lO.
2. O resultado de ignorar avisos da Palavra de Deus nunca será agradável; acatá-los é a melhor atitude para não ter um fim lamentável.
3. A preocupação de Deus por Israel é tão real a nós hoje como foi naquele tempo; só não vê quem não quer.
4. Seguir caminhos errados jamais nos levará ao destino certo, o qual só alcançaremos mediante os recursos divinos apontados nas páginas da Bíblia.
Reavivemo-nos hoje! – Heber Toth Armí.
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“Enviou o Senhor contra Jeoaquim bandos de caldeus, e bandos de siros, e de moabitas, e dos filhos de Amom; enviou-os contra Judá para o destruir, segundo a palavra que o Senhor falara pelos profetas, Seus servos” (v.2).
A sequência de reis tanto em Israel quanto em Judá é desesperadora. É inconcebível à mente humana o tamanho da misericórdia do Pai para com o Seu filho rebelde. Mas no capítulo de hoje, aparentemente, o quadro mudou e encontramos uma frase um tanto chocante: “o Senhor não o quis perdoar” (v.4). Dentre tudo o que Deus nos oferece, o perdão, sem dúvida, é o mais importante e essencial para que possamos ter paz e certeza da salvação. Deus não rejeita um filho que se arrepende e volta aos Seus caminhos. A parábola do filho pródigo deixa isso bem claro (Lc.15:11-32). Então, porque a Bíblia diz que Deus não quis perdoar? Cristo também contou uma outra parábola a respeito disso. Acompanhem comigo:
Um homem devia muito dinheiro a um rei. Vamos dar um valor atual. Digamos que ele devesse cem milhões de reais. Como o homem não podia pagar, a lei dizia que ele e sua família seriam vendidos como escravos. Então, aquele homem implorou pela misericórdia do rei. O rei se compadeceu dele e perdou a sua dívida. Só que ao sair da presença do rei, o homem se deparou com outro que lhe devia mil reais, e o apertou contra a parede para que pagasse a sua dívida, e como não houve retorno, o encerrou na prisão. Quando o rei soube de sua atitude o mandou chamar e lhe disse: “Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também Eu me compadeci de ti?” (Mt.18:32-33).
O contexto dessa parábola se refere ao perdão que devemos ofertar ao nosso semelhante, mas também nos diz que Deus não pode perdoar aquele que verdadeiramente não se arrepende. Porque aquele que se arrepende de coração e recebe o perdão dos Céus, entende que esse perdão deve ser compartilhado. Apesar de Manassés ter manifestado arrependimento no final de sua vida (2Cr.33:13), seus pecados levaram o povo a uma tremenda corrupção. Os judeus nem se arrependiam de seus pecados, nem tampouco tinham compaixão de seus conservos, pois derramavam sangue inocente (v.4). E o que Deus havia dito que Seus filhos não fizessem, se tornou em grandes trevas em Judá.
E, no reinado de Joaquim, Deus manifestou a Sua ira, ou seja, o Seu juízo contra o Seu filho rebelde. E “o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Pv.3:12). Nabucodonosor foi instrumento de Deus para punir Judá. Mas dentre esses tantos que foram por ele levados cativos à Babilônia, encontravam-se quatro jovens tementes a Deus: “Daniel, Hananias, Misael e Azarias” (Dn.1:6). E quando estudarmos o livro de Daniel, veremos que Deus não abandonou o Seu povo, mas usou esses filhos fiéis como prova de que não havia desistido dele e, através das profecias de Daniel, mostrou que o Seu plano de salvação não era nacional, mas mundial.
É a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento (Rm.2:4). Mas Ele nos deu como uma das maiores provas do Seu amor o livre arbítrio. Temos a livre escolha de segui-Lo e amá-Lo, ou de dar-Lhe as costas e rejeitá-Lo. Ainda assim, Deus, sendo conhecedor de nosso íntimo, vai até o limite para salvar um pecador. Enquanto há fôlego, há chance. Enquanto há vida, o Espírito Santo não cessa a Sua obra de salvar. Mas quanto mais rejeitamos aos apelos divinos, mais e mais vamos nos afastando de Deus, e Sua voz vai perdendo o volume. O filho pródigo foi ao “Egito”, porém teve a chance de se arrepender e voltar para a casa do pai. Porém, Judá tanto se rebelou, que o Egito não mais saiu de sua terra. Percebem o perigo? Enquanto estamos no “Egito” da vida ainda há oportunidade, mas se permitirmos que o “Egito” entre em nossa vida, corremos o sério risco de nunca mais sair dele.
O Senhor tem prazer em perdoar, se não o fosse, não teria enviado o Seu único Filho para remissão dos nossos pecados (Jo.3:16). O perdão de Deus está estendido para todos, mas nem todos o aceitam. A aceitação não se encontra no fato de chorarmos e nos humilharmos apenas, mas de que o perdão deve passar a ser um dom prático em nossa vida, algo que foi bem ilustrado por Cristo, na parábola do credor incompassivo. Hoje, Deus nos diz: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter (ou seja, se arrepender) dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os Seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). Que este perdão imerecido transborde de nossa vida principalmente por quem julgamos não merecer o nosso perdão. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, alvos da bondade de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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1684 palavras
1-20 Este capítulo conta a história da invasão babilônica na região da Síria-Palestina. Durante esta época, Judá foi conquistada pelos inimigos do leste [babilônios], e sua população, levada cativa para Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Nabucodonosor. Construtor da capital do novo império babilônico. Foi o rei que governou por mais tempo aquela nação. Ele derrotou o faraó Neco na Síria em 605 a.C. na batalhado Carquemis (Jr 46:1, 2). Joaquim se tornou seu vassalo. A história da conversão de Nabucodonor ao Deus de Israel é narrada em Dn 4. Bíblia de Estudo Andrews.
Significa “Ó (deus) Nabu, protege meu filho!”. Era filho de Nabopolassar e rei [605-562 a.C.] mais poderoso do império Neobabilônico (612-539 a.C.). Bíblia de Estudo NVI Vida.
subiu Nabucodonosor, rei da Babilônia, contra ele [Jeoaquim]. De acordo com Daniel 1:1, Nabucodonosor foi contra Jerusalém no terceiro ano de Jeoaquim. … Jeoaquim se tornou vassalo de Babilônia e entregou reféns a Nabucodonosor, entre eles, Daniel. Três anos depois, ele parece ter se ligado ao Egito novamente. A intenção de renovar as forças parecia bem-sucedida, uma vez que os egípcios infligiram pesadas perdas ao exército de Nabucodonosor em 601 a.C. No entanto, a rebelião de Joaquim exibia falta de visão política, pois os babilônios rapidamente se recuperaram do contratempo e retornaram para punir os vassalos desleais. CBASD, vol. 2, p. 1083. Bíblia de Estudo NVI Vida.
voltou atrás e rebelou-se. Em 601 Nabucodonosor marchou de novo para o oeste, contra o Egito, e foi expulso pela forte resistência egípcia. Esse fato pode ter estimulado Joaquim a rebelar-se, embora Jeremias advertisse contra isso (v. Jr 27.9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 caldeus. A etnia predominante no império neobabilônio. Os caldeus não eram nativos d Babilônia. Eram originários do extremo sul da Mesopotâmia. Nabucodonosor e seu pai, Nabopolassar, eram caldeus. Bíblia de Estudo Andrews.
tropas babilônicas [caldeus], aramaicas, coabitas e amonitas. A reação contra a rebelião de Joaquim foi rápida. Tropas babilônicas, talvez estacionadas em Arã [Síria], junto com tropas de outros vassalos leais à Babilônia, foram enviadas para esmagar a rebelião na Judéia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 por causa dos pecados cometidos por Manassés. Repetidamente os pecados de Manassés são notados como a causa primária para a queda de Judá (ver 2Rs 21:11, 12; 23;26; Jr 15:4). CBASD, vol. 2, p. 1083.
4 sangue inocente. Inclusive o de Isaías (PR, 382). Isaías não olhou para as abominações de Manassés em silêncio e complacência, mas ergueu a voz em severa repreensão aos delitos do rei. CBASD, vol. 2, p. 1083.
por isso, o SENHOR não o quis perdoar. As atrocidades de Manassés foram o clímax da longa história de maldade de Judá. … O bom reinado de Josias adiou, mas não revogou a sentença de destruição. Eles chegaram ao limite, e Deus não perdoou a nação culpada, por não haver mudança. No entanto, a culpa nacional sempre deve ser distinguida da culpa pessoal (ver com. De 2Rs 17:20). CBASD, vol. 2, p. 1084.
5 Jeoaquim foi um dos piores reis de Judá, segundo Jr 22.13-19; 2Cr 36.8. Jeremias predisse que aquele rei seria sepultado como um jumento, sem ninguém a lamentá-lo, e de fato, o v. 6 nada diz sobre seu sepultamento. Bíblia Shedd.
6 descansou com seus antepassados. Joaquim morreu pouco antes de Jerusalém ser vencida pelo cerco dos babilônios (cf. v. 8-12). Não se indica se sua morte se devia às causas naturais ou à intriga política. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Joaquim, seu filho reinou. Joaquim (tb em 2Cr 36:9), é também chamado por Jeconias (1Cr 3:16, 17; Ester 2:6; Jr 22:24, 28; 24:1; 27:20; 28:4; 29:2) e por Conias (Jr 37:1) …. “Yahweh estabelecerá”. CBASD, vol. 2, p. 1084.
7 o rei do Egito não mais se atreveu a sair com seu exército de suas próprias fronteiras. Esse fato devia-se à derrota dos egípcios em Carquemis [Síria] (v. Jr 46.2) em 605 a.C., e explica por que Joaquim não recebeu nenhuma ajuda do Egito na sua rebelião contra os babilônios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
o ribeiro do Egito. Pequeno rio localizado a leste do Nilo. Delimitava a fronteira sudoeste da terra prometida a Abrão. O autor observa que os babilônios conquistaram a região que havia pertencido ao império de Davi e Salomão. Bíblia de Estudo Andrews.
8 Elnatã. Este [o pai de Neústa, vô de Joaquim] foi um dos mensageiros enviados ao Egito por Jeoaquim [pai de Joaquim], a fim de tomar de volta o profeta Urias (Jr 26:22, 23). Também foi um dos príncipes que insistiram para que Jeoaquim não queimasse o rolo de Jeremias (Jr 36:12, 25) [provavelmente, um dos responsáveis por que tivéssemos em nossos dias o livro bíblico de Jeremias]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
10 subiram os servos de Nabucodonosor. Ou seja, os generais. Esse foi o segundo ataque de Nabucodonosor a Jerusalém. CBASD, vol. 2, p. 1084.
Este cerco efetuou-se no ano 597 a.C., e contra o mesmo não houve muita resistência. A capitulação imediata da cidade poupou muitas vidas. Bíblia Shedd.
A rendição de Joaquim aos babilônios em 597 a.C. salvou a cidade e levou segunda deportação de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Então, subiu Joaquim. Desesperado, Joaquim, se rendeu [foi encarcerado e, 37 anos depois, foi libertado e tratado com complacência, 2 Rs 25:27-30]. CBASD, vol. 2, p. 1084.
o levou cativo. Quando Nabucodonosor aceitou a submissão do rei Joaquim (24.1), levou, além dos despojos, alguns dentre os jovens intelectuais judeus (Dn 1.3-7). Esse primeiro cativeiro deu-se no primeiro ano de Nabucodonosor, 605 a.C. Aqui, já no oitavo ano de seu reinado, 597 a.C., o rei da Babilônia impõe um cativeiro mais rigoroso, por outros motivos, não para enriquecimento do seu país, mas sim, para privar a Judá de todas as pessoas responsáveis que poderiam organizar um exército rebelde. Mas o rei desconhecia a coragem do povo: dez anos mais tarde, no ano 587 a.C. viu-se forçado a deportar todo o povo, destruindo a cidade de Jerusalém e deixando apenas alguns camponeses pobres para lavrar a terra; esse foi o terceiro cativeiro. Bíblia Shedd.
13 levou dali todos os tesouros da Casa do SENHOR. Alguns dos utensílios do templo já tinham sido levados para Babilônia em 605 a.C., no primeiro ataque de Nabucodonosor a Jerusalém (Dn 1:2; 2Cr 36:7). [Ver tb 2Rs 25:13-16; Jr 27:18-20, sobre os utensílios que restaram e Ed 1:7-11, sobre a quantidade]. CBASD, vol. 2, p. 1085.
segundo tinha dito o SENHOR. Isaías havia predito isso quando os embaixadores babilônios visitaram Ezequias (2Rs 20:17; Is 39:6). CBASD, vol. 2, p. 1085.
14 transportou. A nação de Judá foi exilada, assim como os habitantes de Israel haviam sido deportados anteriormente pela Assíria. Os babilônios adotavam uma política diferente da praticada pelos assírios; permitiam que os exilados se restabelecessem em comunidades orgânicas. Pessoas influentes e trabalhadores qualificados podiam ser empregados em Babilônia a um baixo custo. Bíblia de Estudo Andrews.
toda a Jerusalém. Isto é, as classes mais elevadas. Com os ”figos bons” (Jr 24:1-7), Jeremias simbolizou os que foram levados naquela ocasião. … Levar de Jerusalém os seus trabalhadores qualificados privaria a cidade conquistada desse tipo de cidadão que seria útil na guerra, e forneceria valiosos auxiliares para amplos empreendimentos de construção dos conquistadores. CBASD, vol. 2, p. 1085.
dez mil. Este número compreende sete mil guerreiros, “valentes”. Mil “artífices” e dois mil “príncipes” (que inclui a corte real, os anciãos da cidade e líderes religiosos). O profeta Ezequiel era um destes últimos e já considerava aquele ano como o fim de Judá. Bíblia Shedd.
15 a mãe do rei. A menção da mãe [ver v. 8] logo depois do rei e antes das esposas dele é um indicativo da importância dela. CBASD, vol. 2, p. 1085.
os homens principais da terra. O chefe civil e os funcionários eclesiásticos: o príncipe, os eunucos, nobres, cortesãos, anciãos, sacerdotes, profetas e levitas (ver Jr 29:2, 2). CBASD, vol. 2, p. 1085.
16 Todos os homens valentes. Os “homens valorosos” (v. 14, ARC), os líderes da aristocracia da região treinados para a guerra e que, como os cavaleiros da Europa medieval, lideravam o povo na batalha. CBASD, vol. 2, p. 1085.
17 Matanias [Zedequias]. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
O nome de Matanias (que significa “dádiva de Iavé”) foi mudado mara Zedequias (“justiça de Iavé”). Talvez Nabucodonosor quisesse dar a entender que suas ações contra Jerusalém e Joaquim eram justas. De qualquer maneira, a mudança de nome significava sujeição a Nabucodonosor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
597-587 a.C. Este é o rei com o qual o profeta Jeremias manteve mais contato, embora seu ministério houvesse iniciado em 627 a.C., trinta anos antes. Este rei é mencionado muitas vezes, desde o capítulo 21 de Jeremias em diante. Bíblia Shedd.
Zedequias. Literalmente, “justiça de Yahweh” ou “Yahweh é justiça”. [Nome provavelmente dado por seus pais ou parentes] … porque Nabucodonosor dificilmente teria escolhido este nome. CBASD, vol. 2, p. 1085.
19 Fez ele o que era mau. Durante o reinado de Zedequias, práticas idólatras continuavam a aumentar-se em Jerusalém (v. 2Cr 36.14; Ez 8-11). Era um governante fraco e indeciso (v. Jr 38.5, 19), que se recusou a prestar atenção à palavra do Senhor dada por meio de Jeremias (2Cr 36.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Zedequias rebelou-se. Esta frase introduz os eventos do cap. 25 e deveria iniciá-lo. O cap. 24 termina com a palavra “presença”. CBASD, vol. 2, p. 1085.
rebelou-se. Zedequias se aliou à coalisão antibabilônica das nações na Síria-Palestina que planejavam se rebelar (Jr 27). Foi severamente punido por Nabucodonosor em consequência deste ato de traição. Bíblia de Estudo Andrews.
A rebelião de Zedequias contra Babilônia causou a investida de Nabucodonosor contra Judá e arruinou a nação. No início do reinado de Zedequias, houve uma expectativa geral, fomentada pelos falsos profetas, de que haveria um rápido regresso dos exilados de Babilônia com o fim do cativeiro (Jr 27:16; 28:1-4; 10, 11). Por causa dessa expectativa, Zedequias enviou embaixadores a Babilônia (Jr 29:3) e depois ele mesmo foi lá, no quarto ano de seu reinado (Jr 51:59). Constantemente Jeremias tentava corrigir essa impressão e aconselhava que não se revoltassem (Jr 27:5-22; 28:5-17; 29:1-32). Zedequias, no entanto, continuou suas atividade para acabar com o jugo babilônico e buscou auxílio do Egito (Ez 17:15; cf Jr 37:5; 44:30). CBASD, vol. 2, p. 1085, 1087.
Parece, no entanto, ter cedido diante da propaganda sedutora da facção anti-Babilônia e pró-Egito em Jerusalém (v. Jr 37.5; Ez 17.15, 16) num esforço tragicamente mal calculado para tornar-se independente da Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Zedequias caiu no tradicional erro de entrar nas tramas políticas do Egito (2 Cr 36.13; Ez 17.11-21). … A rebelião declarada em 589 a.C. contava com o apoio do Faraó Hofra; mas logo que os caldeus (babilônios) interromperam o sítio de Jerusalém para perseguir os egípcios, o povo de Jerusalém evadiu-se deixando a cidade abandonada e sem defesa alguma (Jr 37.5-10). Bíblia Shedd.
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/23
A reforma de Josias foi notável. Sua determinação em remover a adoração de ídolos do país foi completa e foi deste modo que ele foi lembrado: “Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao SENHOR de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés “(v.25).
No entanto, tudo isso não poderia interromper a destruição do país. As invasões do Egito e da Babilônia eram iminentes. Alguns poderiam perguntar: qual o proveito, então, de seguir a lei de Deus?
Devemos ter claro que obedecer às ordens e à lei de Deus é sempre a coisa certa a fazer. Mas existem consequências em desobedecer a Deus. Josias reformou a nação, mas anos de idolatria danificaram profundamente a lealdade do povo a Deus. Simplesmente remover os locais de adoração de ídolos não era suficiente. A mudança tem que vir de dentro.
Mas a mudança também pode ser superficial e, às vezes, pode enganar todos ao nosso redor. Mas não pode enganar a Deus. No fundo de nossos corações, nós conhecemos a verdade sobre nós mesmos. Diz a Testemunha fiel e verdadeira: “tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3:17).
Precisamos de verdadeiro reavivamento e reforma!
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=582
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Reforma do templo sem reforma de vida é perda de tempo. Melhorar estruturas sem mudança espiritual não passa de melhorias sem valor para Deus.
Focar projetos de construção ou reformas de lugares de culto será desperdício de investimentos sem reavivamento e reforma espirituais. Os quais só acontecerão quando se considerar a Bíblia mais importante que plantas arquitetônicas, projetos e construções.
O novato rei Josias fez muito mais que os veteranos reis que o antecederam. Considerando que nenhum avanço era honroso sem crescimento espiritual, ele focou na aplicação aos súditos os inspirados princípios revelados.
Descobrir a mensagem bíblica faz total diferença na vida humana. “A descoberta do Livro da Aliança intensificou as reformas de Josias e levou à renovação da aliança com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).
Josias “já havia reparado a maior parte do templo… Agora ele tomava providências para estabelecer um novo pacto que confirmasse o pacto mosaico. Era essencial que todas as leis, ritos e costumes do yahwismo fossem rigidamente observados. A essência moral desse pacto eram os Dez mandamentos. Josias desejava voltar aos caminhos antigos, e seu novo pacto com o povo convidava a todos os habitantes do reino a fazer retorno juntamente com ele” (Russell Norman Champlin).
Reflita…
• A espiritualidade autêntica foca na revelação escrita de Deus, e nos mandamentos escritos pelo Seu próprio dedo. O povo faz aliança com Deus, converte-se e retorna à obediência (vs. 1-3).
• A reforma de vida passa pela morte de Cristo/páscoa. Após destruir o que não presta para Deus, importa focar no sacrifício de Cristo (vs. 4-28).
• Não sendo automático, o reavivamento espiritual precisa de decisão pessoal – não é genético, nem passa de geração a geração. Após morrer Josias, seus sucessores (Joacaz e Jeoiaquim) foram indignos do cargo que ocuparam (vs. 29-37).
O reavivamento de Josias foi interrompido por líderes corruptos; consequentemente, os sinais do cativeiro israelita já eram evidentes.
• O pecado não perdoa seus súditos; quando encontra espaço, ele faz estrago! Deus perdoa nossos pecados, busque-O!
• O Deus que esteve disponível a Josias esteve também a Joacaz e Jeoiaquim; está disponível a você e a mim também.
Nunca se preocupe com tua idade ao fazer algo grande para Deus! Tome atitude focando na Bíblia e em Cristo! Deus te usará! – Heber Toth Armí.
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“Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a Lei de Moisés; e, depois dele, nunca se levantou outro igual” (v.25).
Que versículo poderoso e ao mesmo tempo reflexivo! Ele é o ponto culminante do capítulo de hoje. O amor que Josias devotava a Deus era tremendo e tão especial que não houve, depois dele, rei semelhante. Josias foi um líder que teve influência sobre o povo, só que, ao contrário dos demais reis, a sua influência foi extremamente positiva. Em mais da metade do capítulo percebemos o cuidado de Josias em abolir tudo aquilo que profanasse a verdadeira adoração ao Senhor. E estes versos nos dão uma visão ampliada de até que ponto chegou a rebeldia da nação eleita. Imagens de escultura, monumentos às abominações das nações vizinhas, prostituição cultual dentro do templo de Deus, altares profanos, sacrifícios humanos, incensários dedicados aos astros, consulta a médiuns e feiticeiros, faziam parte da lista detestável dos pecados de Judá.
Quando Deus instituiu Suas leis a Israel, não lhes apresentou novidades, mas lhes deixou documentado tudo o que desde o início havia estabelecido. Lá no Éden ocorreu a primeira quebra da aliança entre Deus e o homem. Desde então, teve início a história de rebelião da humanidade e da longanimidade do Criador a fim de salvá-la. A Bíblia mudou a vida de Josias, e como todo aquele que é nascido de Deus, ele não poderia guardar a bênção para si. Todo o povo foi convocado, “desde o menor até ao maior” (v.2) para ouvir o “Livro da Aliança que fora encontrado na Casa do Senhor” (v.2).
Ontem, vimos que Deus tem uma obra bem maior do que imaginamos, que não se restringe a quatro paredes. Notem, no versículo 3, que Josias fez aliança perante o Senhor junto à coluna do templo, “e todo o povo anuiu a esta aliança” (v.3). A coluna é o que sustenta a estrutura. E sabem o que é a coluna do Senhor, de acordo com a Sua Palavra?
“É a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15). O que Josias fez foi reconduzir o povo a ser novamente coluna da verdade, que é a Palavra de Deus. E o fez movido de grande coragem, tomando atitudes que poderiam lhe causar uma severa retaliação. Josias considerou mais valioso fazer o que era certo do que a sua própria vida. Oh, quanto necessitamos, hoje, conforme escreveu Ellen White, de “homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p.57).
A igreja do Deus vivo é detentora da verdade que liberta. E a Páscoa celebrava justamente isso: libertação. Antes de começar a escrever com o Seu próprio dedo os dez mandamentos em tábuas de pedra (Êx.31:18), assim disse o Senhor: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2). Por isso que Tiago chama a Lei de Deus de “lei da liberdade” (Tg.2:12). Porque é o que ela faz, ela liberta. Ela é avessa ao pecado, portanto, nos leva para mais junto de Deus.
Mas a descendência de Josias não perseverou em permanecer fiel. Joacaz fez o que era mau, e foi capturado e morto pelo rei do Egito. Eliaquim, cujo nome foi mudado para Jeoaquim, foi constituído rei não pela vontade do Senhor, mas também a mando do rei do Egito. Ou seja, amados, o pecado nos faz retornar para o nosso estado original de escravidão.
Talvez você esteja no Egito, ou pior, talvez o Egito esteja em você. Deus nos convida hoje a fazer aliança com Ele, para O seguir, guardar os Seus mandamentos, de todo o nosso coração, e de toda a nossa alma, e com todas as nossas forças, cumprindo as palavras desta aliança, que estão escritas no Livro de Deus, a Bíblia. Esta é uma decisão que só compete a mim e a você tomar. Estamos estudando as Escrituras capítulo por capítulo, sem pressa. E o desejo de examiná-la tem aumentado cada dia mais. Não é assim?
Que o Senhor continue nos reavivando e que nosso testemunho neste mundo deixe a marca da verdadeira piedade. Como fez Josias, vigie, ore, abra o seu coração a Deus, clame por auxílio e busque fazer o que é correto.
Bom dia, piedosos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Reis23 #RPSP
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1016 palavras
1 todos os anciãos de Judá … se juntaram a ele. Líderes sábios consultam outros líderes. Josias reuniu todos os líderes da nação para ver se algo poderia ser feito para impedir a calamidade anunciada, ou fazer com que o juízo vindouro fosse temperado com misericórdia. Ao anunciar a destruição, Deus não impede o arrependimento e a reforma. Não haveria nada a perder ao colocar diante do povo o terrível destino que o ameaçava caso persistisse na iniquidade. Era necessária conversão a Deus e à justiça, e Josias estava decidido a fazer tudo para trazer um reavivamento nacional. CBASD, vol. 2, p. 1077.
4 Cedrom. Vale que corria de norte a sul pelo lado leste de Jerusalém, entre a cidade e o monte das Oliveiras. Os campos do Cedrom estavam possivelmente na parte norte do vale, que era ampla (ver Jr 31:40). CBASD, vol. 2, p. 1077.
Para Betel. Para um lugar considerado como amaldiçoado e impuro, a fim de que o solo de Judá não fosse contaminado. CBASD, vol. 2, p. 1077.
5 os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram. Jeroboão [e Manassés e Amom] “constituiu sacerdotes dos mais baixos do povo, que não eram dos filhos de Levi” (1Rs 12:31, ARC). CBASD, vol. 2, p. 1077.
6 tirou … o poste ídolo … o queimou. Esta era a imagem de escultura de Aserá, feita por Manassés (2Rs 21:3, 7). … A imagem de Aserá era possivelmente feita de madeira recoberta com metal e podia ser queimada com facilidade (ver Dt 7:25). CBASD, vol. 2, p. 1078.
7 prostitutos cultuais (ARC). O relato de que homens e mulheres depravados, devotados à prostituição religiosa, estavam alojados em uma casa ao lado do templo é um lamentável comentário do colapso moral que havia entre o professo povo de Deus. As práticas perversas e orais desenvolvidas ali eram parte da cerimônia idólatra da época. Em seus dias, Ezequiel denunciou as “terríveis abominações” realizadas na área do templo (Ez 8:5-17). As piores infâmias da adoração cananeia haviam se introduzido no santo templo de Deus. Dificilmente Judá poderia, sozinho, ter afundado tão profundamente no pecado. CBASD, vol. 2, p. 1078.
10 profanou a Tofete. Este era o local no vale de Hinom onde se praticava o culto bárbaro de oferecer seres humanos como sacrifício a Moloque (ver Is 30:33. Jr 7:31; 19:6; 32>35), inclusive os filhos de Acaz e Manassés (2Rs 16:3; 21:6; 2Cr 28:3; 33:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
Hinom. Um vale a oeste a sul de Jerusalém. A parte sul foi considerada [por Josias] como um local de destruição e abominação por causa dos horrores dos sacrifícios humanos e da poluição… Mais tarde tornou-se o lixão da cidade. No NT, o vale de Hinom, do heb Ge Hinnom, foi utilizado como símbolo do local de destruição dos ímpios. Em referências posteriores, a palavra “inferno” é uma tradução do grego geena, uma transliteração do hebraico Ge Hinnom [filhos de Hinom] (Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:8, 9; 23:15, 33; Mc 9:43-48; Lc 12:5; Tg 3:6). CBASD, vol. 2, p. 1078.
13 defronte de Jerusalém. Ou seja, para o oriente da cidade. Os pontos cardeais eram determinados a partir do leste. A mão esquerda apontava para o norte, a mão direita para o sul e as costas, ao oeste. CBASD, vol. 2, p. 1079.
monte de Destruição. Possivelmente a encosta sul do monte das Oliveiras, assim chamada com desprezo, para mostrar repulsa a abominável adoração idólatra realizada no leste do santo templo. CBASD, vol. 2, p. 1079.
16 o homem de Deus. Ver 1Rs 13:1, 2. CBASD, vol. 2, p. 1079.
17 do homem de Deus. Ver 1Rs 13:23-30. CBASD, vol. 2, p. 1079.
24 aboliu também Josias os médiuns. A demonologia se apoderou dos israelitas. O povo estava servindo ao senhor das trevas e não ao Senhor do Céu. Os demônios eram sua companhia diária, não os anjos. Eles ouviam aos espíritos do mal e não ao Espírito Santo. Josias procurou purificar a terra de tudo que se relacionasse com demonismo e das abominações que a adoração aos demônios trazia consigo. CBASD, vol. 2, p. 1080.
os ídolos do lar. Do heb terafim. [Ver Gn 31:19 – Raquel; Jz 17:5; 18:14-20 – Mica; 1Sm 19:13 – Mical). CBASD, vol. 2, p. 1080.
26 o SENHOR não desistiu. Infelizmente, as reformas que o bom rei Josias iniciou afetaram a maioria do povo apenas superficialmente, Um cuidadoso estudo das profecias de Jeremias revela que a condição religiosa do povo estava longe do ideal (ver Jr 2:12, 13; 3:6-11; etc.). CBASD, vol. 2, p. 1080.
28 Quanto aos mais atos. A reforma de Josias ocorreu no 18º ano [quando ele tinha 26 anos, ver 2Rs 22:1], e ele reinou por 31 anos [até os 39 anos de idade]. Nada é registrado sobre esses últimos 13 anos de reinado. CBASD, vol. 2, p. 1080.
29 subiu Faraó-Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria. Na verdade, Neco marchou para o norte para ajudar os assírios contra Babilônia(ver 2Cr 35:20). … o termo “Assíria” é [aqui] utilizado para designar Babilônia como o poder que dominava a maior parte do território que antigamente pertencia ao império assírio. Os escritores clássicos geralmente utilizam “Assíria” nesse sentido (ver Heródoto, i.178). CBASD, vol. 2, p. 1081.
Tendo saído contra ele o rei Josias. Nessa época, Neco não queria contender com Josias (2Cr 35:21), mas desejava atravessar o Eufrates para lutar com os exércitos de Babilônia. CBASD, vol. 2, p. 1081.
Megido. Uma importante fortaleza na parte sul da planície de Esdraelom, na rota das caravanas que saem do Egito em direção ao norte da Síria. Josias se posicionou num ponto onde a estrada emergia sobre a planície, a fim de atacar os egípcios que saíam do desfiladeiro. CBASD, vol. 2, p. 1081.
30 o levaram morto. Josias foi morto. Ele foi à batalha disfarçado (2Cr 35:22), como fez Acabe quando lutou contra os siros e perdeu a vida (1Rs 22:30). Quando ferido por uma flecha, Josias percebeu a gravidade do ferimento e foi tirado da batalha em outro carro e levado para Jerusalém, morrendo ali ou no caminho (ver com. De 2Cr 35:24, 25). … Em contraste pelo lamento pela morte de Josias está o fato de que seus ímpios filhos não seriam pranteados (Jr 22:10l 18). CBASD, vol. 2, p. 1081.
32 Fez ele [Jeocaz] o que era mau. Nem mesmo os filhos de Josias se apegaram às reformas que ele havia instituído. A nação estava mais uma vez se encaminhando para a destruição. CBASD, vol. 2, p. 1081.
34 ali [Jeocaz] morreu. Isto estava em harmonia com a profecia feita por Jeremias … (Jr 22:10-12). CBASD, vol. 2, p. 1082.
35 Fez ele [Jeoaquim] o que era mau. Segundo Jeremias, ele era extravagante, ambicioso, opressor, injusto, ímpio e sanguinário (Jr 22:13-17; 26:20-23; 36:23). CBASD, vol. 2, p. 1082.