Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
26 de abril de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

1520 palavras

1-27 O relato de como os gibeonitas enganaram os líderes das tribos e obtiveram um pacto de submissão a Israel. É a primeira das três seções que contam como Israel passou a possuir a maior parte da terra. Os v. 1 e 2 introduzem as três unidades. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-6 À medida que as notícias de suas vitórias se espalharam, os israelitas experimentaram oposição de dois modos:  direta (os reis de sua área começaram a se unir contra eles); e indireta (os gibeonitas recorreram ao engano). Podemos esperar oposição similar ao obedecermos a vontade de Deus. Para se resguardar contra estas pressões, devemos confiar em Deus e nos comunicarmos diariamente com Ele. Ele nos dará força para resistir a pressões diretas e sabedoria para ver através da fraude e astúcia. Bíblia Shedd.

1-2 Estes dois versículos formam o pano de fundo dos caps 9-12. O temor dos israelitas que tinha imobilizado os cananeus em 5.1, aqui os une contra Josué e contra Israel. Há uma antecipação do Sl 2.1-3, a oposição a Deus e ao Seu governo, que culminou na crucificação de Jesus (At 4.25-27). A impotência dos governantes, no Sl 2, é amplamente ilustrada pela lista dos reis derrotados em Js 12. Bíblia de Genebra.

todos os reis. Sem dúvida, os relatos que chegaram a esses reis os encheram de ira e temor. O resultado foi a convocação desta reunião de emergência. Ouviram não só sobre a queda de Jericó e de Ai, mas também da grande reunião no monte Ebal, onde os israelitas proclamaram que a lei de Yahweh era a lei de toda a terra de Canaã. A convocação no monte Ebal mostrou com clareza que os filhos de Israel pretendiam ser os únicos governantes da terra. A ira que isso causou provavelmente superou o medo, e os reis resolveram resistir juntos, esperando, dessa maneira, impedir qualquer invasão a seu território. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 211. CBASD, vol. 2, p. 211.

daquém do Jordão. A referência com certeza é ao lado oeste do rio. CBASD, vol. 2, p. 211.

3 Gibeom situava-se oito quilômetros ao norte de Jerusalém. O nome significa “edificada sobre uma montanha”. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

Para dizer o mínimo, a decisão de não resistir demonstrava certo grau de fé na força do Deus de Israel. Estavam dispostos a fazer uma aliança, que incluía a promessa de renunciar à idolatria e de aceitar o culto a Yahweh (PP, 506). CBASD, vol. 2, p. 212.

estratagema. A Igreja tem sido mais vítima das artimanhas do diabo do que dos seus ataques. O aspecto do pecado que deve ser mais temido é a dissimulação. É melhor enfrentar Caifás do que Judas. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

por causa do nome. A abordagem que usaram foi falha, mas não há erro no fato de haverem dado o passo inicial, nesta ocasião, para servir o Deus verdadeiro. … Deus honrou sua fé limitada e não permitiu que Israel cancelasse a promessa que fizera a eles. O Senhor aceita as pessoas como são, e depois tenta levá-las a um serviço mais perfeito. Alguns, por motivos totalmente errados, começam a adorar a Deus; mesmo assim Ele aceita essa entrega e depois lhes inspira motivos mais louváveis. Assim aconteceu com os gibeonitas. No que se refere a privilégios espirituais, a eles foi aberta a plenitude das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 2, p. 214.

O perigo representado pelos cananeus restantes na terra Prometida era que eles fizessem Israel abandonar ao Senhor para servirem a outros deuses (Dt 7.4).

10 tudo quanto fez. As novas que os gibeonitas tinham ouvido são as mesmas que foram confessadas por Raabe (2.10, nota). A reação deles, porém, foi bastante diferente da reação dela. Bíblia de Genebra.

14 tomaram da provisão. Os líderes hebreus … tomaram das provisões deles para provar, manusear e testar por si mesmos, a fim de chegar a uma decisão acertada. Depois de tê-lo feito, sentiram-se confiantes no próprio juízo. CBASD, vol. 2, p. 214.

não pediram conselho. Deus havia ordenado que sua vontade fosse consultada por meio do sacerdote Eleazar, por meio do Urim e do Tumim (Nm 27.18-23). Josué poderia ter obtido orientação divina dessa maneira nesta importante decisão. Não se sabe qual teria sido a resposta do Senhor à situação. É possível que, mesmo assim, os gibeonitas fossem poupados; a misericórdia de Deus se estende a todos que procuram salvação. Ele proibira os israelitas de fazer aliança com os habitantes da terra, mas isso se devia a uma razão bem específica, a saber, para que não fossem tentados a seguir as abominações daquelas pessoas. Se qualquer desses povos pagãos, como Raabe, tivesse abandonado suas abominações e procurado a misericórdia divina, o Senhor o teria aceitado da mesma forma como mais tarde aceitou Nínive (Jn 3:10)Mas, em cada caso, a decisão final deve pertencer a Deus. Ele é o único capaz de ler tudo que se passa no coração. O Senhor não podia confiar tais decisões aos homens. … Teria sido perigoso confiar ao povo a autoridade de fazer paz mesmo com cidades isoladas, pois os cananeus poderiam simular o arrependimento. Tal engano tenderia a se espalhar com rapidez, e muitos habitantes da região fingiriam estar arrependidos, ainda que permanecessem tão idólatras de coração como sempre. CBASD, vol. 2, p. 214-215.

14, 15 Israel foi enganado, não por causa do “estratagema” dos pagãos, mas porque “não pediram conselho ao Senhor”. Muitos crentes estão decepcionados em sua espiritual simplesmente porque não usam a Palavra de Deus; para a vitória temos que conhecer o “conselho” de Deus e a Ele obedecer. Bíblia Shedd.

Nesse momento de dúvida e incerteza, o líder deveria ter buscado a Deus. Talvez pensou, como muitos cristãos hoje, que esse era um assunto que ele podia resolver sem incomodar o Senhor. No entanto, Deus instruiu a levar todos os problemas a Ele. Não devemos pensar que O cansamos ou perturbamos. Muitas armadilhas podem ser evitadas quando as preocupações são levadas ao Senhor, não confiando no próprio entendimento (Pv 3:5-7). CBASD, vol. 2, p. 213.

18 não os feriram. Embora congregação haja murmurado contra os príncipes, e estes tenham agido mal em fazer tal acordo, os israelitas se sentiram obrigados a manter o juramento. Uma vez feito o juramento, ela deve ser considerado sagrada, sempre que não obrigar a pessoa que a fez a realizar um ato errôneo (ver Pv 12:22; Sl 24:4; 15:4; PP, 506). … Se o cumprimento do juramento exigisse um ato pecaminoso, não teria sido obrigatório, porque não podemos nos forçar a cometer um pecado (ver Jz 11:29-40). … É evidente que Deus aprovou a conduta deles nesse quesito e Se desagradou de Saul quando, muito depois, infringiu a mesma promessa (2Sm 21:1-3). CBASD, vol. 2, p. 215.

Toda a congregação murmurou. Murmurar (contra Moisés, Arão e, em última análise, contra o Senhor) foi uma atividade comum de Israel no deserto (Êx 15.24; 16.2, 7-9; 17.3; Nm 14.2, 27, 36). Bíblia de Genebra.

Talvez o povo temesse as consequências de não ter levado a cabo a ordem divina de destruir todos os cananeus, mas é mais provável que suas queixas proviessem de não poderem apropriar-se das cidades e possessões gibeonitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 lenhadores e carregadores de água (NVI; ARA: “rachadores de lenha e tiradores de água”). Expressão convencional para os empregados domésticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Por que nos enganastes… ? Israel colhia aquilo que havia semeado: assim como os filhos de Jacó “responderam com dolo” aos heveus quando o patriarca estava vivo (Gn 34:13), desta vez os israelitas foram enganados por eles. Bíblia de Estudo Andrews.

23 debaixo de maldição. A predição de Noé de que Canaã passaria algum dia a ser servo de Sem (Gn 9.25, 26) é parcialmente cumprida nesse acontecimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para a casa de meu Deus. Provavelmente especifica como os gibeonitas deviam servir “toda a comunidade” (v. 21). O culto no tabernáculo (e, posteriormente, no templo) exigia muita lenha e água (para os sacrifícios e as lavagens) e, consequentemente, muito trabalho braçal. A partir dessa ocasião, essa mão de obra seria oferecida pelos gibeonitas, talvez num sistema de turnos. Dessa maneira, entraram no serviço do Senhor. Quando Salomão se tornou rei, o tabernáculo e o altar estavam em Gibeom (2Cr 1.3, 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 A fé evidenciada por essas pessoas foi de tal modo recompensada que, embora sua trapaça tenha sido punida com o fato de serem condenadas a atividades servis, a vida deles foi preservada; e, até certo ponto, foram incorporados a Israel e associados ao serviço da casa de Deus. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.

A designação de tarefas humildes aos gibeonitas foi a punição que receberam por sua atitude enganosa. Se tivessem agido de maneira honesta com Israel, sua vida teria sido poupada, e talvez até ficassem isentos da servidão. Todavia, mesmo uma maldição pode se tornar uma bênção. É verdade que foram servos, mas seu serviço era para a casa de Deus. Ao fazer a obra da casa do Senhor, estariam numa posição em que prontamente poderiam aprender sobre o Deus verdadeiro. Dessa maneira, foram colocados sob uma forte influência que lhes impediria de coltar à idolatria dos pais. Ainda que fossem escravos de Israel, seriam livres no Senhor, pois, em Seu serviço, até o ofício mais baixo é liberdade e Sua obra é a recompensa. CBASD, vol. 2, p. 215- 216.


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