Reavivados por Sua Palavra


I TIMÓTEO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de agosto de 2018, 0:20
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631 palavras

Este capítulo apresenta orientações para a igreja em sua seleção de anciãos. A sua reputação na comunidade também diz muito a respeito de quem ele é. O fruto de sua vida deve refletir a Cristo. Paulo também alertou a respeito daqueles que desejam o cargo apenas para conseguir posição e poder. Eles não fazem um bom trabalho para Deus. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).

2 Necessário. O líder cristão deve ser um modelo na prática dos princípios que professa, se quer convencer outros da dignidade de sua mensagem. O regato não corre acima de sua fonte, e, em geral, uma congregação não costuma alcançar nível mais alto do que sua liderança. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 305.

Sóbrio. Do gr. sophron, “prudentes”, “de mente sadia”, “que tem domínio próprio”. Esses líderes são sempre necessários para evitar o fanatismo e liderar em tempos de grave emergência. CBASD, vol. 7, p. 306.

Não violento. Ou seja, não belicoso nem briguento. Um caráter conciliador e pacificador é uma qualidade indispensável a todo líder da igreja. CBASD, vol. 7, p. 307.

Para não suceder que se ensoberbeça. Ou, “seja inchado”, “seja vaidoso”. O orgulho obscurece o entendimento. CBASD, vol. 7, p. 307.

Bom testemunho. A reputação do bispo [líder] na comunidade deve ser de caráter mais elevado, de tal modo que mereça o pleno respeito e confiança das pessoas que não pertençam à igreja (ver com. de 2Co 6:3). CBASD, vol. 7, p. 307.

De uma só palavra. Ou seja, “não diga uma coisa pessoa e o contrário a outra”. Cada oficial da igreja deve ser um pacificador, não um divulgador de escândalos nem um perturbador. Pode ter sido esta expressão que levou John Bunyan a chamar de “Sr. Duas Línguas”a um dos personagens de O PeregrinoCBASD, vol. 7, p. 308.

Não cobiçosos de torpe ganância. O cristão deve sempre vencer a tentação de se aproveitar de alguém, mesmo que não seja culpado de transgredir qualquer lei específica. Tampouco deve se aproveitar do privilégio de seu cargo para obter favores ou ganho pessoal indireto. O dinheiro não deve ser a meta principal de sua vida. CBASD, vol. 7, p. 308.

10. Experimentados. Ou, “testados”. Aqui, Paulo condena o que às vezes se sugere: de que a nomeação para cargos da igreja seja feita como incentivo aos que têm sido descuidados, ou fracos na fé, na esperança de que esse reconhecimento estimule o selo e a piedade. CBASD, vol. 7, p. 308.

11 Mulheres. Do gr. gunikes, “mulheres”, ou “esposas”. É impossível determinar se Paulo se refere a diaconisas ou às esposas dos diáconos. CBASD, vol. 7, p. 308.

15 Coluna. Ver Gl 2:9. Os cristãos genuínos são testemunhas do poder da graça de Deus e da sabedoria de Seus propósitos. Quando deixam de cooperar plenamente com o plano divino  no ser humano, inevitavelmente se atrasa o dia de restauração desta Terra (ver PJ, 69). CBASD, vol. 7, p. 309.

A “igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade” (v. 15, NVI), construída por Cristo, fundada sobre Ele, deve permanecer como um dos pilares para a verdade salvadora de Deus. Empresas seculares ou os governos não atuam como pilares para Deus e Sua verdade. Se a igreja de Deus falhar, onde as pessoas poderão ir a fim de encontrar a salvação? David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).

16 Evidentemente. Ou, “por consentimento geral”. Muitos comentaristas acreditam que este versículo se refira a um hino bem conhecido da igreja primitiva. CBASD, vol. 7, p. 310.

O verso 16 é uma sinopse do “mistério de Deus” – o maravilhoso fato de nossa redenção ter vindo através da encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esta grande salvação é o que a igreja precisa revelar ao mundo. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).

Mistério da piedade. Ver com. de 1Tm 2:2. O triunfo da graça de Deus sobre as forças do mal na vida será sempre motivo de admiração e gratidão. CBASD, vol. 7, p. 310.


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