Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 17 by Jeferson Quimelli
27 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-17/

Comentário devocional:

Jesus sugere que deveríamos ter mais medo de levar alguém a pecar do que se nós mesmos pecássemos. A diferença entre as duas perspectivas pode ser sutil, mas é substancial. É possível que nossos esforços em não pecar possam ser egoístas quando nos concentramos somente em nós mesmos?

E sobre a ordem de Jesus para repreender um pecador antes de perdoá-lo? Como podemos repreender sem provocar essa pessoa à ira? Em primeiro lugar, devemos lembrar que o propósito de uma repreensão é produzir arrependimento; o objetivo não é pronunciar julgamento. Além disso, a nossa repreensão deve ser motivada por nosso desejo de perdoar e restaurar um relacionamento.

Ao ler Lucas 17, pergunte a si mesmo como uma repreensão motivada por um espírito de perdão será diferente de uma repreensão efetuada em um espírito de justiça. Como você pode se tornar um embaixador do perdão e restauração aos pecadores mais ofensivos?

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1236
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados27-03-2018.mp3



LUCAS 17 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 17 – Alguns creem que o evangelho de Lucas seja “o livro mais maravilhoso do mundo […]. Não erraríamos muito se disséssemos que o terceiro evangelho é a melhor vida de Cristo que já foi escrita” (William Barclay).
 
No capítulo em pauta, os ensinamentos de Cristo continuam a impactar Seus ouvintes:
 
1. É pecado colocar tropeço ou ser pedra de tropeço na vida de outras pessoas. Mau testemunho, escândalos e hipocrisias são contemplados por Jesus nesta maldição (vs. 1-2). Liberte-se!
2. O cristão é um pecador perdoado, portanto, em resposta ao que Deus Lhe fez, terá para com o próximo um espírito perdoador ilimitado. O perdão é fruto da graça, ofereça-o para quem não merece (vs. 3-4).
3. A fé deve crescer; portanto, há sabedoria em pedir que Deus aumente nossa fé; contudo, é preciso ser humildade para reconhecer sua pequenez e necessidade de aumentar. “A fé é uma virtude que admite graus. Ela não atinge o pleno vigor e perfeição imediatamente após ser plantada no coração por intermédio do Espírito Santo. Existe a pequena e a grande fé, e fé vigorosa e a fé frágil” (J. C. Ryle). Como está a tua fé? (vs. 5-6).
4. Não importa o que façamos para Deus, não faremos nada mais do que nossa obrigação. Deus nunca ficará devendo coisa alguma pelo trabalho que Lhe prestamos. Nada temos de nos orgulhar perante Deus. O cristão verdadeiro é humilde e serve a Deus por satisfação (vs. 7-10; ver Salmo 40:8).
5. Ser grato a Cristo é muito mais importante que cumprir regras e rituais esboçados em Sua Palavra; tire tempo para agradecer-Lhe pelo que Ele já fez por você, assim como reagiu o samaritano (vs. 11-19).
6. O Reino de Deus começa no coração, não é político nem visível; contudo, o retorno do Rei Messias será visível a todos, para buscar aos Seus súditos que se submeteram a Ele enquanto estiveram no mundo dominado pelo pecado (vs. 20-37).
 
“Quando será isso, Senhor?” – Quiseram saber os discípulos! “Onde estiver o corpo, aí se ajuntarão os abutres” – Respondeu Jesus!
 
Em outras palavras, não precisará dizer quando, pois quando acontecer será tão notório e visível que ninguém perderá o espetáculo – tão visível quanto urubus voando sobre um cadáver!
 
“Senhor, aviva-nos intensamente!” – Heber Toth Armí.


LUCAS 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de março de 2018, 0:30
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“Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem” (v.26).


É impressionante a mente de Cristo, como Ele aproveitava cada ocasião para ensinar e admoestar. Ele sempre estava no lugar certo com o fim de alcançar as pessoas certas. Sendo completamente guiado pelo Espírito Santo, não lançava um único olhar não fosse com o objetivo de salvar. Contudo, Seu ministério também consistia em dissipar as injustiças, repreender e apontar para a necessidade humana de colocar em prática os Seus ensinamentos.

Repreender significa “advertir, censurar ou aconselhar com intensidade”. Pode não ser, portanto, a forma verbal mais agradável, mas, em determinados momentos, torna-se a mais eficaz. Pois a repreensão franca e cristã nos coloca na posição de instrutores da justiça, ainda que não consiga atingir o resultado almejado. A Bíblia diz que Noé foi um “pregador da justiça” (v.5) e mesmo diante da rejeição absoluta de seus conterrâneos, prosseguiu em fazer de sua voz um clamor tão alto quanto as batidas da construção da arca.

Eu já ouvi alguns críticos defendendo a ideia de que Noé foi o pior evangelista de todos os tempos. Pela não aceitação de sua pregação, julgam seu ministério um exemplo de fracasso evangelístico. Quais foram os métodos específicos que ele usou para difundir a mensagem não sabemos, mas a Bíblia revela o princípio que norteou a sua missão: “Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (Gn 6:22).

A princípio, a mensagem dada a Noé não foi de todo rejeitada. A gigantesca construção chamou a atenção de todos e, de alguma forma, atraía tanto ouvintes quanto críticos. O mundo ficou dividido entre simpatizantes e acusadores, até que chegou o momento da decisão e os adeptos apenas a uma simpática cortesia acabaram por finalmente se unir à turba acusadora. Isto, porém, não significou uma derrota para o idoso pregador. Ao compreender a sagrada obra que Deus lhe confiou, também entendeu onde ela deveria começar e triunfar: “Contigo, porém, estabelecerei a Minha aliança; entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos” (Gn 6:18).

O relato da cura dos dez leprosos também nos serve de exemplo de que o desejo de Jesus é o de salvar a todos, mas nem todos estão dispostos a voltar “para dar glória a Deus” (v.18). Aquele samaritano foi o único a permitir que “o reino de Deus” (v.21) tomasse conta de seu coração. Os fariseus e os demais líderes judeus não reconheceram o cumprimento da profecia em Cristo simplesmente porque seus corações estavam endurecidos demais para admiti-lo. Somos chamados para começar a viver aqui um prelúdio do que será o Céu. E isso deve ter início em nosso coração e, então, em nosso lar.

Tudo o que nos cabe como membros de uma família está descrito na Bíblia. Se cada um cooperar em desempenhar a sua parte confiante de que Deus completará a obra, a família será a mais poderosa mensagem do amor divino ao mundo, onde “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do SENHOR” (Is 61:9). Diante de um mundo secularizado e cético quanto ao papel fundamental da família na sociedade, uma família guiada pelo Assim diz o Senhor torna-se um troféu nas mãos de Deus. Uma prova inequívoca de que o plano original é o ideal e o único que pode oferecer um pedacinho do Céu na Terra.

Entretanto, enquanto Noé foi um exemplo de sacerdote do lar, procurando manter sua família longe das influências corruptoras, Ló julgou ser capaz de conduzir a sua levando-a ao “olho do furacão”. Tendo a oportunidade de fazer diferente, decidiu desviar-se da rota de Deus. A consequência disso? Sua família destruída e sua mulher um exemplo do que não se deve fazer (v.32). Em uma família onde o amor de Deus é o ingrediente predominante, certamente o perdão será o resultado prático das portas para dentro que transbordará das portas para fora, não como algo forçado, mas como a ação natural da racional obediência.

Se “nós, porém, temos a mente de Cristo” (1Co 2:16), precisamos estar em sintonia com ela. De uma coisa eu tenho certeza, Noé não foi escolhido por Deus simplesmente pelo fato de não participar dos costumes mundanos da época, e sim porque ele conhecia a Deus. E, por conhecer a Deus e reconhecer-Lhe a voz, exerceu uma influência transformadora sobre sua família. O fato de abdicar da corrupção antediluviana não foi a causa da salvação de sua casa, mas o resultado da salvação. Noé e sua família entenderam que a sua missão principal não era o serviço da arca do Senhor, mas servir ao Senhor da arca.

Está chegando o glorioso Dia do Senhor! Que estejamos prontos para dar “glória a Deus em alta voz” (v.15), “agradecendo-Lhe” (v.16), e dizendo:

Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is 8:18).

Bom dia, famílias de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas17
#RPSP



LUCAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de março de 2018, 0:20
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1 escândalos. “Pedras de tropeço”. Aquilo que afasta do Senhor (cf 17.23; 21.8; Mc 9.43ss; Rm 14.13ss) um crente menos maduro na fé. Bíblia Shedd.

A palavra grega originalmente designava o alimento colocado na haste de uma armadilha; veio a significar, depois, qualquer coisa que faz tropeçar e cair numa armadilha. Bíblia de Genebra.

10 servos inúteis. Cf iCo 9.16. Deus não é nosso devedor, mesmo quando fazemos tudo quanto Ele pede. O escravo não tem direitos. Bíblia Shedd.

11 pelo meio. Melhor, “entre”, isto é, na divisa da Galileia e Samaria, indo para a Pereia, ou Transjordânia. Bíblia Shedd.

12 A lei exigia que os leprosos ficassem longe das pessoas sadias (Lv 13.46); estes leprosos chegaram tão perto quanto possível e gritaram com estardalhaço. Bíblia de Genebra.

18 estrangeiro. Os nove ingratos leprosos representam a maioria do povo judaico diante da missão e a mensagem de Cristo. O samaritano é como uma amostra do acontecimento da antecipada aceitação do evangelho pelos não-judeus. Bíblia Shedd.

O fato de ser ele um samaritano torna tudo mais interessante, pois não se esperaria que ele mostrasse gratidão a um judeu que o curou. Bíblia de Genebra.

19 a tua fé te salvou. “Salvar” tem um duplo significado, de curar e redimir. Fé não é obra meritória mas graça recebida, e portanto motivo de gratidão. Bíblia Shedd.

20-37 Jesus ensina sobre Sua Segunda Vinda. Bíblia de Genebra.

21 o reino de Deus está dentro de vós. Através do ministério de Jesus, o reino de Deus já está presente nos corações de Seus seguidores. Andrews Study Bible.

Isto é, o reino está presente como uma realidade interior, uma coisa escondida no coração das pessoas (cf. Rm 14.17). Bíblia de Genebra.

23-25 Ainda que alguns procurem falsos messias (21.8-9), a vinda final de Cristo será tão pública que todos saberão. Bíblia de Genebra.

24 como o relâmpago. De forma diferente aos falsos messias que tem aparecido desde os tempos de Jesus, a Volta de Jesus será súbita e amplamente visível (21.27; Ap 1:7). Andrews Study Bible.

Sua vinda será repentina, inesperada e pública (cf 12.40). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27-29 comiam… A ênfase deste trecho não recai sobre a pecaminosidade, mas sobre a indiferença relativa às coisas espirituais e ao juízo. Bíblia Shedd.

As pessoas nos dias de Noé e de Ló levavam uma vida normal neste mundo (Jesus não fala de seus pecados) e negligenciaram sua espiritualidade. Bíblia de Genebra.

30 Filho do Homem for revelado. Na segunda vinda, Jesus estrá claramente visível a todos (1Co 1.7; 2Ts 1.7; 1Pe 1.7, 13; 4.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 A esposa de Ló esteve bem perto do livramento, porém, ao olhar para trás, perdeu-se. Bíblia de Genebra.

33 Quem quiser preservar a sua vida perde-la-á. Jesus repete o ensino de 9.24 de que a vida egoísta e de auto-afirmação significa morte espiritual. Bíblia de Genebra.

34-35 Uma estreita proximidade com algumas pessoas salvas não ajudará no dia da vinda de Cristo. Bíblia de Genebra.

A escolha de estar pronto para a Volta de Cristo é uma decisão que deve ser tomada por cada um, individualmente. Os versos 34-36 não estão falando de um arrebatamento secreto porque, de acordo com o v. 24, a Vinda de Jesus será um evento público. Será então que os anjos reunirão Seu povo dos quatro cantos da terra (Mt 24.31). Andrews Study Bible.

37 Onde, Senhor? (NKJV). Os discípulos queriam saber em qual lugar o Filho do Homem viria (ver v. 24). O provérbio sugere que ele será tão óbvio quanto o ajuntamento de abutres em volta de um animal morto. Andrews Study Bible.

“Assim como o ajuntamento de abutres indica que existe perto uma carcaça, então estes sinais indicam que o fim está próximo”. New LivingTranslation [de Lc 17:37].



LUCAS 16 by Jeferson Quimelli
26 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-16/

Comentário devocional:

Quando a desonestidade de um gerente é descoberta, ele percebe que precisa fazer algo para sobreviver. O mordomo não tem como se manter, porque é muito velho ou fraco para fazer trabalho braçal e tem vergonha de mendigar (v 3).

Como ele já tinha atravessado o limiar moral da honestidade por desperdiçar o dinheiro do seu empregador, ele decide reduzir entre 20 a 50% as contas dos devedores do seu senhor, que tinham feito contratos consigo. Ele foi tão astuto em suas ações que mesmo seu mestre teve de admirar as suas habilidades de autopreservação.

Jesus oferece para o caso uma perspectiva diferente. Depois de mostrar a astúcia duvidosa dos filhos deste mundo, Ele concede um princípio fundamental para o verdadeiro sucesso: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito.” (v 10). Ao ler Lucas 16 aceite o desafio de Jesus de ser fiel a Deus nos menores detalhes de sua vida.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1235
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados26-03-2018.mp3



PREPARANDO-SE PARA A ETERNIDADE by Jeferson Quimelli
26 de março de 2018, 0:58
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A história no início de Lucas 16 é muito apropriada.

Até mesmo o gerente infiel percebeu que precisava para se preparar para o futuro. Ele era um filho deste mundo, um incrédulo desonesto. A lição desta parábola de Jesus é clara: se mesmo os filhos deste mundo percebem a importância da preparação para o futuro, quanto mais devemos nós, como filhos da luz, nos prepararmos para a eternidade!

Determinemos, pela graça de Deus, caminharmos como filhos da luz (v.8), vivendo para Jesus todos os dias, e se preparando para seu retorno glorioso.

Pr. Derek Morris
Coordenador mundial programa RPSP

Adaptado de: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/01/preparando-se-para-a-eternidade/



LUCAS 16 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 16 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 16 – É inadmissível negociar valores do reino de Deus pelas riquezas mundanas. Precisamos recusar atitudes que fiquem aquém ou que vão além daquilo que Cristo ensinou.

Em relação às riquezas, Jesus conta a parábola do administrador esperto, que usa oportunidades sabiamente. O administrador esbanjara as posses de seu senhor, consequentemente, seria demitido por justa causa; contudo, ele tomou uma atitude que garantiu seu futuro: Fez plano com os devedores de pagarem menos do que deviam. Muitas vezes precisamos criar oportunidades e agir com sabedoria (vs. 1-8).

Após isso, Jesus apresentou alguns princípios de economia divina aos seres humanos:

· Deus valoriza e confia nos mordomos responsáveis. Ele confia Suas riquezas aos que são honestos e fieis. Como seria o Céu com caloteiros e fraudulentos? (vs. 10-11);

· Como Deus pode confiar naqueles que devem e não pagam, que não cumprem o que prometem, que tomam posse do que é dos outros e até do que pertence a Deus? (v. 12, Malaquias 3:8; Lucas 20:20-25).

· É impossível servir a Deus e à riqueza simultaneamente, é um ou outro. Não há meio termo. “Ou há de aborrecer-se de um e amar o outro ou se devotará a um e desprezará o outro” (v. 13).

Os líderes religiosos contemporâneos de Jesus, tomados pela avareza, amantes do dinheiro, se sentiram ofendidos com os ensinamentos de Jesus sobre as riquezas (vs. 14-15). Mesmo atingindo o ego fariseu de seus ouvintes, Jesus continuou com Seus preciosos ensinamentos:

· Para entrar no reino de Deus é preciso renúncia absoluta (v. 16).

· A Lei de Deus é imutável, é legislação do convertido (v. 17).

· Casamento não pode ser tratado com banalidade, mas com extrema responsabilidade (v. 18).

Jesus voltou no assunto das riquezas e da importância da Lei na parábola do rico e Lázaro. O rico termina em tormentos mostrando que, se os avarentos insistirem em sua incredulidade ficarão fora do reino de Deus (vs. 19-31).

· Não é a avareza que deve reger nossa vida, é a revelação de Deus dada através de Seus profetas.

· Não é ambição que deve moldar nossa conduta, mas a legislação divina revelada em Sua Palavra.

· Não permitir reger-se pela Palavra de Deus, resultará em perdição eterna!

Em vez de questionar Jesus, use Seus ensinamentos para questionar teus conceitos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de março de 2018, 0:30
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“E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei” (v.17).


Após proferir parábolas tão ricas em amor e compaixão, Jesus prosseguiu com parábolas que exemplificam o resultado da impiedade. A infidelidade do administrador não pôde ser encoberta. Ao ser denunciado, porém, sua reação foi elogiada pelo “homem rico” (v.1), que não pôde deixar de reconhecer a sua astúcia. Sua atitude frente ao pedido da prestação de contas de sua administração (v.2) acabou por ser ainda mais habilidosa do que a sua fraude. Contudo, esta ilustração não tem o objetivo de exaltar tal atitude, mas de reprovar a má administração das bênçãos de Deus, roubando para si a glória que é devida ao Doador das bênçãos.

A fidelidade é um dos princípios basilares contidos nas Escrituras e faz parte do fruto do Espírito (Gl 5:22). O que nos leva à conclusão de que não é algo inerente ao ser humano, mas um dom de Deus que é concedido pelo Espírito Santo aos que nEle vivem e andam (Gl 5:25). E torna-se algo tão real na vida que está sendo santificada, que tanto faz ser fiel no pouco ou no muito (v.10), porque a sua “verdadeira riqueza” (v.11) não está nas coisas deste mundo, mas “nos tabernáculos eternos” (v.9). Aos ouvidos dos avarentos fariseus tudo aquilo soou como um discurso ridículo (v.14). Enquanto justificavam diante dos homens sua infidelidade com obras vazias, suas reais intenções estavam à mostra do Deus Onisciente.

Até aquele tempo, ou seja, até à pregação de João Batista, que anunciava “o evangelho do reino de Deus”, “a Lei e os Profetas” (v.16), isto é, o Antigo Testamento, era a única Bíblia de Israel. Cristo não revogou esta parte das Escrituras (Mt 5:17-18), mas inaugurou a nova parte que logo iria completar o Livro Sagrado. E reforçando esta ideia, declarou: “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei” (v.17). Além de prosseguir com dois fortes argumentos: acerca do adultério (v.18; Êx 20:14) e da importância dos ensinos do Antigo Testamento (v.31).

Precisamos ter muito cuidado com doutrinas baseadas em textos isolados da Bíblia. E a parábola do rico e do mendigo tem sido usada como base para interpretações equivocadas. Primeiro tem que ficar bem claro que se trata de uma parábola contextualizada conforme uma crença popular que havia se instalado no meio do povo. Confusos com relação ao estado do homem após a morte, acreditavam em crendices e superstições. Tanto é que até os discípulos, ao avistarem Jesus andando por sobre as águas, antes que Ele Se identificasse, gritaram apavorados: “É um fantasma!” (Mt 14:26). Jesus, portanto, aproveitou tal crença para ilustrar a situação do povo: com a verdade nas mãos, mas desprezando-a (v.31).

Nesta semana onde relembramos de uma forma especial o maior ato de amor de todos os tempos, Jesus nos convida a repensar qual tem sido a nossa resposta frente ao Seu sacrifício. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3:16). Toda a Bíblia deve ser para nós a fonte da qual devemos sempre beber. Aceitar uma parte e excluir outra é como querer servir-se apenas de duas moléculas de hidrogênio e recusar o oxigênio, ou seja, é loucura. Como Seus administradores na Terra, de todos os bens que nos confiou, o mais valioso foi assim descrito por Paulo: “é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3:15). Israel defraudou tamanho privilégio, tornando-se uma nação avarenta, adúltera e insubmissa ao Assim diz o Senhor. O que temos, pois, feito da importância que o Senhor colocou em nossas mãos?

No final, muitos que se julgavam ricos das bênçãos de Deus descobrirão tarde demais que “ninguém pode servir a dois senhores” (v.13). Que o Espírito Santo frutifique em nossa vida a fidelidade e, certamente, continuaremos estudando toda a Bíblia com a honestidade e sinceridade de quem deseja a mesma recompensa que será dada a Abraão: a vida eterna.

Bom dia, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

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