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Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.
Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:
- Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?
- Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?
Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:
- Prefácio (vs. 1-12)
- Primeiro Ai (vs. 13-14)
- Segundo Ai (vs. 15)
- Terceiro Ai (vs. 16-22)
- Quarto Ai (vs. 23-24)
- Quinto Ai (vs. 25-26)
- Sexto Ai (vs. 27-28)
- Sétimo Ai (vs. 29-31)
- Posfácio (vs. 32-36)
- Lamento de Jesus (vs. 37-39)
A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.
Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).
As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.
É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:
- De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?
- De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?
Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí
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“Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (v.3).
Jesus revelou a verdadeira face da religião exibicionista dos líderes judeus. Suas vestimentas, postura e discursos eram impecáveis à vista do povo. Nada havia em seu exterior que se pudesse recriminar. Eram extremamente cuidadosos quanto a evitar escândalos e gostavam de ser admirados. A censura de Jesus certamente foi um susto não apenas para os escribas e fariseus, mas também para as multidões e para os Seus discípulos. Afinal de contas, Jesus estava falando daqueles que, até então, haviam sido o modelo de santidade para a nação. A exaltação pessoal havia se tornado sinônimo de bênção. Aqueles líderes amavam ser vistos de forma diferente e serem reconhecidos em lugares públicos. Deixaram de revelar a glória de Deus e tornaram-se protagonistas de si mesmos.
A linguagem do Mestre na segunda parte de Seu discurso foi forte e persuasiva. Chamando o pecado pelo nome, Jesus manifestou a Sua indignação diante da cegueira espiritual daqueles que deveriam conduzir o povo até Ele. Os sete ais não foram acusações com o fim de condená-los, mas advertências com o fim de salvá-los. O ministério terrestre de Jesus estava chegando ao fim, e durante três anos e meio Ele havia tentado romper as correntes do orgulho e da presunção no coração daqueles líderes. Contudo, aprisionados pelo eu não convertido, não permitiram que a luz de Cristo os transformasse. As duras palavras do Salvador foram uma última tentativa de fazê-los mudar, porque, cada ai proferido por Ele atingia-lhes o coração como uma espada afiada de dois gumes. Cada escriba e cada fariseu pôde sentir, naquele momento, uma vergonha inexplicável que os consumia por dentro, mas não tinham humildade para reconhecer que seu sucesso religioso era, na verdade, um completo fracasso espiritual.
Isso não te assusta? Depositar nossa confiança em homens tendenciosos a errar é perigoso e pode nos custar uma perda eterna. Ao desperdiçarem o privilégio de aprender de Jesus, os escribas e fariseus abriram mão da própria salvação e do cuidado afetuoso que Ele estava disposto a lhes oferecer (v.37). Nós também não estamos livres de cair no mesmo erro. Ao supor que devemos ser um mostruário antes mesmo de um santuário, estamos afirmando que o exterior vale mais do que o conteúdo. E foi exatamente este tipo de pensamento que Jesus combateu, ao dizer: “Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (v.26). Jesus se referiu a dois processos imprescindíveis na vida do cristão. Vejamos o seguinte comentário acerca desse assunto:
“Reavivamento e reforma são duas coisas diferentes. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, uma vivificação das faculdades do espírito e do coração, um ressurgimento da morte espiritual. Reforma significa reorganização, mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 42).
Reavivamento, portanto, é “o interior do copo”. Já a reforma, é “o seu exterior”. Precisamos clamar a Deus todos os dias para que, ser mostruário seja uma consequência de ser santuário. Ou, “acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co 6:19-20). Não são as nossas obras que devem aparecer, mas o Deus que em nós habita. Compreendem? Assim como nós acendemos uma lâmpada para enxergar um ambiente e não para ficar olhando para ela, que sejamos lâmpadas de Cristo a indicar o caminho aos que estão ao nosso redor. E, ainda que tenhamos de sofrer aqui humilhações, confiemos nAquele que muito em breve nos exaltará (v.12).
Bom dia, cidadãos do Reino dos céus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Mateus23
#RPSP
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1 Então, falou Jesus. Isto ocorreu, provavelmente, na terça-feira, no fim do dia. Foi a última vez que Jesus ensinou no templo, a última em que falou ao povo. Evidentemente, Ele procurou, através de denúncias contundentes contra os escribas e fariseus, quebrar as correntes que prendiam as pessoas à tradição e àqueles que a perpetuavam. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 518.
2 Na cadeira de Moisés, se assentaram. Ou, como intérpretes oficiais da lei de Moisés. … os arqueólogos descobriram que as antigas sinagogas judaicas tinham cadeiras literais em que o intérprete da lei, sem dúvida, se assentava. CBASD, vol. 5, p. 518.
3 não os imiteis. Fazemos bem em examinar nossa vida em busca dos traços dos mesmos males que fizeram “fariseu” sinônimo de “hipócrita. CBASD, vol. 5, p. 518.
dizem e não fazem. Dizer sem fazer é o que faz de um homem um hipócrita. … Escribas e fariseus professavam lealdade absoluta às Escrituras, mas falhavam na prática dos princípios ali estabelecidos. CBASD, vol. 5, p. 519.
4 Atam pesados fardos. Esses “pesados fardos” eram parte da tradição rabínica e não das leis de Moisés (ver com. de Mc 7:1-13). CBASD, vol. 5, p. 519.
5 serem vistos pelos homens. Sua conduta era regulamentada pelo que imaginavam que os outros pensariam dela, mais do que por amor a Deus (cf 2Co 5:14). CBASD, vol. 5, p. 519.
filactérios. Eram cápsulas, ou rolos de couro, que os judeus usavam na testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Continham quatro passagens bíblicas: Êx 13.1-10; 13. 11-16; Dt 6:4-9; 11.13-21. … Honravam-se as cápsulas tanto quanto as próprias Escrituras (imaginava-se que o próprio Deus usava filactérios), e seu tamanho era considerado como um sinal de zelo de quem o usava. Também eram considerados como amuletos para evitar o mal. Bíblia Shedd.
A ideia de usar filactérios foi baseada em uma interpretação literal de Dt 6;8. … Para muitos o filactério se transformou num talismã. CBASD, vol. 5, p. 519.
franjas. São as borlas descritas em Nm 15.37-41, usadas de maneira singular, como lembrete visível da profissão religiosa dos judeus e que Jesus também usava (cf Mt 9.20 onde se traduz por “orla”). Os fariseus desenvolveram esse costume até sobrecarregá-lo de minúcias, esquecendo-se, porém, da sua singela mensagem espiritual. Bíblia Shedd.
Alongá-las era um meio de torná-las mais visíveis; e, como as roupas adornadas com essas franjas ou borlas eram usadas para fins religiosos, a pessoa que as usava procurava chamar a atenção dos outros como sendo piedoso além das exigências da lei e além das pessoas comuns. CBASD, vol. 5, p. 519.
8-10 A advertência é contra procurar títulos de honra para alimentar o orgulho. Obviamente, devemos evitar um literalismo insensato ao aplicar esses mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ao proibir o uso dos títulos “Mestre” (v. 8), “Pai” (v. 9) e “guias” (v. 10), Jesus não proíbe a organização ou o uso de todos esses títulos na igreja (cf At 20.17; 1Co 9:1; 1Tm 1.1-2, 8, 12; Tt 1:5-7). A advertência de Cristo é contra a tentação de conceder aos líderes humanos a autoridade e prerrogativa que pertencem só Deus – uma tentação aqui exemplificada pelo uso de pretensas formas de tratamento. Bíblia de Genebra.
13 fechais o reino dos céus. Os escribas e fariseus tornaram quase impossível, aos sinceros de coração, encontrar o caminho da salvação, em primeiro lugar, fazendo da religião um fardo insuportável (Mt 23:4) e, em segundo, pelo seu próprio exemplo hipócrita (v. 3). CBASD, vol. 5, p. 521.
15 prosélito. Os gentios eram convertidos ao judaísmo eram convertidos ao regulamento legalístico da circuncisão e à Lei Mosaica e não a um relacionamento pessoal com Deus. Andrews Study Bible.
Um número muito maior acreditava no Deus verdadeiro e O adorava, mas sem participar dos ritos do judaísmo; esses eram conhecidos como “prosélitos de portão” ou “tementes a Deus”. CBASD, vol. 5, p. 521.
duas vezes mais. Um convertido empolgado acabava se tornando, se possível, ainda mais intolerante do que os fariseus. CBASD, vol. 5, p. 521.
23 dízimo. Jesus não está abolindo a prática de dar um décimo das entradas a Deus. Justamente o oposto. Os comentários de Jesus reafirmam a permanência da lei do dízimo e a coloca em perspectiva ao mais importante: justiça e misericórdia e fé. Andrews Study Bible.
As três hortaliças [hortelã, endro e cominho] teriam algum valor comercial, mas o dízimo obtido seria o mínimo. Os fariseus, ao se mostrarem zelosos nos pormenores, pensaram que poderiam esconder, de si mesmos e de Deus, o fato de não estarem á altura da verdadeira religião. Bíblia Shedd.
os preceitos mais importantes. Os escribas e fariseus davam grande valor às ordenanças humanas e às formas externas de observância da lei (ver com. de Mc 7:3-13), mas se esqueciam quase completamente do verdadeiro espírito da lei em si, do amor a Deus e ao próximo. CBASD, vol. 5, p. 523.
24 coam. A cláusula deveria dizer, literalmente, “coar todos os insetos” da água potável. CBASD, vol. 5, p. 523.
O fariseu rigoroso coava cuidadosamente a água potável em um pano para ter certeza de não engolir um mosquitinho, considerado o menor ser vivo impuro. Mas, figuradamente, engolia um camelo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
…camelo, o maior animal impuro da Palestina (Lev 11:4, 41-45). Andrews Study Bible.
27 sepulcros caiados. De acordo com a lei ritual, uma forma extrema de contaminação era o contato com a morte. Os sacerdotes, por exemplo, não deviam se “contaminar” pelo contato com os mortos, salvo em caso de parentes próximos (Lv 21:1-4), mas até essa exceção era negada ao sumo sacerdote (v. 10, 11). de acordo com a Mishnah, era costume caiar as sepulturas em 15 de adar, um mês antes da Páscoa, a fim de que os sacerdotes e nazireus pudessem evitar a contaminação através do contato involuntário com as sepulturas. CBASD, vol. 5, p. 523.
29 edificais os sepulcros. Os mártires de uma geração, muitas vezes, se tornam os heróis da seguinte. Enquanto os profetas estavam vivos, era comum apedrejá-los. Algum tempo após a sua morte, era costume edificar monumentos elaborados em pedra para homenageá-los. Os judeus não poderiam honrar os profetas vivos sem aceitar as suas mensagens, mas era simples honrar os mortos sem acatar suas exortações. CBASD, vol. 5, p. 524.
30 Se tivéssemos vivido. Cada geração tende a se orgulhar de ser mais sábia e tolerante do que as anteriores. … Se esses profetas vivessem hoje, teriam comunicado as mesmas mensagens em denúncia do pecado, e essas mesmas mensagens provavelmente teriam encontrado a mesma resistência insensível e provocado as mesmas tentativas de silenciar seus portadores. CBASD, vol. 5, p. 524.
35 sobre vós. Isso não quer dizer que as pessoas da geração de Cristo deveriam ser punidas pelos erros de seus antecessores, pois as Escrituras ensinam especificamente que ninguém é punido pelos pecados os outros (ver Ez 18:2-30; cf. Êx 32:33). Mas a rejeição a Jesus e a Seus ensinamentos tornou a sua culpa maior do que a de qualquer geração anterior. CBASD, vol. 5, p. 525.
Abel, até […] Zacarias. O assassinato de Abel é registrado em Gn 4.8, e o de Zacarias, filho de Joiada, em 2Cr 24.20-22 (2Cr é o último livro do AT, segundo a ordem em hebraico). A expressão é algo semelhante ao que dizemos hoje: “Do Gênesis ao Apocalipse”. Jesus estava resumindo a história dos martírios no AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 todas estas coisas. Ou, o clímax das más ações resumidas nos vs. 34 e 35. A taça da iniquidade dos judeus como nação estava se enchendo rapidamente. CBASD, vol. 5, p. 525.
37 Jerusalém, Jerusalém. Reconhecimento pleno da rejeição dos judeus (cf Jo 1.11). Deus fez tudo para Seu povo, mas este rejeitou a Jesus. Bíblia Shedd.
quis Eu reunir. Literalmente, “como desejei reuni-los!” Esta é uma das expressões mais pungentes e solícitas dos lábios de Jesus. Com o mesmo terno anelo, Deus contempla todos os perdidos (ver com. de Lc 15:7). O tempo em que Deus devia rejeitar os judeus como povo escolhido estava prestes a chegar (ver Mt 23:38). mas com que relutância Ele os abandonou à sua própria perversidade e a seu trágico destino! CBASD, vol. 5, p. 526
vossa casa. Apenas um dia antes, Jesus tinha Se referido ao templo como “Minha casa” (Mt 21:13). Então, passou a ser “vossa casa”. As palavras de Jesus devem ter despertado terror no coração dos sacerdotes e príncipes. Pode ser que, durante o julgamento de Cristo, eles tenham se lembrado dessa declaração (Mt 26:61-64). O véu rasgado, três dias depois, foi um sinal visível de que Deus não aceitava mais as formas e cerimônias destituídas de significado. Por cerca de 40 anos mais, elas continuaram a ser praticadas (ver Mt 27:51). CBASD, vol. 5, p. 526.
A cidade e a nação seriam assoladas em 70 d.C. Biblia Shedd.
desde agora, já não Me vereis. Por “desde agora” Jesus não se refere à Sua saída do templo, na tarde de terça-feira, mas a todas as circunstâncias ligadas à rejeição, ao julgamento e crucifixão. CBASD, vol. 5, p. 526.
até que venhais a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus se referiu ao tempo em que os homens, incluindo os “que O transpassaram” (Ap 1:7), O veriam “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24:30). No último dia, mesmo os escarnecedores seriam obrigados a reconhecer a bem-aventurança dAquele a quem eles amaldiçoaram tão livremente (ver Fp 2:9-11). Os escribas e fariseus , a quem Jesus falou, estariam nessa multidão. Jesus quis dizer: “Vocês não mais me verão até que Eu retorne em glória.” Logo depois de dizer essas palavras, Jesus partiu para sempre do recinto do templo. CBASD, vol. 5, p. 526
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Comentário devocional:
Mateus 22 inclui várias histórias dentro do tema do desafio ao qual Jesus está sendo submetido pelos líderes religiosos. Quero focar, entretanto, os versos 34-40. Como especialista em ética, me é muito interessante esta história do doutor da lei pedindo a Jesus que identifique o “maior mandamento da lei”. Por que fazer tal pergunta?
Quando o doutor (ou: intérprete, ARA; perito, NVI) da lei se refere à “lei”, ele quase certamente estava se referindo à Torá, os cinco livros de Moisés. Na época de Cristo, os rabinos já há muito tempo haviam contado os mandamentos da Torá e haviam encontrado 613 deles (incluindo os 10 mandamentos). Observar estas 613 leis havia se tornado o ponto focal para recuperar a bênção de Deus.
Jesus responde apresentando uma visão holística e indivisível dos mandamentos de Deus, que contrastava radicalmente do senso comum. Há, de fato, apenas duas ideias centrais em todos estes mandamentos: Amar a Deus acima de tudo e amar o próximo. Todo o resto deriva destes dois. Portanto, o homem comum não precisa lembrar de 613 mandamentos. Ele só precisa de dois e com o pensamento santificado, ele pode descobrir as suas várias aplicações.
Que, em lugar de procurar exceções às nossas responsabilidades ou inventarmos novas categorias de regulamentos para nós mesmos e para os outros, possamos descobrir o poder dos dois grandes mandamentos.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/22
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados16-02-2018.mp3
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MATEUS 22 – Curiosidade! Quanto mais Jesus Se aproximava de Jerusalém para o auge de Sua missão no mundo em prol da humanidade, mais os líderes espirituais O rejeitavam.
Jesus intentava alcançar aos opositores, críticos e arrogantes; por isso, contou uma parábola visando despertá-los à realidade que eles ignoravam veementemente. A parábola trata do rei e Seu filho, do primeiro grupo de convidados que dão desculpas indesculpáveis e ainda maltratam os servos do rei, e, o grupo que recebe o convite inesperadamente (vs. 1-14).
Os convidados cometem um crime hediondo ao ofender o Rei recusando Seu convite especial, por causa de coisas banais. A liderança política e religiosa do povo de Deus não reconheceu o Filho do Rei diante deles, então a consequência foi terrível (v. 7). Contudo, Deus não desistiu da festa por causa da rejeição e indisposição deles; hoje todos nós somos convidados.
Quem aceita, porém ignora a indumentária celestial será também julgado indigno da festa, tanto quanto os que recusam abertamente ao convite da graça. “A salvação de Deus em Cristo é oferecida gratuitamente, mas, quando se entra no reino de Deus, é preciso exibir um comportamento adequado […]. Os que assumem a graça de Deus sem verdadeiramente honrar seu Filho serão lançados nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes (22:13; 13:42; 24:51; 25:30)” (Joe Kapolyo).
Irritados pela parábola, os inimigos de Cristo reagiram imediatamente, elaboraram perguntas que são poderosas armadilhas visando destruir a Cristo, porém, foram surpreendidos com cada resposta do Mestre dos mestres:
1. Em assuntos…
• …polêmicos relacionados à economia, política e questões eclesiásticas, Jesus foi fantástico (leia os versículos 15-22).
• …civis/matrimoniais, ligados à doutrina da ressurreição, a pergunta polêmica foi respondida por Jesus surpreendentemente (veja nos versículos 23-33).
• …teológicos/filosóficos complexos, a naturalidade e simplicidade de Jesus indicaram falhas no pensamento arrogante dos questionadores (analise os versículos 34-40).
2. Na arte de argumentar, Jesus também era extraordinário, o melhor da história mundial. “De fato, Jesus é maior que Salomão (12:42), Jonas (12:41), o templo (12:6) e Davi” (Kapolyo); (verifique os versículos 41-46).
O problema dos que rejeitam a Jesus é confiar em seus conceitos mesquinhos, por desconhecerem à Palavra de Deus com profundidade.
O poder de Deus reside no conhecimento e confiança de Sua Palavra! Reavivemo-nos pela Palavra! – Heber Toth Armí.
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“Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (v.40).
Imagine que você preparou uma grande festa. Contratou o melhor buffet, não economizou na decoração e enviou convites a todos os seus amigos. Contudo, no dia da festa, os convidados não compareceram. Seria frustrante, não é mesmo? A parábola das bodas retrata uma situação exatamente assim. Só que o organizador da festa é Deus e os convidados, todos os que fazem parte do Seu povo. Tudo estava pronto, “eles, porém, não se importaram” (v.5), dando mais valor às preocupações desta vida. Podemos até achar que a atitude de Deus tenha sido muito arriscada em convidar para as bodas “maus e bons” (v.10), mas foi isso o que Ele fez ao enviar o Seu único Filho à Terra: arriscou tudo por quem não merece.
Enquanto Jesus unia-Se às multidões a fim de ensiná-las e curá-las, os rabinos judeus se reuniam com a intenção de surpreender Jesus “em alguma palavra” (v.15). Contudo, suas palavras polidas e bem escolhidas não podiam esconder do Leitor de corações a intenção que havia por trás da aparência. Apesar do simulado interesse em obter do conhecimento admirável do Mestre, aqueles líderes religiosos não passavam de algozes à espreita de apenas uma palavra que pudesse lhes assegurar a condenação de Jesus. Uma palavra era tudo o que precisavam para acusar a Cristo diante de todos como um falsário e herege. Sem nem se dar conta, eles foram os primeiros convidados a recusar o convite para as bodas dAquele que tanto perseguiam.
Ao responder sobre a finalidade do dinheiro, sobre a ressurreição, sobre o grande mandamento da Lei, e sobre a Sua origem, Jesus, literalmente, fechou a boca daqueles líderes para não mais abrir para questioná-Lo. Gostaria, no entanto, de destacar a resposta que Ele deu acerca do grande mandamento. O que Jesus afirmou ser o maior dos mandamentos não feriu ou revogou de forma alguma nenhum dos mandamentos de Deus. Muito pelo contrário, Ele confirmou cada um deles através da essência de Sua Palavra: o amor. Jesus simplesmente repetiu as palavras que estão em Deuteronômio 6:5 e em Levítico 19:18.
“Amarás o Senhor, teu Deus” (v.37) refere-se à observância da primeira tábua do Decálogo. E quanto ao amor ao próximo, vejamos o que o apóstolo Paulo escreveu em sua carta aos romanos: “Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Rm 13:9). Percebem a perfeita harmonia entre as palavras escritas por Moisés, ditas por Jesus e reforçadas por Paulo? O amor “é o vínculo da perfeição” (Cl 3:14). Muitos têm rejeitado o terno convite de Deus porque não permitiram que o amor os adornasse. Outros apenas aparentam estar entre os convidados das bodas de Cristo, mas não permitiram que Ele os vestisse de Suas vestimentas de justiça.
A justiça de Cristo está perfeitamente vinculada ao amor. Não existe separação entre ambos. Foi o amor que O fez cumprir toda a justiça, e, pela Sua justiça, foi confirmado o amor. Temos sido testemunhas oculares de um dos sinais que confirmam a brevidade das bodas do Cordeiro: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24:12). Basta dar uma rápida olhada nas notícias mais recentes e perceber que o Senhor está repetindo as mesmas palavras para a nossa geração em grande tom de urgência: “Tudo está pronto; vinde para as bodas” (v.4). E Ele continua, dizendo: “Eis que já preparei o Meu banquete… Está pronta a festa” (v.4 e 8). Como, pois, Ele nos encontrará? Ocupados demais, ou disponíveis, para atender ao Seu último chamado? Amando, de fato, ou fingindo amar?
Oxalá que possamos viver o que está escrito: “Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1Co 16:14).
Bom dia, amados!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
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2-14 a proclamação do evangelho é como um convite a uma festa maravilhosa. Ainda assim há pessoas que o rejeitam. Bíblia Shedd.
5 negócio. Do gr. emporia, “comércio”, “negócio” ou “mercanciar”; de emporos, “negociar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 510.
6 e mataram. Nas perseguições que os judeus promoveram contar a igreja cristã primitiva, Estêvão foi o primeiro a morrer (ver At 6:9-15; 7:54-60). Tiago, o primeiro dos doze a ser martirizado, também foi vítima da inimizade dos líderes judeus. CBASD, vol. 5, p. 510.
7 incendiou a cidade. Sem dúvida, uma alusão à queda de Jerusalém pelas legiões de Roma, em 70 d.C. (ver Mt 24:15; Lc 21:20; p. 64). CBASD, vol. 5, p. 510.
9. Ide, pois. Este é o terceiro chamado da parábola; de modo bem evidente representa o convite de misericórdia aos gentios. CBASD, vol. 5, p. 510.
11 não estava usando veste nupcial. Acredita-se que talvez fosse um costume o anfitrião fornecer aos convidados as roupas apropriadas à festa. Nesse banquete em especial, teria sido necessário, pois os hóspedes eram trazidos diretamente da rua (v. 9, 10). Por isso, o homem que não quis usar a veste nupcial que o anfitrião lhe pusera à disposição desprezava a generosidade deste. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A veste nupcial representa “a justiça de Cristo” (PJ, 310). Portanto, a rejeição da veste representa a rejeição daqueles traços de caráter que qualificam as pessoas a se tornarem filhos e filhas de Deus. Como os convidados da parábola, não temos nada adequado para usar. Somos aceitáveis na presença do grande Deus somente se nos vestirmos da perfeita justiça de Jesus Cristo, pela virtude de Seus méritos. Estas são as vestes brancas que os cristãos são aconselhados a “comprar” (ver Ap 3:18; cf Mt 19:8). O homem sem a veste nupcial representa os professos cristãos que não sentem necessidade de uma transformação no caráter. CBASD, vol. 5, p. 510.
13 lançai-o para fora. O homem, na parábola, estava apto a entrar no salão do banquete apenas pelo convite do rei, mas só ele era responsável por permanecer ali. CBASD, vol. 5, p. 511.
nas trevas. Ver Mt 8:12; 25:30. Esta é a escuridão do esquecimento, da separação eterna de Deus, do aniquilamento. Na parábola, as trevas eram o que havia de mais palpável em contraste com a luz brilhante da câmara festiva. CBASD, vol. 5, p. 511.
16-17 Os herodianos eram judeus que apoiavam o governo romano de Herodes, em contraste com os fariseus, que eram nacionalistas, desejando independência dos romanos. Aqui, os dois grupos trabalharam em conjunto para enredar Jesus, desacreditá-Lo e, talvez, acusá-Lo de traição. Se Ele tivesse dito “sim” à questão se era lícito pagar tributos a César, então os fariseus O denunciariam como um judeu desleal; se Ele tivesse dito “não”, os herodianos O acusariam de incitamento a rebelião e traição e pediriam Sua execução. Andrews Study Bible.
16. discípulos. Os “discípulos” dos fariseus eram homens mais jovens, aos quais os líderes esperavam que Cristo não reconhecesse. CBASD, vol. 5, p. 511.
sabemos. Sua falsa honestidade era, de fato, uma tentativa de engano. Por meio da lisonja, esperavam distraí-Lo de sua vigilância. CBASD, vol. 5, p. 512.
17 tributo. Provavelmente era o imposto per capita romano, cobrado em todos os territórios sob a jurisdição de Roma. O pagamento do tributo era particularmente irritante para os judeus, não por ser um fardo excessivo, mas porque era símbolo de submissão a um poder estrangeiro e um lembrete amargo de sua liberdade perdida. A questão politicamente explosiva que confrontou Jesus envolvia o problema: “Devemos nos submeter a Roma ou lutar por nossa independência?”. CBASD, vol. 5, p. 511.
21. Dai. Ou “devolva”. O dinheiro do imposto (ver o v. 19) então em circulação normal portava a imagem de César; e, portanto, devia ter sido emitido por ele e pertencia a ele. O fato dos judeus terem a posse do dinheiro e de usá-lo como moeda oficial era, em si, uma evidência de que reconheciam, embora de má vontade, a autoridade e a jurisdição de César; portanto, César tinha direito de exigir o que era seu. CBASD, vol. 5, p. 513.
A resposta de Jesus coloca a questão num nível mais profundo do compromisso último a Deus. A moeda que traz a imagem de César pertence a ele; os seres humanos, criados à imagem de Deus, pertencem a Deus. Bíblia de Genebra.
22. Ouvindo isto, se admiraram. os fariseus tinham antecipado uma resposta do tipo “sim” ou “não”, e não haviam considerado a possibilidade de uma alternativa ao dilema que propuseram. Foram forçados a perceber que não podiam competir com Jesus, a despeito do cuidadoso plano que haviam traçado. CBASD, vol. 5, p. 513.
23 saduceus. O partido aristocrático que dominava a política dos judeus, inclusive a posição do sumo sacerdote. Não acreditavam nem em ressurreição, nem em anjos, nem na imortalidade da alma; nisto diferiam dos fariseus. Agora vinham copiosamente lançar sobre Jesus sua dúvida predileta. Bíblia Shedd.
Os saduceus aceitavam a autoridade apenas dos cinco primeiros livros da Escritura (o Pentateuco) e não haviam encontrado neles nenhum ensino sobre a ressurreição. Andrews Study Bible.
Embora professassem crer nas Escrituras, os saduceus eram, para propósitos práticos, materialistas e céticos em sua filosofia de vida. Criam em Deus como criador, mas negavam que Ele Se preocupasse com os problemas da humanidade. … se consideravam intelectualmente superiores aos demais e passavam por alto o legalismo rígido dos fariseus. CBASD, vol. 5, p. 513.
29 Errais. Os saduceus provaram que pessoas cultas podem ser tão ignorantes e aprisionadas ao erro como as incultas. Sábios e confiantes em sua própria filosofia como eram, não percebiam que o conhecimento sobre esse assunto era incompleto, e havia, pelo menos, um fator vital que não haviam considerado: “o poder de Deus”. Jesus seguiu mostrando que, embora a doutrina da ressurreição pudesse não ser explicitamente ensinada no AT, como alguns poderiam desejar, ela está implícita em todo o AT. CBASD, vol. 5, p. 514.
não conhecendo as Escrituras. Conceitos teológicos baseados em especulações que partem de informações incompletas podem, com certeza, levar á deriva aqueles que se apoiam nesse método fantasioso de buscar a verdade. Hoje, os cristãos precisam ter cuidado, senão também “errarão não conhecendo as Escrituras”. CBASD, vol. 5, p. 514.
poder de Deus. Os saduceus haviam se esquecido de que o Deus poderoso o bastante para ressuscitar os mortos também tinha sabedoria e poder para estabelecer uma nova ordem social na terra renovada e perfeita. Além disso, todos os salvos se sentirão contentes e felizes com a gloriosa nova ordem das coisas, mesmo que, nesta vida, eles não compreendam totalmente o que o futuro lhes reserva (ver 1Co 2:9). CBASD, vol. 5, p. 514.
31-32 não tendes lido. Jesus cita o Pentateuco (Êx 3.6) … Que Deus “é” (e não “era”) o Deus dos patriarcas proclama a ressurreição… Bíblia de Genebra.
32 o Deus de Abraão. Não há honra em deus reinar sobre os mortos. Abraão, Isaque e Jacó já haviam morrido quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente. CBASD, vol. 5, p. 514.
34-36 Os fariseus voltam agora à tona com sua dúvida predileta. Haviam abstraído do AT 248 preceitos afirmativos (em número idêntico ao total dos membros do corpo segundo a enumeração dos judeus) e 365 negativos (cf dias do ano). A soma é igual a 613 (o número de letras do decálogo), e sempre debatiam sobre a prioridade entre eles. Bíblia Shedd.
37-39 Ame. O verbo aqui não é phileo, que denota afeição entre amigos, mas agapao, compromisso de dedicação dirigida pela vontade, podendo ser exigida como obrigação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 Amarás o Senhor. Jesus cita Deuteronômio 6:5 (ver com. de Lc 10:27). Primeiramente deve haver amor no coração antes que uma pessoa possa, na força e na graça de Cristo, começar a observar os preceitos da lei de Deus (cf Rm 8:3, 4). Obediência sem amor é tão impossível quanto inútil. Porém, onde o amor estiver presente, a pessoa ordenará sua vida naturalmente em harmonia com a vontade de Deus expressa em Seus mandamentos (ver com. de Jo 14:15; 15:10). CBASD, vol. 5, p. 515.
40 Destes dois mandamentos. Jesus resumiu de forma profunda a largura e a profundidade dos desejos de Deus para Seu povo: amar a Deus (Dt 6:5;) e aos outros (Lv 19:18). Estes são os dois grandes princípios do Decálogo. Andrews Study Bible.
toda a Lei e os Profetas. Um modo de referir-se a todo o Antigo Testamento. O amor cumpre a lei, porque resume os mandamentos de Deus e motiva a obediência a eles (Rm 13.8-10; 1Co 13). Bíblia de Genebra.
45 como é Ele seu filho? Em outras palavras, se Davi chama o Messias de “Senhor”, implicando que o Messias é mais velho que o próprio Davi, como poderia o Messias ser também Filho de Davi e ser mais novo que Davi? A única resposta possível à pergunta de Jesus é que Aquele que devia vir como o Messias já deveria existir antes de Sua encarnação para vir ao mundo. Como o “Senhor” de Davi, o Messias era ninguém menos que o Filho de Deus; como “Filho” de Davi, o Messias era o Filho do Homem (ver com. de Mt 1:1). … Eles [os líderes judeus] não podiam responder à pergunta sem admitir que Jesus de Nazaré era o Messias, o Filho de Deus. CBASD, vol. 5, p. 516.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-21
Comentário devocional:
Este capítulo nos leva aos acontecimentos finais da vida de Jesus, pouco antes de Seu julgamento e crucificação. Após Sua entrada triunfal em Jerusalém e a purificação do templo, Jesus deixa o Templo a caminho de Betânia e passa por uma figueira. Suas folhas vistosas proclamam que ela deveria ter frutos, mas a árvore era estéril. Isso equivale a alguém que faz uma profissão vistosa de amor e apoio a Cristo, mas que se revela sem fruto. E foi exatamente isso que aconteceu: as mesmas pessoas que aclamaram triunfalmente a Jesus, menos de uma semana depois, pediram a Sua crucificação.
Deus não está à procura de vistosas demonstrações públicas de apreço e louvor, mas busca pelos tranquilos frutos de piedade na vida pessoal. Deus valoriza o filho que faz vontade do Pai. Um dos filhos disse que iria, mas não foi. O outro, apesar de ter recusado inicialmente trabalhar na vinha, mais tarde se arrependeu e fez a vontade do pai.
A lição é clara: o louvor público a Deus não tem sentido sem uma prática que o acompanhe. Uma árvore que produz mais folhas vistosas que frutos não é uma árvore saudável. Se estamos produzindo mais elegantes demonstrações públicas de culto do que frutos de uma vida piedosa, isto é um sinal de que nossa vida espiritual é deficiente. Precisamos adorar a Deus por meio uma vida santa, ao invés de apenas palavras bonitas. Somente conseguiremos isto nos ligando a Deus, a Videira verdadeira.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/21
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados15-02-2018.mp3