Reavivados por Sua Palavra


JONAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de dezembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e Ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e Tu me ouviste a voz” (v.2).


Tragado pelo grande peixe, Jonas passou pelos momentos mais aterrorizantes de sua vida. Diante da morte, absorto pelas circunstâncias em que fora parar, o profeta ergueu um clamor a Deus. Imagino Jonas gritando com todas as forças que ainda lhe restavam, em prantos, confessando o seu pecado e suplicando pelo perdão divino. Maior do que o abismo que o rodeava (v.5), era o abismo que estava em seu coração. Mas foi quando sentiu como se fosse morrer por dentro, apresentando sinais de um quadro emocional debilitado, que Jonas lembrou-se do Senhor (v.7).

Por mais que tenhamos uma aversão natural à dor, é ela que nos alerta que precisamos de ajuda. Reconhecendo a sua necessidade real, Jonas não pediu para sair do ventre do peixe, mas para ser salvo do que estava dentro dele mesmo (v.7). Sua desobediência foi a causa de todo aquele sofrimento e, ciente de sua culpa, ofereceu sacrifício ao Senhor “com a voz do agradecimento” (v.9). Um coração agradecido, que reconhece que “ao SENHOR pertence a salvação” (v.9) e, submetendo-se à guia do Espírito Santo, permite que Ele o molde, torna-se lugar propício à Sua morada.

Não existe inimigo mais perigoso do que aquele que se chama “eu”. Muitos há que, no abismo da aflição pessoal, estão sofrendo sozinhos e clamando em silêncio. E a pergunta que não cala em seus corações, é: “Ainda existe salvação para mim?” Jonas também levantou a possibilidade de não mais haver salvação para ele (v.4). Porém, quando a sua oração foi recebida e a voz de lamentação tornou-se em “voz do agradecimento” (v.9), a alegria da salvação em Deus inundou o seu coração de esperança e de gratidão.

O objetivo do chamado de Jonas não foi apenas ir advertir o povo de Nínive, mas, sim, chamá-lo à salvação e deixar registrado nas páginas sagradas um relato absurdamente surreal, mas repleto de lições espirituais. Quebrando o estigma de que a fragilidade emocional é sinônimo de falta de fé, Jonas nunca havia experimentado uma experiência tão íntima com Deus como naqueles três dias de terrível angústia.

O Senhor tem um plano específico na vida de cada um de Seus filhos. Não precisamos temer as adversidades e as provações, pois elas surgem como “lições de casa” dadas pelo eterno Instrutor para nos habilitar para o Seu serviço e nos revestir de poder. “Porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder” (1Co 4:20). Que o Eterno tenha misericórdia de nós assim como teve de Jonas e de Nínive, e que jamais O abandonemos (v.8).

Bom dia, salvos para servir!

Desafio do dia: Seja um conforto para alguém que está triste, nem que seja só para ouvi-lo (a).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jonas2
#RPSP


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