Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 26 by jquimelli
25 de abril de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Provérbios 26:18-19 diz: “Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: ‘Eu estava só brincando!’ ” (NVI).

A lição que podemos aprender com este versículo é que as palavras têm a capacidade de ferir. Davi conhecia o poder para o bem e para o mal das palavras quando orou: “Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Salmo 141:3 NVI). Seu filho Salomão também disse: “Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento” (Provérbios 21:23 NVI). Através de suas experiências pessoais Davi e Salomão certamente conheciam o valor motivacional das palavras, principalmente em circunstâncias difíceis.

Antes de falar, peçamos, em oração, a Deus, que nos ajude a falar bem, sendo cuidadosos com o que e como dizemos. Uma boa prática é perguntar sempre: “Minhas palavras edificarão ou derrubarão as pessoas? Fale hoje palavras de amor que construam nos outros cidadãos para o reino de Deus.

John Huynh
Hope Channel , Inc.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/26 e https://www.revivalandreformation.org/?id=900 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/26/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/01/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Provérbios 26 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



PROVÉRBIOS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de abril de 2017, 0:45
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PROVÉRBIOS 26 – Viver o dia a dia desprovido dos princípios divinos é a essência da loucura. Fazer o mal por detestar o bem caracteriza aos que não amam a Deus de todo coração ou O rejeita consciente e abertamente.

Praticar o mal é um enorme problema, pior ainda é considerar que grande maldade não significa nada. Viver alheio ao bem, indiferente à moralidade, anestesiado aos princípios espirituais, implica em andar de braços dados com o diabo como num romance prazeroso.

A sabedoria nos leva para o céu, a loucura nos leva ao inferno (ver Provérbios 9). O tolo está em evidência neste capítulo. Aprenda a não ser tolo. Matthew Henry sintetiza assim o capítulo em apreço:

• O tratamento apropriado para os tolos (vs. 1-9);
• O comportamento dos tolos (vs. 10-12);
• A desgraça da preguiça (vs. 13-16);
• Ódio e contenda (vs. 17-28).

O ignorante, tolo ou insensato é mais notório nas palavras e no comportamento do que em seu silêncio. Os princípios do texto sagrado são impactantes, deixe-se impactar com eles:

1. É absurdo um insensato ser honrado, crer que a maldição vem sem causa, responder a estupidez de um insensato, enviar recados através de um insensato, ouvir provérbios dos insensatos, dar emprego a um insensato; pois, “como o cão que come o próprio vômito, assim os insensatos reciclam a tolice” (vs. 1-11).

2. Os pensamentos que os ignorantes, tolos e insensatos possuem de si mesmos são exagerados, ilusórios e errados:

a) Quem pensa que é esperto é pior que o insensato (v. 12);
b) Preguiçosos são assombrados pelos próprios pensamentos fantasiosos (vs. 13-15);
c) Sonhadores ociosos se vangloriam considerando-se “mais sábios que o corpo docente de uma faculdade” (v. 16).

3. É insensatez intrometer-se numa discussão alheia, ignorar os efeitos destrutivos das próprias palavras, investir na fofoca, ser explosivo e briguento, ouvir críticas e calúnias, confiar num inimigo (vs. 17-26).

4. O capítulo encerra com dois provérbios que nos fazem refletir:

a) “A malícia é um tiro que sai pela culatra; o ódio sempre volta para quem o cultivou” (v. 27);
b) “O mentiroso odeia sua vítima; o bajulador sabota a confiança” (v. 28).

Abra os olhos: Atente para estas revelações sobre o tolo! Seja sábio: Não se envolva com atitudes tolas!

Busquemos sabedoria! – Heber Toth Armí



PROVÉRBIOS 26 #RPSP Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
25 de abril de 2017, 0:30
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Sem lenha, o fogo se apaga; e não havendo maldizente, cessa a contenda (v. 20).


De uma forma insistente e persuasiva, o SENHOR dá o Seu recado sobre o perigo em cair na armadilha dos insensatos. O mau uso da língua é veneno que mortifica tanto quem o destila quanto quem o recebe. E só para não restar dúvidas, até aquele que diz: “Fiz isso por brincadeira” (v. 19), não é tido por inocente.

O mundo tem despertado para os malefícios do consumo da carne na alimentação e uma das maiores motivações tem sido o amor pelos animais. Sem desmerecer um objetivo tão nobre, e até bíblico (Provérbios 12:10), a abstinência da carne animal não deve sobrepor a abstinência do falar injurioso. Não adianta ser vegano e devorar os semelhantes. Pois “as palavras do intrigante são como feridas; elas descem ao mais íntimo do ventre” (v. 22).

É um problema tão grave e tão maligno diante de Deus, que é comparado a um ato insano. Quem, em sã consciência, pegaria um cachorro de rua pelas orelhas? Mas esta atitude é comparada a “quem se mete em questão alheia” (v. 17). Intrometimento, fofoca, contenda, são atos detestáveis diante de um Deus que é amor, paz e bondade. Todo aquele que deseja desfrutar da eternidade na Nova Terra enfrentará essas questões com a devida seriedade e discernimento espiritual. E procurará preencher a mente com o que é lícito diante do SENHOR: “Finalmente, irmãos, tudo o que é VERDADEIRO, tudo o que é RESPEITÁVEL, tudo o que é JUSTO, tudo o que é PURO, tudo o que é AMÁVEL, tudo o que é de BOA FAMA, se alguma VIRTUDE há e se algum LOUVOR existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:8).

E quando a malícia vem de forma sutil? Quando o insensato age dissimuladamente? Sobre isto declarou Ellen White:
Intimamente ligada à bisbilhotice está a insinuação encoberta, esquiva, pela qual o coração impuro procura insinuar o mal que não ousa exprimir abertamente. Os jovens devem ser ensinados a evitar toda aproximação de tal prática como evitariam a lepra” (Educação, p. 236). A triste realidade é que pais têm ensinado aos filhos que não há problema algum em fazer “comentários” sobre a vida alheia e que este deve ser o principal assunto nas refeições e nas rodas de conversas. O que estamos fazendo com esta geração onde as notícias correm na velocidade da luz? Destruir a vida alheia com palavras, ainda que por “brincadeira”, é pecado; quem assim insiste em agir, se não se arrepender a tempo, é réu de morte (Romanos 6:23).

Não é fácil ficar em silêncio quando muitas vezes é a sua imagem que está em jogo. Em nossa ânsia por justiça própria, abrimos nossos lábios para tentar resolver à própria maneira o que só Deus pode resolver. Então, o SENHOR nos diz: “Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele” (v. 4). Não devemos revidar! Palavras e atitudes más não devem resultar na mesma coisa. Não sejamos lenha para a fogueira do mal, e a contenda cessará. É claro que “a língua falsa aborrece a quem feriu” (v. 28), mas, no devido tempo, “a sua malícia se descobrirá publicamente” (v. 26). Se “a maldição sem causa não se cumpre” (v. 2), devemos confiar na misericordiosa justiça divina e procurar viver um procedimento santo e digno do nosso chamado: “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (I Pedro 2:15).

Bom dia, prudentes do SENHOR!

Desafio do dia: “Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o Juiz está às portas” (Tiago 5:9).

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios26



PROVÉRBIO 26 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by jquimelli
25 de abril de 2017, 0:25
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#RPSP




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