Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 25 by jquimelli
24 de abril de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O capítulo 25 de Provérbios tem uma estrutura centrada em um só assunto, a importância de sermos pessoas moderadas. Cada uma de suas frases nos incentiva na direção de termos uma vida equilibrada ou na direção de ajudar a outros a agirem assim. Sugere também que uma vida moderada não é aquela em que pensamos apenas em nós mesmos, mas aquela em que trabalhamos pelo bem até de nossos inimigos (versos 21-22).

O capítulo diz que é um problema se você come muito mel (v. 16) ou se você passa muito tempo na casa do vizinho (v. 17). Extremos nunca são bons. Uma coisa boa em excesso passa a ser ruim. Acima de tudo, eu gosto muito do último verso, que resume o capítulo: “Como a cidade com seus muros derrubados, assim é quem não sabe dominar-se” (verso 28 NVI).

O que o homem sábio diz neste capítulo faz muito sentido: Moderação é a chave para a vida.

Querido Senhor, por favor, ajude-me a reconhecer Tua voz nas palavras de Salomão e a guardá-la em meu coração. Ajude-me a administrar melhor minha vida e ser mais equilibrado em tudo o que faço. Amém.

Fylvia Fowler Kline
Hope Channel , Inc.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/25 e https://www.revivalandreformation.org/?id=899 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/25/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/01/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Provérbios 25 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



PROVÉRBIOS 25 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by jquimelli
24 de abril de 2017, 0:55
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#RPSP



PROVÉRBIOS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
24 de abril de 2017, 0:45
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PROVÉRBIOS 25 – Os dias do reinado de Ezequias foram caracterizados por avivamentos espirituais. Certamente os provérbios fizeram parte destes refrigérios nacional.
Isso deve nos levar a valorizar ainda mais este livro que pouco se prega nos púlpitos de nossas igrejas – o máximo que muitos fazem é citar um provérbio aqui e acolá, mas sem analisá-lo profundamente.
A partir deste capítulo, até o capítulo 29, os provérbios foram escritos por Salomão, porém, ele não os introduziu no cânon das Escrituras. Foram compilações copiadas e agrupadas pelos sábios de Ezequias, depois incluídas pelo rei de Judá. Russell Norman Champlim comenta:
O primeiro versículo do capítulo 25 “serve de nota expositiva introdutória, para informar-nos de onde vieram estes provérbios… Sabemos que Ezequias, rei de Judá (721-693 A.C.), era homem de habilidade literária, além de ter sido patrono das artes. Ver II Reis 18.18,37; 19.2,3; Isa. 38.10-20. Ezequias viveu cerca de 250 anos depois de Salomão… Essa editoração, preparada pelos ‘homens de Ezequias’ (provavelmente escribas profissionais) [preservaram] mais de cem [dos] provérbios [de Salomão] na seção à nossa frente”.
Fixe nestas verdades destas informações:
• Deus Se beneficiou de editores para compilar ensinamentos importantes a serem introduzidos em Sua Palavra.
• Deus não é contra o trabalho de fazer compilações para agrupar mensagens relevantes ao povo de Deus de outras épocas e lugares.
• A inspiração e revelação não acontecem apenas de uma forma, podem ser através de pesquisas e entrevistas, como fez o Dr. Lucas (ver Lucas 1:1-3); ou compilações, como se vê em Provérbios 25 a 29.
• Pesquisadores, editores e compiladores sob a regência do Espírito Santo foram tão inspirados quanto qualquer profeta em suas visões e sonhos recebidos diretamente de Deus.
Portanto, vamos atentar para a mensagem de Deus em Provérbios 25.
• Deus não dá tudo “de-mão-beijada”, quem quiser o conhecimento, precisará investir tempo, talento e recursos para obtê-lo (vs. 2-3);
• O líder bom não é perverso, orgulhoso, e precipitado em julgar; é confiável e sábio (vs. 4-12);
• Amigos reais são essenciais; traidores, indelicados, interesseiros e fofoqueiros são inúteis (vs. 13, 18-23, 25);
• Cuidado com excesso de palavras, comer muito doces, reclamações, descontrole emocional – pode ser tua ruína total (vs. 14-17, 24, 26-28).
Invista tua vida na sabedoria, vale a pena! Deixe-se moldar por ela, experimentarás um avivamento! – Heber Toth Armí.



PROVÉRBIOS 25 #RPSP Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
24 de abril de 2017, 0:30
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“Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber, porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o SENHOR lhe retribuirá” (v. 21-22).

Há uma linha de raciocínio muito interessante neste capítulo. Ele inicia falando a respeito de qual deve ser a nossa atitude diante das autoridades (rei), em seguida da atitude com relação ao próximo e termina sobre qual deve ser a atitude de cada um, individualmente.

Você já se olhou no espelho hoje? O espelho revela a descrição física de cada “mau elemento” condenado à pena máxima: morte. Sendo a morte o salário do pecado (Romanos 6:23), estaríamos todos condenados, não fosse a recompensa paga. Cristo veio e assumiu o meu e o teu lugar naquela cruz. Ele veio alimentar quem não merecia (João 6:48), dar de beber a quem não merecia (João 4:14) e ainda prometeu um galardão a estes. Vocês compreendem a grandiosidade da misericórdia divina? Ela é estendida a imerecedores! A respeito disso, escreveu Ellen White: “Nosso único direito à Sua misericórdia é nossa grande necessidade” (A Ciência do Bom Viver, p. 161).

Mediante este entendimento, fica mais fácil compreender os versos áureos de hoje. O amor que outrora levou o Criador à cruz deve ser o mesmo que leva o pecador à luz. E esta luz refletida no imerecedor faz com que ele mesmo perceba que não há melhor forma de dar destaque à luz do que nas trevas. Os inimigos e perseguidores tornam-se oportunidades de exercitar o amor que Cristo imprimiu em nossos corações. E em meio às trevas de perseguições e de injustiças, recebemos a chance de iluminar. Sabemos que alimento e água são as necessidades básicas que todos nós precisamos para sobreviver. É como se a Bíblia nos dissesse que, se nossos adversários estão passando por situação de vida ou morte, e está ao nosso alcance oferecer vida, então é exatamente isso que devemos fazer.

Não cabe a nós vituperar a vida de ninguém (v. 9-10). Muito menos termos “língua fingida” (v. 23). Nossas palavras devem ser “como maçãs de ouro em salvas de prata” (v. 11), para que possamos amontoar brasas vivas sobre a cabeça dos que nos aborrecem. O sentido sobre a expressão “brasas vivas” é incerto, mas, a respeito dela, há o seguinte comentário: “A bondade a um inimigo, procurando-o, quando, na verdade, ele deveria tomar a iniciativa para se reconciliar, pode trazer sobre a cabeça dele brasas vivas de arrependimento e tristeza pelo pecado, que queimarão a má vontade e o tornarão um amigo e servo do SENHOR” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 3, p. 1168). Isto é real e pode ser experimentado por cada pessoa que encontrou em Cristo a verdadeira razão de viver. Este tipo de pessoa não se alegra com a queda do inimigo (Provérbios 24:17), mas, se preciso for, se faz de “tapete” para amortecer a queda. Escolha ser um “mensageiro fiel” (v. 13) do SENHOR, iluminando até o caminho dos teus perseguidores, e, certamente, “o SENHOR te retribuirá” (v. 22).

Bom dia, pacificadores, leiam Romanos 12:20!

Desafio do dia: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” – Jesus Cristo. 

Rosana Garcia Barros 
#PrimeiroDeus  #Provérbios25




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