Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 12 – Comentários selecionados by jquimelli
31 de maio de 2016, 8:58
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não recebais mais dinheiro. O que evidentemente ocorreu foi que os sacerdotes receberam o dinheiro e o utilizaram em benefício próprio. O rei ordenou então que isso parasse, e que o dinheiro fosse entregue para o propósito para o qual fora planejado: reparar o templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1018.

8 O privilégio de receber as ofertas do povo vinculava-se com a responsabilidade de vigiar o estado do Templo. Tais sacerdotes não conheciam o segredo da mordomia, em usar os bens concedidos por Deus de uma maneira que o próprio Deus aprovaria. Parece que as despesas pessoais apresentavam-se sempre em primeiro lugar, e as da construção haveriam de ser feitas num “amanhã” que nunca chegava. Assim também a pessoa não experimentada na comunhão com Deus acaba por perder seus privilégios, para não ter de enfrentar as responsabilidades. Esses sacerdotes ficavam à espera que o dinheiro “sobrasse” após serem feitas suas próprias despesas. Até hoje, porém, as sobras não fazem a obra e Deus. Bíblia Shedd.

15 com fidelidade. Este é um magnífico testemunho do caráter dos escolhidos para essa importante responsabilidade. … É um triste comentário sobre o caráter dos sacerdotes que, por sua infidelidade, tornaram necessária essa medida. CBASD, vol. 2, p. 1019.

20 feriram Joás. Não havia motivo, mesmo em se considerando a apostasia do rei, permitindo a idolatria tão logo [o sacerdote] Joiada morresse (cujo filho fora apedrejado por levantar sua voz em protesto, 2 Cr 24.17-22; comp 2 Rs 12.2). Bíblia Shedd.

Quando os siros se retiraram, deixaram Joás”gravemente enfermo” (2Cr 24:25). Enquanto Joãs estava confinado à cama, os conspiradores o feriram. A conspiração estava ligada à apostasia do rei e ao assassinato de Zacarias, filho de Joiada. Joás devia sua vida e seu trono ao fiel sumo sacerdote. Foi um ato de ingratidão assassinar o filho de seu benfeitor. O sentimento contra Joás era tão forte que, quando morreu, o enterraram “não nos sepulcros dos reis” (2Cr 24:26). CBASD, vol. 2, p. 1020.

Milo. Possivelmente uma área fortificada na parte norte da antiga cidade jebusita conquistada por Davi [Jerusalém]. CBASD, vol. 2, p. 1020.

21 Jozacar. Jozacar que dizer “Yahweh lembrou”. CBASD, vol. 2, p. 1020.

Jozabade. Jozabade quer dizer “Yahweh retribuiu”. Há uma coincidência interessante entre os nomes desses dois conspiradores [Jozacar e Jozabade] e as últimas palavras que o filho de Joiada, Zacarias, proferiu quando foi apedrejado por ordem de Joás: “O SENHOR o verá e o retribuirá” (2Cr 24:22), ou seja, “Que o SENHOR veja e vingue”. O rei Joás falhou em recordar a bondade do sacerdote Joiada para com ele, mas o Senhor Se lembrou e o vingou. CBASD, vol. 2, p. 1020.



2 Reis 12 by jquimelli
31 de maio de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Joás estava ansioso para reparar o templo de Deus. Então pediu aos sacerdotes que recolhessem dinheiro e deu também a sua oferta. Dinheiro mal utilizado pode causar dor e sofrimento para muitos (1Tm 6:10 NVI). A Bíblia registra os passos tomados pelo sacerdote Joiada para seu controle e uso correto:

1. Uma caixa especial para recolher a oferta.
2. Sacerdotes guardavam a entrada.
3. O dinheiro era contado, trazido para o templo e colocado em sacos.
4. O valor do salário do trabalhador era determinado.
5. O dinheiro era dado aos supervisores para pagar os salários e para todos os itens relacionados com a reforma.
6. O uso do dinheiro era determinado e não podia ser alterado.

Todas estas cuidadosas medidas visavam garantir que o dinheiro de Deus fosse bem gasto. No entanto, a parte mais interessante está no versículo 15: “Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade” (NVI). Os supervisores estavam numa posição que lhes permitiria enganar os seus trabalhadores, mas porque eles eram confiáveis, obviamente tratavam os trabalhadores com honestidade e integridade.

Que o Senhor nos permita desenvolver este tipo de atmosfera de confiança no nosso ambiente de trabalho. E que sejamos honestos conosco mesmos ao lidar com dinheiro.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/12 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/12 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/12/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/07/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 12
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/28 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 12 – Comentário P Heber Toth Armí by jquimelli
31 de maio de 2016, 0:45
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II REIS 12 – Ao desviarmos de Deus deixamos de ser que deveríamos ter sido. Deixando de confiar em Deus deixamos de viver o ideal do Céu para viver o ideal do inferno.

“O rei Joás deveria ter sido um líder forte e estável. Se é verdade que Joás exerceu autoridade, por trás dos bastidores, porém, ele era conduzido. Em vez de ter influência dominadora, ele era engolido pelas influências que o cercavam. A vida de Joás nos ensina que seguir fielmente a Deus não é uma questão passiva. Exige iniciativa coerente e corajosa” (Jim Zackrison).

1. Joás, com sete anos assumiu o trono, esteve em ascensão desde o início; além da reforma espiritual eliminando a adoração espúria, incentivou os sacerdotes a revitalizarem ao Templo (vs. 1-5).

2. Joás, ao observar que após ter passado alguns anos sem nenhuma reforma no templo, ele cria estratégias de arrecadar fundos para fazer as melhorias na casa do Senhor (vs. 6-16).

3. Joás, anos depois cedeu à pressão e pagou tributo com utensílios do templo ao rei Hazazel, desviando-se assim da proteção e direção de Deus; o que resultou em seu assassinato trágico (vs. 17-21).

“O povo de Deus, que fora redimido da escravidão egípcia, devia permanecer politicamente livre para ter liberdade de culto a Deus. Agitações políticas fizeram com que oficiais do governo assassinassem Joás” (Kenneth A. Mathews).

• Os desafios do mundo podem ser o trampolim para mais confiança em Deus ou para a decisão própria que resultará na própria destruição.

• É muito perigoso viver para Deus neste mundo cheio de inimigos de Deus, mas ignorar a Deus diante das pressões da vida é bem pior.

• Agir corretamente não significa agradar pessoas que exploram, mas viver para o Deus que ama, liberta, abençoe e protege.

• É bem melhor, mais vantajoso e honroso morrer por fazer a vontade de Deus do que fazendo a própria vontade; pior ainda, é morrer fazendo a vontade dos pecadores.

• Deixar de confiar em Deus significa concessão a decisões que parecem seguras, mas só parecem.

Joás começou bem, mas terminou mal: Triste fim… que poderia ser bom! A falta de confiança em Deus diante das pressões do mundo são caminhos que desviam-nos de um fim honroso. Portanto, coloque sempre tua confiança em Deus! – Heber Toth Armí.



2Reis 12 – Comentário Rosana Barros by jquimelli
31 de maio de 2016, 0:09
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#rpSp #2Reis12

“Fez Joás o que era reto perante o SENHOR, todos os dias em que o sacerdote Joiada o dirigia” (v. 2).

O reinado de Joás não teve início aos sete anos de idade, mas nos anos dos quais passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do SENHOR. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel. Sua conduta foi pautada nos conselhos do sacerdote.
Ao ver o precário estado de conservação da Casa do SENHOR, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado.
A Casa de Deus representa o desejo do SENHOR em habitar entre nós. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu este ambiente como um lugar de encontro especial entre o Criador e a criatura.
Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do SENHOR.
A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1 Pedro 2:5) edificada sobre a Rocha, que é Cristo. O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas um dia se vão (v. 18). O fundamento, o alicerce da igreja é Cristo! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Jesus, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1 Pedro 2:9).

O mundo pode até tomar nossos bens materiais, mas JAMAIS conseguirá tomar os tesouros que acumulamos no Céu. Toda a nossa vida deve estar depositada aos pés do altar do SENHOR (v. 9) e Ele mesmo operará em nós a reforma que nos tornará Sua habitação.
Não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros. Eram tão honestos que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam (v. 15). Oxalá que tivéssemos governantes assim! E não haveria tanto descaso e tanta desigualdade social.
Mas os filhos do Reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, com total fidelidade. A nossa entrada na morada celeste depende disso.
Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1 Timóteo 6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de se conter, principalmente hoje em meio à crise econômica em que vivemos. Mas já pararam para analisar que quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que predomina o capitalismo e o consumismo é também a sociedade da depressão? Na matemática de Deus menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lucas 21:1-4); quando condenou a avareza (Lucas 12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos outros (Mateus 19:21); quando nos advertiu quanto não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lucas 12:22).
Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e como tais precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele nos concederá o que bem Lhe aprouver.
Que o nosso apego às coisas deste mundo seja como o de Joás: nenhum (v. 18). No momento em que pesou na balança seus tesouros e o bem-estar da nação, o bem-estar da nação prevaleceu. Que sejamos moradas do SENHOR, valorizando mais as pessoas, e menos as coisas.

Bom dia, moradas do Pai!

*Leiam #2Reis 12

Rosana Garcia Barros



Comentários selecionados by jquimelli
30 de maio de 2016, 21:26
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Amigos,

Infelizmente, por motivos de saúde, a postagem dos Comentários Selecionados estará prejudicada por algum tempo.

Agradeço suas orações,

abraço,

Jeferson



2 Reis 11 by jquimelli
30 de maio de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Quando Atalia pensava que estava no controle, seu julgamento veio de repente. Ações contra Deus certamente resultarão em fracasso. Atalia pensava que tinha matado todos os herdeiros legítimos do trono, assegurando sua posição no reino, mas não percebia que Joás havia sido protegido por Deus desde o nascimento. Deus não permitiria que o mal prevalecesse.

Na história de hoje, o sacerdote Joiada, esposo de Jeoseba, tia de Joás, foi o instrumento de Deus para trazer o reino de Judá de volta ao domínio do povo escolhido de Deus.

Às vezes, porque acreditamos que Deus está no controle, temos a tendência de deixar todo o trabalho para Ele e esperamos que tudo corra bem e tranquilo. É injusto para com Deus e com as pessoas ao nosso redor não sermos planejados e organizados. Na verdade, a vontade de Deus é melhor realizada quando cumprimos caprichosamente nossos deveres.

Quando o mal é derrotado, é importante fazer uma aliança com Deus como Joiada fez. Ele “fez uma aliança entre o Senhor, e o rei, e o povo, para serem eles o povo do Senhor”. Intenções e promessas humanas podem falhar, mas Deus não falha. Se nos tornarmos a Ele com sinceridade de coração, Ele nos reconciliará conSigo e nos tornará parte de Seu povo escolhido.

 

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

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Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/07/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 11
Comentário em áudio Pr Valdeci
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2 Reis 11 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de maio de 2016, 0:50
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11.4 cários…guarda. Ou seja, a guarda real (cf 2Sm 8.18; 20.23). Eles são de origem incerta, embora alguns eruditos os retratem como mercenários vindos da Cária, no sudeste da Ásia Menor (Bíblia de Genebra).

11.14 estava junto à coluna. As colunas, chamadas “Jaquim” e “Boaz”, circundavam o vestíbulo do templo (1Rs 7.15-22). Quando o povo se reunia no templo, em ocasiões importantes, como em algum discurso real, as pessoas costumavam ficar de pé nessa área, defronte do templo propriamente dito (Bíblia de Genebra).

11.21 sete anos. O novo reinado baseava-se no direito da herança (2) e no apoio das autoridades civis e religiosas (4); na unção sacerdotal do Templo (12); na eliminação da inquidade (15); na obediência aos preceitos de Deus (17); e na aclamação popular (20). Comparar estes pontos com o reinado do maior filho de Davi, o Senhor Jesus Cristo (Fp 2.5-11; Ap 5.5-14, etc.) (Bíblia Shedd).
12.2 o dirigia. Após a morte do sacerdote Joiada, Joás se tornou infiel a Deus (2Cr 24.17-27) (Andrews Study Bible).
12.3 altos. Algumas pessoas em Judá adoravam o Senhor em lugares altos, que rivalizavam com a adoração no templo (Andrews Study Bible).
Nem por isso deixavam de servir de possíveis vias de entrada de práticas pagãs ao culto de Israel (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Não foi senão no tempo de Ezequias que os altos finalmente foram abolidos (2Rs 18.4). Mas, após sua morte, eles foram novamente restaurados por Manassés (2Rs 21:3). […] Quando Josias destruiu esses altos, não foi permitido aos sacerdotes, que a princípio ministravam ali, se aproximarem do “altar do SENHOR, em Jerusalém; porém comiam pães asmos no meio de seus irmãos” (2Rs 23:9). No tempo de Manassés, “o povo ainda sacrificava nos altos, mas somente ao SENHOR, seu Deus” (2Cr 33:17). No entanto, muitos desses altos devem ter sido centros de adoração idólatra e corrupta (ver Lv 26:30; Nm 33:52; 1Rs 13:33; 2Rs 17:29; 2Cr 14:3; 34:3, 4) (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1017 e 1018).
12.4 taxa pessoal. Os jovens israelitas, quando atingiam a idade de vinte e um anos, eram obrigados a alistar-se para passar um ano em serviço militar e doar cada um meio siclo para o santuário (Êx. 30.11-16) (Bíblia de Genebra).
12.7 não recebais mais dinheiro. O que evidentemente ocorreu foi que os sacerdotes receberam o dinheiro e o utilizaram em benefício próprio. O rei ordenou então que isso parasse, e que o dinheiro fosse entregue para o propósito para o qual fora planejado: reparar o templo (CBASD, vol. 2, p. 1018).
12.9 sacerdotes que guardavam a entrada. Três sacerdotes de alta categoria encarregados de protegerem o templo contra intrusão ilícita (profana) (ver 25.18; Jr 52.24) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
12.11 supervisores (NVI). O assunto inteiro é tirado das mãos dos sacerdotes (Bíblia de Estudo NVI Vida).
12.13 Nem vaso algum. Durante a obra de restauração do edifício do templo, nenhum dinheiro foi desviado para qualquer outro propósito, nem mesmo para a substituição dos vasos [provavelmente tomados por Atalia, para a adoração dos baalins] para o serviço do templo (CBASD, vol. 2, p. 1019).
12.15 Com fidelidade. Este é um magnífico testemunho do caráter dos escolhidos para essa importante responsabilidade. […] É um triste comentário sobre o caráter dos sacerdotes que, por sua infidelidade, tornaram necessária essa medida (ver 2Rs 12:4-8) (CBASD, vol. 2, p. 1019).
12.16 o dinheiro de oferta pela culpa. Ver Lev. 5:15-18;Nm 5:6-8. De acordo com a lei de Moisés esses fundos, por direito, pertenciam aos sacerdotes e foram dados a eles. Quando havia fundos especiais para os reparos do templo, os sacerdotes não eram privados das ofertas regulares. Mas, quando fundos eram apresentados para outros propósitos, era totalmente ilegal que os sacerdotes aplicassem mal esses recursos, para seus objetivos egoístas, impedindo assim a realização de projetos vitais. A obra que se maneja com mais integridade é a que mais prospera, possibilitando a confiança e a liberalidade. Tal procedimento fornece meios suficientes para realizar as tarefas necessárias (CBASD, vol. 2, p. 1019).
12.17 Nessa época. Esses acontecimentos devem ter ocorrido perto do fim do reinado de Joás. Fica claro, conforme 2Cr 24.17-24 que o ataque pelos arameus foi ocasionado pela apostasia de Joás depois da morte de Joiada. Essa apostasia chegou ao ápice quando mandou apedrejar Zacarias, filho de Joiada (2Cr 24.22). Provavelmente por causa do zelo pelo templo que Joás revelara anteriormente, o autor de Reis optou por não narrar essas questões (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Contra Jerusalém. Há possibilidade de que nessa ocasião as tropas da Síria tenham ido “a Judá e a Jerusalém, [e] destruíram, dentre o povo, a todos os seus príncipes” (2Cr 24:23). Após a morte de Joiada, o rei de Judá e seus príncipes “deixaram a casa do SENHOR, Deus de seus pais, e serviram aos postes ídolos e aos ídolos” (2Cr 24:18). Quando Zacarias, filho de Joiada, protestou contra essa perversidade, eles “o apedrejaram por mandado do rei, no pátio da Casa do SENHOR” (2Cr 24:21). Por esse tempo Hazael veio contra Jerusalém, onde foi recebido por “um exército mui numeroso”, mas ele o venceu “com poucos homens”, porque o povo tinha deixado o Senhor (2Cr 24:24) (CBASD, vol. 2, p. 1019).
12.20 conspiraram. Quando os siros se retiraram, deixaram Joás “gravemente enfermo” (2 Cr 24:25). Enquanto Joás estava confinado à cama, os conspiradores o feriram (CBASD, vol. 2, p. 1019 e 1020).
A conspiração foi provocada pelo assassinato, por ordem de Joás, de Zacarias, filho de Joiada (2Cr 24.25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Joás devia sua vida e seu trono ao fiel sumo sacerdote. Foi um ato de ingratidão assassinar o filho de seu benfeitor. O sentimento contra Joás era tão forte que, quando morreu, o enterraram “não no sepulcro dos reis” (2Cr 24:26) (CBASD, vol. 2, p. 1019, 1020).
Milo. Possivelmente uma área fortificada na parte norte da antiga cidade jebusita conquistada por Davi. Davi trabalhou duro para fortalecer esse local (2Sm 5:9; 1Cr 11:8), e a fortificação principal foi concluída por Salomão (1Rs 11:27). Jás ficou confinado na casa de Milo, principalmente, por questão de segurança (CBASD, vol. 2, p. 1020).
21 Jozacar. Quer dizer “Yahweh lembrou”. Jozabade. Quer dizer “Yahweh retribuiu”. Há uma coincidência interessante entre os nomes desses dois conspiradores e as últimas palavras que o filho de Joiada, Zacarias, proferiu quando foi apedrejado por ordem de Joás: “O SENHOR o verá e o retribuirá” (2Cr 24:22), ou seja, “Que o Senhor veja e vingue”. O rei Joás falhou em recordar a bondade do sacerdote Joiada para com ele, mas o Senhor Se lembrou e o vingou  (CBASD, vol. 2, p. 1020).



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