Reavivados por Sua Palavra


I Reis 20 by jquimelli
17 de maio de 2016, 8:00
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Comentário devocional:

Após a primeira vitória de Israel contra a Síria, Ben-Hadade voltou à guerra na primavera seguinte. Uma vez mais, um “homem de Deus” aparece com uma mensagem do Senhor para o rei – aparentemente o rei não havia buscado o conselho do Senhor. Os sírios acreditavam que o Deus de Israel tinha poder apenas nas colinas, assim Deus disse a Acabe que Ele entregaria os inimigos de Israel em suas mãos também no vale, de tal forma que o rei “saberá que Eu sou o Senhor.”

Que maravilhosa declaração para nela meditarmos! Nosso Deus é o Deus das montanhas e dos vales! Ele é o Deus dos maus e bons momentos!

Após Acabe vencer triunfantemente a segunda batalha contra Ben-Hadade, o ímpio rei apelou com sucesso para que Acabe poupasse sua vida. Acabe fez isso sem consultar o Senhor. E assim, o capítulo termina com uma triste mensagem final do profeta de Deus para o rei: “… a sua vida pela vida dele.” Quando Deus nos oferece uma forma de escapar do pecado e recusamos aceitá-la, estamos trocando a liberdade pela escravidão e, em última análise, a vida pela morte.

Charissa Fong
Sydney, Austrália

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1ki/20 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/20 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/20/
Texto traduzido anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/02/21/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: I Reis 20
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/26 e https://credeemseusprofetas.org/



I Reis 20 – Comentários selecionados by jquimelli
17 de maio de 2016, 8:00
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Este capítulo relata a guerra de Acabe com o rei da Síria. Andrews Study Bible.

Os acontecimentos desse capítulo abrangem partes de dois anos (cf. v. 22-26) seguidos por dois anos de paz entre Israel e Arã (v. 22.1). Acabe morreu no fim dos três anos de paz, numa batalha contra os arameus (22.37), em 853. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O conteúdo e o espírito deste capítulo é bem diferente da maior parte do material de Reis. Ele descreve um quadro interessante e valioso da época. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 912.

Ben-Hadade. O nome significa “filho de Hadade”, o deus cananita da tempestade.  Andrews Study Bible.

trinta e dois reis. Uma coalização dos governantes das cidades-estado, vassalos de Ben-Hadade. Andrews Study Bible.

A tua prata e o teu ouro são meus. …demanda da parte de Ben-Hadade para que Acabe o reconhecesse como seu senhor. Caso isso acontecesse, Israel seria dali em diante um estado vassalo da SíriaCBASD, vol. 2, p. 917.

Eu e tudo que temos somos teus (NVI). A submissão de Acabe à exigência de Ben-Hadade faz supor que Israel via pouca esperança para a possibilidade de uma vitória militar sobre as forças araméias. O acordo negociado terminaria o cerco de Samaria, pouparia a vida de Acabe, e evitaria o saque da cidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

enviarei meus oficiais para vasculhares o seu palácio e as casas de seus oficiais (NVI). A nova exigência de Ben-Hadade implicava a rendição total da cidade às suas forças. Bíblia de Estudo NVI Vida.

este homem procura o mal. Parece evidente que Ben-Hadade procurava um pretexto para saquear a cidade. CBASD, vol. 2, p. 912.

9 não posso atender a esta exigência (NVI). Acabe respondeu em linguagem que concedia a superioridade a Ben-Hadade (“rei, meu senhor: Teu servo…”), mas foi irredutível na sua recusa de entregar a cidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Acabe era um homem fraco e mau, mas aqui temos uma das poucas ocasiões em que mostrou um pouco de coragem e dignidade. Bíblia Shedd.

10 deuses. Apesar de terem ancestrais em comum com os dos patriarcas [Abraão, Labão, Rebeca vieram da Síria/Aram]  as tribos sírias adoravam muitos deuses. Andrews Study Bible.

Façam-me os deuses como lhes aprouver, se o pó de Samaria bastar para encher as mãos de todo o povo que me segue (ARA; NVI: “Que os deuses me castiguem como todo rigor, caso fique em Samaria pó suficiente para dar um punhado a cada um dos meus homens”).

A expressão parece indicar que são tão numerosos os seguidores do rei siro, que o pó de Samaria não é suficiente para encher as mãos dos soldados. CBASD, vol. 2, p. 912.

É uma maneira de jurar pelos ídolos no sentido de que destruiria totalmente a cidade de Samaria (19.2; 15.22). Bíblia Shedd.

11 Não se gabe quem se cinge como aquele que vitorioso se descinge (ARA; NVI: “Quem está vestindo a sua armadura não deve se gabar como aquele que a está tirando”). Acabe, vacilante e fraco, fez então uma declaração profunda e significativa: é melhor que ninguém se jacte antes de ter feito algo que mereça os aplausos, pois deve esperar até vencer a batalha e, no fim, sobreviver (Mt 23.12). Bíblia Shedd.

Ditado semelhante ao nosso “Não conte com os ovos na barriga da galinha”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Provérbio de sabedoria que alerta contra o excesso de confiança. Andrews Study Bible.

13 um profeta. É provável que a situação em Israel tenha mudado bastante desde a manifestação divina no Carmelo. Pode ser que aos profetas fosse permitido outra vez percorrer o país. CBASD, vol. 2, p. 913.

14 moços dos chefes das províncias. …um corpo seleto de tropas de choque, bem treinado e armado, sob o comando de oficiais das províncias. CBASD, vol. 2, p. 913.

15 duzentos e trinta e dois. De tamanho apropriado para demonstrar que a vitória iminente viria do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19, 20 Da parte de Israel, a batalha fora ganha por intermédio dos moços; da parte da Síria, foi perdida por meio da embriaguez (6). Aprendamos, pois, a aproveitar a mocidade no trabalho do Reino de Deus, e a vedar todo uso de bebidas alcoólicas. Bíblia Shedd.

22 daqui a um ano. As campanhas bélicas naquelas regiões tinham uma época quase tradicional: a primavera (2Sm 11.1; 1Cr 20.1). Bíblia Shedd.

23 deuses dos montes. Manifestação da ideia pagã de que o poder de uma deidade estendia-se somente à área limitada da sua jurisdição específica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 Passa-se, agora, a um pensamento mais racional do que aquele do último versículo: removendo os reis (meras figuras tradicionais), quando trata-se da parte técnica da batalha. Pondo soldados profissionais e peritos, a Síria melhorou sua posição estratégica administrativa. Bíblia Shedd.

26 Afeque. O nome era comum naquelas regiões … é o equivalente de nossa palavra “fortaleza”. Esta fica a leste da Galiléia. Bíblia Shedd.

31 panos de saco … cordas. Humildade e submissão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

seus servos. Uma expressão de submissão completa. Andrews Study Bible.

os reis do povo da casa de Israel são reis clementes. Se Deus não era conhecido entre os siros (28), estes ao menos conheciam a influência de Sua fé revelada. Bíblia Shedd.

Este foi um bom relatório que se difundiu em meio às nações vizinhas: que os reis de Israel eram clementes. se todos os reis governassem com misericórdia e compaixão, se a bondade tomasse o lugar da crueldade, e a justiça e o amor fraterno, o lugar da opressão e do erro, o mundo seria diferente. CBASD, vol. 2, p. 913.

32 É meu irmão. Qual seria a resposta de Acabe? Significaria vida ou morte? Os homens estavam procurando por um sinal que pudesse indicar a reação de Acabe. Tiveram a resposta quando Acabe se referiu a Ben-Hadade como”irmão”. O suspense e o perigo tinham acabado, pois o vencedor tinha se expressado. Haveria clemência e amizade em vez de extermínio e morte. CBASD, vol. 2, p. 917.

Esta expressão significa que Acabe trataria a Ben-Hadade com as honras de um rei em pé de igualdade com ele mesmo, apesar da vitória absoluta que os israelitas alcançaram sobre os exércitos da SíriaBíblia Shedd.

33 no carro. Acabe está tratando seu inimigo Ben-Hadade como um vencedor em vez de perdedor da batalha recente. Normalmente um vassalo seria executado pela roda do carro [do vencedor]. Andrews Study Bible.

34 com esta aliança, te deixarei livre. Este ato, que tinha aparência de ser um gesto de misericórdia e de clemência (334), nada mais era do que uma conveniência política, visando a uma futura aliança com a Síria, contra o grande e poderoso império da Assíria, que, de fato, um século mais tarde, eliminaria o reino de Israel. Bíblia Shedd.

teus bazares (ARA; NVI: “teus próprios mercados”). Acessos para a participação no comércio internacional lucrativo – vantagem econômica distintiva; em geral, semelhantes privilégios eram um monopólio local, zelosamente protegido. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Este homem recusara-se a tomar parte numa profecia de Deus, pela qual haveria de evidenciar a desobediência de Acabe aos oráculos divinos. Bíblia Shedd.

39 um talento de prata. Parecia uma multa exagerada, equivalente a 35 kg. Bíblia Shedd.

40 Esta é a tua sentença. Acabe não queria outorgar clemência. Não tinha a mínima ideia de que estava decretando a própria pena de morte [ver 2Sm 12.1-12]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

42 a tua vida [de Acabe] será em lugar da sua vida [de Ben-Hadade]. Deus tinha entregado Ben-Hadade nas mãos de Acabe para que fosse destruído. Acabe falhou em não assumir essa responsabilidade ou em não aproveitar a oportunidade. … Acabe devia ter percebido o caráter do homem com o qual estava lidando e devia ter agido em conformidade com isso. Ben-Hadade não era confiável. Estava apenas ganhando tempo. Poucos anos depois, Acabe pagou por sua mansidão com a própria vida (1Rs 22:31-36). CBASD, vol. 2, p. 917.

Acabe morreu em uma batalha contra os sírios (22:37). Andrews Study Bible.

43 desgostoso e indignado. Acabe recusou-se a reconhecer a justiça de sua sentença [a sentença que recebera]. Irado e triste, não demonstrou sinal de arrependimento e pesar genuínos que vêm de Deus. … voltou para casa, desgostoso com o profeta em vez de consigo mesmo, apontando falhas nos caminhos de Deus em vez de nos seus próprios. O coração humano degenerado parece querer justificar os erros; em geral, o caminho do ser humano é certo aos seus próprios olhos. CBASD, vol. 2, p. 917.

 



1Reis 20 – Comentário Rosana Barros by jquimelli
17 de maio de 2016, 6:58
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#rpSp #1Reis20

“Foi-se o rei de Israel para sua casa, desgostoso e indignado, e chegou a Samaria” (v. 43).

O exército da Síria tornou-se um dos maiores e mais fortes da época. A Síria exerceu um importante papel na história do povo de Deus. Tanto que o SENHOR manda Elias ungir o Seu escolhido para governar aquele povo (1 Reis 19:15). Algo inusitado, já que os profetas de Deus eram enviados por Ele para ungirem os reis de Israel, e não das nações pagãs. Só que Ben-Hadade havia se tornado um rei obstinado e cruel, desafiando o ASSIM DIZ O SENHOR, com o “Assim diz Ben-Hadade” (v. 3 e 5).
E a ameaça lançada pelo rei sírio, tornou-se uma oportunidade de Acabe reconhecer que só o SENHOR é Deus (v. 13).
A vitória foi garantida pelo próprio SENHOR, mas Acabe queria saber qual seria a estratégia de guerra. Então Deus disse que ele iria primeiro, então, seria seguido dos “moços dos chefes das províncias” (v. 14).
E o que ele fez? Mandou primeiro os moços (v. 17) e, quando estes tiveram êxito, só então, saiu Acabe para perseguir os que fugiam (v. 20 e 21).
E mais uma vez, Deus manda o profeta falar a Acabe, dizendo: “Vai, sê forte, considera e vê o que hás de fazer” (v. 22).
“Considera e vê” é igual a ponderação. O rei de Israel deveria ponderar acerca do que fazer de acordo com o ASSIM DIZ O SENHOR e não em suas próprias estratagemas. Contudo, a oportunidade de reconhecer o supremo poder de Deus foi desperdiçada e trocada por uma aliança com a Síria. Acabe rejeitou a eterna aliança do SENHOR em troca de uma aliança temporária e falível.
Não tem sido o que muitos têm feito? Têm trocado com facilidade as promessas eternas por prazeres momentâneos. A troca do eterno pelo finito se tornou normal e benquista pela maioria. A maior estratégia do inimigo nestes últimos dias têm sido a sutileza.
Ora, que mal havia fazer um pacto do “bem” com o rei sírio? Afinal, este acordo selava a paz.
Mas até que ponto podemos defender esta paz? Esta é realmente a paz de Deus, ou uma curta e falsa paz mascarada de boas intenções, mas que, na verdade, não passa de uma estratégia inimiga?
Por não ter obedecido à voz do SENHOR, um dos discípulos dos profetas foi morto por um leão, como aconteceu com aquele homem de Deus que estudamos no capítulo 13.
A vida de Acabe também teria um trágico fim, pois havia desobedecido as ordens do SENHOR. E a sua reação confirma a sua condenação: ficou desgostoso e indignado. Ou seja, não houve arrependimento algum. Pelo contrário, endureceu o coração e voltou para os braços de sua esposa detestável.
Está escrito que Satanás “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5:8). Quando nos desviamos da vontade de Deus, abrimos espaço para Satanás entrar e acabar com a nossa vida. Pode ser que ele não lance as garras da morte de imediato, mas, com disfarce de santidade, assim como fizeram os servos do rei da Síria (v. 31), o inimigo tem arrastado multidões ao engano e à morte eterna.
Precisamos conhecer quais são os nossos deveres diante do Rei do Universo (Eclesiastes 12:13) e observá-los para a conservação de nossa própria vida. O que acontece com aquele que transgride uma lei de trânsito? Deve arcar com as penalidades.
E com quem transgride a lei penal? Também deve responder por seus atos por meio de sanções penais.
Porque temos tanta dificuldade de entender que a transgressão da lei do SENHOR também é passível de consequências?
A transgressão da lei de Deus é pecado (1 João 3:4) e “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).
Amados, Deus não nos colocou neste mundo para sermos condenados à morte. Mas Ele ofereceu o Seu Unigênito para que, pela Sua justiça perfeita, pudéssemos receber o perdão de nossas injustiças. O ASSIM DIZ O SENHOR não é uma imposição, é salvação para todo aquele que crê.
Sigamos, pois, o conselho que Acabe rejeitou. Que sejamos fortes no SENHOR, e ponderemos acerca do que fazer. Porque as nossas escolhas definem se estamos marchando com o exército que segue para o fim, ou com aquele que marcha para o começo da eternidade.

Bom dia, fortes de Deus que
marcham para a eternidade!

*Leiam #1Reis 20

Rosana Garcia Barros



I Reis 20 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
17 de maio de 2016, 0:45
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I REIS 20 – A crença que não nos inclina perante Deus é um lenitivo para a alma que, no fim, revela-se falsa. Acabe creu em Deus! Crer não significa ter fé que salva, restaura e transforma. Isso não é novidade, pois o diabo também crê e estremece (Tiago 2:19).

Envolvendo-se em jugo desigual, o rei Acabe tornou-se um perverso descomunal. Jezabel foi sua ruína. Contudo, Deus não abandonou Seu povo nem o deixou ser exterminado pelos pagãos, idólatras e corruptos.

• Após o espetáculo no Monte Carmelo e a depressão de Elias (capítulos 18 e 19), Acabe viu seu fim na união de 32 reis com Ben-Hadade contra seu reino (vs. 1-12).

• Deus almejou salvar Acabe de sua ruína. Deus não perde oportunidades; aliás, Ele até as cria visando salvar quem está no tobogã da autodestruição. Deus prometeu ajudar Acabe, que, desesperado agarrou-se ao único raio de esperança. Acabe venceu seus inimigos pela graça de Deus (vs. 13-21).

• O desafio retornou mais agressivo e mais petulante; agora, envolvendo diretamente o Deus de Israel. Portanto, mais uma vez Deus entra em cena para que Seu nome não fosse profanado no mundo. Por isso, novamente prometeu vitória a Acabe através de um profeta, e fez que um terremoto matasse 27.000 soldados sírios (vs. 22-30).

• Acabe, o rei que submeteu-se a sua mulher e suas mazelas religiosas mais que a Deus, não escondeu seu caráter deformado ao lidar com a vitória conferida por Deus. Em vez de agradecer e exaltar a Deus, Acabe fez aliança com o inimigo; armando, assim, armadilha a si mesmo (vs. 31-43).

Há uma parábola neste texto (vs. 39-40), da qual G. Campbell Morgan comenta:

“Acabe tinha uma tarefa a realizar por ordem de Deus e, enquanto se ocupava com centenas de outros afazeres, deixou de cumprir sua missão. Uma revelação e tanto de motivos e métodos perpétuos para o fracasso! Deus nos incumbe de uma única responsabilidade, uma tarefa definida e essencial que devemos realizar. Começamos a desempenhá-la cheios de boas intenções, mas outras coisas, não necessariamente erradas em si mesmas, nos distraem. Ocupamo-nos ‘daqui e dali’ e abandonamos a tarefa principal”.

Diante de grandes desafios da vida (vs. 1-12, 22-30) Deus dá promessas/orientações que, se forem seguidas, resultarão em vitórias! (vs. 13-21) – Heber Toth Armí.




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