Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 3 by jquimelli
22 de maio de 2016, 1:20
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Comentário devocional:

Os reinos de Israel e Judá estavam envolvidos em uma guerra com seus vizinhos, os moabitas. Em um esforço para surpreender os inimigos pela retaguarda, eles decidiram fazer uma longa e tortuosa marcha através do deserto de Edom . Eu poderia acrescentar que este é um dos mais quentes, secos e mais baixos desertos do mundo. Sendo o caminho mais longo que o esperado, a provisão de água do exército de Israel acabou. Os soldados estavam com sede e os animais estavam morrendo. Então, o rei de Judá perguntou ao profeta Eliseu, que os acompanhara em sua marcha, ”O que faremos?”

Eliseu pediu, então, algo incomum. Ele disse: “Traga-me um músico”, e quando eles encontraram um soldado que tocar, levaram-no a Eliseu. Quando o músico começou a tocar, “o poder do Senhor veio sobre Eliseu, e ele disse: […] Cavem muitas cisternas neste vale”. (v. 16 NVI). Então, pela fé, o rei de Judá fez os soldados cavarem bebedouros secos na areia. Milagrosamente, durante a noite, tempestades nas montanhas de Edom trouxeram água que encheram as valas. Então, os soldados, reavivados, derrotaram os moabitas.

Jesus é a maravilhosa água viva que Deus nos dá para que possamos ter vitória sobre o nosso adversário Satanás.

Doug Batchelor
Orador e diretor do programa de TV “Amazing Facts”

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/3 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/3 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/3/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/02/26/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 3
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/27 e https://credeemseusprofetas.org/



2Reis 3 – Comentário Rosana Barros by jquimelli
22 de maio de 2016, 1:19
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#rpSp #2Reis3

Texto base: versos 13 e 14.

E a saga dos reis maus de Israel continua. Com a morte de Acazias, não havia dele herdeiro para sucedê-lo, então seu irmão Jorão reinou em seu lugar. E fez este “o que era mau perante o SENHOR; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v. 2).
Adoradores de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação muito difícil de ser comparada.
Porém, nos pecados que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. Só que o seu reinado não teria mais Moabe como aliado (Podemos encontrar a revolta de Moabe contra Israel lá no primeiro versículo deste livro).
Então Jorão procura mais aliados para marchar contra os moabitas: Josafá, rei de Judá e o rei de Edom. Josafá já havia saído à guerra antes em favor de Acabe, e quase perdeu a sua vida pela desonestidade daquele rei. Mais uma vez ele se mostra prestativo para com outro rei de Israel e marcha em seu favor. E novamente ele sugere que consultem um profeta de Deus. Eliseu é indicado e, diante dele, os reis se apresentam.
O primeiro questionamento feito não foi dos reis para Eliseu, mas do profeta para Jorão: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v. 13).
Eliseu era conhecedor da índole de Jorão e andava na presença do SENHOR. Como homem de Deus, recebera o dom de discernir espíritos (1 Coríntios 12:10), e Jorão era alguém tão perverso que, não fosse “a presença de Josafá” (v. 14), o profeta não lhe daria atenção e nem tampouco olharia para sua feição maliciosa.
Parece uma atitude dura da parte de Eliseu, mas era apenas o efeito da anti mistura da luz com as trevas.
A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu pediu que trouxessem alguém que tocasse um instrumento para que pudesse se desviar do mau que o cercava e receber de Deus o poder para transmitir o ASSIM DIZ O SENHOR.

Você conhece pessoas cuja presença lhe incomoda? Pessoas que não lhe faz bem estar perto?
Infelizmente, creio que todos já conhecemos ou conheceremos alguém assim. Mas isto não deve nos impedir de lhe sermos úteis conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali, mas tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do SENHOR.
Por amor de Josafá, Eliseu seguiu em cumprir o mandato do SENHOR. Porque, muitas vezes, Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para luz. Então, Deus torna a sequidão em terra de abundantes águas (v. 20).
A vitória concedida sobre Moabe deveria ser uma forma do SENHOR dizer a Jorão que só Ele salva e que só Ele é o SENHOR dos Exércitos. Porém, Jorão prevaleceu em seus maus desígnios.
Meus irmãos, eu não vos conheço. Posso até conhecer alguns, mas não tenho o dom que tinha Eliseu de discernir espíritos. Só sei de uma coisa: todo filho do Reino possui uma certa sensibilidade para perceber quem lhe quer bem e quem não quer. Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como sua mãe havia feito com os demais profetas do SENHOR. Assim, muitos, se pudessem, podiam até não ter a coragem de lhe tirar a vida, mas fariam de tudo para vê-lo mal e infeliz.
Bem, de uma coisa tenha certeza: o mal que é retribuído com o bem pode transformar grandes trevas em maravilhosa luz! Precisamos entender que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E da mesma forma, devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12:18). Notem que Paulo coloca duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter relações pacíficas com todos, mas que esta impossibilidade não parta de nós. Mas que de nossa parte haja sempre a possibilidade da convivência pacífica.
Não cabia a Eliseu a vingança, nem deixar de falar da parte de Deus, porém, no que dele dependesse, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Leiam Romanos 12:20).
Que possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do SENHOR para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante TODOS os homens” (Romanos 12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (Malaquias 3:18 ). Entretanto, esta incumbência não é nossa, mas do Justo Juiz! Qual é a nossa parte, então?
“Nisto conhecerão TODOS que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35).
O seu amor pode não promover mudanças em TODOS, mas TODOS, de alguma forma, o reconhecerão!

Bom dia, discípulos do SENHOR!

*Leiam #2Reis 3

Rosana Garcia Barros



2 Reis 3 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
22 de maio de 2016, 0:45
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II REIS 3 – Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país, ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidades de crises familiares, conjugais e pessoais.

O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:

1. Ao fazermos história neste mundo, é certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);

2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.

3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa àqueles que tomam decisões equivocadas e, ao ver as consequências, é rápido em procurar um culpado, que, quase sempre será Deus.
• O rei de Edom representa aos indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe todas as fórmulas para resolvê-los.

4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta aos incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora aos que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e, honra aos que O honram, representado por Josafá.

5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o quê fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.

6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.

Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2 Reis 3 – Comentários selecionados by jquimelli
22 de maio de 2016, 0:30
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11 Será que não há aqui profeta do Senhor…? V. 1Rs 22.7. Somente depois de as estratégias dos próprios três governantes parecerem ter fracassado é que procuraram a palavra do Senhor (v. 12) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 não te daria atenção. Esta foi uma censura forte, mas oportuna e necessária. A honra de Deus estava em jogo. Um ímpio rei de Isarel lançava sobre o Senhor a culpa por um desastre devido diretamente à sua loucura. Se Josafá não estivesse participando desse empreendimento, Eliseu se recusaria a interceder em nome do rei de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 950.

27 seu filho mais velho. O rei Mesa, num ato extremo de desespero, sacrificou seu primogênito ao deus Quemos, na esperança de obter perdão por seus pecados passados (Miq 6.7) e garantir uma vitória militar (Jz 11:30-40) (Andrews Study Bible).

em holocausto. A despeito da proibição divina (Deut. 18:10), Acaz, um rei posterior de Judá, sacrificou seu filho no fogo, seguindo as detestáveis práticas das nações circundantes (Andrews Study Bible).

grande ira contra Israel. Essa expressão, á luz do hebraico, normalmente faz alusão a uma visitação da ira de Deus. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

…talvez devamos entender que os aliados ficaram abalados pelo terror supersticioso da ira da divindade local. (Foi justamente naquela época da história de Israel que a idolatria se acentuara entre os israelitas) (Bíblia Shedd).

A devoção de Mesa ao seu deus Quemos [ou Camos] foi maior que a lealdade de Israel ao Senhor. O descontentamento causou a imediata retirada da campanha militar de Israel contra Moabe (Andrews Study Bible).

A natureza exata dessa indignação contra Israel não é descrita, e os detalhes da forma em que operou não são revelados. CBASD, vol. 2, p. 952.




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