Reavivados por Sua Palavra


I Tessalonicenses 5 by Jeferson Quimelli
7 de maio de 2015, 1:00
Filed under: Juízo, santificação | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Em I Tessalonicenses 5:1-11 a Segunda Vinda ainda é o tema principal, mas o foco muda. Aqui Paulo não traz muitos detalhes sobre o retorno de Jesus, mas proclama a necessidade de estar constantemente pronto para o julgamento final. Sempre que Deus julga, Sua decisão possui um lado positivo e um lado negativo.

A preparação para a Segunda Vinda tem a ver com investir tempo no estudo da Palavra de Deus (vs. 1-5). Há muitas distrações no mundo de hoje, de trabalhos sufocantes a e-mails que tomam todo o nosso tempo e até uma ampla variedade de entretenimentos. O apelo de Paulo é que coloquemos a Palavra de Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Assim não seremos atropelados pelos acontecimentos, não importa a rápida sucessão em que eles ocorram.

Paulo conclui sua primeira carta aos Tessalonicenses, com uma série de dezessete admoestações (vs. 12-22), seguidas de uma oração de encerramento (vs. 23-28). Essas dezessete admoestações (vs. 12-22) podem ser divididas em dois grupos: conselhos sobre o ministério na igreja local (vs. 12-15) e conselhos sobre a experiência cristã em geral (vs. 16-22). 

Na oração de encerramento (vs. 23-24) Paulo resume um dos temas principais da carta: seu desejo de que os crentes em Tessalônica continuem a crescer em santidade até a Segunda Vinda. O tema do crescimento espiritual continua a ser vital para todas as igrejas ao redor do mundo hoje. Busquemos pois individualmente a santificação, porque a nossa redenção se aproxima.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1th/5/
Traduzido por: JDS/JAQ/IB
Texto bíblico: I Tessalonicenses 5 
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Efésios 1 by Jeferson Quimelli
19 de abril de 2015, 1:00
Filed under: salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Alguém descreveu a carta aos Efésios como os Alpes do Novo Testamento. O nosso guia de montanhismo, o apóstolo Paulo, nos leva a uma subida rápida. Ficamos rapidamente sem fôlego e espantados com a vista que se abre diante de nós.

Efésios 1:3-14 funciona como um mapa no alto da montanha que identifica os picos no horizonte. A partir deste lugar privilegiado, Paulo nos apresenta a vasta paisagem do Plano de Salvação. O cenário abrange a extensão completa da história da salvação, desde a eternidade passada, até à eternidade futura. A redenção dos crentes de Deus está enraizada em iniciativas divinas tomadas “antes da fundação do mundo” (v. 4), que agora estão produzindo efeito em nossas vidas (ver versos 7-8; 13-14). Estas estratégias estabelecidas antes da criação serão plenamente cumpridas no fim dos tempos, quando o plano de Deus se completar (vs. 9-10). Então, “todas as coisas”, tanto “no céu” quanto “na terra” serão “reunidas” em Cristo e o plano de Deus para “a plenitude dos tempos” se cumprirá (v. 10). Então, experimentaremos plenamente o plano misterioso de Deus (v. 9). 

No presente, no entanto, podemos estar certos de que a maravilhosa salvação centrada em Cristo, na qual permanecemos, é uma parte importante do plano de grande alcance de Deus para a redenção de “todas as coisas.”

Estar no topo de uma montanha inspira ações de graças ao Criador. Nos versos 15-19 Paulo dá graças a Deus ao orar para que os crentes possam experimentar a salvação que Deus planejou para eles. E nos encontramos em outra subida íngreme quando ele nos aponta para cima para o Cristo que ressuscitou, subiu ao céu e foi coroado, e que governa sobre todos os poderes imagináveis por todo o sempre (vv. 20-23).

Viva o dia de hoje no topo da montanha!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/1/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 1 
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Zacarias 14 by Jeferson Quimelli
28 de outubro de 2014, 0:00
Filed under: profecias, restauração, salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Zacarias foi profeta de Israel logo após o retorno do povo do exílio babilônico. Eles se encontravam em uma situação triste e agonizante, porque a construção do templo havia sido interrompida devido à pressão dos povos ao redor. É neste momento que Zacarias lhes traz esperança com a mensagem apresentada neste capítulo de que a restauração seria completada. Sua mensagem lhes deu grande incentivo e também para nós, que vivemos no tempo do fim.

Os dois primeiros versos parecem-nos descrever a situação pouco antes do fechamento da porta da graça. Como bem sabemos, o conflito final envolverá uma questão econômica. Nossos bens serão tomados e divididos, não importa onde vivamos no mundo. Haverá restrição de compra e venda de bens, incluindo veículos e casas, para todos os que não receberão a marca da besta (Ap 13:16-18). 

Os versos 3 e seguintes devem ser aplicados à “terceira” vinda de Cristo, que irá acontecer depois do milênio. Caso contrário, isso significaria que Jesus permaneceria na terra como Rei após Sua segunda vinda, o que é contrário a outros textos bíblicos, incluindo João 14:1-3, 1 Ts 4:16-17 e Apocalipse 20 e 21.

No final do milênio os pés de Jesus pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então a cidade de Nova Jerusalém descerá do céu quando a montanha se dividir para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!

Naquele momento, Jesus virá com todos os santos que habitam na Nova Jerusalém (ver também Grande Conflito 662, cap. 42). Não haverá dia nem noite, porque sempre haverá luz. Ap 21:23-24 diz que o próprio Cordeiro é a luz. Água viva brotará de Jerusalém, a partir do trono de Deus, e em ambos os lados deste rio estará a árvore da vida (Ap 22:1).

Depois de sua vinda final, Deus será o único a ser adorado. Não haverá mais idólatras ou comerciantes no templo do Senhor (vv. 9, 21). Jerusalém é chamada de nova porque terá sido completamente restaurada para o povo de Deus (v. 10). Os ímpios ressuscitados então atacarão Jerusalém, mas serão punidos e totalmente erradicados, incluindo Satanás (vs. 12-15; cf. Ap 20: 7-10). Jerusalém será um lugar seguro e nela não haverá mais maldição (Apoc 22:3). Segurança eterna existirá nela e entre seus habitantes (vs. 11).

A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. O remanescente de todas as nações adorará o Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus pelo sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Haverá consagração completa. Zacarias nos diz que mesmo nas campainhas dos cavalos e utensílios da casa do Senhor haverá a frase “Santidade ao Senhor” (v. 20). Estas são as mesmas palavras gravadas na placa anexada à mitra dos sumos sacerdotes.

Por causa da total redenção e salvação estendida ao povo de Deus, se seguirá por parte dele a total dedicação e a santidade para o Senhor. 

Ajuda-nos, Senhor, a fazermos parte desta cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Zacarias 14 
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Isaías 63 by Jobson Santos
28 de abril de 2014, 0:30
Filed under: salvação | Tags: , ,
Comentário devocional:
O primeiro verso deste capítulo ressoa com poder e esplendor imponente. Aqui vemos a figura majestosa de um Guerreiro vitorioso que venceu seus inimigos (aqui representados por Edom e Bozra) que ao longo dos tempos têm sido persistente e cruelmente hostis e destrutivos para com Ele e os assuntos de Seu reino.
Quase imediatamente, no entanto, o tom muda. Nossa admiração se alterna para uma preocupação de parar o coração. Esta não foi uma vitória fácil. As roupas do Guerreiro estão encharcadas de sangue e há uma sensação de terrível tristeza quando Ele pronuncia as palavras: “O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo” (v. 2, ARA) A vitória é aparentemente amarga.
“Eu choro e meus olhos se enchem de lágrimas. Ninguém está perto para me consolar” (Lam 1:15). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Este é um pálido vislumbre do que custou a Jesus trazer o Reino de Graça para toda a humanidade (Is 61).
Mas existe uma parte que comumente não prestamos atenção no capítulo 63: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado” (v. 4 ARA). Será que o nosso Messias-Guerreiro foi ao Getsêmani e à cruz para trazer a salvação para a humanidade ou para vingar-se dos ímpios? Em Isaías 61 também lemos que o Messias-Servo viria proclamar o ano do favor do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2, NVI). É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Isaías 28:21,22 mostra que Deus viu que não havia ninguém para ajudá-lo a “realizar a sua obra, a sua obra estranha… determinada sobre toda a terra” (ARA).
Não podemos separar a Redenção da destruição de maldade. Deus odeia a iniquidade e tomou as medidas necessárias para eliminá-la. Jesus sofreu a fúria de seu Pai contra a maldade. Seu sangue vital foi derramado no chão para que milhões a perecer pudessem ganhar a vida eterna (v. 3). Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.
Ambos, redenção e vingança contra o mal, são “benignidades do SENHOR.” Ele é digno de ser louvado por Sua  “grande bondade para com a casa de Israel, bondade que usou para com eles, segundo as suas misericórdias e segundo a multidão das suas benignidades” (v. 7, ARA).
Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade.
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
https://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/63/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 63
http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-63/


Isaías 35 by Jobson Santos
31 de março de 2014, 0:18
Filed under: profecias | Tags: , ,

Comentário devocional:

No capítulo anterior, aprendemos o que acontecerá com os ímpios e que desprezam o seu direito de primogenitura espiritual: sua terra aparentemente próspera será transformada em desolação. Em Isaías 35, encontramos o oposto.

Apesar de anteriormente mortos em pecado, com a vida como um deserto ressequido, sem Deus, os justos que, como Jacó, se agarraram ao seu direito de primogenitura e ao seu Deus, dizendo, como Jacó: “Não Te deixarei ir, a não ser que me abençoes” (Gn 32:26 NVI), recebem uma promessa incrível. A eles é dito que seu deserto se alegrará como as flores (v. 1), e que verão, com regozijo, a “glória” e o “esplendor do nosso Deus” (v. 2 NVI).

A nós, que não tínhamos nem “glória” nem “resplendor”, porque vivíamos no pecado, agora nos serão dadas ambas, pois nos tornamos mortos para o pecado. No entanto, os méritos são atribuídos ao Senhor, não a nós. Mateus 5:16 diz: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras, e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (NVI).

Em Isaías 35, as promessas continuam. Os que estão cansados, vacilantes, desanimados, recebem encorajamento: “Sejam fortes, não temam!” (v. 4 NVI). O cego verá, os surdos ouvirão, os coxos saltarão e os mudos cantarão (v. 5 e 6a). Onde antes havia deserto, em breve haverão correntes de águas vivas (v. 6b).

 

Muitos não reconhecem o valor que tem para Deus. Também não reconhecem o que Ele deseja fazer com o deserto de suas vidas.

O Desejado de Todas as Nações nos diz: “O Senhor fica decepcionado quando Seu povo se estima a si mesmo como de pouco valor. Deseja que Sua escolhida herança se avalie segundo o preço que Ele lhe deu. Deus a queria, do contrário não enviaria Seu Filho em tão dispendiosa missão de a redimir. Tem para eles uma utilidade, e agrada-Se muito quando Lhe fazem os maiores pedidos, a fim de que Lhe glorifiquem o nome. Podem esperar grandes coisas, se têm fé em Suas promessas.” p. 668.

Entreguemos o deserto de nossa vida para Deus hoje, reconhecendo que aquEle que nos redimiu tem os melhores planos para nós. A seguinte promessa nos pertence: “… e os que o Senhor resgatou voltarão. Entrarão em Sião com cantos de alegria; duradoura alegria coroará sua cabeça. Júbilo e alegria se apoderarão deles, e a tristeza e o suspiro fugirão “(v. 10 NVI). Que maravilhoso dia esse será!

Melodious Echo Mason

ARME Bible Camp Ministries

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/

Traduzido por JDS/JAQ

 Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-35/

 



Salmo 49 by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: , ,

Comentário devocional:

Este Salmo parece pertencer ao livro de Eclesiastes ou Provérbios. De fato, o verso 4 diz: “Inclinarei os meus ouvidos a um provérbio; com a harpa exporei o meu enigma. (NVI).

A vida é realmente um enigma e requer sabedoria inspirada para entender o que está acontecendo. Se somos surdos à sabedoria, seremos apanhados pela publicidade e propaganda superficial , tais como: a beleza está em um pote de cosmético, a felicidade se mede pelo dinheiro que você tem ou a segurança está uma boa conta financeira [no original: “beauty in a bottle; happiness in your pocket; security of your finances”]. 

Este é o evangelho dos deuses deste mundo, deuses de ouro, ferro e madeira. Os sistemas de valores da nossa sociedade nos levam a definir sucesso em termos materialistas.

Somos lembrados neste Salmo que o rico vai perecer. Sua riqueza não comprará favores ou acomodações para além desta vida. “Não se aborreça quando alguém se enriquece e aumenta o luxo de sua casa; pois nada levará consigo quando morrer; não descerá [à sepultura] com ele o seu esplendor” (v. 16,17 NVI). Nos tempos antigos, as pessoas abasteciam seu túmulos com bens terrenos para tornar a pós-vida mais confortável. Mas os únicos que se beneficiaram disso foram os ladrões de túmulos.

Em relação à vida futura, os versos 7-9 nos dizem: “Homem algum pode redimir seu irmão ou pagar a Deus o preço de sua vida. Não há pagamento que o livre para que viva para sempre e não sofra decomposição” (NVI).

Um resgate é muitas vezes exigido por um sequestrador para a libertação da vítima. Que valor atribuímos à vida de um ser humano, especialmente alguém a quem amamos? São milhões de dólares demais ou muito pouco? O versículo 8 declara que o resgate de uma vida é caro, nenhum pagamento é suficiente. E quando se trata da vida eterna, como poderíamos dar a Deus um pagamento adequado para o nosso resgate? Só por um ato de Deus uma vida humana pode ser resgatada. “Mas Deus redimirá a minha vida da sepultura, e me levará para Si” (v.15 NVI).

Será que algum dia compreenderemos o quanto custa nos redimir da sepultura? “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23). Qual foi o preço de etiqueta deste presente? O que custou a Deus para que Seu Filho se tornasse um ser humano, se vinculasse para sempre a esta raça humana, e ao final, se submetesse a abuso degradante e uma morte horrível? Poderíamos penetrar as nuvens escuras que envolveram o Calvário e compreender a imensidão daquela hora? Acima de tudo, como Deus poderia suportar a agonia infinita de ver Seu Filho receber o impacto final do nosso pecado e rebelião?

O próprio Deus pagou pela nossa redenção. Qualquer coisa que ofereçamos como pagamento não poderia contribuir em nada para a nossa redenção.

A expressão “Deus amou o mundo de tal maneira” abre uma dimensão totalmente nova de existência para nós. A poderosa atração da sepultura é interceptada por Sua promessa de que “todo aquele que crê n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”.



Garth Bainbridge

Pastor Ministerial

Sydney, Austrália



Traduzido por JAQ/JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/49 

Texto bíblico: Salmo 49 




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