Reavivados por Sua Palavra


Amós 1 by jquimelli
13 de setembro de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

“Amós”, que significa “um portador de carga” era um humilde pastor de ovelhas em Tecoa, na Judéia, no século VIII aC. Ele não era nem filho de profeta, nem havia sido treinado para ser profeta (7:14). No entanto, ele foi chamado por Deus para profetizar contra Israel a respeito do comportamento de seus líderes religiosos e políticos que faziam mal aos olhos do Senhor. Isso conteceu numa época em que Israel e Judá eram prósperos durante os reinados de Uzias, rei de Judá, e de Jeroboão, rei de Israel (v.1). 

Sentindo-se seguro contra os inimigos estrangeiros e confiante na sua própria força, Israel não vê qualquer perigo ou risco de destruição. Mas os maus frutos da prosperidade — orgulho, luxúria, egoísmo e opressão — estavam aparecendo com fartura tanto em Israel quanto em Judá. Amós sentiu-se incomodado com o luxo e os pecados existentes, descritos em vívidos detalhes por ele. Ele repreende os pecados que floresceram após a prosperidade material: as extravagâncias, as orgias, a libertinagem dos ricos, que podiam desfrutar disso pela opressão aos pobres e perversão do juízo, através de suborno e extorsão. 

Amós utiliza uma linguagem bastante vívida, própria de um pastor atento aos barulhos dos animais selvagens. Para expressar o desagrado do Senhor ele disse que “O Senhor ruge” e que as pastagens e o monte Carmelo iriam chorar (v. 2). Nos versos 3-15, o profeta apresenta o julgamento de Deus sobre Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amon. 

Damasco (vv. 3-5), a bela, próspera e bem fortificada capital e representante de toda a Síria, experimentaria os juízos de Deus por suas más ações intencionais e incuráveis, particularmente por “moer” gente como o grão é moído por artefatos de ferro (v. 3, NLT). Deus adverte que enviará fogo e destruirá Hazael e seu filho (Heb. Ben) Hadad, toda a sua dinastia e a cidade de Damasco, com todos os seus magníficos palácios reais. As barras transversais da porta da cidade seriam quebradas para o inimigo entrar e as pessoas abatidas no Vale de Áven. E, finalmente, o povo da Síria seria levado em cativeiro. Tudo isso se cumpriu quando o rei da Assíria subiu contra Damasco e a tomou. 

Gaza, a cidade dos filisteus, recebe acusação por impor a migração e a escravidão. Deus decidiu lançar fogo sobre os muros de Gaza a fim de devorar seus palácios. Os habitantes de Asdod, Asquelon e Ecron seriam abatidos. Gaza foi conquistada pelo rei do Egito, e por Alexandre, o Grande. Asdod foi capturada por Uzias, e depois por Sargão II. Deus destruiria aqueles que tentam destruir o seu povo. 

O julgamento também é pronunciado sobre Tiro (vv. 9-10), a principal cidade dos fenícios, por entregar prisioneiros israelitas aos edomitas. Sendo assim, eles também foram responsabilizados pelas crueldades que os judeus sofreram. A parte continental de Tiro foi tomada por Senaqueribe. Mais tarde, a ilha que pertence a Tiro foi conquistada por Asaradão e, finalmente, Tiro foi destruída por Alexandre, o Grande. Aos olhos de Deus uma pessoa é tão culpado do crime que ela ajuda a cometer quanto do crime que ela própria comete. 

Em seguida, Amós denuncia as três nações aparentadas de Israel por sangue — Edom, Amon e Moabe. A atitude pouco fraterna dos Edomitas, os descendentes de Esaú, em relação aos descendentes de Jacó, e a hostilidade dos Amonitas para com os Israelitas, foi condenada por Amós. É ruim odiar a um inimigo, pior do que isso odiar a um amigo e ainda pior odiar a um irmão. 

Senhor, livra-me de cometer injustiças e de oprimir aos semelhantes. Ajuda-me a amar a todos. 

Deepati Vara Prasad
Índia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/1/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Amós 1 

Comentário em áudio



Oséias 9 by jquimelli
4 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: adoração, cuidado de Deus, idolatria, prosperidade | Tags: , ,

Comentário devocional:

A religião cananéia era um culto à fertilidade onde se adorava o deus natureza que se supunha trazer bem-estar e boas colheitas. Os israelitas abandonaram o verdadeiro Deus e esperando boas colheitas, seguiram a religião cananéia, que incluia a prostituição no templo durante seus cultos (Oséias 9:1). Uma vez que Deus decidira fazer da terra de Canaã “a terra do Senhor” (9:3), as pessoas descrentes deveriam ser dela retiradas, porque Jerusalém e Israel deveriam ser uma cidade e uma terra de santos.

Então, o Senhor permitiu que os israelitas fossem levados para a Assíria como prisioneiros onde eles teriam que viver em um estado semelhante à sua antiga escravidão no Egito, tendo que comer animais imundos e viver como os que lá viviam (9:3). No cativeiro assírio eles não seriam autorizados a adorar o Deus verdadeiro (9:4), nem celebrar as festas do Senhor (9:5). Suas casas deixadas para trás ficariam vazias e cobertas de ervas daninhas (9:6).

Oséias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19).

A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12).

O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17).

Ajuda-nos, Senhor, para que possamos aprender com a história de Israel e reconhecer que és o nosso Criador e Sustentador o tempo todo.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 9 

Comentário em áudio 



Daniel 9 by jquimelli
23 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: Israel, Messias, oração, prosperidade | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Depois que Ciro colocou Dario (o general Gobrias, ou Gubaru) como governador da Babilônia, Daniel voltou a estudar as profecias de Jeremias em especial a profecia que falava que a desolação de Jerusalém iria durar 70 anos (v. 2).

Nos outros sonhos que tivera, Daniel podia ver a mão de Deus na História. Mas a questão que o preocupava agora era: quando estes 70 anos se cumpririam para que os judeus fossem libertados e Jerusalém fosse restaurada? Ou será que as coisas se manteriam como estavam? Ele precisava saber do Senhor o que viria depois. Assim, ele se voltou plenamente ao Senhor em oração, jejum e súplicas, com espírito humilde (v. 3), expressando uma das mais bonitas orações intercessórias da Bíblia (v. 4-19). 

Ele próprio se identificou com os pecados do povo, reconhecendo como justos os castigos divinos, porque, realmente, o povo de Deus havia rejeitado Seus conselhos.

Reconhecendo que Deus tinha de agir e não podia ignorar o pecado, e reconhecendo que tinham sido ridicularizados diante das outras nações, com o coração quebrantado ele implora ao Senhor para que reverta a situação (vv. 14-19). 

Enquanto Daniel orava, Gabriel se postou diante dele e diz a Daniel que o Senhor o havia enviado para ajudá-lo (vv. 21-23) a compreender a visão que tivera dos 2300 anos. 

Gabriel lhe diz que haveria um decreto para a restauração e reconstrução de Jerusalém (de fato promulgado por Artaxerxes no sétimo ano de Esdras, em 457 aC) marcando o início do período de 2300 anos. Destes 2300 anos, 70 semanas proféticas ou 490 anos literais seriam separadas para o povo judeu e Jerusalém (v. 24). “Era o período para que o povo de Deus resolvesse os problemas de faltas morais que lhe contaminaram ao longo de sua história como nação. Isto se concretizaria através do Messias”. (Andrews Study Bible). 

No começo da última das 70 semanas, a 69ª, viria o Messias, ou o “Ungido” (v. 25). De fato, Cristo foi batizado por João e ungido pelo Espírito Santo em 27 dC, exatamente 69 semanas proféticas ou 483 anos depois da emissão do decreto! Daniel ouviu ainda, com surpresa, (v. 26) que o Messias seria morto no meio da última das 70 semanas (v. 27) e que Jerusalém e o templo seriam novamente destruídos, o que realmente aconteceu sob os romanos, em 70 dC. E, ainda, que haveriam guerras, conflitos e dificuldades até o fim, que viria com a violência de uma inundação (v. 26).

Enquanto Daniel estava preocupado com o fim dos 70 anos de cativeiro da Jerusalém literal, Deus apresenta ao profeta um quadro mais amplo da vinda do Messias, trazendo libertação do pecado para toda a raça humana. Esta extraordinária profecia a qual se cumpriu com precisão no batismo e morte de Jesus nos mostra que Deus está no controle da história e tem o futuro daqueles que o amam em Suas mãos.

Querido Deus,
Muito obrigado por nos revelares que estás no controle da história. Nos momentos difíceis que todos passamos, ajuda-nos a lembrar que o Messias já triunfou e por isso podemos descansar. Aceitamos a salvação gratuita oferecida através de Cristo e amorosamente desejamos seguir as Tuas orientações. Amém.

Koot van Wyk,
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 9 

Comentário em áudio 

Programas TV Daniel

 

Datas dos principais eventos do cumprimento da profecia de Daniel 9:

457 aC: Início das 70 semanas (490 anos) [e também dos 2300 dias/anos]. Definido pela ordem de restaurar e reconstruir Jerusalém (9:25) emitido pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reino (Esdras 7:11-26).

27 dC: Fim das 69 semanas (483) preditas para a chegada do Messias, o Príncipe (9:25) e início da última semana. Completadas no 15º dia do reinado de Tibério César quando Jesus foi batizado e começou Seu ministério (Lucas 3:1, 21).

31 dC: Metade da última semana das 70 semanas (490 anos). Após as 3 1/2 semanas de Seu ministério terrestre, a morte de Cristo confirmou um concerto em benefício de todos.

34 dC: Fim das 70 semanas (490 anos). Marcado pelo martírio de Estêvão e a perseguição que expulsou os cristãos da Judéia, espalhando, portanto, o evangelho aos gentios.

1844 dC: Fim dos 2.300 dias (2.300 anos). Marcado pelo início da purificação do santuário celestial e o julgamento dos últimos dias.

Fonte: Andrews Study Bible.

 

 

Comentário pastor Heber sobre Daniel 9

A oração dirigida a Deus nunca é em vão. Somente por meio da oração sincera se obtêm discernimento espiritual do Céu. Estudo da Bíblica, oração, jejum e intercessão são passos que devem ser dados por quem almeja obter preciosas respostas de Deus.

Este capítulo pode ser assim dividido:
1. Daniel estuda a Bíblia, jejua e ora (vs. 1-19);
2. Deus dá a resposta à oração suplicante (vs. 20-27).

Ao estudar a Bíblia, podemos, como Daniel, nos deparar com assuntos que não entendemos, ou mesmo duvidamos. Ao estudar as profecias do cativeiro, previsto para terminar em 70 anos (Jeremias 29:10-14), Daniel se pôs a orar, era preciso. O profeta não entende tudo sobre Bíblia, o dom de profecia não torna ninguém onisciente e infalível. Por isso, o profeta precisa orar como nós!

Toda pessoa que se dedica a estudar a Bíblia a fundo se torna dedicada na intercessão pelo perdido. E, Deus responde! A resposta de Deus foi profética, uma revelação esplendorosa sobre o grande Libertador, não do cativeiro, mas do pecado. Observe:
1. O Messias viria fazer expiação pelo pecado para justificar o pecador (v. 24)
2. O Messias seria o Ungido de Deus, o Príncipe do Céu (v. 25)
3. O Messias seria rejeitado por aqueles que amam o pecado, por isso seria morto (v. 26)
4. O Messias alcançaria Seus propósitos cumprindo a profecia (v. 27)

Impressionante, cerca de 500 anos antes, a profecia revelou detalhes da vinda do Messias. Além disso, tem mais:
1. As setenta semanas têm um ponto de partida (457 a.C.)
2. As setenta semanas se dividem em três períodos: 
a) Sete semanas
b) Sessenta e duas semanas
c) Uma semana
3. A última semana se divide ao meio

Sendo que 70 semanas vezes 7 dias são 490 dias, e, que, profeticamente cada dia equivale a um ano, então temos 490 anos de história. Este período começa em 457 a.C e termina em 34 d.C. Sendo, a última semana, 7 anos, a mais importante:

1. No começo, Jesus é ungido/batizado (27 d.C).
2. 3 ½ anos depois, Ele foi crucificado (31 d.C)
3. Mais 3 ½ Estevão foi apedrejado (34 d.C)

Deus previu todos os detalhes. Aceite Seu plano de salvação! Aceite Jesus!

Simplifiquei para você entender! – Heber Toth Armi.



Ezequiel 48 by jquimelli

Comentário devocional:

Enquanto o capítulo anterior descreve os limites gerais do novo Israel, o capítulo 48 fornece os detalhes de como a terra deve ser repartida entre as 12 tribos. Devemos notar que são destinadas terras para todas as tribos. As tribos do reino do norte, que havia deixado de existir desde a conquista assíria, obtém suas terras de volta. Todas as tribos tem um novo recomeço. No centro do território, há uma porção especial ou sagrada da terra. Esta área do meio contém o Templo em seu centro com um lugar em torno dele para os sacerdotes e levitas. O território atribuído ao príncipe ladeia esta porção. Para os israelitas, essa parte de sua terra era o centro de sua vida. E nós, temos colocado Deus no centro da nossa vida?

A nova cidade na área central terá 12 portões cada uma com o nome de uma das 12 tribos, semelhante à cidade santa descrita no livro de Apocalipse 21:12. Ezequiel culmina sua descrição com a revelação do nome da cidade. É de se esperar que seja “Nova Jerusalém”, mas não é. Ela é chamada: “o Senhor está aqui.” O tema do livro diz respeito à presença de Deus. No início do livro de Ezequiel, o pecado de Israel leva a presença de Deus para longe e traz o juízo. Agora Deus revela através de Ezequiel que Ele voltará para a Sua cidade e Seu templo restaurados e Sua presença trará todos os tipos de bênçãos.

Como é apropriado chamar a cidade restaurada de “Yahweh está lá”! Na verdade, esta afirmação é o tema de toda a Bíblia. Em Gênesis, o pecado de Adão e Eva nos separou de Deus. O resto da Bíblia mostra Deus em ação para restaurar a Sua presença entre nós. Isso culmina no livro do Apocalipse, quando Deus declara que Ele estará conosco novamente (Apocalipse 21: 3). Todos os crentes podem esperar viver nessa cidade maravilhosa restaurada agraciados pela presença eterna de Deus.

Jon Dybdahl

Universidade Walla Walla Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/48/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 48 

Comentário em áudio 

 

Comentários selecionados:

A terra a ser distribuída é dividida em 13 faixas iguais e paralelas: uma porção para cada tribo e uma porção sagrada ao centro, com o Novo Templo e a Nova Cidade. Sete tribos ficam acima da porção sagrada e cinco abaixo dela. A descrição da localização de cada tribo vai de Dã até Gade, do norte até o sul. … A Nova Terra Santa se estenderia desde a região de Hamate acima de Tiro e Sidom ao norte, até o Ribeiro [wadi, rio sazonal] do Egito, ao sul. E do rio Jordão (incluindo o mar da Galiléia e o mar Morto), que formaria a fronteira leste, até o mar Mediterrâneo como a fronteira oeste. Andrews Study Bible

1 nome das tribos. Este capítulo descreve a distribuição da terra e termina com uma descrição do tamanho da cidade e de seus portões. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 814.

7 Judá. Recebeu o lugar do maior prestígio, fazendo fronteira com a porção sagrada (v. 8), porque a promessa messiânica fora dada à tribo dele (Gn 49.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Um lado [o norte] do território de Israel tem sete tribos porque o outro lado, com cinco tribos (23-29) tem de caber num espaço menor. Isto acontece porque Jerusalém, a sede espiritual do novo Israel, não está no meio do país, mas sim bem no sul. Entre as doze tribos … [existe uma faixa de 25.000 côvados, no centro do qual existe um quadrado de] 25.000 por 25.000 côvados, um quadrado perfeito que, tendo o templo bem no centro, se divide entre os sacerdotes, os levitas e a cidade Santa. O resto do espaço que ficou [a leste e a oeste] da área retangular de Israel pertence ao príncipe, cujo território se estende ao mar Morto de um lado, e ao Mediterrâneo do outro lado, tendo assim uma “fatia” igual às doze tribos (cede, porém, a parte central ao templo com seus arrabaldes). Bíblia Shedd.

14 não a venderão [a terra]. Como era do Senhor, não devia ser objeto de comércio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 uso civil da cidade. O território dos sacerdotes e dos levitas mediria, cada um, 10 mil côvados de norte a sul, o que deixava para a cidade 5 mil côvados de toda a “porção santa” ao sul da área dos sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 814.

A Nova Cidade se localizaria ao centro da faixa mais ao sul da “porção sagrada”, portanto separada do Novo Templo. Andrews Study Bible.

19 de todas as tribos de Israel. O distrito sagrado era propriedade da nação, e não o domínio particular do príncipe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 do príncipe. A faixa de terra que restava a leste e oeste da “porção santa” seria para o príncipe. CBASD, vol. 4, p. 814.

30 as saídas. O tabernáculo no deserto tinha uma ordem fixa para a disposição das tribos ao redor dele, três portas de cada lado, uma para cada tribo, Ap 21.12-14. Assim se vê como as disposições da Bíblia não falham: apontam em primeiro lugar para as coisas visíveis na terra, e refletem as coisas eternas no céu. Bíblia Shedd.

 35 a cidade. A cidade da nova Terra, a nova Jerusalém, que João viu descer do Céu da parte de Deus (Ap 21), mostra notáveis semelhanças com a cidade da visão de Ezequiel. Este [Ezequiel] descreve a cidade que poderia ter sido; João, a que será. … A nova Jerusalém, cujos habitantes são remidos de toda nação, tribo, língua e povo, é apresentada com o nome das 12 tribos inscritos em suas portas. Segundo a figura bíblica, os remidos, não importa a que etnia pertençam, são representados como fazendo parte de uma das 12 tribos (Rm 9-11; Gl 3:29). CBASD, vol. 4, p. 814.

o Senhor está ali. Em hebraico: Iavé-Shama, possível jogo de palavras com Yerushalayim, que é “Jerusalém”, em hebraico. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A história do Êxodo se encerra com a promessa da presença real de Deus ao lado de Seus fiéis (Êx 40.38). O evangelho encerra-se com a vocação missionária acompanhada pela promessa da presença real de Jesus (Mt 28.18-20). A visão da história da Igreja e do mundo até a consumação final encerra-se com a promessa da Segunda Vinda de Cristo (Ap 22.2). A profecia de Ezequiel, cheia de preceitos e promessas, contendo a chave da história dos impérios da época, e apontando na direção da santificação total do povo de Deus, apresenta, como soma total das suas visões, a promessa da comunhão dos crentes com Deus. Bíblia Shedd.

O livro de Ezequiel se inicia com a visão da santidade de Deus que se aproxima e se torna presente em Jerusalém e no templo (1:4, 28; 8:1-4). Após emitir o julgamento sobre o Seu povo, o templo e Jerusalém (cap. 8-11), o Senhor deixa o templo e Jerusalém (8:6; 10:18; 11-23-24), mas estava com Seu povo na Babilônia. Na seção final do livro, o Senhor retorna ao Novo Templo (43:3-5) e permanece na Nova Capital e na Nova terra para Sempre. Andrews Study Bible.

Não é sabido se Ezequiel viveu para ver alguns de seus compatriotas retornarem após o generoso decreto do rei persa. Se soubesse que seus escritos seriam preservados no cânon sagrado, ele teria extraído conforto do fato de que alguma geração futura poderia se beneficiar da mensagem que seus companheiros de cativeiro haviam desprezado.

O desafio agora é para a igreja. O novo Israel de Deus está prestes a entrar numa terra muito mais gloriosa do que aquela oferecida à geração de Ezequiel. Mas essa entrada também se baseia em certos pré-requisitos. Tem havido demora, e o povo de Deus precisa cumprir as condições necessárias. Desta vez, contudo, não pode haver um adiamento indefinido, pois a restauração não será mais nacional, mas individual. Quando o momento chegar, Deus ajuntará, de todas as terras, aqueles que pessoalmente se prepararam. Eles herdarão as ricas promessas e habitarão na cidade prefigurada na profecia de Ezequiel e divinamente denominada “O Senhor Está Ali”. CBASD, vol. 4, p. 815.



Isaías 60 by jquimelli
25 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Israel, prosperidade | Tags: , ,

Comentário devocional:

Como um magnífico nascer do sol, um novo dia iria amanhecer para o povo redimido de Deus depois de uma noite de terrível escuridão. O exílio babilônico levaria o povo de Deus a um dos pontos mais baixos em sua experiência como a nação escolhida. Eles se sentiriam totalmente abandonados por Deus (v.15) e desprezados pelas nações, cobertos, por assim dizer, por uma espessa mortalha negra. Muitos anos antes deste desastre finalmente acontecer, Deus enviou ao Seu povo uma mensagem que iria fazer brilhar uma luz no fim do túnel. Como o nosso Deus é gracioso em fazer isso!

Em capítulos anteriores de Isaías encontramos a promessa de Deus de que Ele iria levantar um “messias”, Ciro da Pérsia, para livrá-los do cativeiro físico. Muito mais importante, porém, Ele lhes promete que o Messias há muito esperado os livraria do cativeiro moral, da escuridão espiritual de sua cegueira, rebelião e idolatria. O Servo Sofredor consertaria o relacionamento quebrado deles com Deus. Verdadeiramente a glória do Senhor se levantaria sobre eles com a cura em Suas asas.

Por ocasião da criação, quando as trevas cobriam a terra, após a ordem divina: “Haja luz!”, um novo mundo começou a surgir. De modo semelhante, a obra salvadora do Messias traria a promessa de um “novo céu e uma nova terra”. Os fundamentos do Reino de Deus seriam postos.

O batimento cardíaco do novo reino será a adoração. Deus expressa Sua esperança de que o remanescente, ao retornar, seja um testemunho vivo das bênçãos de viver em harmonia com Deus. Isaías descreve a “vida abundante” que eles teriam por serem uma nação governada por Deus e obediente a Sua Lei de Amor. Seria um tempo de prosperidade, saúde e alegria tão convincentes que nações e reinos afluiriam para lá a fim de tributarem honra ao Senhor Deus, o Santo de Israel.

Jerusalém seria uma cidade de paz e louvor, de justiça e retidão; uma cidade cujas “portas permanecerão abertas; jamais serão fechadas, dia e noite” (v. 11 NVI). Tristeza e alienação não mais existiriam (v. 15, 20). Não haveria necessidade de sol nem de lua, porque Deus seria sua luz eterna, a sua glória eterna (v. 19). O universo inteiro seria parte deste poderoso e maravilhoso Reino.

A visão deixa claro que nenhuma falha humana impedirá  os propósitos finais de Deus, tanto para este planeta quanto para o universo. Qualquer indivíduo ou comunidade que aceita a redenção de Deus se retira das trevas para a aurora gloriosa da Verdade de Deus. Para eles, o Reino de Deus chegou (60:1)! Eles desfrutarão da “vida abundante” prometida por Jesus (João 10:10).

Cheios da presença da “Luz do Mundo”, levantar-se-ão e brilharão, como luzes neste mundo escuro (Mt 5:14,15). Serão como brotos plantados por Deus para manifestação da Sua glória (v. 21b).

Neste assunto não existem dúvidas. Tão certo como o grande “Eu Sou” existe, isso de fato acontecerá … mas , “na hora certa” (v. 22 b NVI)!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/60/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 60 



Isaías 54 by Jobson Santos
19 de abril de 2014, 0:01
Filed under: Israel, prosperidade | Tags: , , , , , ,
Comentário devocional:
O resultado do ministério salvador de Jesus mencionado em Isaías 53 é visto neste capítulo e no próximo. Neste capítulo, Deus fala àqueles que o conhecem; no próximo, àqueles que não o conhecem.
A linguagem em Isaías 54 é simplesmente linda. Deus é o nosso Criador, Redentor, Marido, e Professor. Mas a linguagem predominante é de Deus como nosso amoroso marido. Veja a riqueza do versículo 5, por exemplo: “Pois o seu Criador é o seu marido”. Ele não é qualquer um, Ele é o Criador do universo! Ele é aquele que lhe formou e lhe criou. Este é o seu marido! Seu nome é “o Senhor dos Exércitos”. Em algumas culturas, quando uma mulher se casa ela passa a ter o sobrenome do marido. Você gostaria de ter o sobrenome “de Deus” no seu nome?
Há mais verdades lindas nesse capítulo. Deus não nos convidou para sermos sua esposa por causa da nossa beleza, talento ou inteligência. Quando Ele nos encontrou eramos como “uma mulher abandonada e aflita de espírito”, ou ainda, como “uma mulher que se casou nova apenas para ser rejeitada” (v. 6, NVI). E depois que Ele nos tomou como esposa, ​​não desempenhamos o papel mais importante que se esperava de uma mulher na época. “Ó estéril… você que nunca esteve em trabalho de parto ” (v.1, NVI). Nos tempos bíblicos, não havia maior desgraça para uma mulher do que não ser capaz de gerar filhos para seu marido. E, no entanto, diz Isaías, o Senhor ainda nos amou. Nós não somos como uma mulher desamparada! Somos amados por nosso Deus!
É por isso que o profeta diz: “Cante, ó estéril… irrompa em canto, grite de alegria” (v. 1, NVI) . Cante alegremente, porque você, que não podia engravidar, vai ter mais filhos do que aquela que teve muitos. Você terá que ampliar a sua tenda para ter espaço para eles (v. 2), e “seus descendentes desapossarão nações e se instalarão em suas cidades abandonadas” (v. 3, NVI) . “Você esquecerá a vergonha de sua juventude” (a experiência de Israel no deserto) “e não se lembrará mais da humilhação de sua viuvez” (seu exílio para a Babilônia) (v. 4, NVI).
Quando Deus disse: “Por um breve instante eu a abandonei” Ele se referia ao cativeiro Babilonico. Entretanto, contrabalançando qualquer dor que Ele tenha permitido para o bem de seu povo, a promessa de Deus é clara: “com profunda compaixão eu a trarei de volta… com bondade eterna terei compaixão de você” (vv. 7-8, NVI). As montanhas podem desaparecer, mas “a minha fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de paz” (v. 10, NVI).
Deus assegura a Israel, sua esposa, que em vez de guerra, pedras preciosas irão rodeá-la, e os seus filhos serão ensinados diretamente por Ele, o Senhor (vv.12-13). “Nenhuma arma forjada contra você prevalecerá”, pois “esta é a herança dos servos do Senhor”  (v. 17, NVI).
Deus tinha grandes planos para o Israel pós-exílico, mas depois do cativeiro babilônico eles tornaram-se hipócritas e teimosos e assim impediram que os planos de Deus se cumprissem para eles como nação.
As promessas desse capítulo também nos pertencem. Promessas de prosperidade, proteção, paz e alegria. Permaneçamos fiéis ao nosso Marido, Jesus e recebamos tudo o que Ele tem planejado para nós nesta vida e na eternidade! 


Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/54/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 54 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-54/

 



II Crônicas 11 – comentários bíblicos by jquimelli
29 de abril de 2013, 6:49
Filed under: obediência, prosperidade

1-23 O cap. 11 ressalta as recompensas pela obediência ao mandamento de Deus (v. 1-4): Roboão desfruta de prosperidade e poder (v. 5-12), de apoio popular (v. 13-17) e de uma descendência (18-23). O cap. 12 mostra o inverso: A desobediência leva ao castigo (Bíblia de Estudo NVI Vida).

1 A insensatez de Roboão dividiu o seu reino e ele tentou reuni-lo novamente pela força.A verdadeira unida, entretanto, não pode ser forçada – ela deve ser a resposta de corações dispostos. Se você deseja a lealdade de empregados, crianças ou qualquer outro a seu encargo, ganhe seus respeitos através do amor ao invés de tentar ganhar suas submissões através da força (Life Application Study Bible Kingsway).

lutar contra Israel. O autor de Crônicas omite o relatório da escolha de Jeroboão como rei de Israel (Andrews Study Bible).

4 Eu é que fiz isso. É claro que não era vontade de Deus que o reino de Davi fosse dividido em duas monarquias. A vontade divina era que os israelitas andassem em Seus caminhos e caminhassem a crescer até que, por seus esforços missionários, tivessem proclamado Seu nome por toda a Terra. Mas, quando os israelitas andaram em seus róprios caminhos e abandonaram o Senhor, Sua mão protetora foi retirada e forças separatistas inevitavelmente entraram em ação (CBASD, vol. 3, p. 246,247).

Por que Deus apoiaria esta rebelião? Era parte da punição às nações por terem se desviado de Deus (1 Rs 11:11). Era também um modo de Deus salvar o pequeno reino de Roboão da derrota. Agindo assim, Deus preservou a linhagem de Davi e manteve intacto o Seu plano para o Messias ser um descendente de Davi (ver 2 Sm 7:16). Quando vemos divisão, especialmente em uma igreja que se divide, tentamos imaginar o que Deus poderia nos ter feito. Deus deseja unidade, mas enquanto devamos sempre trabalhar pela reconciliação, devemos reconhecer que somente Deus conhece o futuro. Ele pode permitir uma divisão para alcançar seus propósitos maiores (Life Application Study Bible Kingsway).

5-10 Essa lista de cidades não se acha em Reis. Roboão fortificou suas fronteiras do leste, do oeste e do sul, mas não do norte, talvez como demonstração da sua esperança da reunificação dos reinos, e como reação à ameaça da invasão da parte do Egito (Bíblia de Estudo NVI Vida).

10 Hebrom. A cidade mais importante na Judá central, aonde os patriarcas foram enterrados e onde Davi reinou por sete anos (Andrews Study Bible).

13-17 O cronista toma por certo que seus leitores estão familiarizados com 1Rs 12.26-33. Essa matéria é exclusividade de Crônicas e reflete o interesse do autor tanto pelo templo com seus funcionários, bem como por demonstrar que o reino de Judá era o remanescente de todo o Israel (Bíblia de Estudo NVI Vida).

15 Ídolos … em forma de bodes e bezerros. O relato em Reis menciona somente os bezerros de ouro (quanto à adoração aos ídolos de bodes ou de sátiros, v. Lv. 17.7) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Jeroboão constituiu seus próprios sacerdotes, para sua própria religião, importada do Egito, com adoração de sátiros, ídolos em forma de bode semi-humano, também chamados “demônios” (Lv 17.7) e “bodes” (Lv 4.24, 9.15). O rito que os acompanhava, assim como o rito egípcio dos bezerros, era degradante e imoral (Bíblia Shedd).

para os sátiros. As versões ACF, ARC e NTLH traduzem a palavra como “demônios”. deus considera a vil adoração aos ídolos como sendo adoração a demônios (ver Dt 32:17; Sl 106:37, 38; 1Co 10:20) (CBASD, vol. 3, p. 248).
foram a Jerusalém. Essas pessoas se mudaram para Judá. Seu propósito ao sair de Israel e ir para Judá era ter oportunidade de adorar em Jerusalém. A política de Jeroboão era impedir visitas a jerusalém para propósitos de adoração. No tempo de Asa houve novamente uma migração de adoradores fiéis de Yahweh para o reino do sul (2Cr 15.9) (CBASD, vol. 3, p. 248).

16Estas pessoas obedeceram a Deus ao invés de Jeroboão. Pelas suas ações, eles preservaram sua integridade e o fortalecimento do reino do sul. No futuro, a maioria do povo do norte seguiria os perversos desígnios dos reis, tentando conseguir benefícios pela cooperação. Não siga o seu exemplo racionalizando o abandono dos ensinos de Deus para tentar conseguir recompensas terrenas (Life Application Study Bible Kingsway).

18 Jerimote. Não consta entre os filhos legítimos de Davi (1 Cr 3.1-8; 14.4-7); deve ter sido o filho de uma concubina (Bíblia Shedd).

20 Maaca, filha de Absalão. Todas as descendentes em linha direta eram chamadas de “filha”, em heb. Essa deve ser filha de Tamar, a única de Absalão (2 Sm 14.27) (Bíblia Shedd).

21 Na concupiscência da carne, Roboão seguiu o pior exemplo de seu pai, entrando naquele caminho … que levara a nação à divisão e à desgraça (Dt 17.17) (Bíblia Shedd).

21,22 Esses versos explicam por que o filho mais velho não foi nomeado sucessor por Roboão (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Parece que Jeús (19) era o primogênito e herdeiro legítimo do trono. O amor do rei por sua esposa Maaca levou-o a deixar sua indulgência aos favoritos violar a Lei de Moisés (Dt 21.15-17) (Bíblia Shedd).

23 procedeu prudentemente. Dispersando seus filhos por toda a Judá, onde sem dúvida ocuparam posições de responsabilidade e desenvolveram interesses locais além dos do trono, Roboão sabiamente promoveu os interesses do reino (CBASD, vol. 3, p. 248).




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