Reavivados por Sua Palavra


Isaías 16 by Jeferson Quimelli
12 de março de 2014, 2:32
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Comentário devocional:

Isaías tem mais a dizer sobre a punição que Deus traria aos moabitas, além do já mencionado no capítulo 15.  Informação adicional sobre este período em que os assírios causaram grande destruição é encontrada em 2 Reis 17 a 19, quando Oséias reinava em Samaria, o Reino do Norte de Israel, e Ezequias reinava sobre Judá, o reino do sul. 

Deus, ao trazer julgamentos sobre Moabe, condena seu orgulho e arrogância (v. 6). 

Quando Isaías menciona a palavra “destruidor ” (v. 4), ele não pensa somente nos assírios, ele a utiliza num contexto mais amplo do que daquele momento histórico. Ele tem em mente a Satanás e seus ajudantes, os impérios do mundo a quem ele usa. 

Isaías nessa visão olha para o futuro e vê que “o opressor terá fim” (v. 4b). Ele vê que um juiz se assentaria no trono em busca de justiça e retidão (v. 5). Este é Jesus Cristo, o filho de Davi, o Messias. E além de assentar-se no trono que se baseia na verdade, também seria nosso advogado no Céu, buscando e fazendo justiça.

No verso 7 Isaías se volta para os juízos de Deus contra Moabe e para a agitação causada por Satanás entre as nações. Enquanto Isaías explica a punição de Moabe, que não teria mais colheitas nem mais cantos alegres (v. 7-8), mais uma vez ele olha para além das duras realidades deste mundo e enxerga as realidades do céu: o coração de Deus está sofrendo e Ele chora: “Pelo que prantearei … regarte-ei com as minhas lágrimas” (v. 9 ARA) porque “foram-se a alegria e a exultação” (v.10 NVI). Enquanto Satanás exulta com a destruição causada por ele, Deus lamenta pelo sofrimento dos impenintentes (v. 11). Esse é o Deus a quem servimos, um Deus amoroso que lamenta qualquer escolha errada, seja de pessoas do seu povo ou de outros povos. 

A razão para toda essa triste realidade ao tempo de Isaías são os lugares altos para onde as pessoas iam adorar seus ídolos ao mesmo tempo em que ia ao santuário buscar a Deus em oração (v. 12). Deus, através de Isaías, diz que “o esplendor de Moabe e toda a sua grande população serão desprezados” (v. 14a NVI). Isto aconteceu quando o comandante do exército assírio veio para Ashdod e a tomou. Apenas um pequeno e fraco remanescente de Moabe seria deixado (verso 14b).

Querido Deus,
Moabe trouxe punição severa sobre si mesmo pelo seu orgulho e ódio e por causa de seu coração dividido. Senhor, ajuda-nos a enxergarmos como o Seu coração chora e derrama lágrimas por nossa causa, ao desejar e buscar nossa pureza e entrega completas. Que o Seu amor nos motive a isso. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/16/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 16 



Isaías 15 by Jeferson Quimelli
11 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional

Neste capítulo, Isaías explica outra visão a ele dada por Deus, que descreve o “julgamento executivo” de Deus contra as cidades de Moabe. Sabemos que esses desastres contra os moabitas foram planejados por Deus para puni-los por aquilo que tinha feito contra Israel (verso 9). Os moabitas eram descendentes da filha primogênita de Ló, que gerou um filho de seu pai (Gên. 19:37), e seduziram os israelitas à idolatria.

Em hebraico, a língua original, os versos deste capítulo são divididos em porções cujas letras iniciais ou palavras são escolhidas a fim de dar um equilíbrio rítmico à descrição inteira. É como se fosse uma poesia cuidadosamente planejada.

Isaías menciona as várias cidades ou lugares a serem disciplinados (versículos 1a- 4d). Essas cidades e lugares se estendem desde o “chifre” do Mar Morto , no lado oriental da Estrada dos Reis, e, em seguida, para o norte e para oeste, onde hoje se situa a Jordânia. Moabe grita de desespero “e o coração deles treme” (v. 4b).

Na parte final do capítulo, mais lugares e cidades próximos ao sul do Mar Morto são nomeados, além de outros de localização incerta, provavelmente mais para sul da Rodovia Real (v. 5d). A triste descrição é a de um lugar desolado, cuja grama murchou, sem nada verde (v. 6b- c), e cuja comida armazenada foi levada (v. 7b). Um grito de angústia passou por toda a Moabe. As ações punitivas de Deus são evidentes e o sofrimento humano é enorme. No versículo 9b o Senhor diz que um leão atacaria àqueles que escapassem.

Bem no meio de todo o “poema” existe uma frase excepcional e tocante que mostra a dor do coração de Deus ao punir Moabe, trazendo nova e mais abrangente perspectiva a esta grave tragédia: “O meu coração clama por causa de Moabe!” (v. 5a NVI). 

Independente dos desastres terem sido trazidos pelo próprio Deus ou por outras nações, uma coisa é clara: Deus está punindo e Seu coração está em dor. É Deus do céu que sofre emocionalmente por conta do sofrimento das pessoas causado pelos seus próprios atos de idolatria ao seguirem os enganos de Satanás.

Querido Deus,
Moabe e seu povo eram adoradores de ídolos e se recusaram a Te reconhecer como o Criador do mundo e sofreram as consequências de seus atos. Ajuda-nos a não adorar aos ídolos de hoje, sejam eles quais forem, e a não perder a correta perspectiva bíblica. Especialmente nesta época em que as pessoas enfatizam a aceitação de práticas pecaminosas como o único caminho certo, ajuda-nos a permanecermos fiéis a Ti, Senhor. Amém. 

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/15/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 15 



Isaías 14 by Jeferson Quimelli
10 de março de 2014, 1:52
Filed under: acontecimentos finais, Justiça | Tags: ,

Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia. A ênfase deste poema está na fidelidade de Deus e no cumprimento de Sua promessa de dar descanso ao Seu povo. De acordo com os versos 1-3 quando fosse liberto do cativeiro, o povo de Israel zombaria de seu opressor.

Isaías 14 pode ser visto como uma canção da vitória de Deus sobre o mal. O Senhor prometeu dar descanso ao Seu povo destruindo o rei da Babilônia (v. 4-6). Ele próprio entra na batalha para alcançar Seus propósitos. Então a terra exulta em cânticos (v.7).

Os traços de caráter do rei da Babilônia são tão similares aos de Satanás que é legítima uma identificação entre os dois (v. 12-14). Orgulho e egoísmo foram demonstrados por Satanás no Céu e duplicados na terra de forma notável pelo monarca babilônico.

A Assíria e a Filístia seguiram os passos de Satanás. A causa da verdade enfrentou muito inimigos ao longo dos séculos. Mas os dias dos que se opõem a Deus estão contados (v. 15).

Agora mesmo você pode estar sofrendo sob opressão e injustiça (v. 32). Não desista! Deus promete lhe erguer e libertar. Confie nEle e experimente vitórias espirituais hoje.

Pr Diego Stingelin
Curitiba, Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14, https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



Isaías 13 by Jeferson Quimelli
9 de março de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Isaías recebeu do Senhor uma visão da queda de Babilônia que foi derrubada pelos medos e persas sob Ciro em 538 aC. Esta visão foi dada pelo Senhor, como podemos ver no versículo 19, que diz: ” Babilônia, a jóia dos reinos, … será destruída por Deus, à semelhança de Sodoma e Gomorra” (NVI). Imagens vívidas brilharam diante dos olhos de Isaías e ele percebeu que sua audiência poderia confundir esses eventos com a vinda do Senhor no fim dos tempos. Ele queria tornar distintos estes dois eventos mas ele discorre sobre ambos.

Sabemos do sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, que o mundo e seus reinos chegarão ao seu fim quando a Pedra atingir os pés da imagem. Os anjos são os instrumentos de indignação de Deus para destruir a terra (Is 13:5). Isto não se aplica somente à Babilônia ou ao território entre os dois grandes rios [Mesopotâmia], mas, sim, a toda a terra. “Chorem, pois o dia do Senhor está perto; virá como destruição” (v. 6). “Castigarei o mundo por causa da sua maldade” (v. 11) – não apenas os babilônios, mas o mundo inteiro. “Por isso farei o céu tremer, e a terra se moverá do seu lugar … no dia do furor da sua ira.” (v. 13).

Então Isaías pinta em detalhes um quadro da queda de Babilônia (v. 17-22). O Senhor diz a Isaías, cerca de 163 anos antes, que Babilônia seria derrubada pelos medos e os persas. Deus colocou limites aos reinos da terra desde o império Assírio nos dias de Isaías até a Segunda Vinda. A queda de Babilônia seria tão completa que ninguém mais a habitaria, nem mesmo os animais e os pássaros. “O tempo dela está terminando, e os seus dias não serão prolongados. Seu tempo está prestes a vir e os seus dias não se prolongarão” (v. 22).

Querido Deus,
Concede-nos a perspectiva de Isaías para que estejamos sempre seguros da Tua vitória final. Amém. 

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original: Isaías 13 



Isaías 12 by Jeferson Quimelli
8 de março de 2014, 0:00
Filed under: adoração | Tags: , ,

Comentário devocional:

Isaías 12 começa dizendo: “Naquele dia …”

Que dia? O dia seguinte após o Senhor ter resgatado o “remanescente do Seu povo ” (Isaías 11:16). Em Daniel 12:1-3, temos: “Naquela ocasião Miguel, o grande príncipe que protege o seu povo, se levantará. … Mas naquela ocasião o seu povo, todo aquele cujo nome está escrito no livro, será liberto. Multidões que dormem no pó da terra acordarão … reluzirão como o fulgor do céu … serão como as estrelas, para todo o sempre” (NVI).

É esta nota de triunfo e júbilo que Isaías destaca neste capítulo. Diversos paralelos podem ser vistos entre Isaías 12 e o Salmo 46. Aqui o autor fala: “o Senhor [Jesus] é a minha força e o meu cântico” (v. 2b NVI). De modo similar, no Salmo 46, o Senhor é descrito como um “castelo forte”.

Isaías canta aqui a canção do Cordeiro “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”. (Apoc. 7:10 NVI). Isaías viu os santos tirando “água das fontes da salvação” (v. 3a NVI)”. Eles próprios serão “como árvore plantada à beira de águas correntes” ( Salmo 1:3).  O Senhor “os guiará às fontes de água viva” (Apoc. 7:17). “Naquele dia” [dia da Segunda Vinda do Senhor] louvaremos ao Senhor (v. 4a) expressando as palavras de Apoc. 7:12: “ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre” (NVI). As profecias indicam que toda língua confessará que Cristo é o Senhor (Rom. 14:11).

O Senhor é digno de ser louvado através de cânticos “pois ele tem feito coisas gloriosas” (v. 5a), como a criação, a salvação, a recriação, que devem ser “conhecidas em todo o mundo” (v. 5b).

Esta cena de Isaías não está ligada ao Israel físico em nenhum momento de sua história passada, presente ou futura. Ela acontece na eternidade, após o fim da História: “Gritem bem alto e cantem de alegria, habitantes de Sião, pois grande é o Santo de Israel.” (v. 6 NVI).

Sião é a Sião celestial, a Nova Jerusalém Celestial, onde os santos serão protegidos pela presença de Deus que será para eles um “Castelo Forte”. O Messias Guerreiro sairá desta Sião para lutar contra o mal na batalha para sua erradicação definitiva, no Dia do Senhor.

O Salmo 46 expressa o júbilo com o qual os santos exaltarão ao Messias Guerreiro quando este tiver obtido a vitória contra Satanás. Expressões como “o Senhor dos Exércitos está conosco”, (encontrado no relato paralelo do Salmo 46:11a) e “grande é o Santo de Israel” (12:6b) farão parte das exclamações dos redimidos.

Querido Deus,

Permita-nos participar das festividades de exaltação a Jesus. Queremos vê-Lo entrar pelas portas de Sião, como o Messias Guerreiro, e cantar a plenos pulmões: “Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre” (Salmo 46:7,9). Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 12 



Isaías 11 by Jeferson Quimelli
7 de março de 2014, 0:00
Filed under: restauração | Tags:

Comentário devocional:

O versículo 1 começa com uma referência ao “tronco de Jessé” e um ramo crescendo “das suas raízes” (ARA e NVI). Jesus Se identificou como sendo “a Raiz e o Descendente de Davi” (Apoc. 22:16 NVI). Esta é uma descrição do reinado futuro de Cristo como um rei justo, que cumpriria a promessa feita a Davi de que seu trono seria estabelecido para sempre (II Sam. 7:13).

Isaías diz que a “Raiz de Jessé” “será como uma bandeira para os povos” (v.10 NVI). Podemos ver a cruz de Jesus como a bandeira de Deus na luta contra o inimigo de nossas almas.

Isaías continua dizendo que a Ele “as nações buscarão” (v.10 NVI). Olhe isso à luz da mensagem do primeiro anjo para levar o evangelho “a toda nação, tribo, língua e povo” (Apoc. 14:6 NVI). ” Os grupos de missionários em terras pagãs foram comparados pelo profeta [Isaías] a bandeiras erguidas para guia dos que estão em busca da luz da verdade” (Profetas e Reis, p. 239). Louvemos a Deus pelos missionários! O Evangelho é para todos nós – judeus e gentios! 

Porém Isaías não para aqui. Os verso se encerra com: “o seu lugar de descanso será glorioso” (NVI). Em um mundo cheio de provações e dificuldades, o descanso do cristão “é encontrado somente em Cristo. Se possuímos Sua mansidão de espírito encontraremos nEle paz e alegria” (Signs of the Times, 17/12/1885, par. 2).

O plano de Deus era que quando o remanescente voltasse do cativeiro babilônico (v.11), colocaria toda a sua confianca nEle e prepararia todo o mundo para a vinda do Messias. Se assim o fizessem, Deus prometia lhes dar a paz (v. 12-16). Mas eles falharam. Aprendamos com eles e coloquemos a nossa confiança em Deus, enquanto nós, o Israel espiritual, preparamos o mundo para a Segunda Vinda.

Hoje aguardamos um “lugar” preparado para nós (João 14:2-3 ARA), onde o lobo e o cordeiro habitam pacificamente, o leopardo descansa com um cabrito e uma criança brinca ilesa com um bezerro e um leão (v.6). Imagine o leão celeste comendo grama como um boi (v.7). É um lugar onde não há medo de qualquer tipo de “dano” (v.9 ARA). Isso inclui a segurança proteção de todos os tipos de abuso e maldade. Será um lugar seguro eterno e “glorioso” para descansar e viver (v.10 NVI).

Senhor, ajuda-nos a sermos Seus dignos representantes, Suas bandeiras, Seus embaixadores. Obrigado por esse vislumbre do céu. Mantenha-nos fiéis enquanto esperamos por esse dia glorioso. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/11/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 11 



Isaías 10 by Jobson Santos
6 de março de 2014, 1:00
Filed under: Justiça | Tags: , ,
Comentário devocional:

Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro “ai” (verso 1 -2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.

O segundo “ai” ( vs 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12 -19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.

Mas como se pode dizer que a Assíria será uma ferramenta na mão de Deus para castigar o Seu povo (versos 5 -6) sendo que os Assírios não sabiam que estavam sendo usados ​​por Deus? Devido a Judá ter permitido o espírito de Satanás preenchê-los, Deus retira Sua mão protetora e autoriza a Assíria a realizar seus planos maus. A esperança ressurge com a afirmação de que um remanescente confiará no “Santo de Israel ” e será trazido de volta (v. 20-21).

Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca “dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito” (Is. 57:15).

Vemos nos juízos de Deus um objetivo misericordioso. “Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que se haviam humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os “filhos do Deus vivo” (Oséias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei” (Profetas e Reis, 150). Imagine no céu ouvir um assírio dizer a um dos remanescentes: “É por sua causa que estou aqui. Você era um prisioneiro em meu país, mas me apresentou a um Deus amoroso”. Essa foi a experiência de Naamã, comandante do exército do rei da Síria (2 Reis 5:1), o qual através do testemunho de uma jovem escrava israelita em sua casa veio a encontrar cura física e espiritual em Deus. Isso nos leva a exclamar juntamente com Paulo: “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33, NVI).

Oração: “Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém”.

 

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg

EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/10/
 
Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-10/



Isaías 9 by Jeferson Quimelli
5 de março de 2014, 0:00
Filed under: alegria | Tags: ,

Comentário devocional:

Isaías estava tomado de tristeza. A escuridão espiritual no Reino de Israel do Norte resultara no cativeiro assírio do povo que vivia em lugares como a Galiléia (v.1). No entanto, Isaías viu a chegada de um dia em que a sombra da escuridão seria substituída por “grande luz” e “alegria” (v. 2,3), quando Jesus, a “Luz do mundo” (João 8:12 ARA e NVI), honraria esses mesmos lugares com Sua presença (Mt . 4:15,16).

Então, Isaías transbordando de alegria profere as maravilhosas palavras que começam com: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado … ” (v. 6-7)!

Precisamos ouvir estas palavras, porque somos imediatamente levados de volta ao sombrio mundo de pecado ao Isaías descrever o fim do Reino do Norte – aqui identificado por Efraim e Samaria. O povo é repetidamente advertido porque não voltara para o Senhor. No entanto, a mão de amor e misericórdia de Deus “ainda está estendida” (v.12,17,21 ARA), esperando que o povo rebelde retorne para Ele. 

Isaías então profere acusações contra os governantes e os falsos profetas (v. 14-16), responsáveis por levar o povo ao erro. A parte final deste capítulo é muito bem retratada nas palavras: “No fim, o egoísmo consome a si mesmo.” (SDABC, vol. 4, p. 143). 

Nos dias de Isaías o povo passou a habitar nas trevas por rejeitar as orientações de Deus. Hoje também vemos trevas por toda a parte. Lembremo-nos, entretanto, que muito em breve uma luz irromperá sobre este mundo sombrio. Jesus voltará e devolverá a alegria plena a todos aqueles que O aceitaram como a “luz do mundo”. Ora vem Senhor Jesus! 

Obrigado, Senhor, porque ainda ofereces o “óleo da alegria” para substituir o nosso “pranto” (Is. 61:3 NVI). Por favor, enche-nos do Seu amor e usa-nos para Sua glória. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/9/

Traduzido por: JAQ/GASQ

Texto bíblico: Isaías 9 



Isaías 8 by Jeferson Quimelli
4 de março de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus

Comentário devocional:

Escolhemos chamar nosso primeiro filho de Andrew [André], o nome do discípulo que disse a seu irmão onde encontrar Jesus, o Messias (João 1:40-42). Demos à nossa filha mais velha o nome Susana, o nome de uma dos “muitos” que ajudaram a fornecer alimentos para Jesus e seus discípulos (Lucas 8:3). Demos à próxima filha o nome de Rebekah [Rebeca],  que quer dizer “Alegria”, porque ela foi uma surpresa agradável ao nascer quando já éramos maduros e porque sempre consideramos nosso casamento um milagre, tanto quanto encontrar Rebeca foi uma resposta à oração do servo de Abraão (Gênesis 24).

Isaías era filho de Amoz (Isa. 1:1, 2 Rs. 19:2). Não sabemos o nome de sua mãe. No entanto, podemos ter certeza de que seus pais hebreus estavam bem conscientes do significado do seu nome: “Yahweh salva”. Tudo o que sabemos sobre a esposa de Isaías é que ela é chamada de “profetisa” (v.2). O nome de seu primeiro filho era Sear-Jasube (Isa. 7:3), que significa “um remanescente voltará.” O nome de seu segundo filho era Maher-Salal-Hás-Baz (Isa. 8:1), “rapidamente até os despojos, agilmente até a pilhagem” (nota NVI), que significa que os assírios viriam saquear Israel e a Síria por se oporem a eles (v. 4).

Este capítulo também contém algumas promessas:
 – “Deus está conosco” (v.10), é a primeira;
 – Para aqueles que confiam no Senhor, Ele será “um santuário”, mas para aqueles que não confiam, Ele lhes será como uma “pedra de tropeço” (v.14 NVI);
 – Aqueles que esperam no Senhor ansiosamente porão a sua esperança Nele (v. 17). Mas aqueles que não dedicam o seu coração inteiramente para Cristo são vulneráveis a ser seduzido por “espíritos” (v.19), impressionados por falsas predições e emoções não fundamentadas em verdades bíblicas. A Bíblia deixa claro que os mortos não sabem nada (Ecl. 9:5-6). Isaías 8:20 enfatiza a importância de confiar inteiramente nas promessas de Deus. Vale muito memorizá-las.

Senhor, ajude-nos a Te obedecer e a depositarmos nossa confiança e nossa força somente em Ti, para que sejamos dignos de Teu nome. Por favor, reaviva-nos por Tua Palavra, e transforma-nos enquanto mantemos nossos olhos em Ti. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/8/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Isaías 8 



Isaías 7 by Jeferson Quimelli
3 de março de 2014, 0:16
Filed under: esperança | Tags:

Comentário devocional:

Acaz, o rei de Judá, preferiu fazer uma aliança com a Assíria do que confiar em Deus para proteger seu reino. Uma das consequências deste ato é que os reis de Israel e da Síria se uniram e entraram em guerra contra Acaz, buscando evitar que a Assíria conseguisse uma posição em Judá para atacá-los (v.1) e planejando colocar em Jerusalém um rei que os apoiasse (v.6). O povo de Judá tremia de medo, como árvores sob um vento forte (v.2).

A mensagem de Deus através de Isaías para Acaz e as pessoas ansiosas em Jerusalém foi: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração” (v.4 ARA). Embora esta mensagem garantisse que Judá receberia o livramento dos reis da Síria e de Israel (v. 7-9), o capítulo termina descrevendo os problemas que os assírios lhes trariam no futuro (v. 17 -25).

O texto nos mostra a falta de fé do rei Acaz (v. 9). Quando o Senhor, através do profeta, ofereceu-se para conceder ao rei um sinal de que Deus estava com ele (v. 11), este recusa. O rei estava tão desconectado de Deus que não queria ouvir o que Deus tinha a lhe falar.

Somos diferentes de Acaz? Já aprendemos a confiar no Senhor de todo o coração (Prov. 3:5)? Como o povo em Jerusalém, há coisas que nos fazem tremer de medo? Um futuro tempo de angústia e perseguições? Problemas financeiros, de saúde ou de família? No meio da tragédia e perda você não percebe evidências do amor de Deus? Não observa nenhum sinal de esperança?

Sim, temos motivos de sobra para ter esperança! Aleluia! Com confiança na vinda do Messias, Isaías diz: “Por isso o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamará Emanuel” (v.14). Deus conosco! Jesus é o melhor sinal de Deus! Ele prometeu: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mat. 28: 20 NVI). “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo!” (João 16:33 NVI). “Não se perturbe o coração de vocês … Eu voltarei” (João 14:1-3).

“Não podemos senão esperar novas perplexidades na luta que está para vir, mas podemos fixar a vista no passado, da mesma maneira que no futuro, e dizer: “Até aqui nos ajudou o Senhor.” I Sam. 7:12. “E a tua força será como os teus dias.” Deut. 33:25. As provações não excederão às forças que nos serão dadas para as suportar. Empreendamos, pois, nossa tarefa onde quer que a encontremos, crendo que, seja o que for que sobrevier, ser-nos-á concedida a força proporcional à provação.” (Caminho a Cristo, p.125).

Mesmo assim, vem Senhor Jesus!

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/7/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 7