Reavivados por Sua Palavra


Amanhã começaremos a ler Jonas! by Jeferson Quimelli
22 de setembro de 2014, 15:00
Filed under: crescimento espiritual, Estudo devocional da Bíblia, evangelismo | Tags: ,

Não perca os comentários sobre Jonas. Eles estão ótimos!



Ezequiel 16 by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2014, 0:00
Filed under: Aliança, arrependimento, correção, idolatria, Israel | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo temos a mais longa alegoria de toda a Bíblia. A prostituição é a metáfora mais frequente nesta alegoria e, através dela, a infidelidade de Jerusalém ao Senhor é comparada à imoralidade de uma prostituta. A figura da prostituta, espiritualmente falando, é recorrentemente usada no Antigo Testamento para se referir à prática de Israel de seguir a outros deuses. Palavras como prostituição, promiscuidade, lascívia, depravação, imoralidade, são usadas muitas vezes neste capítulo para descrever a falta de fidelidade de Judá a Deus. 

A história de Jerusalém, narrada como um conto figurativo de uma menina que nasce e cresce até a maturidade, é apresentada para expor os pecados de Israel. Esta menina não havia nascido em uma família carinhosa normal*; não havia recebido os cuidados que um recém nascido obtinha no antigo Oriente Médio (v. 3-5). Cortar o cordão umbilical, a lavagem com água, esfregar com sal, envolvimento com panos – eram práticas de parteiras palestinas que têm sido observadas entre os camponeses árabes modernos. 

Depois de estabelecer a Sua aliança, o Senhor transformou Jerusalém de uma existência marginalizada a uma propriedade real (banhada, vestida, adornada, v. 9-11), apta a ser uma rainha (v. 13). A fama de Jerusalém se espalhou entre as nações, o que aponta para o esplêndido reinado de Israel na época de Salomão. Entretanto, confiou em sua formosura e se entregou à imoralidade espiritual (v. 15-59), a ponto de se tornar mais depravada que Sodoma e Samaria (v. 46-48).

Por incrível que pareça, apesar da longa história de maldade de Jerusalém, a alegoria deixa claro que Deus não a rejeitará para sempre (v. 60-63). Seu cativeiro vai acabar e Deus vai honrar sua antiga promessa de restabelecer a Sua aliança com ela, torná-la pura novamente, protegê-la e elevá-la. Israel será perdoado e declarado justo novamente.

A alegoria aponta também para o fato de que, além da restauração de Jerusalém, Deus um dia perdoará muitas outras pessoas de seus pecados, e que Ele acabará por estabelecer uma existência onde a justiça prevaleça e a rebelião contra Ele não mais existam.

É encorajador perceber que, se estamos em Cristo, já vivemos nessa “aliança eterna”. Nosso futuro lar é a Nova Jerusalém, que vamos alegremente habitar em cumprimento desta promessa de fidelidade da parte de Deus. Lá não haverá nenhuma das abominações – arrogância, materialismo, idolatria – que causaram morte e desolação (espiritual e literal) nos dias de Ezequiel. Mas será novamente a morada de Deus com o Seu povo, um verdadeiro lar eterno para os santos. 

Este final feliz para a alegoria, entretanto, não é a única parte que tem significado para nós. A história do pecado de Jerusalém é também um espelho do nosso próprio estado passado. Quando pecamos, estávamos nos voltando contra Deus, que ama e cuida de nós; nos fizemos indignos de Seu socorro. 

Quando O ignoramos e até mesmo nos rebelamos abertamente contra Ele, imitando aqueles que admirávamos no mundo, não agimos melhor do que a prostituta Jerusalém. Fizemos assim porque não admiramos e imitamos o Filho de Deus. 

No entanto, sempre houve uma esperança para nós, porque Deus ainda nos ama. Não importa quanto tenhamos nos degenerado, nunca estamos tão longe que não possamos ser resgatados, bastando responder pela fé ao chamado de Deus.

Pr Mohanraj Israel
Universidade Spicer, Índia

 

* “Os primitivos reis que governaram Jerusalém antes da ocupação israelita tinham nomes amorreus e heteus [v. 3]. Foram esses os antecedentes étnicos de Jerusalém. A linguagem de Ezequiel é uma afronta ao povo de Jerusalém que se gabava de ser descendente de Abraão, mas que agia como se descendesse dos antigos pagãos da terra que, mais tarde, veio a constituir Israel. A semelhança do caráter era mais importante do que a mera descendência étnica (ver Jo 8:44). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 687.

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/16/

Traduzido por JAD/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 16 

Comentário em áudio 



Jeremias 18 by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, correção, Israel, pecado | Tags: , ,

Comentário devocional:

Enquanto caminhava, numa tarde, por uma das oficinas do Departamento de Artes da Universidade Andrews, vi meu amigo Jim Twedell trabalhando em uma roda de oleiro. Enquanto a roda girava, impulsionada por seus pés, suas mãos talentosas e experientes formavam um vaso. Foi uma experiência inesquecível assistir a água ser borrifada sobre a argila e partes da argila caírem à medida que a roda girava e o vaso surgia. Jamais esquecerei a capacidade criativa do meu amigo Jim ao transformar um pedaço de argila em um belo vaso! 
Mas também o vi a trabalhar, em outra ocasião, com uma argila que não respondeu tão bem à moldagem, a principio. Ele parou a roda, tomou o barro parcialmente moldado, e, com as mãos, transformou-o de volta em um pedaço disforme. Colocou-o de volta na roda e começou tudo de novo!
De alguma forma, o povo especial de Deus nos dias de Jeremias tinha alterado a ordem das coisas. Embora fossem a criação do Mestre Oleiro, eles queriam dizer-Lhe como as coisas deveriam ser. Eles queriam fazer o trabalho do oleiro em vez de se deixarem transformar na peça que o Oleiro tinha originalmente criado!
Deus enviou uma forte mensagem ao Seu povo através de Jeremias. Ele os lembrou de que Ele era o Oleiro e tinha o direito e a capacidade de descartar a argila ou torná-la em algo diferente do que ela era. A mensagem era: Abandonem os seus maus caminhos e salvem a vida de vocês! Continuem no caminho em que vocês estão e os resultados serão desastrosos! Deus apelou ao coração do Seu povo! Mas eles rejeitaram o Seu apelo.
Então vem a pergunta do Criador: Você pode acreditar no que meu povo está fazendo? Eles se esqueceram de seu Criador e passaram a adorar ídolos sem valor. Eles estão trazendo desgraça sobre si mesmos! Deste modo eles me deixam sem alternativa. Vou ter que virar as costas para eles!
Você acha que seria seguro entregar essas mensagens de Deus a um povo rebelde? As pessoas estavam fartas de ouvir Jeremias profetizar contra eles e seu modo de vida. Então planejaram um complô para primeiro atacá-lo verbalmente e retirar a força das mensagens de Deus que o profeta estava apresentando. Depois planejaram um esquema para tirar a sua vida.
Estava claro que a mensagem de Jeremias provinha de Deus – possuía todas as características de uma mensagem profética divina. Mas sempre foi plano do maligno diminuir e tornar sem efeito a Palavra de Deus. E quando a intenção do coração é má, ficamos profundamente ressentidos que apontem os nossos erros. No tempo de Jeremias, o povo culpado chegou até a tentar matar o mensageiro para se livrar da mensagem. Que terrível!
Precisamos ser humildes e aceitar as correções de Deus porque elas são para o nosso bem. 
“Querido Pai,
Molda-me e faça de mim um vaso que trará honra a Ti como Mestre Oleiro. Eu me entrego para ser remodelado por Tuas mãos. Amém”.

Dan Houghton

Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/

Califórnia, EUA
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 18


Salmo 128 by Jobson Santos
13 de dezembro de 2013, 0:10
Filed under: Salmos | Tags: , , , ,
Comentário devocional:

Você deve conhecer pelo menos uma família que aparentemente tenha todas as qualidades descritas nesse Salmo. E quando digo isso, não me refiro a coisas materiais. Na verdade, o tipo de família que tenho em mente pode ter muito pouco em termos de bens materiais, mas são espiritualmente completos em Cristo. Eles têm paz. Eles irradiam alegria. Eles espalham contentamento. Eles são as pessoas ideais para terem muitos filhos, porque a mãe e o pai parecem ter sido presenteados com uma dose extra de sabedoria divina para exercerem a paternidade e a maternidade.

Este é um Salmo que exalta a família. Será que existe uma família como a que descrevi? Sim, mas uma família como esta não pode existir a menos que o líder espiritual dessa família caminhe sob a autoridade de Deus.

Vivemos em uma cultura saturada com o “evangelho da prosperidade”, onde erroneamente interpretamos nosso aumento financeiro como sendo evidência da bênção de Deus. Nesse contexto, considero apropriado ser lembrado pelo salmista que o verdadeiro significado da bênção e da prosperidade é uma família temer ao Senhor e seguir os Seus caminhos. Uma família unida, vivendo à altura do seu chamado em Cristo, eis um grupo de pessoas verdadeiramente abençoadas.

Cindy Nash

Estados Unidos

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/128/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 128

 



Salmo 112 by Jobson Santos
27 de novembro de 2013, 0:06
Filed under: Salmos | Tags: , ,

Introdução:

Esta poesia acróstica descreve os caminhos do homem de Deus e faz um par com o salmo 111. Bíblia Shedd.

Panegírico [discurso em louvor de alguém] do justo – segundo o espírito do Sl 1, mas formado segundo padrão do Sl 111, provavelmente com a intenção de ser seu complemento. […] Tanto o Sl 111 quanto o Sl 112 são acrósticos alfabéticos, mas incomparáveis no fato de cada meio verso (em hebraico) passar para mais uma letra do abedecedário hebraico. […] Os versículos correspondentes dos dois salmos tendem a compartilhar temas idênticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comentário devocional:
O Salmo 112 é uma continuação do Salmo 111. O primeiro fala da grandeza das obras de Deus, de Sua fidelidade e justiça, enquanto o Salmo 112 apresenta as bênçãos que virão sobre aquele que é sábio e temente a Deus.

O homem justo não está isento da realidade vista neste mundo contaminado pelo pecado, cheio de adversidade (“trevas”, v. 4, “más notícias”, v. 7, e “adversários” , v. 8, NVI). Para descrever o homem justo o autor usa a seguinte expressão: “seu coração está firme, confiante no Senhor” (v. 7). A maioria das pessoas deseja estabilidade. Aqueles carentes dessa característica se tornam escravizados por prazeres, ganho material e outros ídolos.

A base para uma vida estável, bem-sucedida, é apresentada na introdução deste Salmo, logo após o convite para o louvor: “Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!” ( v.1, NVI). Ele é um homem “íntegro” (v. 2), generoso, pronto para ajudar aqueles que passam por necessidades, “empresta com generosidade” (v. 5) e a bênção de Deus está sempre em sua vida. Esta descrição antecipa o Sermão da Montanha, onde Jesus define o padrão estabelecido por Deus para aqueles que são Seus filhos. A verdadeira generosidade não se mede pelo valor ou a quantidade dos presentes, mas sim pela atitude com que a doação é realizada. Temos o exemplo supremo de Cristo, em Seu sacrifício no Calvário. Olhando para o supremo sacrifício de Cristo, obedecer aos Seus mandamentos torna-se um “grande prazer” (v. 1).

Querido Deus,

almejamos possuir a estabilidade espiritual e emocional que muitas vezes nos falta. Ensina-nos a verdadeira generosidade e dá-nos o poder de que precisamos para seguir os passos de nosso Senhor e Salvador Jesus. Amém.

Ioan Campian – Tartar

Romênia

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/112/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 112



Salmo 50 by Jobson Santos
26 de setembro de 2013, 0:10
Filed under: Salmos | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Este Salmo descreve um momento grandioso e solene quando Deus abre uma sessão do tribunal a fim de julgar seu próprio povo. A questão neste caso judicial é que Israel realiza todos os rituais do povo da aliança, mas não vive à altura das exigências da aliança. Eles são muito religiosos, mas não totalmente obedientes. Eles praticam as formas, mas não vivem a vida.

Em termos surpreendentes Deus apresenta a sua acusação contra o seu povo: “Que direito você tem de recitar as minhas leis ou de ficar repetindo a minha aliança? Pois você odeia a minha disciplina e dá as costas às minhas palavras!” (Sl 48:16-17, NVI). Tendo listados seus pecados específicos, Deus diz:”Vocês fizeram essas coisas, e eu fiquei calado; por isso, pensaram que eu era igual a vocês. Porém agora vou repreendê-los; vou mostrar-lhes os seus erros.” (v. 21, NTLH) Vocês conversam sobre temas religiosos e fielmente praticam a religião de vocês, mas tratam as minhas instruções como sem importância. Agora vou repreendê-los e acusá-los do mal que vocês tem feito e do bem que tem deixado de fazer.

Surpreendentemente, Deus nomeia as nações do mundo como Seu júri e como testemunhas no julgamento do Seu povo! Na realidade, o mundo nos observa e avalia. Até mesmo aqueles que não seguem a Deus esperam que nos comportemos de forma diferente do que as pessoas em geral e ficam desapontados quando não o fazemos. Afinal, a recomendação é: “não tenham nenhuma falha ou mancha. Sejam filhos de Deus, vivendo sem nenhuma culpa no meio de pessoas más, que não querem saber de Deus. No meio delas vocês devem brilhar como as estrelas no céu” (Filipenses 2:15, NTLH). Jesus nos convida a deixarmos nossa luz brilhar diante dos homens, para que nossas boas ações possam levá-los a louvar ao nosso Pai que está nos céus (Mateus 5:16). Infelizmente a igreja muitas vezes se comportou de uma maneira que danificou a reputação de Deus diante dos homens. Individualmente e como comunidade da Igreja temos a empolgante tarefa de resgatar e preservar o bom nome de Deus no mundo.

O inesperado remédio de Deus para a maldade religiosa do seu povo é que eles tragam oferendas de agradecimento e O agradeçam pelo que Ele tem feito. Isto faz com que Ele se torne real em nossa experiência. É possível estar envolvido nas formas de religião, sem nunca se envolver com Deus. Ações de Graças avivam a nossa confiança de que Deus irá intervir em nossas vidas, reconhecem a Sua atuação em nossas atividades diárias e levam a nossa adoração para fora das paredes da igreja, para nossas casas e ruas.

 

Garth Bainbridge

Australia

 

Traduzido por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/50/

Texto bíblico: Salmo 50



Jó 35 by Jobson Santos
31 de julho de 2013, 10:56
Filed under: obediência | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Eliú desafia a Jó: “Você disse: ‘A minha justiça é de Deus” ” (V. 2). E continua: “Você diz: “No que eu me beneficiarei? Que lucro eu terei do meu pecado? “(Versículo 3). Como um crente em Deus, Jó formula corretamente estas perguntas. Segundo o autor,  esta é a tradução literal do hebraico, contudo a maioria das modernas traduções vertem de forma diferente.

Segundo Eliú: “Não há quem pergunte: ‘Onde está Deus, o meu Criador, que de noite faz surgirem cânticos… Quando clamam, ele não responde, por causa da arrogância dos ímpios” (vv. 10, 12).

Diante da expectativa de Jó em relação a um processo judicial, Eliú diz: “a sua ira jamais castiga, … ele não dá a mínima atenção à iniquidade” (v. 15, NVI). Ele não está correto nestas afirmações. Eliú acusa a Deus de não se importar o suficiente a ponto de visitar a raça humana com Sua ira. Mas Jó entende de forma diferente e expressou isso anteriormente.

Eliú acusa Jó de abrir a boca com vaidade e multiplicar suas palavras sem conhecimento (versículo 16). No entanto, quem está multiplicando palavras com vaidade é o próprio Eliú.

Querido Deus,

Nós também queremos dizer juntamente com Jó, que a nossa justiça vem de Ti e que nada lucraremos com o pecado em nossas vidas. Neste ambiente hostil em que nos encontramos, as pessoas torcem nossas palavras e deturpam nossas intenções. Abençoe o trabalho que fazemos para Ti. Amém.

Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Jó/35/

Texto bíblico: Jó 35



Esdras 9 by Jeferson Quimelli
2 de junho de 2013, 0:00
Filed under: arrependimento | Tags: ,

Resumo:

Em Jerusalém, os líderes dizem a Esdras que alguns do povo haviam se casado com mulheres estrangeiras. Ele rasga as vestes e ora: “Ó Senhor, nos esquecemos dos Seus mandamentos. Realizamos casamentos mistos com esses povos de práticas repugnantes!”.

Comentário devocional:

Lealdade para com a vontade de Deus é mais importante do que ofertas e templos. Enquanto o povo estava reunido e o sacrifício da tarde pronto para ser oferecido, uma reforma que mostraria que o povo de Deus estava disposto a obedecer e ser fiel a Ele tinha de acontecer.

Deus havia instruído Seu povo para não dar os seus filhos em casamento aos de outras nações. Entretanto, “O povo de Israel, inclusive os sacerdotes e os levitas, não se mantiveram separados dos povos vizinhos e de suas práticas repugnantes, como as dos cananeus, dos hititas, dos ferezeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos egípcios e dos amorreus “(v. 1 NVI). Na verdade, os líderes e governantes tinham sido os mais infiéis, tomando algumas das filhas destas nações como esposas para si e para seus filhos (v. 2).

Reforma significa mudar ou alterar os nossos caminhos para se harmonizarem com a vontade de Deus. E para que a reforma comece, os líderes espirituais e o povo devem se humilhar a Deus em oração e jejum.

Quando Esdras ouviu o que tinha acontecido, rasgou as suas vestes, iniciou um jejum e continuou a orar a Deus, pedindo perdão e mudança dos corações do povo de Deus (v. 5, 6).

A menos que vejamos quão feio é o pecado e busquemos perdão e mudança de coração, não viveremos uma reforma.

“Querido Deus, humilha-nos e ajuda-nos a procurá-Lo com todo o nosso coração e a sermos fiéis a Ti em todas as coisas.”
Pardon Mwansa
Vice-Presidente Geral
Conferência Geral
Trad JAQ/GASQ



II Crônicas 34 by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2013, 0:00
Filed under: adoração | Tags: ,

Comentário devocional:

Josias, motivado por uma devoção total a Deus, colocou um firme propósito em mente. Ele destruiu os lugares altos, os altares de Baal, os ídolos, as imagens de metal e tudo em Israel que não agradava ao Senhor. Alguns podem ter se irritado com ele ou talvez até mesmo resistido ou tentado se opor à reforma. 

Mas o rei havia feito a sua decisão e ele “não se desviou para a direita ou para a esquerda” (verso 2). E a reforma que se seguiu foi tão bem sucedida, que está registrado que “todos quantos se acharam em Israel” serviram ao Senhor, seu Deus, e enquanto viveu Josias, eles “não se desviaram de seguir o Senhor” (verso 33).

Uma nação inteira foi restaurada a um relacionamento correto com Deus simplesmente porque um líder, apesar de sua juventude e inexperiência, havia decidido obedecer a Deus a qualquer custo.

Em nenhum outro momento da história a coragem destemida de Josias foi mais necessária do que em nossos dias, quando falsos sistemas de adoração ameaçam continuamente a igreja de Deus. Assim como Deus operou através de Josias, ele trabalhará com todos, jovens, velhos, homens ou mulheres, que colocarem em seu coração servir a Deus sem o menor compromisso com as coisas mundanas.

Thando Malambo
Geração Juventude para Cristo
Trad JAQ/JDS



II Crônicas 18 by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2013, 0:01
Filed under: fidelidade | Tags: ,


Comentário devocional:

Em toda a Bíblia o profeta Micaías é mencionado apenas nessa história, mas foi um grande homem. O ímpio rei Acabe queria lutar contra os sírios que ocupavam Ramote-Gileade (ver 1Rs 22.3) e o bom rei Josafá se juntou a ele imprudentemente. Josafá sugere, então, que busquem o conselho de Deus antes de irem à batalha. Acabe concorda e chama seus 400 profetas bem treinados.

“Sobe”, eles gritam em muito bem remunerado uníssono. “Deus a entregará em suas mãos!”

Josafá pede então por um verdadeiro profeta, alguém verdadeiramente conectado com Deus. Acabe finalmente manda chamar Micaías. Aqueles que o trazem sussurram: “É melhor que você só tenha palavras de encorajamento.”

As respostas de Micaías são uma inspiração para qualquer servo de Deus ainda hoje: “o que meu Deus disser, isso falarei” (v. 13). E, de fato, ele diz claramente ao rei Acabe: “Vi todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor” (vers. 16). Ele profetiza a morte do rei Acabe.

Um dos falsos profetas bate-lhe no rosto. O rei de Israel manda Micaías para a prisão. Ele simplesmente responde: “Se voltares em paz, não falou o Senhor, na verdade, por mim. Disse mais: Ouvi isto, vós, todos os povos!” (versículo 27).

Coragem! Compromisso total com a verdade! Disposição de lutar sozinho! Mais do que isso, vemos a sua disposição de se opor a 400 falsos profetas, além de um rei, como um defensor do que é correto. Isto é o que Deus espera de você e de mim.

Será que algum dia alcançaremos essa grandeza moral Isso pode, sim, acontecer, se tivermos o corajoso Jesus em nosso coração hoje. Se isto acontecer, faremos a escolha pelo que é correto em cada pequena decisão que enfrentarmos.

Sejamos corajosos!


Pastor Scott Griswold

Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ/GASQ/JDS


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Texto bíblicoII Crônicas 18




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