Reavivados por Sua Palavra


Mateus 16 by Jeferson Quimelli
17 de novembro de 2014, 6:02
Filed under: crescimento espiritual | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Jesus tinha um bom relacionamento com seus discípulos, mas em Seu ministério Ele tinha sempre que se concentrar no quadro maior. A fim de que Sua missão pudesse ser cumprida Ele precisava manter os olhos em Seu Pai Celestial. Os discípulos também precisavam manter o foco no Pai. O caráter de Jesus estava sendo testado não somente pelas situações criadas pelos líderes judeus, mas também pelas criadas por seus amigos. Por isso Ele precisava estar em íntima comunhão com Seu Pai Celestial. Algo que nós também precisamos fazer.

Todos os dias eu me deparo com pequenos testes quanto a manter o foco no meu Pai celestial. Sinto constantemente a pressão do tempo e necessito paciência enquanto tento cumprir todas as minhas obrigações: organizar o meu trabalho, o trabalho da casa, dar atenção às crianças, encontrar tempo significativo com meu marido e ter um tempo tranquilo para mim mesma em que possa me aquietar e pensar. 

Por exemplo, hoje à tarde eu estava corrigindo provas de alunos, quando meu pequeno filho veio até mim e disse: “Mamãe, vamos brincar?” Ou seja, ele queria um pouco de atenção e queria que eu brincasse com ele. Senti a necessidade de continuar avaliando as provas, porque o prazo estava quase se esgotando. No entanto, olhando para o seu rostinho de 2 anos de idade, obtive uma perspectiva mais ampla das coisas: eu podia dar notas nas provas durante a hora em que ele estivesse dormindo!. Deixei os papéis de lado, e comecei a brincar com ele. E me senti muito feliz por desfrutar deste momento com ele. Pensei como seria bom se eu aproveitasse essas oportunidades mais vezes. A verdade é que nem sempre eu aproveito. Muitas vezes, eu perco esses momentos maravilhosos porque estou presa em coisas que podem ser feitas mais tarde.

Jesus estava tentando explicar o incrível dom da salvação aos discípulos. Eles estavam escutando, mas eles não estavam ouvindo o que Mestre estava dizendo. Era um conhecimento essencial mas não era o que eles queriam ouvir dele, de forma que eles deixaram de perceber a importância daquele momento. Eles estavam tão focados em suas necessidades imediatas que não viram que o Cordeiro de Deus estava prestes a ser colocado no altar do Calvário. Aquele era o momento áureo em que o mundo seria liberto da maldição eterna do pecado.

Este versículo me inspira: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36, NVI). É tudo uma questão de perspectiva. O que estamos enxergando? Será que estamos vendo o quadro mais amplo? Estamos abertos aos ensinamentos do Espírito Santo? Meu objetivo é manter o foco em Jesus. Espero que este seja o seu objetivo também.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/16/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 16
Comentário em áudio



Daniel 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Não é correto pensarmos nos seis primeiros capítulos do livro de Daniel apenas como capítulos históricos. Existe muita profecia embutida nesta história sobre o curto reinado dos reis de Judá, e acerca de Nabucodonosor e do Faraó do Egito.

Daniel inicia o seu livro recordando a experiência traumática quando foi levado cativo para a Babilônia por Nabucodonosor, juntamente com artigos do templo (v.2). Jovens de boa aparência que demonstraram inteligência, incluindo Daniel, foram levados a servir na corte do rei (v. 4).

Daniel recorda como ele e seus três amigos tiveram de aprender babilônico, assírio, sumério e outras línguas e a literatura destas línguas. Eles tinham que se sentar diariamente com seus amigos aprendendo a gramática e o significado das frases em escrita cuneiforme (escrita em formato de unhas), como as que os arqueólogos encontraram nos textos da Biblioteca de Nínive.

O curso na universidade babilônica durava três anos (v. 5). Os melhores matemáticos, astrônomos, historiadores, professores de literatura educaram Daniel e seus amigos todos os dias.

O próximo passo para imergi-los na cultura babilônica foi dar-lhes nomes babilônicos. O nome de Daniel que significava em hebraico “Deus é meu juiz” foi mudado para Beltessazar, referindo-se ao poderoso deus babilônico “Bel”. O nome Ananias, que significa “Javé é amável”, o comandante mudou para Sadraque. Misael significava “Quem é de Deus”, e foi mudado para Mesaque. Azarias significa “Javé está ajudando”, e também foi mudado, para Abede-Nego. Todos esses nomes babilônicos significavam que eles eram servos dos deuses babilônicos, o que era uma grande humilhação para esses jovens hebreus.

Além disso, Daniel e seus amigos teriam de comer à mesa do rei, o que se tornou um grande problema. Eles deveriam comer os alimentos que o rei da Babilônia gostava. Uma boa fonte para sabermos o que os reis babilônicos comiam são os chamados textos hemerológicos, entre eles um texto de uma cartomante que dizia o que o rei devia ou não comer durante os 360 dias do ano. Este texto dizia que o rei deveria comer “carne de porco”, “carne de boi” e “peixe”. Outro texto incluía até o arganaz, um tipo de rato (NIG.GIG).

Daniel e seus amigos estavam em apuros. Eles enfrentaram decisões que testavam sua fé e tiveram que decidir rapidamente. O rei também bebia vinho (v. 8) e Daniel sabia que o álcool e a educação não são bons parceiros. Quando a Bíblia se refere negativamente ao vinho, está falando do vinho alcoólico; quando positivamente, ao suco de uva ou geléia de uva. Bebês pedem vinho a suas mães em Lam 2:11-12. Nenhuma mãe forneceria álcool para sua criança. 

Daniel e seus amigos devem ter considerado cuidadosamente os conselhos de Salomão: “Quando você se assentar com alguma autoridade, observe com atenção quem está diante de você … não deseje as iguarias que ele oferece, pois podem ser enganosas” (Prov 23:1 e 3 NVI); “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente distorcidas” (Prov 23: 31-33, NVI).

Então eles resolveram firmemente não se contaminar com a comida e bebida escolhidas pelo rei para a sua mesa (v. 8). O conhecimento e o amor que tinham pelas Escrituras os ajudaram a tomar decisões sóbrias e vitais. Eles poderiam ser cativos do rei da Babilônia, mas não sua mente e alma. Deus aprovou a decisão de Daniel e seus companheiros e os abençoou nesta prova de fé. Seu comandante gostava deles (v. 9) e, após dez dias de teste, permitiu que recebessem somente comida vegetariana e água (v. 12-14). Deus apreciou muito a fé dos quatro companheiros e lhes deu “sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência” (v 17a NVI). A Daniel foi dado adicionalmente o talento de interpretar visões e sonhos (v. 17b). Com a bênção de Deus, após o período de instrução o rei Nabucodonosor os achou superiores, em muito, aos demais sábios de todo o seu reino (v. 18-20).

Daniel termina o resumo de sua história pessoal dizendo que ele trabalhou para Babilônia até o primeiro ano do rei Ciro (v. 21), em 538 aC. Se ele tinha 16 anos na época do cativeiro, tinha 83 anos , quando terminou sua carreira. 

Querido Deus,

A autobiografia de Daniel fala sobre Ti. Vemos ali a Tua mão na frente, ao lado e atrás dele o tempo todo. Queremos ser assim também ser cuidados por Ti. Ao passarmos por situações difíceis ajuda-nos a sermos vitoriosos como Daniel e seus companheiros. Amém.

Koot van Wyk

Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 1 

Comentário em áudio 

Palestra sobre Daniel 1

Palestra sobre o livro de Daniel

 

Material para estudo adicional

 

Tema e estrutura do livro de Daniel:

 O Senhor usou Daniel e seus amigos, e os milagres associados a eles, para impressionar uma série de reis do fato de que Ele estava no comando e que deveriam dar contas a Ele.Central ao livro está o tema de que Deus é soberano sobre todas as nações, mesmo quando Seu povo é oprimido e que Ele, por fim, livrará aqueles que Lhe forem fiéis. Este tema é explicitamente introduzido em 2:20-23 e enfatizado nos capítulos 4-5 pela repetição do conceito: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens” (4.17; comparar com vv. 25, 32; 5.21). Os capítulos 4-5 formam o centro de uma estrutura simétrica (quiástica):

A. Problema: O templo e o povo de Deus conquistados (cap. 1)

   B. Sonho de Nabucodonosor de quatro reinos (cap. 2)

      C. Amigos de Daniel livrados da fornalha de fogo (cap.3)

         D. Nabucodonosor humilhado pela sentença divina; 

              Belsazar humilhado pela sentença divina (caps. 4-5);

      C’. Daniel livrado da cova dos leões (cap. 6)

   B’. Visão de Daniel de quatro reinos (cap. 7)

A’. Solução: O templo de Deus restaurado e Seu povo libertado (caps. 8-12)

Os capítulos externos (1:1-2:4a; caps 8-12) da estrutura literária foram escritos em hebraico. Mas os capítulos internos (2:4-b – 7:28) estão em aramaico … Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu do sul da Mesopotâmia (hoje Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico se tornara a língua internacional, portanto o uso dela por Daniel implica que a mensagem de 2:4-7:28 era dirigida tanto para os gentios quanto para os judeus (comparar com Jer 10:11, o único verso dos outros profetas escrito também em aramaico). Andrews Study Bible.

As profecias de Daniel estão estreitamente relacionadas às do livro do Apocalipse. Na verdade, o Apocalipse trata do mesmo tema, mas dá ênfase especial ao papel da igreja cristã como povo escolhido de Deus. Dessa forma, detalhes que parecem obscuros no livro de Daniel são em geral esclarecidos quando observados no livro de Apocalipse. A parte da profecia que se refere aos últimos dias, Daniel teve ordem de fechar e selar, até “o tempo do fim” (GC, 356), quando , por meio de estudo diligente do livro, o “saber” de seu conteúdo se multiplicaria (Dn 12:4). … João foi especificamente instruído: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (Ap 22:10). Assim, para se ter uma interpretação mais clara de qualquer parte do livro de Daniel que seja obscura, deve-se estudar cuidadosamente o livro de Apocalipse.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 828.

 

Comentários selecionados:

1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim. 605 aC. Andrews Study Bible.

A destruição foi completada alguns anos mais tarde, no ano 586 aC nos reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, 2 Rs 24.1-25.10. Bíblia Shedd.

2 O Senhor lhe entregou. Segundo foi profetizado por Jeremias, Jr 27.1-8. Bíblia Shedd.

Judá foi exilado para a Babilônia por desobedecer à palavra de Deus no tocante à guarda da aliança, aos anos sabáticos e à idolatria. (v. Lv 25.1-7; 26.27-35; 2Cr 36.14-21). Na primeira deportação (605 aC) estava Daniel, e na segunda (597), Ezequiel. Aconteceu uma terceira deportação em 586, quando os babilônios destruíram Jerusalém e o templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

alguns dos utensílios da Casa de Deus. Mais tarde foram todos. Bíblia Shedd.

O templo permaneceu em pé até 586 aC. Mas Nabucodonosor levou alguns dos itens mais valiosos e os depositou no tesouro de suas divindades. Isto introduz conflito entre o Deus verdadeiro e o poder do homem. Andrews Study Bible.

3 linhagem real. Daniel era um jovem de alta estirpe, um nobre. Bíblia Shedd.

8 resolveu Daniel … não contaminar-se. Porque Daniel resolveu permanecer fiel ao Senhor, ele não poderia permitir ser absorvido pela cultura babilônica de modo que conflitasse com a santidade, incluindo comer carne de espécies “imundas” (Lev 11; Dt 14; comparar com Gên 7:2, 8-9, 20). Havia problemas adicionais com a dieta babilônica: a carne poderia vir de animal sufocado, com sangue não adequadamente drenado (Gên 9:4; Lev 17:10-12; comparar com At 15:20, 29) e a comida e bebida poderiam ter sido oferecidos a ídolos (comparar com Num 25:2; At 15:20, 29). Andrews Study Bible.

Tinha suas convicções, e as manifestou com coragem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus honrou esses jovens por causa de seu firme propósito de fazer o que era certo. Para eles, a aprovação de Deus era mais estimada do que o favor do homem mais poderoso da terra; mais estimada que a própria vida (ver CRA, 31). Essa firme resolução não nasceu com a pressão das circunstâncias imediatas. Desde a infância, esses jovens foram treinados com hábitos de estrita temperança. CBASD, vol. 4, p. 837.

12 Experimenta, peço-te, os teus servos. Daniel empregou bom juízo ao oferecer uma alternativa em vez de rebelar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

dez. Muitas vezes tinha o significado simbólico de conta completa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

legumes. Do heb. zero’im, “alimento derivado de plantas”, como cereais e vegetais. De acordo com a tradição judaica, frutas vermelhas e tâmaras também se incluíam neste termo. CBASD, vol. 4, p. 837.

legumes … e água. Esta dieta vegetariana resolveria todos os problemas religiosos. Além disso, ela foi notadamente mais saudável, razão pela qual se Daniel e seus companheiros foram autorizados a nela continuar (v. 15). Andrews Study Bible.

17 Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Com a ajuda de Deus, Daniel e seus amigos dominaram os escritos babilônicos a respeito da astrologia e da adivinhação mediante sonhos. Mas nos testes cruciais de interpretação e de predição (ver 2.3-11; 4.7), toda a literatura pagã mostrou-se inútil. Só mediante a revelação especial da parte de Deus (2.17-28) Daniel conseguiu interpretar corretamente. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A instrução que Daniel e seus três amigos receberam foi também um teste de fé. O saber dos caldeus estava aliado a práticas idólatras e pagãs, e misturava ciência e magia, conhecimento com superstição. Os aprendizes hebreus se mantiveram distante dessas coisas. Não se sabe como evitaram conflitos; mas, apesar das influências más, eles se apegaram à fé de seus pais, como demonstraram claramente os eventos posteriores. Os quatro aprenderam as habilidades e ciências dos caldeus sem adotar os elementos pagãos mesclados com as mesmas. CBASD, vol. 4, p. 837.

19 Era o exame conduzido pelo próprio rei, para verificar a cultura geral dos rapazes selecionados para contribuir à glória do seu império. Esta cultura confunde-se com as artes mágicas. Bíblia Shedd.

20 dez vezes mais. Uma expressão que quer dizer “muito melhor”. Andrews Study Bible.

Do que todos os mágicos e encantadoresPor meio de uma descrição posterior das habilidades de Daniel, feita pela mãe de Nabucodonosor, sabe-se que Daniel era conhecido como um homem capaz de “declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (Dn 5:12). As perguntas feitas a eles podem ter incluído explicação de enigmas, que era diversão favorita nas cortes do antigo Oriente. O exame também pode ter incluído a solução de problemas matemáticos e astronômicos, matérias em que os babilônios eram mestres, conforme revelam documentos, ou uma demonstração da habilidade de ler e escrever a difícil língua cuneiforme. A sabedoria superior de Daniel e de seus companheiros não era resultado de sorte ou destino, ou mesmo de um milagre, como em geral se entende. Os jovens se aplicaram com diligência e consciência aos estudos, e Deus abençoou os esforços deles. O verdadeiro êxito em qualquer empreendimento é assegurado quando se combina esforço humano com o divino. O esforço humano por si só de nada vale, e o poder divino não torna desnecessária a cooperação humana (ver PR, 486, 487; cf PP, 214). CBASD, vol. 4, p. 839.

Encantadores. Adivinhação, magia, exorcismo e astrologia eram comuns entre os povos antigos; mas, em alguns lugares como Babilônia, eram praticados por homens da ciência [métodos de previsãodescritos: haptoscopia/exame de fígados; quiromancia/mãos; lecanomancia/óleo na água; belomancia/flechas sacudidas]. … É um erro supor que os sábios de Babilônia eram apenas adivinhos e magos. Embora fossem habilidosos nessas artes, eram também eruditos no verdadeiro sentido da palavra. … como na Idade Média. …  Os encantadores e adivinhos da Antiguidade se aplicavam também a estudos estritamente científicos. Seu conhecimento astronômico tinha atingido um surpreendente nível de desenvolvimento. … Os astrônomos eram capazes de predizer eclipses lunares e solares mediante cálculos. Sua habilidade matemática era bastante desenvolvida. Eles empregavam fórmulas cujo descobrimento em geral é atribuído erroneamente aos gregos. Além disso, eram bons arquitetos, construtores e médicos. Eles encontravam por meios empíricos a cura para muitos males. Deve ter sido nessas áreas de conhecimento e habilidade que Daniel e seus três amigos superaram os encantadores, astrólogos e eruditos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 840.

21 continuou. Ficou como oficial do Império até o ano 536 aC, o primeiro ano do rei Ciro. Sua última visão veio mais tarde. Bíblia Shedd.

Daniel ainda estava vivo no ano 537 (10.1), de modo que viu os exilados voltarem a Judá, saindo do cativeiro na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Provérbios 30 by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2014, 0:00
Filed under: verdade | Tags:

Comentário devocional:

Quem conhece toda a verdade? Quem revela e esconde os segredos do mundo? Quem escolhe a quem será dada sabedoria e conhecimento? Somente Deus, é claro. 

Muito frequentemente alguns cristãos se gabam de que eles têm “a verdade”, como um monopólio.

Sem dúvida, os cristãos têm uma vantagem, já que o próprio Jesus disse: “quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade “(João 16:13 NVI). 

Mas o Espírito de Deus também é como o vento, você “não pode dizer de onde vem nem para onde vai” (João 3:8 NVI). E é isso que se vê claramente nas Escrituras. Deus escolhe quem Ele quer: um rei pagão Ciro foi chamado de o “ungido” (Isaías 45:1); Rute, uma não judia, se tornou a bisavó de Davi, e a genealogia de Jesus Cristo inclui quatro mulheres não judias (Mt 1). Repetidas vezes, a Bíblia afirma que todos os habitantes da Terra são filhos de Deus. Essa também é a mensagem de Provérbios. 

Provérbios 30 contém ditados de Agur, um homem que vivia na região de Massá (Prov. 30:1 ARA). Não sabemos se era ou não Israelita, mas guiado pelo Espírito Santo escreveu os ditados, os quais foram incluídos no livro de Provérbios.

Embora um homem sábio, Agur reconhece a sua pequenez e exibe a sua humildade: “Não aprendi sabedoria, nem tenho conhecimento do Santo” (v 3, NVI). 

Provérbios 30:4 apresenta um enigma que termina com uma pergunta muito importante : “Quem subiu aos céus e desceu? Quem ajuntou nas mãos os ventos? Quem embrulhou as águas em sua capa? Quem fixou todos os limites da terra? Qual é o seu nome…?” (NVI) O leitor sabe a resposta: é Deus. Ele é o único que concede a verdadeira sabedoria e entendimento. Ao permitir que Deus fale com você através do Seu Espírito, você obterá a verdadeira sabedoria que tantos procuram alcançar.

“Querido Senhor, Tu és o Deus do céu e da terra. És o doador da sabedoria e do entendimento. Mantenha-me perto de Ti e através de Teu Espírito Santo guia a minha vida e pensamentos. Preciso de Ti. Amém”.

Oleg Kostyuk
Hope Channel, EUA.

 

https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/30/ 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 30 



Provérbios 2 by Jobson Santos
6 de janeiro de 2014, 0:01
Filed under: sabedoria | Tags: , ,
Comentário Devocional

Quando Salomão assumiu o trono, o Senhor apareceu-lhe em sonho à noite e perguntou o que poderia lhe dar. Salomão, sentindo-se pequeno diante da tarefa de julgar o povo escolhido de Deus, respondeu: “Dá-me sabedoria e conhecimento, para que eu possa liderar esta nação, pois quem pode governar este teu grande povo?” (2 Crônicas 1:10, NVI).

Parece, à primeira vista, que o pedido de Salomão foi imediatamente  atendido, juntamente com “riquezas, bens e honra” (ver 2 Crônicas 1:12).
No entanto, o capítulo de hoje parece sugerir que Salomão buscou intensamente a sabedoria antes que ela lhe fosse concedida, pois ele recomenda que clamemos a Deus por entendimento e choremos em alta voz por discernimento (v. 3 NVI), o que parece ter sido a sua experiência.

Salomão recomenda que procuremos a sabedoria como se procura a prata e a busquemos como quem busca um tesouro escondido (Provérbios 2:4). Somente após isso, “se entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus” (v. 5 NVI). O Senhor é quem dá a sabedoria: aquele que O conhece é sábio.

A sabedoria (o Senhor) nos dá o conhecimento do certo e do errado, e pode nos salvar de homens maus, da mulher adúltera e do cônjuge infiel.

Que o seu coração clame em alta voz, hoje, por aquele entendimento e discernimento que somente vem de Deus.

Jackie Ordelheide Smith

Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/2/ 

Traduzido por JDS/JAQ 

Texto bíblico: Provérbios 2



Salmo 112 by Jobson Santos
27 de novembro de 2013, 0:06
Filed under: Salmos | Tags: , ,

Introdução:

Esta poesia acróstica descreve os caminhos do homem de Deus e faz um par com o salmo 111. Bíblia Shedd.

Panegírico [discurso em louvor de alguém] do justo – segundo o espírito do Sl 1, mas formado segundo padrão do Sl 111, provavelmente com a intenção de ser seu complemento. […] Tanto o Sl 111 quanto o Sl 112 são acrósticos alfabéticos, mas incomparáveis no fato de cada meio verso (em hebraico) passar para mais uma letra do abedecedário hebraico. […] Os versículos correspondentes dos dois salmos tendem a compartilhar temas idênticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comentário devocional:
O Salmo 112 é uma continuação do Salmo 111. O primeiro fala da grandeza das obras de Deus, de Sua fidelidade e justiça, enquanto o Salmo 112 apresenta as bênçãos que virão sobre aquele que é sábio e temente a Deus.

O homem justo não está isento da realidade vista neste mundo contaminado pelo pecado, cheio de adversidade (“trevas”, v. 4, “más notícias”, v. 7, e “adversários” , v. 8, NVI). Para descrever o homem justo o autor usa a seguinte expressão: “seu coração está firme, confiante no Senhor” (v. 7). A maioria das pessoas deseja estabilidade. Aqueles carentes dessa característica se tornam escravizados por prazeres, ganho material e outros ídolos.

A base para uma vida estável, bem-sucedida, é apresentada na introdução deste Salmo, logo após o convite para o louvor: “Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!” ( v.1, NVI). Ele é um homem “íntegro” (v. 2), generoso, pronto para ajudar aqueles que passam por necessidades, “empresta com generosidade” (v. 5) e a bênção de Deus está sempre em sua vida. Esta descrição antecipa o Sermão da Montanha, onde Jesus define o padrão estabelecido por Deus para aqueles que são Seus filhos. A verdadeira generosidade não se mede pelo valor ou a quantidade dos presentes, mas sim pela atitude com que a doação é realizada. Temos o exemplo supremo de Cristo, em Seu sacrifício no Calvário. Olhando para o supremo sacrifício de Cristo, obedecer aos Seus mandamentos torna-se um “grande prazer” (v. 1).

Querido Deus,

almejamos possuir a estabilidade espiritual e emocional que muitas vezes nos falta. Ensina-nos a verdadeira generosidade e dá-nos o poder de que precisamos para seguir os passos de nosso Senhor e Salvador Jesus. Amém.

Ioan Campian – Tartar

Romênia

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/112/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 112



Salmo 53 by Jeferson Quimelli
29 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: , ,

Comentário devocional:

O salmo 53 é uma cópia quase exata do salmo 14. Davi escreveu o Salmo 14 como o temos agora, mas o salmo 53 foi adaptado deste para refletir uma nova situação. Ambos os Salmos se direcionam aos tolos malfeitores que dizem que Deus não existe, mas cada capítulo responde a um grupo diferente daqueles que negam a existência de Deus. Este Salmo diz que eles foram “tomados de pavor, quando não existe motivo algum para temer! Pois foi Deus quem espalhou os ossos dos que atacaram você” (v. 5, NVI). Podemos imaginar isto sendo escrito após Senaqueribe ter atacado Jerusalém, só para ter seu exército de 185 mil soldados destruído por um anjo de Deus, que deixou seus ossos espalhados do lado de fora das muralhas da cidade.

“Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe!’ ” Isto não quer dizer que o tolo realmente nega a existência de Deus – no mundo antigo praticamente ninguém era ateu, todos acreditavam na existência de seres sobrenaturais. Mas o tolo vive sem a referência de Deus. Para ele, Deus pode  interferir na vida dos humanos, mas preferiria não fazer isso. Entretanto, quando as coisas vão mal, o tolo instintivamente se volta para um poder maior do que ele próprio.

Se nós conduzimos nossas vidas diárias como se Deus não existisse, nós somos os maiores tolos de todos. Isto também é verdade se mantemos Deus associado somente ao Sábado e prosseguimos nosso atrapalhado e egoísta modo de vida pelos próximos seis dias, com quase nenhum pensamento dirigido a Ele até o próximo Sábado.

Os tolos que dizem que Deus não existe “corromperam-se e cometeram injustiças detestáveis; não há ninguém que faça o bem” (v. 1b, NVI). Remova Deus do cenário e não mais haverá ponto de referência moral. Todo mundo faz o que é correto aos seus próprios olhos. Os ateus acreditam que a moralidade está inteiramente relacionada  com  a cultura social ou à consciência do indivíduo, mas ambos os conceitos têm se mostrado não confiáveis e incapazes de levar à moralidade.

Num mundo governado pelo conceito evolutivo da lei do mais forte [original: tooth and claw – dentes e garras], a regra é “cada um por si”, independente do meio utilizado. A auto-preservação é a lei básica desse conceito em que Deus é excluído. Auto- promoção é o seu maior objetivo; porém no final temos a auto-destruição. No entanto, eles utilizam qualquer argumento que desvincule o universo de seu Criador.  

Mas Deus não se separa de Sua criação: “Deus olha lá dos céus […] para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus” (v. 2 NVI). Ele não está longe de nós; Ele se preocupa conosco e quer que saibamos que o melhor da vida gira em torno dEle . A arrogância intelectual de uma ciência que rejeita a noção de Deus nunca pode satisfazer a fome de verdade da alma ou restaurar a profunda fragilidade de nosso mundo. Mas onde quer que se busque e se encontre a Deus há uma sensação de paz e plenitude, de propósito e esperança.

Senhor, neste tempo de tanta descrença, eu Te busco. Restaura-me! Restaura o Teu povo! 



Garth Bainbridge
Australia
Traduzido por JAQ/GASQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/53/

Texto bíblico: Salmo 53 



Jó 34 by Jobson Santos
30 de julho de 2013, 9:58
Filed under: sabedoria | Tags: , ,

Comentário devocional:

Sem experiência e ainda em sua juventude, Eliú deseja ensinar a sabedoria.  Sendo assim, ele fala de um modo mais inseguro. Ele pede aos sábios para ouvi-lo, sabendo que a sabedoria vem com a idade. Ele sabe que ouvidos críticos estarão testando suas palavras (versículos 1-3).

Como um meio de estabelecer a verdade, Eliú apela para o consenso geral. “Tratemos de discernir juntos o que é certo e de aprender o que é bom” (v. 4, NVI). Edward Heppenstall, teólogo adventista, disse em uma palestra: “a verdade é a verdade, independentemente do voto da maioria. A autoridade bíblica deve estar acima decisões humanas”.

Eliú, então, pede que os homens compreensívos o ouçam: “Longe de Deus esteja o fazer o mal, e do Todo-poderoso o praticar a iniquidade. Ele retribui ao homem conforme o que este fez, e lhe dá o que a sua conduta merece” (versículo 10, 11, NVI). Ele está raciocinando sem levar em conta a realidade do Grande Conflito. Apesar de sua pretensa sabedoria, ele vai acabar tendo um falso conceito de Deus. Ele tenta atribuir a Deus todos os resultados, bons ou maus. Eliú destaca a soberania de Deus e que por si só não é errado, porque quem deu autoridade a Deus sobre a terra e que colocou todo o mundo habitado sob o seu cuidado? (Versículo 13).

Eliú tem uma visão diferente da graça de Deus e da retribuição. “Suponhamos que um homem diga a Deus: ‘Sou culpado, mas não vou mais pecar’ ” (v. 31, NVI). “Deveria Deus recompensá-lo nesses termos?” (Verso 33,  tradução do original pelo autor).

Segundo Eliú, Jó deveria sofrer “a mais dura prova, por sua resposta de ímpio!” (v. 36, NVI). Ele sente que Jó está adicionando transgressão ao seu pecado, ao multiplicar suas palavras contra Deus (verso 37).

Querido Deus,

Os jovens gostam de falar e o fazem mesmo sendo inexperientes. Eles facilmente criticam e desdenham do pensamento alheio. Oramos para que com o passar do tempo eles percebam suas falhas e amadureçam a fim de que possam fazer um bom trabalho nas posições de liderança que assumirem. Amen.

Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Jó/34/

Texto bíblico: Jó 34



II Crônicas 25 by Jeferson Quimelli
13 de maio de 2013, 0:00
Filed under: confiança em Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Buscando fortalecer seu reino, Amazias achou que seus recursos em Judá, aqueles fornecidos por Deus, não eram suficientes e contratou soldados adicionais em Israel para lutar contra seus inimigos. Porém Deus enviou um profeta para lembrá-lo que a ajuda humana neste caso lhe resultaria desastrosa. 
 
Com demasiada frequência, na tentativa de lutar contra os inimigos de nossa alma, fazemos o mesmo. Conhecemos os recursos que Deus providenciou em Sua Palavra e na oração, mas sentimos que de alguma forma isto não é suficiente para nos dar a vitória espiritual e nos voltamos para soluções e técnicas humanas.
Porém, elas

não são melhores hoje do que nos dias de Amazias – elas acabam sempre sendo um desastre para a vida espiritual. Assim como o fez Amazias ao dispensar a ajuda humana não consagrada, faríamos bem em expulsar essas soluções de nossas vidas: a solução verdadeira é confiarmos em Deus.

E se, de alguma forma, lhe ocorrer de perder algum benefício terreno ao proceder deste modo, lembre-se da promessa de Deus, que continua tão válida e rica como quando dita da primeira vez: “Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor.” (v.9)
Natasha Neblett

Geração Juventude para Cristo.

Trad JAQ/JDS



II Crônicas 1 by Jeferson Quimelli
19 de abril de 2013, 0:02
Filed under: escolhas | Tags: ,

Comentário devocional:

O que você diria se Deus aparecesse a você como Ele fez a Salomão, e dissesse: “O que você deseja que Eu lhe dê? É só pedir!” Você pediria dinheiro, sucesso nos negócios, ou uma vida longa e saudável? Após meditar e orar o que você pediria? 

 

Salomão respondeu: “Dê-me sabedoria e conhecimento”, para que eu possa conduzir “este Teu grande povo.” Deus apreciou muito a sua resposta. Para Deus não há tesouro maior do que as pessoas. Ele quer cada uma delas conSigo por toda a eternidade.

 

Pense um pouco no tesouro que Deus lhe confiou. Está você diariamente pedindo a Deus que lhe dê sabedoria em como realmente amar seu cônjuge? Você está a cada momento pedindo a Deus para ajudá-lo a saber como orientar e amar seus filhos? São os seus clientes, colegas de trabalho ou funcionários ricamente abençoados pelo fato de que você tem uma conexão com o Deus de toda a sabedoria e conhecimento? Até mesmo a sua vizinhança é positivamente afetada, porque você está orando por eles?

 

Deus queria que Israel revelasse a Sua glória perante o mundo a fim de que a salvação alcançasse a todos. Ele quer fazer o mesmo através de você. Experimente hoje buscar a Sua sabedoria em cada detalhe. Certamente para todo aquele que proceder desse modo, acontecerá o que ocorreu com Salomão: “O Senhor seu Deus era com ele e o exaltou sobremaneira” (2 Crônicas 1:1).

 

Pastor Scott Griswold

Recrutador de Missionários

Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia

Trad JAQ – Rev GASQ/JDS

 

– – – – –

Texto bíblico: II Crônicas 1




%d blogueiros gostam disto: