Reavivados por Sua Palavra


Efésios 4 by jquimelli
22 de abril de 2015, 1:00
Filed under: igreja, unidade | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O apelo de Paulo é que façamos “todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem  beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).

Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios “sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente” (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).

Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 4 
Comentários em áudio 



Amanhã começaremos a ler Efésios! by jquimelli
18 de abril de 2015, 5:00
Filed under: Cartas de Paulo, Estudo devocional da Bíblia, unidade | Tags: ,

Que maravilha!

Amanhã começaremos a ler mais um das cartas de Paulo, que tem como tema principal a unidade.

Que você seja abençoado com seu estudo.

 



II Coríntios 12 by jquimelli
11 de abril de 2015, 1:00
Filed under: contendas, graça, harmonia, união | Tags: ,

Comentário devocional:

Paulo passa para a terceira pessoa no capítulo 12: “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu” (v. 2, NVI). Parece óbvio que Paulo está falando de si mesmo, especialmente à luz do auto-engrandecimento de seus adversários, o que provavelmente explica sua relutância em falar diretamente de sua experiência visionária. A fim de permanecer humilde, diz ele, me foi dado um “espinho na carne” para que não “me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações” (v. 7). Em meio a sua súplica, foi-lhe dito: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (v 9, NVI). Cada pessoa possui algum tipo de fraqueza. No entanto, quando percebemos que somos fracos e nos apegamos a Deus nos tornamos fortes (v. 10).

Paulo indica sua vontade de retornar a Corinto uma terceira vez. Como antes, ele promete não ser um fardo para eles.  “O que desejo não são os seus bens, mas vocês mesmos. “(v. 14, NVI). E esclarece: “Tudo o que fazemos, amados irmãos, é para fortalecê-los” (v. 19, NVI) Em seu retorno, Paulo espera não encontrar contenda, ciúme, acessos de ira ou maledicência entre os crentes (v. 20).

Com certeza Deus também espera não encontrar contendas ou maledicência entre o Seu povo hoje!

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: II Coríntios 11 

Comentários em áudio



I Coríntios 14 by jquimelli

Comentário devocional:

Paulo volta a falar sobre “os dons espirituais, principalmente o dom de profecia” (v 1 NVI). “Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens.” (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia “edifica a igreja.” Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons. 

Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e “edificar” o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.

Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em “línguas” (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de “línguas”, devem levar à “edificação da igreja” (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com “línguas” é “entendimento”. Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).

Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é “um sinal para os descrentes” mas o dom de profetizar “é para os que crêem” (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem “loucos” (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à “edificação” (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).

Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.

Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14 

Comentários em áudio



I Corintios 4 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
18 de março de 2015, 0:00
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , ,

1 Despenseiros. Os gregos usavam esta palavra para a administração de uma propriedade. O mordomo não só presidia sobre os assuntos da casa, mas também fazia provisões para ela. A aplicação desta palavra aos ministros de Cristo é singularmente apropriada. O ministro do evangelho é responsável por cuidar da igreja de Deus na Terra e prover o necessário para seu bem-estar. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 751. 

4 O Senhor. Somente Deus é capaz de fazer uma investigação completa da vida e da mordomia do apóstolo. Só Ele pode ler o coração e compreender o que motiva cada palavra e cada ação. CBASD, vol. 6, p. 752.

5 Nada julgueis. Paulo deixa claro que é errado acariciar uma opinião inflexível sobre o próximo. CBASD, vol. 6, p. 752.

6 Apliquei-as. Tudo o que escreveu a respeito dos mestres religiosos, Paulo aplica a si mesmo e a Apolo, que estava intimamente ligado a ele. CBASD, vol. 6, p. 753.

8 Chegastes a reinar. Ou, “começaram a reinar como reis”. Esta declaração atinge o clímax da ironia. Paulo compara seus leitores orgulhosos com os que alcançaram o topo, onde não há nada mais para se alcançar ou desejar. CBASD, vol. 6, p. 753.

9 Os apóstolos, em último lugar. A metáfora é a de um anfiteatro, onde os participantes que chegaram ao final da exibição tivessem que brigar entre si até a morte ou ser dilacerados por feras. Não havia esperança para eles. Os apóstolos são apresentados como se estivessem na condição de prover diversão para espectadores cruéis. CBASD, vol. 6, p. 754.

10 Loucos. ”A palavra da cruz é loucura para os que se perdem” (1Co 1:18). Devido ao fato de persistirem em apresentar as boas-novas da salvação por meio da fé em Jesus Cristo, os apóstolos eram considerados como tolos e de pouco entendimento. Contudo, não ousavam misturar a sabedoria mundana com a simplicidade do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 754.

12 Nossas próprias mãos. Embora tivesse sido chamado por Deus para o ministério do evangelho, Paulo se mantinha com seu trabalho manual. CBASD, vol. 6, p. 755.

14 Para vos envergonhar. Paulo queria abrandar suas palavras e suavizar as severas observações. Havia razão para os membros da igreja de Corinto se envergonharem por causa das contendas e disputas entre eles. Quando os que estão no erro são levados a ver seu pecado, deve-se ter cuidado para que não lhes quebre a autoestima. CBASD, vol. 6, p. 756.

16 Imitadores. Literalmente, “mímica”. esta é uma declaração ousada para qualquer ministro cristão. Mas é verdade que cada obreiro de Deus deve viver de forma a refletir a imagem de Jesus,  a fim de que possa, confiantemente, dizer aqueles para quem exerce seu ministério que siga seu exemplo. CBASD, vol. 6, p. 756.

17 Meu filho amado. Paulo viu no jovem Timóteo alguém que podia se tornar um obreiro útil para Deus, então o escolheu para ser um de seus companheiros de viagem e colaboradores. O apóstolo tinha se referido aos coríntios como filhos, portanto, era apropriado enviar-lhes para representá-lo alguém que tinha nascido em Cristo por meio de sua pregação, assim como eles. CBASD, vol. 6, p. 757.

20 Não em palavra. O reino espiritual de Deus na Terra não é estabelecido ou promovido por pretensões jactanciosas e palavras humanas vãs. É preciso algo mais do que afirmações de autoridade da parte dos que não estão dispostos a se conformar com a simplicidade da mensagem do evangelho, acrescentando á verdade suas próprias interpretações e exaltando ambições de autoridade. CBASD, vol. 6, p. 758.

21 Amor. A correção deve sempre ser ministrada com amor, tendo em vista o bem-estar e a felicidade de quem errou. É preciso agir com firmeza e, as vezes, com severidade a fim de manter a igreja livre de confusão e contenda. No entanto, tudo deve ser suavizado com verdadeira preocupação pelo bem-estar eterno das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 758.



I Coríntios 1 by Jobson Santos
15 de março de 2015, 0:49
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:
A antiga cidade de Corinto situava-se em uma estreita faixa de terra de cerca de quatro quilômetros de largura que liga a área ao sul com a Grécia continental, ao norte. A cidade ocupava uma localização estratégica para o comércio. Ela se abria para o Mar Egeu ao leste e para o Mar Adriático a oeste. A cidade se enriqueceu devido ao seu  comércio e também pelos marinheiros que passavam por ela. Houve uma proliferação de “acompanhantes femininas”, de modo que a cidade estava estreitamente associada com comportamento sexual ilícito.
Ao tempo em que o apóstolo Paulo visitou a cidade, ela já era habitada há muitos séculos. Tinha sido destruída pelos romanos em 146 aC e depois reconstruída por Júlio César em 44 aC como uma colônia para veteranos aposentados das legiões romanas. Isso quer dizer que não havia na cidade muitas famílias tradicionais, como era típico em outras cidades romanas. Isso permitiu que o setor comercial estivesse mais aberto a novas ideias. Eventualmente Augusto fez dela a capital da Acaia (a metade sul da Grécia).
Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
O apóstolo Paulo começa esta carta ditando-a, como de costume, a um secretário  (16:22), que não é nominado. Evidências internas (5:9) indicam que Paulo havia escrito uma primeira carta aos cristãos em Corinto. O retorno das reações a esta primeira carta é que levou Paulo a escrever 1 Coríntios.
O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados “irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv. 7, 8).
Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns  membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. “Acaso Cristo está dividido?”, perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).
A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (NVI). Este é, na verdade, o tema central dessa Carta de Paulo aos Coríntios.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: 1 Coríntios 1
Comentário em áudio


João 17 by Jobson Santos
25 de janeiro de 2015, 1:10
Filed under: Evangelho | Tags: , , , ,
Comentário devocional:
 
Não é reconfortante saber que Jesus orou por você? Se você segue a Jesus, Ele orou demoradamente por você! Seu coração se derramou por você. Nesta que foi a mais longa oração registrada de Jesus, Ele intercedeu para que você tenha a mesma unidade íntima que Ele e Seu Pai haviam compartilhado com os primeiros discípulos. Estou tão feliz que Jesus tenha orado por mim para que eu possa experimentar uma comunhão de qualidade com os demais cristãos. Deste modo mostramos ao mundo que Deus enviou Jesus e que nos ama incrivelmente! (João 17:22, 23).
 
A oração é facilmente separada em três partes: Jesus orando por si mesmo, em seguida, em prol dos discípulos, e, em seguida, em prol de todos os crentes futuros. Os temas que aparecem ao longo da oração são: a glória de Deus, Sua unidade, o conhecimento experiencial da salvação, a soberania de Deus, a missão que ele nos confiou, e o amor de Deus. Temos orado sobre estes temas, como Jesus orou? O que aconteceria se nossas orações fossem mais centradas sobre estes preciosos temas vistos na oração de nosso Salvador?
 
Muitas vezes tenho pensado e falado: “Eu quero ser a resposta à oração de Jesus!” Você também não gostaria de ser a resposta à essa oração de Jesus? Oh, quão maravilhoso será satisfazer os desejos do coração de Jesus! Que incrível será desfrutar entre os irmãos esse tipo de unidade pela qual Ele orou e não possuirmos nenhum espírito de dissensão entre nós!
 
Ellen White diz: “Cristo orou para que Seus seguidores fossem um, como Ele era um com o Pai. Os que desejam ver atendida esta oração, devem tratar de desviar a mais leve tendência de desunião, e buscar manter entre os irmãos o espírito de união e amor” (Evangelismo, 212).
 
Não percamos tempo em coisas de menor importância. Demos ao evangelho a primazia entre nós (1 Cor. 15:1-4). Falemos e vivamos os ensinos de Jesus acerca da unidade. Isso ajudará as pessoas a saberem que Deus enviou Jesus para salvar pecadores.
 
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América
 
Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/17/
 
Traduzido por JDS/JAQ
 
Texto bíblico: João 16 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-17/
Comentário em áudio http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-01-2015.mp3



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