Reavivados por Sua Palavra


Daniel 10 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Neste capítulo, é a vez de Daniel ter uma visão da glória de Deus, à semelhança de Ezequiel (Ez. 1). Na Bíblia, a glória de Deus sempre se manifesta quando o Senhor tem algo muito importante a revelar. Nos cap. 11 e 12, de fato, Deus revela a Seu servo fatos importantes que envolverão Seu povo.

A presença poderosa do Rei do universo é majestosa demais para que mortais suportem permanecer na sua presença. Mesmo sem ver o que acontecia, os companheiros de Daniel fugiram, amedrontados (v. 7), e Daniel, que teve um vislumbre da glória divina, caiu desfalecido. Somente a força concedida através do mensageiro celestial o pôde suster naquele momento (v. 8 e 9).

Após orar e jejuar durante três semanas inteiras (v. 2 e 12), Daniel recebe o mensageiro Gabriel que lhe diz que suas palavras, ditas em espírito de humildade, foram ouvidas no Céu desde que ele iniciara a sua oração. Que maravilha saber que nossas orações são ouvidas pelo Pai no mesmo momento que as iniciamos! Jamais saberemos neste mundo as forças espirituais que as nossas orações moveram em favor de quem intercedemos.

Gabriel revela que desde o momento do início da oração de Daniel, ele viera atuar sobre o rei da Pérsia, mas durante estes 21 dias, o ”príncipe da Pérsia” lhe havia resistido, com tanta intensidade que foi necessário que Miguel, o “Príncipe dos exércitos do Céu” (v. 13, Clear Word), ou seja, o próprio Cristo viesse ajudá-lo a conseguir a vitória.

A citação da expressão “príncipe da Pérsia” em oposição ao “Príncipe dos exércitos do Céu” revela a guerra espiritual que se trava nos bastidores dos poderes governantes terrenos. Alguma decisão muito importante que envolvia o povo de Deus estava nas mãos de Ciro, provavelmente a retenção do povo de Deus na Babilônia ou a proibição da reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém. 

“Durante três semanas Gabriel se empenhou em luta contra os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro. […] Tudo que o Céu podia fazer em favor do povo de Deus foi feito. A vitória foi finalmente ganha; as forças do inimigo foram contidas todos os dias de Ciro e todos os dias de seu filho Cambises” (PR, 572).

Gabriel ainda diz que quando a influência divina fosse retirada de sobre os governantes persas, viria o príncipe da Grécia (v. 20). As forças do mal agiriam, trazendo a ruína aos persas, através de Alexandre, o líder dos exércitos grecomacedônicos.

Deus respeita a decisão dos homens em rejeitar a Sua influência. Mas quando Seu povo, como Daniel, intercede com espírito humilde, todo o Céu trabalha em seu favor.

Senhor,

Nestes dias decisivos em que vivemos, em que impérios resistem ao Teu amor, vemos já Seu povo sendo perseguido por amor de Ti. Mantenha-nos obedientes firmes à Tua vontade manifesta em Tua Palavra e derrama em grande intensidade o Teu Espírito sobre este mundo carente do Teu amor, a começar por nós. Em humildade de coração pedimos. Amém.

 

Texto do blog mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/10/

Texto bíblico: Daniel 10 

Comentário em áudio

 

Comentários pastor Heber sobre Daniel 10

Daniel é um livro de oração, porque quem o escreveu viveu em oração. Se as pessoas soubessem o efeito da oração, dedicariam a vida a essa ação. Há um grande conflito entre o bem e o mal, precisamos da oração para promover o bem.

Em seu extraordinário livro Arilton Oliveira chama-nos a atenção para tal conflito: “O texto bíblico deixa claro que por traz do rei da Pérsia estava o príncipe do mal, Satanás, que deseja interferir nos planos de Deus. Neste ‘grande conflito’ Daniel ‘viu’ uma luta muito intensa. De um lado estava um ‘anjo mau’ agindo para frustrar os desígnios divinos, e do outro, possivelmente o anjo Gabriel…”.

Consequentemente, “para ter vitória nesse conflito precisamos nos entregar à oração, ao jejum, ao pranto e ao quebrantamento. Precisamos discernimento para entender a luta que se trava no mundo visível”, comenta Hernandes Dias Lopes. Nosso capítulo de estudo, pode ser assim divido:

1. A importância do jejum para a vida espiritual (vs. 1-3);
2. Jesus Se revela àquele que jejua (vs. 4-6);
3. Quem ora recebe explicação, outros não (v. 7);
4. A presença de Jesus impressiona (vs. 8-9);
5. Quem ora recebe conforto do Céu (vs. 10-11);
6. O anjo Gabriel vem do Céu a Terra para auxiliar a quem ora (vs. 12-14);
7. Humildade caracteriza quem experimenta a presença do ser celestial (vs. 15-17);
8. Gabriel fortalece àquele que ora por discernimento espiritual (vs. 18-21).

Precisamos aprender pelo exemplo de Daniel a enfrentar com oração todos os nossos problemas. Reclamando, culpando, criticando ou com arrogância, estupidez e grosseria não é característica de verdadeiros filhos amados de Deus.

Precisamos entender que a oração é fundamental para que a atuação de Deus nos alcance; não que Deus dependa de nossas orações para agir, é por meio dela que demonstramos às hostes satânicas que pertencemos a Deus. Quando oramos e jejuamos damos total liberdade para Deus agir contra Satanás que nos assedia.

Deus entra nessa luta universal para valer. Ele nunca perde nenhuma batalha. Jesus veio ao mundo, lutou, sangrou, e, morreu; porém, ressuscitou, pois Ele é mais poderoso que Satanás e mais forte que a morte. Sua vitória é eficaz, e, nossa única segurança e esperança de vencer.

Louve-O. Adore-O. Exalte-O! Glorifique-O! – Heber Toth Armí.



Daniel 9 by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: Israel, Messias, oração, prosperidade | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Depois que Ciro colocou Dario (o general Gobrias, ou Gubaru) como governador da Babilônia, Daniel voltou a estudar as profecias de Jeremias em especial a profecia que falava que a desolação de Jerusalém iria durar 70 anos (v. 2).

Nos outros sonhos que tivera, Daniel podia ver a mão de Deus na História. Mas a questão que o preocupava agora era: quando estes 70 anos se cumpririam para que os judeus fossem libertados e Jerusalém fosse restaurada? Ou será que as coisas se manteriam como estavam? Ele precisava saber do Senhor o que viria depois. Assim, ele se voltou plenamente ao Senhor em oração, jejum e súplicas, com espírito humilde (v. 3), expressando uma das mais bonitas orações intercessórias da Bíblia (v. 4-19). 

Ele próprio se identificou com os pecados do povo, reconhecendo como justos os castigos divinos, porque, realmente, o povo de Deus havia rejeitado Seus conselhos.

Reconhecendo que Deus tinha de agir e não podia ignorar o pecado, e reconhecendo que tinham sido ridicularizados diante das outras nações, com o coração quebrantado ele implora ao Senhor para que reverta a situação (vv. 14-19). 

Enquanto Daniel orava, Gabriel se postou diante dele e diz a Daniel que o Senhor o havia enviado para ajudá-lo (vv. 21-23) a compreender a visão que tivera dos 2300 anos. 

Gabriel lhe diz que haveria um decreto para a restauração e reconstrução de Jerusalém (de fato promulgado por Artaxerxes no sétimo ano de Esdras, em 457 aC) marcando o início do período de 2300 anos. Destes 2300 anos, 70 semanas proféticas ou 490 anos literais seriam separadas para o povo judeu e Jerusalém (v. 24). “Era o período para que o povo de Deus resolvesse os problemas de faltas morais que lhe contaminaram ao longo de sua história como nação. Isto se concretizaria através do Messias”. (Andrews Study Bible). 

No começo da última das 70 semanas, a 69ª, viria o Messias, ou o “Ungido” (v. 25). De fato, Cristo foi batizado por João e ungido pelo Espírito Santo em 27 dC, exatamente 69 semanas proféticas ou 483 anos depois da emissão do decreto! Daniel ouviu ainda, com surpresa, (v. 26) que o Messias seria morto no meio da última das 70 semanas (v. 27) e que Jerusalém e o templo seriam novamente destruídos, o que realmente aconteceu sob os romanos, em 70 dC. E, ainda, que haveriam guerras, conflitos e dificuldades até o fim, que viria com a violência de uma inundação (v. 26).

Enquanto Daniel estava preocupado com o fim dos 70 anos de cativeiro da Jerusalém literal, Deus apresenta ao profeta um quadro mais amplo da vinda do Messias, trazendo libertação do pecado para toda a raça humana. Esta extraordinária profecia a qual se cumpriu com precisão no batismo e morte de Jesus nos mostra que Deus está no controle da história e tem o futuro daqueles que o amam em Suas mãos.

Querido Deus,
Muito obrigado por nos revelares que estás no controle da história. Nos momentos difíceis que todos passamos, ajuda-nos a lembrar que o Messias já triunfou e por isso podemos descansar. Aceitamos a salvação gratuita oferecida através de Cristo e amorosamente desejamos seguir as Tuas orientações. Amém.

Koot van Wyk,
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 9 

Comentário em áudio 

Programas TV Daniel

 

Datas dos principais eventos do cumprimento da profecia de Daniel 9:

457 aC: Início das 70 semanas (490 anos) [e também dos 2300 dias/anos]. Definido pela ordem de restaurar e reconstruir Jerusalém (9:25) emitido pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reino (Esdras 7:11-26).

27 dC: Fim das 69 semanas (483) preditas para a chegada do Messias, o Príncipe (9:25) e início da última semana. Completadas no 15º dia do reinado de Tibério César quando Jesus foi batizado e começou Seu ministério (Lucas 3:1, 21).

31 dC: Metade da última semana das 70 semanas (490 anos). Após as 3 1/2 semanas de Seu ministério terrestre, a morte de Cristo confirmou um concerto em benefício de todos.

34 dC: Fim das 70 semanas (490 anos). Marcado pelo martírio de Estêvão e a perseguição que expulsou os cristãos da Judéia, espalhando, portanto, o evangelho aos gentios.

1844 dC: Fim dos 2.300 dias (2.300 anos). Marcado pelo início da purificação do santuário celestial e o julgamento dos últimos dias.

Fonte: Andrews Study Bible.

 

 

Comentário pastor Heber sobre Daniel 9

A oração dirigida a Deus nunca é em vão. Somente por meio da oração sincera se obtêm discernimento espiritual do Céu. Estudo da Bíblica, oração, jejum e intercessão são passos que devem ser dados por quem almeja obter preciosas respostas de Deus.

Este capítulo pode ser assim dividido:
1. Daniel estuda a Bíblia, jejua e ora (vs. 1-19);
2. Deus dá a resposta à oração suplicante (vs. 20-27).

Ao estudar a Bíblia, podemos, como Daniel, nos deparar com assuntos que não entendemos, ou mesmo duvidamos. Ao estudar as profecias do cativeiro, previsto para terminar em 70 anos (Jeremias 29:10-14), Daniel se pôs a orar, era preciso. O profeta não entende tudo sobre Bíblia, o dom de profecia não torna ninguém onisciente e infalível. Por isso, o profeta precisa orar como nós!

Toda pessoa que se dedica a estudar a Bíblia a fundo se torna dedicada na intercessão pelo perdido. E, Deus responde! A resposta de Deus foi profética, uma revelação esplendorosa sobre o grande Libertador, não do cativeiro, mas do pecado. Observe:
1. O Messias viria fazer expiação pelo pecado para justificar o pecador (v. 24)
2. O Messias seria o Ungido de Deus, o Príncipe do Céu (v. 25)
3. O Messias seria rejeitado por aqueles que amam o pecado, por isso seria morto (v. 26)
4. O Messias alcançaria Seus propósitos cumprindo a profecia (v. 27)

Impressionante, cerca de 500 anos antes, a profecia revelou detalhes da vinda do Messias. Além disso, tem mais:
1. As setenta semanas têm um ponto de partida (457 a.C.)
2. As setenta semanas se dividem em três períodos: 
a) Sete semanas
b) Sessenta e duas semanas
c) Uma semana
3. A última semana se divide ao meio

Sendo que 70 semanas vezes 7 dias são 490 dias, e, que, profeticamente cada dia equivale a um ano, então temos 490 anos de história. Este período começa em 457 a.C e termina em 34 d.C. Sendo, a última semana, 7 anos, a mais importante:

1. No começo, Jesus é ungido/batizado (27 d.C).
2. 3 ½ anos depois, Ele foi crucificado (31 d.C)
3. Mais 3 ½ Estevão foi apedrejado (34 d.C)

Deus previu todos os detalhes. Aceite Seu plano de salvação! Aceite Jesus!

Simplifiquei para você entender! – Heber Toth Armi.



Daniel 6 by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: adoração, fidelidade, libertação, oração | Tags: , ,

Comentário devocional:

O general de Ciro, Gubaru (ou Gobryas), que tomou Babilônia, também foi o seu primeiro governante, sob o nome de Dario, o Medo (v. 1).

Daniel foi colocado como um dos três supervisores dos 120 sátrapas ou governadores escolhidos pelo rei e, com a ajuda de Deus, distinguiu-se como um bom estadista muito acima dos outros dois altos oficiais do rei. Estes, invejosos de Daniel, tentaram, em vão, encontrar alguma acusação contra ele (v. 4). Daniel não se corrompia e era extremamente trabalhador e confiável. Legalmente não podiam fazer nada contra ele; então eles foram buscar algo contra ele em sua religião (v. 5). 

Dissimulando honrar ao rei, eles o persuadiram a emitir um decreto que não poderia ser revogado: no período de 30 dias ninguém poderia fazer petição a qualquer deus ou pessoa, a não ser para Dario, sob pena de ser lançado na cova dos leões (v. 7).

Quando Daniel ouviu falar acerca do decreto, abriu as janelas de sua casa e continuou orando a Deus três vezes por dia, como sempre fizera. Nada mudara para ele (v. 10). Daniel sabia que a adoração contínua e a oração eram a chave para o sucesso espiritual de sua vida. Ao testemunharem isto, os inimigos de Daniel o acusaram de desobediência ao decreto do rei.

O rei só neste momento entendeu a armadilha em que caíra e ficou consternado com a noticia, porque gostava muito de Daniel (v. 14). Dario buscou de todas as maneiras salvá-lo porém, sem sucesso (v. 15) – a lei dos medos e persas estava acima dele. A muito contragosto, Dario ordenou que se baixasse o ancião, que teria 83/84 anos na época, através de cordas na cova dos leões, expressando a ele o sincero desejo de que seu Deus o salvasse (v. 16). Em seguida, a cova foi fechada com uma pedra e selada com o selo do rei e os selos dos nobres (v. 17). 

Nesta noite não houve para Dario sono, comida ou entretenimento (v. 18). Imediatamente aos primeiros raios do sol correu para a cova para ver o que acontecera (v. 19). Com aperto no coração, já esperando pelo pior, chamou Daniel para ver se ainda estava vivo (v. 20). Para grande alegria de Dario, Daniel, de dentro da cova, louvou a Deus por ter sido salvo dos leões, sem qualquer ferida sequer (vv. 21, 23). Então, os papéis se inverteram e os acusadores de Daniel foram jogados, junto com suas mulheres e filhos na cova dos leões, onde foram imediatamente devorados (v. 24).

Este episódio claramente inspirado pelo inimigo de Deus teve como resultado exaltá-Lo ainda mais, pois em todo o reino se fez conhecido, por decreto real, que “Ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o Seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim.” (vv. 25-26). Este decreto foi colocado nos arquivos do reino para que os futuros governantes dos medos e persas tivessem dele conhecimento. Através dele, Dario testemunhou que Deus resgata e salva, opera sinais e maravilhas no céu como na terra (v. 27) para livrar os seus. Dario estava aqui não só relatando o passado, mas também profetizando e descrevendo a obra de salvação de Deus em Jesus.

Naquele ano e no próximo Daniel prosperou, tanto no reinado de Dario quanto no de Ciro, que o sucedeu no trono. A última data que temos notícias de Daniel foi o ano de 536 aC, no terceiro ano de Ciro, quando ele teve a longa visão dos capítulos 10 a 11, sobre os reinos que se sucedem até a ressurreição dos justos, no fim dos tempos.

Querido Deus,
Diariamente teu povo remanescente é alvo de críticas, falsas acusações e perseguições. O objetivo é diminuir a sua influência para o bem. Resgata e protege, Senhor, o Teu povo, não só das acusações, quanto de estar entre os acusadores. Em Teu Santo Nome oramos. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 6

Comentário em áudio

Palestra sobre Daniel 6

Comentário pastor Heber Toth Armí sobre Daniel 6

Se vivêssemos a religião bíblica como deve ser; se não rendêssemos à cultura do mundo, mas aos princípios do Céu; se o amor por Deus determinasse nosso comportamento e nossas decisões, certamente não veríamos sermõezinhos pragmáticos, megaigrejas aguadas e os efeitos pós-modernos numa sociedade capenga.

Daniel não é crente camaleão, que muda conforme dita a sociedade, a moda, a política ou, se outros crentes não são como ele: resoluto na Palavra de Deus. Além disso, a vida de quem vive pela fé – não pelo medo ou conveniência, é eletrizante, emocionante: Daniel foi jogado vivo para ser comido pelos leões, e saiu vivo – ele tem histórias para partilhar!

Note: Ser convencido é uma coisa, ser convicto é outra; assim como ter fé é uma coisa e, viver pela fé é outra. A atitude de Daniel em orar com a janela aberta confronta a irrevogável lei medo-persa, porém sua atitude não é de rebeldia e arrogância, mas de submissão ao Deus que os infiéis arrogantemente desprezam e ignoram.

Diante da arrogância em prol do erro, da pressão e ameaça para com os fieis, os verdadeiros filhos de Deus, mesmo em face a leões, perseguições e morte, têm honrado, primariamente, a Deus. Por que não ser corajoso contra os homens perversos, quando estes são tão corajosos em desafiar a Deus?

Daniel permaneceu uma noite entre leões, os que o acusaram sentiram na pele o que significa isso; o resultado, porém, revelou que é muitíssimo melhor servir a Deus do que acusar os servos de Deus.

Ainda, neste capítulo aprendemos que,

1. É melhor obedecer a Deus que aos homens, ainda que o homem seja o rei do maior império mundial. 

2. É melhor cumprir a lei de Deus quando as leis dos homens confrontam essa lei.

3. É melhor honrar a Deus do que lutar para preservar a vida, pois Deus é Quem dá e preserva a vida.

4. É melhor viver os princípios divinos, custe o que custar, antes que os caprichos da vontade humana.

5. É mais prudente agradar a Deus do que a qualquer ser humano, por mais importante que ele seja.

Em nossa geração, carecemos de gente de convicção. “Reaviva, Senhor, nossa paixão por Ti”.

Viva hoje o ideal de Deus!



Jeremias 33 by Jobson Santos
3 de junho de 2014, 0:05
Filed under: oração | Tags: , , ,
Comentário devocional:
 
Minha esposa Bodil e eu gostamos de cantar músicas bíblicas como uma forma de memorizar a Palavra de Deus. Este capítulo contém uma de nossas promessas bíblicas favoritas: “Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece” (Jeremias 33:3, NVI).
 
Seja qual for o desafio ou a oportunidade que você esteja enfrentando hoje, apegue-se ao que Deus prometeu em Sua Palavra. “Clame a mim”, Ele diz. Este convite me faz lembrar as palavras de Jesus no Sermão da Montanha: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta” (Mateus 7:7, NVI).
 
Quando criança, eu imaginava que eu deveria pedir “coisas”. Agora eu percebo que os maiores presentes que o Pai anseia nos dar são sabedoria para saber como viver e a presença capacitadora do Seu Espírito Santo. Dê-lhe hoje a oportunidade de guiá-lo e capacitá-lo na realização dos seus deveres. E lembre-se, nada é difícil demais para Deus.
 
“Senhor , obrigado por sua incrível promessa, feita não só a Jeremias, mas também a mim. Alegro-me por poder pedir a Sua ajuda a qualquer momento, em qualquer lugar, sabendo que não há nada difícil demais para você. Amém”.
 
Derek J. Morris
Associação Ministerial da Conferência Geral
 
www.reavivadosporsuapalavra.org
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/33/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 33 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/jeremias/jr-capitulo-33/


Jeremias 11 by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2014, 0:00
Filed under: oração | Tags:

Comentário devocional:

Todos nós temos entes queridos por quem intercedemos perante Deus em oração. Durante anos eu orei todos os dias pela salvação de alguns familiares e amigos muito queridos. Eu queria mais do que qualquer coisa que eles aceitassem a Jesus para que um dia vivêssemos juntos na Nova Terra. Algumas dessas pessoas realmente aceitaram Jesus e cresceram em seu relacionamento com Ele; outras, porém, pareceram se manter em seu caminho terreno.

Depois de algum tempo comecei a ter dúvidas se deveria continuar a orar por eles. Comecei a me questionar, como você também pode ter feito, se existem algumas orações às quais Deus não pode responder.

É interessante notar que Deus falou explicitamente a Jeremias no capítulo 11 para não perder tempo orando pelos israelitas. Deus disse: “E você, Jeremias, não ore em favor deste povo nem ofereça súplica ou petição alguma por eles, porque eu não ouvirei quando clamarem a mim na hora da desgraça” (v. 14 NVI).

Por que Deus diria uma coisa dessas? Podemos encontrar a resposta de Deus alguns versículos antes: “eles não ouviram, nem me deram atenção; ao contrário, seguiram os seus corações duros e maus” (v. 8 NVI) e “Tornaram às iniquidades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a Minha aliança, que Eu fizera com seus pais.” (v. 10 ARA).

O povo escolhido por Deus, que tinha todo o conhecimento de Sua lei e vontade, insistiu em Lhe desobedecer e a seguir seus maus desejos. Deus não poderia forçá-los a segui-Lo e, desta forma, não podia fazer o que desejava fazer por eles. Então Ele disse a Jeremias para não mais orar pelo povo.

Mas Deus ainda não tinha desistido dos israelitas – assim como Ele ainda não desistiu também de nossos entes queridos. Deus disse a Jeremias para dizer aos israelitas: “Obedeçam-Me e façam tudo que lhes ordeno, e vocês serão o Meu povo, e eu serei o seu Deus” (v. 4 NVI).

Oração: “Querido Deus, eu apresento hoje a Ti minha querida família e meus amigos. Alguns deles podem não ter nenhum interesse em Ti, e outros podem supor equivocadamente que estão em uma relação salvadora conTigo mas não estão. Por favor, ouça minha oração a favor da salvação deles. Mostre-me, como mostrastes a Jeremias, o papel que eu posso desempenhar na salvação deles. Amém”.

Andrew McChesney
Jornalista na Rússia.

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/11/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Jeremias 11



Jeremias 3 by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2014, 0:00
Filed under: oração, salvação | Tags:

Comentário devocional:

Como alguém consegue parar de pecar? Essa é uma pergunta que as pessoas tem feito há séculos. Passou a ser também a minha dúvida, levando-me quase ao desespero, logo depois que eu comecei a buscar sinceramente a vontade de Deus para a minha vida. Nesta busca comecei a escrever um diário de oração.

A história de George Mueller, um evangelista do século 19 que escrevia regularmente um diário de oração, atraiu minha atenção. Ele escrevia em um caderno a data em que fazia um pedido em oração e então anotava a data em que a sua oração era respondida. Este sistema simples permitiu-lhe documentar centenas de respostas à oração.

No começo eu me senti desconfortável em escrever à mão as minhas súplicas. Minha primeira oração foi muito  simples: “Querido Deus, obrigado por este dia. Obrigado pela vida. Por favor, perdoe meus pecados. Por favor, salve meus pais, minha irmã e meus outros parentes. Ajuda-me a honrar-Te hoje. Amém”.

No dia seguinte, e nos próximos, eu me assentei para escrever a minha oração e escrevi exatamente as mesmas palavras. No quarto dia, eu comecei a pensar que aquela situação estava ficando ridícula. Eu estava pedindo pelas mesmas coisas todos os dias! Eu estava ficando entediado e me perguntava se Deus não estava sentindo o mesmo por conta de minhas repetições. 

Então eu transformei o diário de oração em um diário onde eu compartilhava meus pensamentos mais profundos e também os meus pecados com Deus. Foi então que a angústia tomou conta de mim.

Uma década de vida egoísta tinha me deixado com uma mente espiritual mal disciplinada que oferecia fácil acesso à tentação. Ao longo das semanas, notei um padrão no meu diário de oração: Se eu tivesse cometido um pecado particular, ainda que pequeno, eu me arrependia de tê-lo cometido e pedia a ajuda de Deus para não cometê-lo novamente; mas eu acabava escrevendo que eu tinha cometido o mesmo pecado novamente! Minhas preces foram se tornando novamente repetitivas, e o mais triste para mim é que eu estava repetindo os mesmos pecados.

Finalmente, interrompi o meu diário de oração. Eu não podia suportar a dor de escrever sobre minha infidelidade vez após vez. Mas eu estava errado – nenhum de nós deve nunca desistir de lutar contra o pecado. Deus nos assegura que não precisamos ficar repetindo os mesmos pecados egoístas. Ele diz: “Voltem, filhos rebeldes! Eu os curarei da sua rebeldia” (v. 22 NVI). Esse não é somente um convite, é uma promessa!

“Querido Deus, por vezes, parece que eu não consigo sair da terrível situação de cometer o mesmo pecado vez após vez. Mas hoje eu me volto para Ti e me agarro à Tua promessa de me curar da minha apostasia. Voltarei a estudar a Bíblia e orar diariamente. Não vou desistir. Cura-me. Amém.”

Andrew McChesney
Jornalista na Rússia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 3 



Isaías 37 by Jobson Santos
2 de abril de 2014, 0:03
Filed under: oração | Tags: , , , ,
Comentário devocional:
Após receber aquela mensagem cheia de insultos do rei Senaqueribe apresentada pelo seu porta-voz Rabsaqué, pode-se imaginar a angústia na corte de Jerusalém. De fato, o rei Ezequias rasgou suas vestes e se cobriu de saco. No entanto, ao invés de tentar reunir seu exército ou buscar ajuda nos homens sábios do mundo, ele buscou a Deus.
Mais uma vez Rabsaqué procurou assustar Ezequias através de uma carta blasfema (verso 14). Entretanto essas táticas de pressão fizeram o rei Ezequias apegar-se ainda com mais força ao Senhor. Esta deve ser uma lição para nós hoje, quando confrontados com alguma dificuldade, grande ou pequena.
Eu amo a oração de Ezequias e a maneira tão significativa como ele começa sua oração: “Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, cujo trono está entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu fizeste os céus e a terra” (v. 16 NVI). Ao mencionar que Deus habita entre esses dois querubins, Ezequias está lembrando a Deus que Ele é um Deus de misericórdia. Ele também está reconhecendo que Deus não é apenas um grande Deus, mas o único Deus e Ele é o governante de todos os reinos da terra, assim como o criador do mundo. Assim, não seria grande coisa para ele lidar com o Rei Senaqueribe e seu exército assírio.
A oração de Ezequias continua: “Ouça Senhor, abra os olhos. Vês o que eles estão dizendo contra Ti? É verdade, eles já destruíram muitas nações. Mas essas nações confiavam em deuses de madeira e pedra. Não és como esses deuses. Ouve a minha oração e livra-nos de tal forma que todas essas nações (tanto a Assíria quanto as nações que destruíram) possam ver que Tu és o único Deus verdadeiro e o único Deus que pode nos livrar.” (Minha paráfrase dos versos 16-20).
Como poderia Deus não responder a tal pedido? O Salmo 50:15 nos diz: “Clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará” (NVI). E foi exatamente isso o que Deus fez, Ele libertou Jerusalém. Em Isaías 36:36, vemos que o Anjo do Senhor, sozinho, destruiu 185.000 soldados do exército assírio. O rei Senaqueribe voltou para casa envergonhado e,  não muito tempo depois, foi morto pelos próprios filhos (v. 38).
Quando confrontados por dificuldades ou desafios insuperáveis, a oração deve ser sempre a nossa primeira linha de defesa. Assim como o rei Ezequias apresentou aquela carta ameaçadora diante do Senhor, nós também devemos apresentar nossas cargas (grandes e pequenas) diante do Senhor e reivindicar Suas promessas.
“Exponde continuamente ao Senhor vossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podeis sobrecarregar; não O podeis fatigar. Aquele que conta os cabelos de vossa cabeça, não é indiferente as necessidades de Seus filhos. … Levai-Lhe tudo quanto vos causa perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignificante que o não observe. Não há em nossa vida nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que a possa resolver.” Caminho a Cristo, p. 100.
= => Convite: Aproveite e apresente a Deus o seu pedido ou agradecimento no site www.euoro.com.br.
Melodious Echo Mason
EUA

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico:  http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-37/


Salmo 32 by Jeferson Quimelli
8 de setembro de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

O perdão sempre tem um custo! O custo é o arrependimento e a confissão, mas poucos de nós estamos dispostos a pagar esse preço. A maioria de nós, prefere pagar as suas dívidas espirituais por outros meios. O problema é que a dívida que temos é simplesmente grande demais para ser paga.

Muitos se sentem oprimidos pela culpa devido a seus pecados. Alguns dos pensamentos que os atormentam são: Se uma pessoa souber das coisas que eu fiz, conseguirá me amar? Existe alguma chance de alguém me perdoar? Já fui longe demais para receber misericórdia? É simplesmente muito tarde para mim.

O salmista estava muito consciente do seu pecado e da culpa resultante. Ele não era nenhum santo. Era culpado de homicídio e adultério, mas Deus foi misericordioso para com ele e não o abandonou. 

Davi reconheceu seus pecados, confessou-os a Deus e arrependeu-se do que havia feito. Ele descobriu a calma alegria que vem após as tempestades furiosas da culpa passarem. Ele experimentou a sequidão que vem de tentar esconder os pecados com mentiras e enganos, e a refrescante paz que vem de saber que você está perdoado.

Não há maior alegria do que saber que Deus já lhe perdoou a dívida daquele pecado que você nunca poderia pagar. Não há nada mais doce do que saber que, enquanto outros podem julgá-lo como culpado, você foi posto em liberdade pelo próprio juiz.

Nossa oração de hoje é para que o Senhor nos conceda a coragem para confessarmos os nossos pecados e a força para nos afastarmos deles. Ajuda-nos, Senhor, a experimentarmos a alegria do perdão, para que possamos ser felizes em Seu amor e cantemos alegremente a respeito de quão gracioso e amável você tem sido para nós.

 

Richard McNeil

Graduado em Teologia pela Universidade Adventista do Sul

Estudante na Universidade de Andrews

Traduzido por JDS




http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/32/ 

Texto bíblico: Salmo 32



Salmo 30 by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Há momentos na vida em que o Senhor parece distante e nossas orações parecem infrutíferas. Nesses momentos sombrios, facilmente sentimo-nos solitários e depressivos. Davi conhecia essa realidade muito bem. Mesmo sendo o ungido de Deus, ele sentiu a ferroada de orações aparentemente não respondidas.

Neste Salmo, Davi dedica tempo para assegurar-nos de que Deus realmente responde as orações. Nossos momentos escuros são apenas temporários, nosso choro dura apenas uma noite e nossa alegria vem pela manhã. A alegria que o Senhor traz não pode ser contida, provoca ação e celebração. Eu não sei acerca das suas lutas internas, mas Deus sabe. Apresente a Ele tudo em oração!

O Senhor abençoou recentemente a mim e a minha esposa com uma filha e escolhemos dar a ela o nome de Yanai, que significa “Deus responderá.” Escolhemos esse nome para ser um lembrete constante de que Deus irá responder às nossas orações e que não devemos perder a esperança ao passarmos por tempos sombrios na vida.

Não há nada mais doce do que uma oração respondida!

Neste Salmo Davi dedica tempo para agradecer ao Senhor por ser fiel. O Senhor tem sido e sempre será fiel. Davi não quer jamais se calar a respeito da bondade de Deus, e por que ele deveria? Por que você e eu deveríamos nos calar?

Nossa oração hoje é: 
Com o coração agradecido comparecemos diante de Ti, Senhor, agradecendo por ser tão fiel, agradecendo por estar disposto a ouvir nossas orações. Obrigado Senhor! Ajude-nos a não perder a esperança, mas a declarar aos outros que o nosso Deus é fiel e sempre ouve nossas orações.

Richard McNeil

Graduado em Teologia pela Universidade Adventista do Sul

Estudante na Universidade de Andrews



http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Traduzido por JDS/Revisado por JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/30/ 

Texto bíblico: Salmo 30



Salmo 6 by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2013, 0:00
Filed under: confiança em Deus, oração
Comentário Devocional:

Neste Salmo Davi roga a Deus por misericórdia e libertação de sua angústia. No versículo 5, ele lembra a Deus que “Entre os mortos ninguém se lembra de ti. Do túmulo, quem te louvará?” (NIV). Em outras palavras, apresse-se e livra-me antes que eu morra, enquanto ainda posso louvar o seu nome!

Você, assim como Davi, já se sentiu sobrecarregado emocionalmente a ponto de ficar exausto fisicamente? Jesus lhe convida a ir a Ele, depositar sobre Ele os seus fardos, e encontrar descanso nEle (Mateus 11:28-30).

Que seus cuidados e preocupações sejam aliviados hoje, porque Jesus, está levando a sua carga.

Jackie O Smith
Silver Spring, Mariland, USA

Traduzido e adaptado por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/6/
Texto bíblico: Salmo 6