Comentário devocional:
Recentemente, preguei uma série de sermões sobre Ezequiel. Quando eu cheguei ao capítulo sete, eu pulei e preguei sobre o capítulo oito. Para ser honesto, eu saltei capítulo sete porque é um capítulo difícil. Ele fala sobre juízo e eu sempre tive dificuldades nesta questão.
Quando eu era jovem, eu estava frequentemente em problemas. Eu era o que minha esposa chama de uma criança “a todo vapor”. Eu estava constantemente fazendo o que não deveria fazer e constantemente deixando de fazer o que eu deveria fazer. Como resultado disso, enfrentei muita disciplina e julgamento. Eu era manipulador e rápido para transferir a culpa e a responsabilidade para outras crianças na família, mas a justiça, mesmo que adiada com sucesso por algum tempo, sempre me encontrava com força total.
Eu nunca tive um grande interesse em juízo, de modo que pular o capítulo sete não foi uma coisa muito difícil de fazer. Mas, enquanto eu trabalhava nos próximos capítulos na minha série de sermões, o Senhor me convenceu a não pular este capítulo, mas voltar para ele e pregar o que estava no texto.
Enquanto eu estudava este capítulo e orava, algumas coisas se destacaram para mim, como a forma completa e devastadora que o juízo divino sobre Israel deveria ser e quão pessoal foi para Deus o ato de julgamento (observe todos os pronomes pessoais em versículos 8-9). Que completo fracasso foram os ídolos de Israel em protegê-los da Babilônia!
Esquadrinhei esse texto à procura de algum vislumbre da graça de Deus, mas tudo o que eu encontrei foi o Seu juízo pessoal e abrangente.
Foi então que Deus realmente começou a falar ao meu coração. Foi por causa da minha tendência em ver graça e juízo como se fossem desconectados entre si, e esperar que a intensidade da graça divina fosse muito maior do que a do Seu juízo é que eu não via a graça de Deus em Seu juízo.
Como pode um juízo estar cheio de graça? Quando, em minha infância, minha mãe me disciplinava, seu objetivo não era apenas me punir. Seu objetivo para mim era o mesmo que Deus tinha para Israel – o desenvolvimento de caráter e crescimento.
A disciplina de Deus é misericordiosa, porque nos alerta para o fato de que Deus leva o pecado a sério. A disciplina, que, por vezes, precisa ser severa, evita que o pecado se espalhe ainda mais rápido.
Além disso, o juízo de Deus expõe quão completamente inúteis nossos ídolos são. Na verdade, ao enfrentar o juízo, o povo de Deus jogou a sua prata e ouro nas ruas como se fossem impuros (ver verso 19). Pela graça de Deus em Seu juízo nós também percebemos a inutilidade dos ídolos dos quais temos dependido para nos satisfazer e apagar nossos medos.
O juízo que Ezequiel profetizou não era eterno para Judá. No meio de seu juízo, eles tiveram a oportunidade de se arrepender e voltar para o único e verdadeiro Deus. Como o juízo divino continua válido também para nós, hoje, pela graça de Deus nós também temos a oportunidade de nos convertermos dos nossos ídolos e voltar para Deus. Há grandes novas da graça no juízo! Amém.
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/7/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 7
Comentário em áudio
Filed under: arrependimento, correção, cuidado de Deus, discernimento, escolhas, esperança, Justiça, profecias, Queda de babilônia | Tags: advertência, Apocalipse, juízos divinos
Comentário devocional:Que capítulo intenso! Deus envia aqui Sua Palavra a toda a nação de Judá e, também, ao mundo todo, em todas as épocas, através de seu servo Jeremias.
A mensagem de Deus é simples e clara. Observe Seu “Plano de três pontos” para a sobrevivência espiritual:
1. Arrependei-vos dos vossos maus caminhos e maldades;
2. Não vá atrás de outros deuses para os servir e adorar;
3. Não Me obrigue a agir por causa das más obras das tuas mãos.
A Escritura registra a triste verdade que eles se recusaram a ouvir. Recusaram não apenas poucas vezes, mas de forma permanente.
A leitura deste capítulo me faz imaginar Jeremias tentando conseguir a atenção das pessoas no portão da cidade. Mas o povo não deu ouvidos às palavras de Deus. Estas palavras os teriam salvo se tivessem levado o profeta a sério.
Jeremias detalha os resultados devastadores de desprezar as repreensões divinas. Os babilônios se tornaram instrumento divino de juízo. Os sons da vida foram silenciados e as luzes se apagaram.
Mas existe uma esperança: encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam.
Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!
No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos.
Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).
Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Apoc 14], descrevendo o conflito final dos tempos. Deus tem um acerto de contas a fazer, não só com o Seu povo, mas com todas as nações. A devastação do pecado e do mal não perdurará para sempre.
No final deste capítulo é feita referência aos líderes e pastores no Dia do Juízo. Não é uma imagem bonita. Parece mais um momento de terror. Eu não gostaria de ser responsabilizado por ter levado um dos filhos de Deus a se extraviar!
A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Façamos a nossa parte em aceitar as mensagens de Deus para nós e as colocarmos em prática. Assim seremos aprovados no juízo final.
“Senhor, que cada membro da família mundial “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente as Suas palavras e as pratique”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original: Texto bíblico: Jeremias 25
Filed under: caráter de Deus, fidelidade, integridade, Israel, Justiça, lealdade, Messias, testemunho | Tags: pastores, pecado
Comentário devocional:
É uma grande responsabilidade ser um líder espiritual; ser pastor é uma responsabilidade ainda maior.
Posso entender a paixão que leva uma pessoa a ministrar em nome do nosso Deus, pois desde cedo convivi com muitos pastores. Meu pai é um pastor aposentado e tenho cinco tios que também são pastores. Adicione a esta lista de bênçãos: um irmão, um cunhado e um filho, além de muitos amigos pastores e, especialmente, meu pastor atual.
Nos capítulos anteriores de Jeremias, o foco eram os líderes políticos da nação. Neste capítulo a mensagem é dirigida aos líderes espirituais, pastores e profetas. Deus pronuncia aqui um ai contra os pastores que dispersaram a Seu povo (v. 2).
Algo muito sério e de responsabilidade é representar a Deus perante o povo e pretender falar em Seu nome. É um pecado muito grande diante de Deus perverter Suas palavras, representá-lo mal e profetizar mentiras em Seu nome. Não devemos nunca usar o nome de Deus de maneira inconsequente e descuidada para dar credibilidade a nossos propósitos.
Num período em que os líderes espirituais estavam deixando de repreender o erro e eles mesmos cometendo os mais graves, o Espírito Santo, através de Jeremias, derrama um feixe de luz brilhante em um mundo escuro. Ele profetiza que o próprio Deus irá estabelecer novos pastores que cuidem de seu povo (v. 4) e irrompe em uma bela profecia messiânica! (v. 5-8.)
“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: SENHOR, Justiça Nossa” (Jr 23:5-6, ARA). Eles precisavam desesperadamente da justiça de Deus assim como nós também precisamos.
Há um ditado que diz: “Como são os líderes assim é o povo”. Ou seja, o povo segue as ações de seus líderes. E não serão melhores do que eles. É de se admirar, então, que o mal ataque vigorosamente nossos pastores e líderes? Temos o privilégio de interceder por eles em oração, principalmente nestes tempos urgentes.
Uma prática que tem se demonstrado particularmente eficaz na neutralização da Palavra de Deus é a imoralidade. Mesmo que sejamos dedicados ao Senhor, ainda assim somos vulneráveis a tais tentações. Nos tempos de Jeremias, os falsos profetas e sacerdotes estavam levando o povo a decadência espiritual pela omissão da repreensão e por seus próprios atos. Jeremias chama esta situação de “uma coisa horrível” e compara o povo de Jerusalém ao povo de Sodoma (v. 14). Isso vale também para o nosso tempo.
Este capítulo trata acima de tudo acerca da deturpação da vontade de Deus. Dizer que Deus não gosta desta situação é um eufemismo. Foi com tremor que, como pastor, li: “Por isso me esquecerei de vocês e os lançarei fora da minha presença, juntamente com a cidade que dei a vocês e aos seus antepassados” (v. 39).
Jeremias lamenta profundamente a situação. Ele diz que seu “coração está quebrantado” por causa do uso indevido de “santas palavras” de Deus (v. 9). O profeta entende as graves implicações.
Fiquei impressionado com o conceito de que a Palavra de Deus poder ser “furtada” (v. 30). Pensei nas várias formas em podemos fazer isto, mas uma se destaca: os caminhos de um hipócrita – os que dizem uma coisa e fazem outra. Jesus alertou seus discípulos a respeito, porque os escribas e fariseus diziam uma coisa, mas suas ações não estavam em harmonia com o que diziam (ver Mateus 23:2-3).
Será que somos uma pessoa na igreja e outra na vida cotidiana? São os nossos pensamentos sujeitos à Santa Palavra de Deus? Deus está ansioso para que seu povo se desfaça da condição de Laodicéia, em que as pessoas permanecem com um pé na igreja e outro no mundo.
“Senhor, motiva-nos, constranja-nos e dá-nos a força para, como líderes espirituais, sermos fiéis à Sua Palavra em nossos corações e em nossas práticas diárias. Que assim, inspiremos outros a também Te servir, em espírito e em verdade, como Teus verdadeiros filhos e filhas. Amém.”
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA
https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/23/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 23
Filed under: caráter de Deus, consequências, correção, escolhas, Justiça | Tags: consequências, escolhas, rebeldia
Contexto histórico:
“Nos capítulos 21 e 22, Jeová dirigiu uma mensagem à pessoa do rei de Judá. Anunciou ao rei que ele pusera à sua frente o caminho da vida e o caminho da morte (21.8). O caminho da vida era a obediência (22.3) e traria bênçãos. Zedequias reinou em 597-587 a.C., preferiu o caminho da morte, que lhe causou a rejeição de sua família como dinastia de descendentes e herdeiros do trono de Davi (22.24-30). Pasur, filho de Malquias, deve ser distinguido do Pasur anterior, filho de Imer (20.1). Cerca de vinte anos se haviam passado entre estes capítulos e o anterior [cap. 20] … Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21.
Comentário devocional:
Tempos de desespero pedem medidas desesperadas. A advertência de Jeremias de que Deus iria destruir o país através dos babilônios já se evidenciava pela presença dos exércitos de Nabucodonosor a circundar a cidade. Então o rei Zedequias enviou uma delegação a Jeremias, em busca da Palavra do Senhor, que ele recentemente havia desprezado e rejeitado. Ele fez isso não por conta de um arrependimento verdadeiro ou uma mudança de coração, mas numa tentativa desesperada de evitar o desastre e sobreviver.
Em resposta, Jeremias envia uma mensagem de volta ao rei. A nação havia ido longe demais e a mensagem de condenação e julgamento não só é ratificada, mas ampliada. Não há esperança para a cidade, o rei ou os príncipes, mas ele indica um caminho para que as pessoas comuns sofram menos. Ele diz que Zedequias deveria deixar de lado o instinto de lutar ou fugir e se entregar aos babilônios, porque, então, ele viveria! “Fique aqui e lute, e você vai morrer!” é a mensagem de Jeremias. Deus sempre dá a oportunidade de escolher a vida.
Jeremias lembra à Casa de Davi, o rei e os seus príncipes, que a razão para isso estar acontecendo é a total corrupção dentro da estrutura dirigente da nação. Deus faz aqui uma apaixonada defesa em prol da justiça, honestidade e compaixão como sendo uma obrigação da liderança para com as pessoas. Os líderes que não atenderem a este apelo de Deus sofrerão as conseqüências de sua maldade.
Isso me faz lembrar de um princípio que procurei incutir em meus filhos enquanto eles cresciam: tomem boas decisões e coisas boas acontecerão; tomem decisões ruins e coisas ruins acontecerão! Quanto mais boas decisões você tomar, mais coisas boas acontecerão. E o oposto também é verdadeiro: quanto mais cedo você parar de tomar más decisões e começar a tomar boas decisões, coisas boas vão acontecer mais rapidamente!
A boa notícia neste capítulo é que o amor e a justiça de Deus não permitirão que a corrupção do pecado dure para sempre. Se você sofre com injustiça e opressão, saiba que um dia Ele fará o acerto de contas e estabelecerá uma nova ordem de coisas em que habita a justiça. Louvado seja Deus!
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/21/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 21
Filed under: Justiça
Comentário devocional:
Além de Moabe, outras nações e cidades, como Damasco, também têm problemas e receberam mensagens de advertência através de Isaías. O coração do problema de Damasco como apresentado neste capítulo é: “te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da rocha da tua fortaleza” (v. 10a ARA).
A população de Damasco teve todas as oportunidades para conhecer mais acerca de Deus. Eles viviam há séculos perto de Israel e sabiam das “revelações” de Deus, das Suas leis, da mensagem do santuário, das intervenções de Deus na história e, no entanto, seguiram o seu próprio caminho.
O pecado de Damasco estava em seus altares (v. 8). Focadas apenas em si mesmas e em seus negócios, as pessoas de Damasco se esqueceram de Deus e construíram para si altares pagãos. Acaz, rei de Judá, chegou a construir no Templo de Jerusalém uma cópia de um altar assírio que vira em Damasco (2 Reis 16:11).
Damasco cometeu o pecado de misturar ao culto a Deus elementos das religiões sensuais das culturas próximas, como postes sagrados dedicados à deusa mãe “Asherah” e altares de incenso (v. 8b).
Assim, Isaías vê a punição aguardando Damasco e as cidades circunvizinhas. Em um futuro imediato, Damasco cairia, seria abandonada e se tornaria em ruínas (versos 1-2).
Isaías em suas visões visualizava não apenas os acontecimentos históricos de sua época, mas também eventos de épocas futuras. Os pensamentos do profeta nos versos 4 a 8 parecem se referir à Segunda Vinda de Cristo
Nos versos 5-6, Isaías descreve a colheita final da terra e fala do remanescente piedoso que restará de modo semelhante às espigas de trigo deixadas em campo já colhido, ou às azeitonas que permanecem após as oliveiras serem sacudidas. Em outras palavras, restará um remanescente piedoso e essa é a boa notícia em meio à má notícia.
No versículo 3c Isaías diz que “o remanescente de Arã [Síria] será como a glória dos israelitas” (NVI). Há fiéis em todos os lugares e eles compartilharão da glória do “Israel espiritual”. Naquele dia os homens olharão para Aquele que os fez e voltarão os seus olhos para o Santo de Israel” (v. 7 NVI). Notamos neste remanescente as mesmas características de Elias: não se envolvem com a idolatria popular, com elementos de outras religiões e outros elementos religiosos populares (v. 8).
Na Segunda Vinda, cidades fortificadas ficarão sem habitantes e a terra ficará desolada (verso 9). Na época do fim, diz Isaías nos versos 12-14, as nações estarão em tumulto como o mar revolto, em um período de confusão global. Nesse tempo, Cristo virá e “quando Ele os repreender, fugirão para longe, carregados pelo vento como palha nas colinas, como galhos arrancados pela ventania” (v. 13 NVI).
Os acontecimentos da Segunda Vinda serão rápidos, como um terror que chega à noite e antes do amanhecer já cumpriu sua tarefa de eliminação (verso 14). O destino de Damasco é um alerta do que acontecerá com aqueles que desprezam a Deus e seguem as sugestões de Satanás. As palavras de Isaías são um convite para nos voltarmos para Deus enquanto é tempo.
Querido Deus,
Uma terra linda e encantadora nos aguarda, onde viveremos para sempre em total harmonia conTigo. Lá todas as mais altas aspirações e desejos da vida serão satisfeitos e alcançados. Senhor, permite-nos compartilhar desse momento glorioso quando toda a dor e tristeza terão passado e serão apenas história. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/17/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 17
Filed under: acontecimentos finais, Justiça | Tags: restauração, segurança
Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia. A ênfase deste poema está na fidelidade de Deus e no cumprimento de Sua promessa de dar descanso ao Seu povo. De acordo com os versos 1-3 quando fosse liberto do cativeiro, o povo de Israel zombaria de seu opressor.
Isaías 14 pode ser visto como uma canção da vitória de Deus sobre o mal. O Senhor prometeu dar descanso ao Seu povo destruindo o rei da Babilônia (v. 4-6). Ele próprio entra na batalha para alcançar Seus propósitos. Então a terra exulta em cânticos (v.7).
Os traços de caráter do rei da Babilônia são tão similares aos de Satanás que é legítima uma identificação entre os dois (v. 12-14). Orgulho e egoísmo foram demonstrados por Satanás no Céu e duplicados na terra de forma notável pelo monarca babilônico.
A Assíria e a Filístia seguiram os passos de Satanás. A causa da verdade enfrentou muito inimigos ao longo dos séculos. Mas os dias dos que se opõem a Deus estão contados (v. 15).
Agora mesmo você pode estar sofrendo sob opressão e injustiça (v. 32). Não desista! Deus promete lhe erguer e libertar. Confie nEle e experimente vitórias espirituais hoje.
Pr Diego Stingelin
Curitiba, Paraná, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14, https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro “ai” (verso 1 -2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.
O segundo “ai” ( vs 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12 -19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.
Mas como se pode dizer que a Assíria será uma ferramenta na mão de Deus para castigar o Seu povo (versos 5 -6) sendo que os Assírios não sabiam que estavam sendo usados por Deus? Devido a Judá ter permitido o espírito de Satanás preenchê-los, Deus retira Sua mão protetora e autoriza a Assíria a realizar seus planos maus. A esperança ressurge com a afirmação de que um remanescente confiará no “Santo de Israel ” e será trazido de volta (v. 20-21).
Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca “dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito” (Is. 57:15).
Vemos nos juízos de Deus um objetivo misericordioso. “Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que se haviam humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os “filhos do Deus vivo” (Oséias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei” (Profetas e Reis, 150). Imagine no céu ouvir um assírio dizer a um dos remanescentes: “É por sua causa que estou aqui. Você era um prisioneiro em meu país, mas me apresentou a um Deus amoroso”. Essa foi a experiência de Naamã, comandante do exército do rei da Síria (2 Reis 5:1), o qual através do testemunho de uma jovem escrava israelita em sua casa veio a encontrar cura física e espiritual em Deus. Isso nos leva a exclamar juntamente com Paulo: “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33, NVI).
Oração: “Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém”.
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-10/
Comentário devocional:
Você já reparou que mesmo as crianças parecem ter uma noção do que é justo e o que não é? Elas reconhecem facilmente quando elas mesmas, ou outra pessoa, foram tratadas injustamente. Uma das lições mais difíceis de aprender é que a vida, pelo menos tal como a conhecemos e vivemos, simplesmente não é justa. Mas a boa notícia que Provérbios 16 nos assegura, repetidas vezes, é que Deus tem a palavra final.
Uma analogia útil é um campo de jogo bem nivelado. Pense em um campo de futebol ou de futebol americano acentuadamente inclinado e imagine que você está na equipe que deve levar a bola morro acima em direção à meta. Além de lutar contra a energia e habilidade do outro time você tem que lutar contra a gravidade da colina. O morro está ajudando seus adversários que o estão descendo e jogando contra você. Nós raramente temos um campo de atuação nivelado na vida, as condições nem sempre são iguais, mas o julgamento final de Deus irá nivelar o campo do jogo: “O Senhor faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo” (verso 4 NVI).
E o que dizer das vezes em que o campo é acentuadamente inclinado e eu estou jogando morro abaixo, a meu favor? A injustiça agora trabalha a meu favor. O vento está a meu favor e estou conduzindo a bola ladeira abaixo. Então, o que eu faço? Aproveito ao máximo esta oportunidade?
Uma vez que Deus é o juiz final, o conselho de Salomão (verso 8) é: ” É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça” (NVI). Quando as escalas tendem a meu favor é bom lembrar o valor eterno de pesos e escalas honestas: “Balanças e pesos honestos vêm do Senhor; todos os pesos da bolsa são feitos por ele” (verso 11 NVI. Comparar também com Levítico 19:35, 36 e Provérbios 11:1; 20:10, 23). Deus odeia balanças desonestas.
Então, é apenas a sorte que determina em qual parte do campo acentuadamente inclinado eu jogarei? O verso 33 sugere que o Senhor tem o controle disso também: “A sorte é lançada no colo, mas a decisão vem do Senhor” (NVI). Será que Deus usa as circunstâncias para testar a minha integridade e honestidade em tempos de dificuldade e injustiça para avaliar a minha determinação e fé Nele?
Senhor, busque por mim. Conheça o meu coração. Prova-me e conheça os meus pensamentos e ansiedades. Veja se há algum comportamento pecaminoso em mim e guia-me pelo caminho eterno. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/16/
Traduzido por: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 16
Comentário devocional:
Davi mais uma vez está clamando ao Senhor em busca de refúgio. No entanto, desta vez, Davi implora por libertação de seus inimigos para que eles não o destruam como um leão e o rasguem em pedaços, se ele for considerado culpado (vv. 2-4). Davi está confiante de sua inocencia e pede a Deus para julgá-lo (v. 8).
Como está sendo perseguido injustamente, Davi lança mão da sua arma secreta: o seu escudo — o “Deus Altíssimo, que salva os retos de coração” (v. 10, NIV). Para aqueles que não se arrependem, Deus “afia a sua espada”, “arma o seu arco”,” prepara as suas armas mortais ” e apronta sua “flechas flamejantes” (versos 10-13, NVI). Davi conclui que aqueles que causam problemas, verão os problemas se voltarem contra eles (versículo 16).
Louvado seja Deus, hoje, que como justo juíz e poderoso guerreiro, põe fim a violência dos ímpios e faz com que o justo esteja seguro. Amen.
Jackie O Smith
Silver Spring, Mariland, Estados Unidos
Traduzido por JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/7/
Texto bíblico: Salmo 7
Filed under: Justiça
Comentário devocional:
Jó deseja levar seus três amigos ao cerne da questão: este mundo e seus eventos não durarão para sempre; os maus serão destruídos nos últimos dias; não importa o sucesso que possam alcançar na vida. Resumidamente, este é o tema do capítulo.
Jó começa o capítulo perguntando porque Deus não estabelece períodos de julgamento e retribuição. Por que aqueles que conhecem e amam a Deus não poderiam ver esses julgamentos em seus próprios dias? Por que eles devem ver todo o sofrimento? (v. 1).
Então Jó identifica o ímpio, numa lista extensa e bem detalhada: São eles quem removem fronteiras [grileiros] (v. 2); roubam os rebanhos e os tomam para si (v. 2), levam o jumento do órfão (v. 3), tomam o único boi da viúva em penhor (v. 3), fazem com que os pobres tenham de sair da estrada e se esconder em busca de segurança (v. 4).
Jó, a seguir, descreve os efeitos da opressão realizada pelos ímpios, através da geografia do sofrimento dos necessitados e oprimidos: Nos lugares ermos como asnos selvagens à procura de pão (v. 5), no campo, tentando, em vão, achar algo deixado quando da colheita nos campos e vinhas do ímpio (v. 6); sem roupa e sem cobertores, sofrem pelo frio, não tendo onde se abrigar (v. 7-8), tendo os seus próprios filhos arrancados de seu peito como penhor (v. 9), e, para sobreviverem e por conta de suas dívidas com o perverso, são forçados a, vestidos de andrajos, trabalhar pesado, carregando feixes de cereais (v. 10), espremendo azeite e uvas, mas sofrendo de fome e sede (v 10, 11).
Jó se revolta com esta condição social de exploração e sofrimento, relatando os gemidos e clamor dos feridos e oprimidos, desejando que Deus interrompa logo esta situação, dando aos ímpios a sua paga (v. 12).
Moisés, o escritor, podia bem identificar-se com esta acusação de Jó contra os ímpios e o sofrimento dos oprimidos, especialmente quando ele, enquanto relata a história de Jó, se lembra de seus parentes, amigos e demais hebreus tão oprimidos após a morte de José.
As más ações dos ímpios nos dias de sofrimento dos hebreus no Egito eram as mesmas que aconteciam nos dias de Jó.
A vida dos ímpios não possui dimensão espiritual. Eles “são inimigos da luz” e não reconhecem os caminhos de Deus (v. 13). Eles roubam, assassinam em plena luz do dia, e matam os pobres (v. 14). O adúltero usa o crepúsculo da noite para cobrir seus pecados (v. 15). Eles invadem casas (v. 16), e se escondem de dia porque nada tem a ver com a luz (v. 17).
Após descrever a atuação dos perversos (v 13-17), Jó relembra a teoria do castigo imediato sustentada pelos seus amigos (v 18-21), e diz que (v. 22-24), na realidade, as coisas não ocorrem desta maneira, pois Deus permite que eles sejam “exaltados por breve tempo”, mas serão, ao final, colhidos, como todos, pela morte, como são cortadas as pontas das espigas (v. 24)
Jó descreve a atuação dos ímpios, mas destaca que o poder deles é passageiro, restritos a uma vida, deixando implícita a idéia de julgamento e retribuição divinas posteriores. Ele termina sua exposição desafiando seus amigos a desmenti-lo ou a mostrar a invalidade de seus argumentos; se alguém acha que ele é um mentiroso, que prove que ele está errado (v. 25).
Querido Deus,
Nós também vivemos nesse ambiente hostil cercado por todos os tipos de maldade. Proteja-nos neste dia com a Sua graça sustentadora. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Trad/Adap GASQ/JAQ/JDS
Texto bíblico: Jó 24