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“Assim falara o Senhor dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9).
Durante os anos de exílio, alguns do povo “foram enviados[…] para suplicarem o favor do Senhor” (v.2). Até que, após os setenta anos, eles questionaram aos sacerdotes até quando continuariam com aquela prática. Então, o Senhor falou por intermédio de Zacarias, e disse: “Quando jejuastes e pranteastes[…] acaso foi para Mim que jejuastes, com efeito, para Mim?” (v.5). Em tempos de paz, Deus enviou os Seus profetas para anunciar a Sua vontade, “porém, não quiseram atender e, rebeldes,[…] deram as costas” ao Senhor “e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem” (v.11).
Não foi a prática do jejum que foi desconsiderada por Deus, mas a intenção em praticá-lo. Mesmo afastados do Senhor, a observância de alguns rituais religiosos não cessou e, de contínuo, ainda jejuavam. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (Is.58:2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião. O jejum havia perdido totalmente a sua finalidade e foi transformado em aparência de santidade. Era um jejum orgulhoso. Erguiam suas orações com polida oratória enquanto seus corações tramavam o mal “contra o seu próximo” (v.10).
Era comum o jejum realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (Is.58:4). Certa vez ouvi uma frase que me impactou profundamente: “Nós [cristãos] somos o único exército em que os soldados lutam entre si”. Vocês percebem a seriedade disso? O Senhor nos diz: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9). Temos realmente praticado o assim diz o Senhor? Temos verdadeiramente jejuado para a glória de Deus e benefício de nossos semelhantes?
O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). A prática de qualquer dos mandamentos de Deus consiste em amar. Vejamos o que o apóstolo Paulo escreveu em Romanos 13:10: “O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.
Entendem, amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (Jo.15:10). Ele não veio revogar (Mt.5:17-18) o que Ele mesmo instituiu, mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso dever (Ec.12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt.4:1). Ele não disse para divulgarmos nossas boas obras, mas que a nossa ajuda ao próximo “fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:4). Ele não nos orientou a mostrarmos que temos uma vida de oração, mas nos apresentou a forma que agrada a Deus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Há recompensa para aqueles que ouvem as palavras de Deus e as praticam. Mas o “coração duro como diamante” (v.12) não é humilde para reconhecer os seus erros e pedir perdão, só jejua e ora pelo que julga ser importante aos próprios olhos. Notem que aquele grupo de judeus não apenas jejuava, mas também chorava (v.3). Muito em breve, Jesus enxugará “dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4), mas não as lágrimas derramadas por motivos egoístas. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores do Amor (1Jo.4:8). Jejuar para interceder e observar a lei do Senhor executando “juízo verdadeiro” com “bondade e misericórdia” (v.9), é a maior declaração e demonstração de amor que podemos dar a Deus e aos nossos semelhantes. E é exatamente isso que o Senhor espera de Seu povo nestes últimos dias.
Quantos anos ainda perderemos derramando lágrimas e erguendo clamores que o Senhor não ouve (v.13)? Quando o remanescente do Senhor se levantar como um genuíno povo de oração e quando a caridade for a essência de sua religião, haverá um reavivamento tal que, semelhante a Estêvão, o mundo não poderá resistir “à sabedoria e ao Espírito” pelo qual falaremos (At.6:10). Que a nossa oração hoje, e a cada dia, seja por um coração semelhante ao de Cristo: “manso e humilde” (Mt.11:29). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, povo de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 7 – Para Deus, religião com doutrina sem base na revelação, é pura ilusão. Por outro lado, uma religião baseada em meros rituais sem consagração real é mera formalidade inútil.
Religião é muito mais do que isso; é relacionamento com Deus, um compromisso sério e submissão plena a Ele – o que inclui toda Sua vontade revelada!
Atitudes religiosas, por mais nobres e inteligentes que sejam, indiferentes ao “assim diz o Senhor” é resultado “da própria pecaminosidade e desobediência do povo” (William MacDonald).
• Certamente, existem religiões pecaminosas e rituais perversos diante de Deus, ainda que valorizadas por multidões.
O jejum, neste capítulo, era prática do povo de Deus desde a invasão e destruição de Jerusalém, cuja finalidade era lembrar-se com tristeza a destruição do templo de Salomão. Este jejum foi inventado pelo povo, não revelado por Deus; desta forma, por mais nobre que seja a intenção nos rituais e nas formalidades religiosas, o que importa a Deus é a justiça que surge do Seu coração, aplicada ao coração do adorador (vs. 1-7).
• “Independente da finalidade, os rituais divinos jamais substituem, aos olhos de Deus, a prática da justiça e muito menos a fé” (William Kelly)
Jejuar e até chorar em um dia específico do ano não liberta ninguém do pecado; quem liberta é Cristo. A religião verdadeira está fundamentada num relacionamento apropriado com Deus (vs. 8-14).
O relacionamento com Deus produz bondade e misericórdia; elimina práticas religiosas duvidosas; transforma o interior e transcende ao exterior; desenvolve a espiritualidade e resulta em bons frutos, que refletem o caráter gracioso de Deus.
• Esses são os passos que conduzem indivíduos, famílias e igrejas inteiras ao reavivamento e a reforma.
Atente à revelação:
1. Deus declara: “Vocês estão interessados em religião, eu estou interessado em pessoas” (v. 6);
2. Deus orienta: “Sejam justos uns com os outros. Amem o próximo. Sejam misericordiosos uns com os outros. Não tirem vantagens das viúvas, órfãos, estrangeiros e pobres. Não tramem maldades uns contra os outros – isso é terrível” (v. 10).
3. Quem ignora a Lei de Deus tapa os ouvidos “aos sermões cheios do Espírito pregados” pelos servos do Juiz do Universo (vs. 11-12).
Deus ouve a oração de quem se interessa por ouvir Sua revelação! Religião só tem valor se promover transformação! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ZACARIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/6
Muita coisa aconteceu nos cinco anos necessários para reconstruir o templo. Satanás fez tudo o que pôde para evitar que o trabalho fosse concluído. Então, o que os cavalos de várias cores têm a ver com isso? Esses cavalos e carruagens simbolizam as inteligências celestiais que trabalham a favor daqueles que se entregam para realizar a obra de Deus. O novo decreto do rei Dario reforçou o decreto original dado por Ciro. Além de fornecer dinheiro e materiais, este decreto ameaçava aqueles que se opunham à obra de Deus.
Além disso, Heldai, Tobias e Jedaías vieram da parte dos judeus que haviam permanecido na Babilônia e trouxeram presentes. Não sabemos mais nada a respeito desses três homens que trouxeram o ouro e a prata. Deus tem muitas pessoas fiéis a respeito das quais nada sabemos. Elas brilham em seus lugares e seus nomes estão no livro da vida.
Somos informados de que o sacerdote-rei, “construirá o Seu templo”. Sim, estamos sendo construídos como um templo espiritual no Senhor. O último versículo de Zacarias 6 termina com as palavras: “Isto só acontecerá se obedecerem fielmente à voz do Senhor, o seu Deus”.
Minha oração é: “Senhor, reivindicando a Tua promessa, escolho obedecer à Tua palavra e ser um participante do Teu templo espiritual. Amém!”
David Manzano
Pastor aposentado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1163
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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677 palavras
1-8 A oitava visão (Zc 6:1-8) representa Deus supervisionando os negócios da terra para a realização de Seu propósito divino, como estabelecido nas visões anteriores, e garantindo a Israel o sucesso em sua missão.
5 Ventos. Do heb. ruchoth, singular ruach.
Saem. Essa passagem pode ser traduzida como na RSV: “Eles saem para os quatro ventos do céu”.
6 Terra do Norte. Devido às rotas invasoras de Babilônia entrarem na Palestina pelo norte, os babilônios tinham sido designados como um poder do norte (ver com. de Jr 1:14, 15). O termo poderia, apropriadamente, ser [também] aplicado aos persas, que tomaram os territórios de Babilônia. … A delegação para a terra do norte, possivelmente, simbolizava a influência exercida sobre os governantes do império persa para promover a obra de Deus. … A visão deve ter levado grande encorajamento aos desalentados construtores, pois deu-lhes a certeza de que a missão para a terra do norte seria bem-sucedida. … Dario emitiu um decreto logo depois, permitindo que a obra avançasse, encorajando a iniciativa com recursos públicos e ameaçando qualquer um que se opusesse (Ed 6:7-12).
7 Cavalos fortes. … a impaciência e avidez de todos os cavalos pode ter sido a intenção da representação, mostrando assim, a rapidez com que o Céu interviria para dissipar a angústia e insegurança vigentes (ver com. do v. 6).
8 Fazem repousar o Meu Espírito. “Espírito” (do heb. ruach) pode ser usado neste versículo no sentido de “vontade” ou “volição” (ver com. de Ec 12:7). A expressão pode se referir ao cumprimento da vontade de Deus na Pérsia; ou seja, a emissão de um decreto favorável aos judeus (ver com. de Zc 6:6; ver também 1:11, 15).
9 Palavra do SENHOR. Nos v. 9 a 15 é retratado um notável simbolismo da obra do Messias.
10 Recebe dos que. Nas oito visões (1:7 a 6:8), Zacarias foi apenas um observador. Pode ser que as instruções dadas ao profeta neste versículo deveriam ser realizadas como parte da cerimônia inaugural do sumo sacerdócio de Josué, no tempo em que os serviços do templo foram reiniciados.
Dos que foram levados cativos. Alguns têm sugerido que os três homens eram representantes dos judeus que ainda estavam em Babilônia e tinham voltado com ofertas para o templo.
11 Josué. Neste versículo, o sumo sacerdote representa o Messias, assim como Zacarias 3:1 a 4 ele representa o povo.
12 Renovo. Do heb. tsemach (ver com. de Zc 3:8). Uma clara profecia messiânica reconhecida como tal pelos judeus.
Brotará. Do heb. tsamach, “brotar”, “germinar”. De tsamach, é derivada tsemach, a palavra traduzida por “Renovo”.
Edificará o templo. Neste versículo, é anunciada mais do que a conclusão física do templo por Zorobabel (Ed 6:14, 15). O profeta vislumbra a casa espiritual (ver com. de Zc 6:15; cf. 1Co 3:16, 17; Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; GC, 416).
13 Depois da oitava visão, o profeta apresenta uma ilustração inspirada da vinda do Messias, um “sacerdote no Seu trono” (Zc 6:13), e o ajuntamento das nações da Terra ao verdadeiro Deus (v. 15). Tudo isto [as oito visões], como explicado em 1:7 a 6:15, certamente ocorreria caso Israel diligentemente obedecesse à voz do Senhor (Zc 6:15; cf. Dt 28:1, 14; ver p. 17-21).
Sacerdote. Como Melquisedeque, que exercia o duplo ofício de sacerdote e rei (Lc 1:32, 33; Hb 5:5, 6, 10; 7:1, 2, 15-17; 8:1, 2), Cristo seria sacerdote e subiria ao “trono de Seu pai Davi”(ver Sl 110:1-4). Na época de Seu primeiro advento, Cristo Se qualificou para servir como sumo sacerdote no santuário celestial (Hb 2:17), para remover o pecado do ser humano e lhe transformar o caráter. Em Seu segundo advento, Ele virá como Rei, para reinar (ver com. de Mt 25:31).
Perfeita união. Assim se descreve a harmonia entre o Pai e o Filho para a salvação do ser humano (ver T8, 269; GC, 416, 417).
14 Coroas. Ou, “coroa”.
15 Que estão longe. Estes são os gentios que se juntariam aos judeus no reino messiânico (ver Is 11:9; 57:13). Deus está agora realizando Seus propósitos por meio do Israel espiritual (ver Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; AA, 595; ver p. 15-23).
Se. Os judeus poderiam ter formado o núcleo da casa espiritual de Deus. No entanto, as promessas feitas a eles eram condicionais, como claramente indicado neste versículo. Mesmo assim, a despeito da falha humana, os propósitos da vontade de Deus avançarão continuamente e serão realizados por meio daqueles que, em cada nação, constituem Sua casa espiritual hoje (ver p. 21-23).
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1207-1209.
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“Aqueles que estão longe virão e ajudarão no edificar o templo do Senhor, e sabereis que o Senhor dos Exércitos me enviou a vós outros. Isto sucederá se diligentemente ouvirdes a voz do Senhor, vosso Deus” (v.15).
Em praticamente todas as visões de Zacarias, há uma espécie de ritual inicial, em que o profeta levanta os olhos e vê. Os seus olhos eram chamados a desviar-se da perspectiva terrestre e contemplar a celeste: “levantei os olhos e vi” (v.1). E apesar do contexto profético e da profundidade da mensagem não só para Israel, mas para a humanidade de todas as épocas, o privilégio dado a Zacarias nos é ofertado pelo exercício da fé. O desejo de Deus é que todo o Seu povo ouça a Sua voz (v.15). E para isso não precisamos ser profetas, mas homens e mulheres que, como Zacarias, apreciem levantar os olhos para contemplar as coisas do alto. O apóstolo Paulo reforça este pensamento: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Cl.3:2).
Apesar de ser incerto o significado da oitava visão, ela começa com um detalhe que faz toda a diferença. Os quatro carros saíram “dentre dois montes” (v.1). E o verso cinco diz que os quatro carros “são os quatro ventos do céu, que saem donde estava perante o Senhor de toda a terra”. Ou seja, eles saíram da morada do Altíssimo. João também teve uma visão parecida acerca de cavalos de cores diferentes e dos quatro ventos que são contidos por quatro anjos. Interessante é que a visão de João dos quatro cavaleiros (Ap.6:1-8) é seguida da visão dos quatro ventos (Ap.7:1), indicando uma ligação entre ambas, assim como na visão de Zacarias.
A ordem dada de percorrerem “a terra” (v.7), culmina na ordem de fazer repousar o Espírito Santo “na terra do Norte” (v.8). Recém-chegados de um regime opressor, os remanescentes de Judá encontraram a oposição e a resistência daqueles que tentavam atrapalhar a reconstrução de Jerusalém e do templo. Mas Deus enviou o Seu Espírito para trabalhar no coração de Dario (“na terra do Norte”) a não somente autorizar a reconstrução, como também enviar tudo o que fosse necessário para que a obra fosse concluída (Ed.6:1-12).
A seguir, o profeta recebeu ordens divinas acerca de alguns do povo. Mesmo sendo desconhecida a genealogia destes três personagens, Heldai, Tobias e Jedaías representavam muito mais do que simples cativos judeus, mas o significado de seus nomes indicava a forma como Deus sempre teve o controle sobre o Seu povo: “os principais”, “os úteis” e “os que têm entendido” (CBASD, v. 4, p.1208). Já o nome de Josué é a forma hebraica para o nome Jesus. A coroação do sumo sacerdote Josué é um símbolo do ministério sacerdotal de Cristo e de Seu reino eterno. O Renovo (v.12) é o nosso Sumo Sacerdote, o nosso único Mediador diante de Deus (1Tm.2:5) e também é o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), havendo “perfeita união entre ambos os ofícios” (v.13).
O ministério aos gentios é descrito como “aqueles que estão longe” (v.15). O Messias veio para unir judeus e gentios num só propósito, o de fazer parte da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15). Olhar para o alto requer a coragem de aceitar as verdades eternas e perseverar com fé em defendê-las, ainda que demande a nossa própria vida. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10) é uma promessa, mas também é um desafio. O desafio de permanecer fiel mesmo que todos ao seu redor não concordem com a sua fé. Noé aceitou este desafio e foi salvo, ele e a sua casa. Não foi sem razão que Cristo nos alertou de que os dias que antecedem a Sua vinda serão “como… nos dias de Noé” (Mt.24:37). As pessoas “comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento” (Mt.24:38), isto é, estavam tão envolvidas com as coisas deste mundo que nem perceberam que a porta da arca já havia sido fechada.
Amados, é tempo de erguermos os olhos aos céus e clamar por nossa vida! “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). Deus está prestes a dar a ordem para que os quatro ventos sejam soltos e precisamos, hoje, estar com os olhos no Céu. Mas “isto sucederá se diligentemente” buscarmos ouvir a voz do Senhor, nosso Deus (v.15). É uma promessa condicional, que depende da sua e da minha decisão. Todo o Céu trabalha para olhemos na direção certa. “As coroas serão” (v.14) para “os principais” aos olhos de Deus, que foram úteis em Sua obra de salvação e que entenderam que ainda não chegaram em casa. Pela graça de Deus, decida, “agora” (2Co.6:2), fazer parte do remanescente que olha para o Céu com o ardente desejo de para lá subir. Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente rumo ao Lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 6 – É difícil experimentar os planos de Deus sem antes aplicar Sua Palavra à vida diária. É impossível conhecer Seus propósitos sem estudar Sua Palavra. Também, não dá para rejeitar a Palavra de Deus sem rejeitar o Deus da Palavra.
No final do capítulo Zacarias declarou: “Isso é o que acontece quando vocês se dispõem a viver uma vida em obediência à voz do Eterno”.
• Tem coisas boas que não acontecem com todos. Tem ateus e crentes desprovidos de bênçãos porque não se dispuseram a ler e refletir na Palavra de Deus!
• Em contrapartida, se pessoas, famílias, igrejas, municípios e países que se dispuserem a atender à voz de Deus terão experiências que ninguém mais terá. Terão uma vida de fé, de satisfação plena!
A última das oito visões de Zacarias apresenta “Quatro carruagens disparando do meio de duas montanhas […]. A primeira […] era puxada por cavalos vermelhos; a segunda, por cavalos pretos; a terceira, por cavalos brancos; a quarta, por cavalos malhados…”.
O profeta quis saber o que significava isso. “O anjo respondeu: ‘Estes são quatro ventos do céu, que têm sua origem no Senhor de toda a terra…” (v. 5). Estes, “certamente representavam instrumentalidades de Deus que atuam em todas as partes da Terra” (EGW, Educação, p. 173).
Esta visão ensina-nos que “Deus acalma ou domina os acontecimentos nos lugares em que Satanás efetua tudo que lhe é possível para causar perturbações e dificuldades ao povo de Deus que leva avante a obra do Senhor” (Philip G. Samaan).
Após revelar oito visões, “no coração do livro de Zacarias, o Renovo é apresentado como o Personagem Supremo, restaurando Seu povo, sendo o Advogado, a Justiça, o Juiz, o Sumo Sacerdote e o Rei deles” (Samaan). “Em sua função como Rei, Cristo adentrou seu palácio e, em seu papel de sacerdote, adentrou seu santuário” (David Baron).
Em síntese, com Jesus a vida…
1. …do crente é conduzida rumo à vitória, embora passe por alguns dissabores (vs. 1-8);
2. …do povo de Deus é pautada por promessas cumpridas, ainda que as perspectivas para o futuro pareçam desesperadoras (9-12);
3. …dos fieis será gloriosa, esplendorosa e maravilhosa (vs. 13-15).
Portanto, atente para a totalidade da Palavra de Deus. Leia-a para experimentar um poderoso reavivamento! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ZACARIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/5
Zacarias 5 usa ilustrações que não fazem muito sentido para os que vivem no desenvolvido mundo moderno. Eu também não tenho certeza de quanto sentido elas fizeram para Zacarias, pois ele perguntou ao anjo “O que é isso?” (Zc 5:6). Essas visões me dizem duas coisas. Em primeiro lugar, Deus sabe que nos confundimos facilmente e quer que entendamos o que está acontecendo, tanto que ele enviou um anjo para explicar a visão a Zacarias.
Lembro-me de ensinar Provérbios 3:5,6 aos nossos filhos: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.” e perguntando a nossos filhos o que eles achavam que isso significava. Nosso filho mais novo respondeu: “Significa que muitas coisas confusas vão acontecer com você, mas não se preocupe com isso.” Deus promete que vai deixar claro o que Ele quer que façamos.
A outra coisa que este capítulo me diz é que Deus vai colocar uma restrição sobre o mal, assim como colocou uma tampa pesada de chumbo sobre a boca do cesto em que a mulher iníqua se assentou (ver Zacarias 5:8). Algum dia, a maldade não terá mais rédea solta.
Karen D. Lifshay
Hermiston SDA Secretário de Comunicações da Igreja, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1162
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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450 palavras
1 Tornei. Na sexta visão (v. 1-4), por meio de um rolo voante, a Zacarias é mostrado como Deus lidaria com os israelitas que se recusavam a, simbolicamente, trocar as vestes (Zc 3:4) e que se rebelavam contra a liderança do Espírito Santo (Zc 4:6; ver com. de 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1205.
Rolo. O rolo que Zacarias viu, possivelmente, era feito de couro. CBASD, vol. 4, p. 1205.
2 Comprimento. Como Zacarias conseguia estimar as dimensões, o rolo parecia estar totalmente aberto. Pela medição moderna, o rolo tinha entre cinco e dez metros. CBASD, vol. 4, p. 1205.
3 Furtar. O furto representa ofensas contra pessoas e o jurar falsamente, uma ofensa contra Deus (ver com. de Mt 5:33-37). Esses dois males foram largamente praticados contra os judeus que retornaram do exílio e, por isso, foram apontados como exemplos de um declínio geral da moralidade. CBASD, vol. 4, p. 1205.
Expulso. A fim de realizar os planos de Deus, era necessário que o Israel da restauração fosse puro. CBASD, vol. 4, p. 1206.
4 Entrar. Não há escapatória ao pecador. A maldição entrará na casa do ladrão e daquele que jura falsamente e “pernoitará” ali até que tenha realizado o seu propósito, inclusive a destruição dos ocupantes da casa. CBASD, vol. 4, p. 1206.
5 E vê que é isto que sai. A sétima visão (v. 5-11) simboliza a remoção da iniquidade da terra (ver com. de Zc 1:8). CBASD, vol. 4, p. 1206.
6 efa (ARA; NVI: “vasilha”). Referência a uma cesta, um barril comum usado como medida, cujo volume geralmente equivale a 22 l. Bíblia de Estudo Andrews.
Uma medida de volume para secos, equivalente a 22 litros. Já que um recipiente deste tamanho não seria suficiente para conter uma mulher (v. 7), alguns têm sugerido que a intenção da descrição seja a forma e não o volume. CBASD, vol. 4, p. 1206.
8 Impiedade. Esta mulher personificava a iniquidade do Israel apóstata, que Deus procurava remover. Desta forma, a visão está relacionada à anterior (ver com. dos v. 1-4). CBASD, vol. 4, p. 1206.
E a lançou. Aparentemente, a mulher tentou sair do efa [vasilha, caixa] quando a tampa foi erguida, mas o anjo a lançou de volta. CBASD, vol. 4, p. 1206.
Peso de chumbo. Isto é, a tampa de chumbo. A tampa era pesada, pois a finalidade era manter a mulher confinada dentro do efa. CBASD, vol. 4, p. 1206.
11 Sinar. Babilônia (ver com. de Dn 1:2) é representada como o local onde habitava a iniquidade. Aqueles que saíram de Babilônia deveriam deixar suas iniquidades ali. No entanto, ainda hoje há provisão para o pecado (ver Zc 3:1-5; ver com. de Zc 5:3). Assim como o povo de Deus foi ajuntado fora de Babilônia, os que estavam entre Seu povo e recusavam permitir a transformação do caráter deveriam ser ajuntados fora de Israel e retirados para Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 1206.