Reavivados por Sua Palavra


HABACUQUE 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO HABACUQUE 1 – Primeiro leia a Bíblia

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



HABACUQUE 1 by Jobson Santos
3 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hc/1

O livro de Habacuque é único porque mais do que um livro de profecias, ele registra um diálogo entre o profeta e Deus. Habacuque está tentando entender o que ele vê e Deus responde ao seu sofrimento. No entanto, isto não deve ser considerado apenas como um diário pessoal. Habacuque verbaliza as preocupações das pessoas piedosas de Judá que estão tentando compreender e conciliar o que elas veem ao seu redor com o seu conhecimento de Deus como o Soberano que está no controle de todas as coisas.

Nos versos 2-4 Habacuque expressa indignação com a violência e a injustiça existente ao seu redor em Judá. Ele não está falando sobre as nações vizinhas, mas acerca do que ele vê entre o povo de Deus, onde estas coisas não deveriam acontecer.

Ao nos aproximarmos do fim da história terrestre, as perguntas feitas por Habacuque são parecidas com as que fazemos hoje. À semelhança do profeta, temos orado para que Deus intervenha e ponha fim à dor, ao sofrimento e à maldade que nos sobrevêm de todos os lados.

Da mesma forma que Deus não estava indiferente ou inativo na época de Habacuque, Ele não está indiferente ou passivo hoje. Depositemos nEle toda a nossa confiança.

Audrey Andersson
Secretária Executiva na Divisão Trans-Europeia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1150
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 0:50
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506 palavras

1 Do heb. massa’, um pronunciamento (ver com. de Is 13:1).

2 Até quando... ? O profeta estava angustiado por causa da pecaminosidade do povo e dos resultados que certamente se seguiriam. Pela linguagem que emprega parece que Habacuque apresentava sua perplexidade a Deus já havia algum tempo, mas Deus não o escutava, isto é, aparentemente não fazia nada para deter os males em Judá. Habacuque deixa implícito que parece estar mais interessado na retidão e na justiça do que o próprio Deus.

3 Violência. Na LXX, a última frase do v. 3 diz: ”A sentença foi dada contra mim e o juiz recebe uma recompensa.

4 Lei. Do heb. torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1).

Afrouxa. O profeta atribui a paralisação da eficácia da lei entre os habitantes de Judá ao fato de Deus não pôr fim à iniquidade.

5 Entre as nações. Deus passa a responder à queixa do profeta. Ele acusa Habacuque de procurar entre as nações vizinhas a que Deus usará para punir o povo por seus pecados.

Maravilhai-vos e desvanecei. Quando chegar repentinamente, a punição divina levará terror aos corações.

Em vossos dias. Uma vez que Habacuque havia perguntado “até quando” (v. 2) seria permitido que esta iniquidade continuasse, o Senhor lhe assegura que a ira divina chegaria quando os daquela época ainda estariam vivos.

6 Os caldeus. Do heb. Kasdim (ver com. De Dn 1:4). A nação de Babilônia é então revelada como o agente da ira divina que Deus suscitaria para servir ao Seu propósito.

Impetuosa. Isto prediz o rápido movimento das conquistas babilônicas, bem representadas pela figura das “asas de águia” da profecia de Daniel (ver com. De Dn 7:4).

8 Águia. Moisés havia profetizado que se Israel se desviasse de Deus, seria punido por seus pecados por uma nação que tivesse cavalos tão velozes que poderiam apropriadamente ser comparados a águias (Dt 28:47-50).

10 Amontoando terra. Uma alusão à construção de rampas ou aterros para atacar uma cidade.

11 Fazem-se culpados. Isso se devia ao fato de os babilônios atribuírem seu sucesso à própria força e habilidade, fazendo de seu poder um Deus (ver com. do v. 7) O profeta deixa implícito que a nação usada para punir a Judá seria, ela própria, punida por seus pecados.

12 Rocha. Do heb. Tsur (ver Dt 32:31; 2Sm 22:3, 47). Este título enfatiza a ideia de que Deus é um apoio seguro e inamovível para Seu povo.

14 Os peixes. Muitas vezes o justo fica tão mudo e indefeso nas mãos de um opressor ímpio quanto o peixe na rede dos pescadores.

15 Levanta. Aqui o profeta mostra figurativamente como os babilônios conquistavam as nações, sendo que o equipamento de pesca representa os exércitos caldeus. Contudo, esta mesma figura poderia representar a atividade de qualquer pessoa ímpia.

16 Oferece sacrifício. Um modo metafórico de indicar que os caldeus não reconheciam o Deus verdadeiro, mas atribuíam o sucesso à sua própria habilidade (ver com. De Hc 1:7; cf. Is 10:12, 13).

17 Esvaziando. O profeta pergunta se será permitido aos caldeus prosseguirem em suas conquistas e continuarem “esvaziando a sua rede” para enchê-la novamente com os despojos de guerra.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1115-1157.



HABACUQUE 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de abril de 2021, 0:45
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“Não és Tu desde a eternidade, ó Senhor, meu Deus, ó meu Santo? Não morreremos. Ó Senhor, para executar juízo, puseste aquele povo; Tu, ó Rocha, o fundaste para servir de disciplina” (v.12).

Acusada de cometer injustiças, Judá tornou-se culpada perante Deus. A nação que deveria ser um exemplo de retidão diante das demais nações, mostrou-se perversa e violenta, cercando os justos com contendas e atitudes opressoras. O que sucedeu a Judá foi tão terrível, uma obra tão pavorosa, que seria difícil de acreditar sendo apenas contada (v.5).

Apesar de não se tratar de um nome hebraico, alguns sugerem que o significado do nome do profeta está relacionado com uma palavra hebraica que denota “abraço”. Habacuque, portanto, não foi enviado para declarar um desfecho, mas para comunicar uma saída. A disciplina viria, mas seria para correção e não para destruição. O Pai desejava abraçar novamente o Seu filho.

Como um filho rebelde, Judá escolheu andar por caminhos tortuosos e aprender à duras penas que longe do Senhor a vida não faz sentido. Fundada “para servir de disciplina” (v.12), Babilônia seria para o povo de Deus a prova de que não há lugar melhor do que aquele em que o Pai está.

Semelhante à parábola do filho pródigo, Judá desejava andar longe do Pai. Seguindo os desejos de seu próprio coração corrupto, acabou em terra distante. Julgando-se ser rico o bastante, tornou-se miserável ao extremo. O clamor apavorado do profeta (v.2) revela o caos que a nação enfrentava e o desejo sincero de um filho de Deus de entender o propósito divino para tal litígio.

Quando decidimos seguir os desejos de nosso próprio coração enganoso, estamos declarando a Deus que não queremos viver debaixo de Seu abrigo, mas gozar do que Ele mesmo nos dá de forma dissoluta, em “terra distante” (Lc.15:13). Como um Pai amoroso, Deus não nos impede de partir, mas nunca Se cansa de nos esperar.

A resposta para os questionamentos do profeta está neles mesmos. Deus é Eterno, Ele sabe o fim desde o princípio. Deus é Santo, não pode comungar com a impiedade. Deus é Rocha, a Sua justiça é imutável e perfeita. Deus têm olhos puros, não habita onde reina a iniquidade. Assim como o pai do pródigo permitiu que ele partisse, Deus permitiu que Seu povo seguisse o caminho que ele mesmo escolheu e experimentasse o quão terrível é estar longe do Pai.

Muitos estão a consumir tudo o que Deus lhes deu até que, sobrevindo as dificuldades da vida, se veem sem nada. Então, ao invés de voltar para a casa do Pai, vão atrás de pessoas que os colocam em situação ainda pior. Mas, aquele que cai em si e reconhece a sua inanição espiritual, volta para o lugar do qual jamais deveria ter saído. E, semelhante ao provável significado do nome do profeta, Deus não espera que Seus pródigos façam todo o trajeto de volta sozinhos. Ele corre ao seu encontro e lhes abraça!

Assim como a disciplina de Deus para Judá não foi para morte (v.12), as dificuldades da vida também não o são. Suas escolhas podem ter lhe levado para uma terra distante do Pai, mas saiba que Ele espera o seu retorno para correr ao seu encontro com abraços e beijos de um amor que é eterno (Jr.31:3). Você ainda se encontra sob as mazelas de Babilônia? Aceite hoje o convite do Pai: “Fugi do meio de Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). “Sai dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

Volte, amado(a) irmão(ã), para os braços do Pai! Volte, para a nossa alegria e regozijo! Porquanto, “era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc.15:32). Aleluia! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, filhos do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Habacuque1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 0:40
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HABACUQUE 1 – Amigos, reflitam: Quem não já questionou alguma coisa na vida?

• Por que as coisas são como são?
• Por que ninguém faz nada para corrigir a imoralidade?
• Por que o mal parece prevalecer?
• Por que a injustiça toma conta da sociedade?
• Por que a corrupção está por todo lado?
• Por que a igreja está sendo influenciada pelo mundo, quando deveria influenciá-lo? Por que Deus parece não agir?
• Por que…

Se você teve tais experiências, sentiu na pele o que experimentou Habacuque ao ver a igreja em sua época trocando Deus pelo pecado. O capítulo 1 de seu livro pode ser assim dividido:

• O problema: Por que Deus não julga o pecado de Seu povo que está aumentando cada dia mais? Como um Ser todo poderoso e santo não age para combater o pecado que está no meio de Seu povo? Onde está a justiça de Deus para combater a injustiça? (vs. 1-4).

• A solução: Deus respondeu para o profeta dizendo que Ele não está de braços cruzados (Deus nunca cruzou os braços diante do pecado, tanto é que Jesus morreu de braços abertos). Deus revelou que os caldeus (Babilônia) estavam fortalecendo-se e seriam usados como instrumentos para disciplinar Seu povo (vs. 5-11).

• A solução de Deus, um problema para o ser humano: Os porquês de Habacuque voltam a aflorar. Agora que Deus deu a resposta, ele quer saber por que os ímpios caldeus, piores que os judeus, seriam usados como instrumento de Deus? (vs. 12-17).

A resposta está no próximo capítulo. Em Habacuque 1 ficamos meditando; entretanto, algumas lições podem ser extraídas. Talvez a maior lição deste capítulo seja: Quando pensamos que Deus não está agindo, devemos saber que Ele nunca é indiferente ao pecado – seja dentre Seu povo ou fora dele.

Observe as aplicações observadas por T. Whitelaw. Como Habacuque…
1. …nenhum servo de Deus pode ficar indiferente ao caráter moral e espiritual do tempo em que vive;
2. …devemos nutrir o mais alto interesse em levar os problemas de nossa nação a Deus em oração;
3. …o servo de Deus nunca deve duvidar que Deus é justo, e, ouve nossas orações.

A forma de Deus agir é muito superior à nossa forma de entender! Desta forma, precisamos confiar plenamente nEle. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO NAUM 3 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



NAUM 3 by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/na/3

Comparado a Jonas, que reformou Nínive com sucesso e evitou o julgamento da cidade, Naum aparentemente não foi um evangelista tão bem-sucedido. Os ninivitas voltaram aos seus maus caminhos, resultando nos julgamentos preditos que foram cumpridos em 612 a.C. com a captura de Nínive pelos babilônios.

Várias lições espirituais se destacam neste livro profético:
1. Deus controla o universo; nações são comissionadas a serem Seus ministros realizando os Seus desígnios.
2. Deus graciosamente concede liberdade a todas as pessoas para que cooperem com a Seus santos princípios e vivam uma vida correta.
3 A maldade colhe o que plantou; a justiça prevalece ao final.
4. Deus nos surpreende com Suas “reviravoltas sagradas” – num mundo de cabeça para baixo onde o erro predomina, Ele retorna as coisas ao seu devido lugar.

Durante os dias mais sombrios, muitas vezes o Senhor tranquiliza Seu povo através da voz de um profeta pouco conhecido. A mensagem pode ser curta, direta e falar de mudanças aparentemente impossíveis, mas é a verdade e concede esperança.

Gary Councell
Departamento de Capelania da Associação Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1149
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2021, 0:50
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816 palavras

1 Cidade sanguinária. Os monumentos assírios mostram como cativos eram esfolados, decapitados, empalados vivos ou pendurados pelas mãos ou pés para morrer em lenta agonia. Essas e outras práticas desumanas revelam a crueldade dessa nação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1148

Roubo. Do heb. pereq, “um ato de violência”, denotando a violência dos assírios ao lidar com os povos conquistados. A frase final do v. 1 indica que os líderes de Nínive jamais deixaram de pilhar suas vítimas (ver Is 33:1). CBASD, vol. 4, p. 1148.

2 Estrondo. O profeta descreve aqui os sons do avanço dos exércitos sitiantes, depois de já te descrito a aparência deles (Na 2:3, 4). É como se ele ouvisse, por assim dizer, o estalar do chicote dos cocheiros o barulho das rodas dos carros, os cavalos a galope e o avanço veloz das carruagens. CBASD, vol. 4, p. 1148.

3 Multidão de transpassados. O número de mortos era tão grande que os guerreiros vivos tropeçavam nos corpos, dificultando o avanço no campo de batalha. CBASD, vol. 4, p. 1148.

4 Prostituição. Expressão usada figurativamente para idolatria (ver Ez 23:27; Os 1:2, 4:12, 13; 5:4). A idolatria foi outro motivo para a queda da Assíria. Como a idolatria Assíria se tornava abertamente imoral, designá-la como “prostituição” era duplamente apropriado (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:22). CBASD, vol. 4, p. 1148.

5 Levantarei as abas de tua saia. Por causa das “libertinagens” de Nínive (ver Na 3:4), Deus a puniria do modo mais vergonhoso, como uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 1149.

6 Imundícias. Do heb. shiqquts, “coisa abominável”, geralmente usada em conexão a culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 1149.

7 Fugirão de ti. Uma figura que indica a punição extrema a vir sobre Nínive. À vista da terrível destruição, o espectador fugiria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

8 És tu melhor do que Nô-Amom. Do heb. No’ ‘Amon, a cidade do deus egípcio Amen, ou seja, a cidade de Tebas, no alto Egito (cf. Jr 46:25; Ez 30:14-16). … Naum adverte a Nínive de que, diante do Céu, ela não era melhor do que Tebas e podia facilmente encontrar o mesmo destino. Tebas havia sido destruída em 663 a.C. por Assurbanípal, rei da Assíria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

O mar. Aqui usado para se referir ao rio Nilo. No AT, os grandes rios são chamados de “mares”. A frase final significa simplesmente que o Nilo, com seus canais, constituía o “muro”, ou as defesas de Tebas. CBASD, vol. 4, p. 1149.

9 Etiópia. Ou, Cushe, principalmente a clássica Núbia, ou o Sudão moderno (ver com. de Gn 10:6). O rei que governou o Egito no tempo da destruição de Tebas foi Tanutamon, o sucessor e sobrinho de Taharca, o Tiraca bíblico. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Egito. O povo egipcio se juntou aos núbios e formaram uma força “inumerável” (2 Cr 12:3). CBASD, vol. 4, p. 1149.

13 Como mulheres. …  no sentido de não poder resistir e derrotar os exércitos sitiantes (ver com. de Os 10:5). CBASD, vol. 4, p. 1149.

14 Fortifica as tuas fortalezas. Ou seja, fortalecer lugares que podiam estar fracos nas fortificações. O profeta, em toque de ironia, manda Nínive faça todo o possível a fim de se preparar para um cerco longo e difícil. CBASD, vol. 4, p. 1149.

15 Ali. Apesar de todos os cuidados tomados para fortalecer os lugares frágeis nas fortificações, o “fogo” iria devorar a cidade. A arqueologia tem mostrado claramente que esta profecia foi literalmente cumprida. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Ainda que te multiplicas. Embora os assírios reunissem exércitos tão numerosos como as hordas de gafanhotos ou locustas, isso de nada lhes valeria. CBASD, vol. 4, p. 1149, 1150.

A locusta. Do heb. yeleq, o estágio inicial do gafanhoto (ver Sl 105:34; Jr 51:14, 27; Jl 1:4; 2:25). Evidentemente o profeta usou essa figura aqui e no versículo seguinte para mostrar que a destruição de Nínive seria repentina e completa como os gafanhotos fazem nas plantações. CBASD, vol. 4, p. 1150.

16 Teus negociantes. Nínive estava vantajosamente situada para desenvolver extenso comércio com outros países. Mas essas relações comerciais seriam de nenhum proveito para ela. A destruição causada pelos inimigos seria rápida e completa. CBASD, vol. 4, p. 1150.

17 Teus chefes. Do heb. tafsarim, … Este termo se refere a oficiais militares de alta patente, os quais são retratados, com frequência, nos monumentos. Assim como as locustas se tornam inativas e inertes no frio, também os líderes de oficiais se tornariam impotentes ante a derrocada da cidade. A única coisa que restaria ao exército assírio seria “fugir” ou perecer e desaparecer. CBASD, vol. 4, p. 1150.

18 Os teus pastores dormem. Os líderes da nação são representados como dormindo diante de suas responsabilidades, CBASD, vol. 4, p. 1150.

O teu povo se derrama. Sem os líderes, o povo de Nínive não poderia oferecer resistência aos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 1150.

19 Os que ouvirem a tua fama. Do heb shema’, “um relato” (ver Gn 29:13; Êx 23:1; Dt 2:25). Diante do relato da queda de Nínive, as nações vizinhas são retratadas como aplaudindo alegremente porque isso significaria o fim da crueldade e da opressão implacável para com outros povos. O profeta termina a sua mensagem com uma nota de certeza. O tempo de graça para a Assíria havia acabado, portanto, não haveria mais misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1150.



NAUM 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de abril de 2021, 0:45
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“Não há remédio para a tua ferida; a tua chaga é incurável […]” (v.19).

De todos os livros dos profetas menores, Naum é o único a terminar com uma mensagem de total destruição. A maldade de Nínive atingiu o ápice do cálice da ira de Deus. Tudo o que poderia ter sido feito para salvar aquele povo, Deus fez. Mas, sob terrível maldição, Nínive rejeitou aos apelos divinos e apossou-se de um sentimento de invencibilidade que levou a nação à completa ruína.

O pecado se mostra belo e encantador. A face do mal não é a pintura de um diabo com um par de chifres e um tridente na mão, e sim, sedutoras tentações e sutis enganos que têm levado multidões a acreditar de que não importa o que façamos ou deixemos de fazer, Deus só quer o nosso coração. Sim, Deus só deseja o nosso coração, mas para fazer nele uma conversão, uma “cirurgia” espiritual: “[…] tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez.36:26), para colocar dentro de nós o Espírito Santo e fazer com que andemos nos Seus estatutos e obedeçamos à Sua Palavra (Ez.36:27).

Percebem que este é o resultado e não a causa? A mudança que o Senhor deseja realizar na vida de cada filho Seu é gradual e constante, e é de dentro para fora. Assim também, o mal surge com pequenas concessões até tomar conta de todo o coração. A mensagem do Senhor através do profeta Jonas havia levado salvação a Nínive. E a mensagem do profeta Naum não tinha um objetivo diferente. Os ninivitas poderiam ter se arrependido, contudo escolheram endurecer o coração e sofrer o mal que eles mesmos buscaram, pois “[…] o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17).

O perdão de Deus está além do alcance de nosso entendimento finito. Ele é completamente perfeito e extraordinariamente misericordioso. Creio que o episódio do rei Manassés seja a maior prova disto. Como um dos reis mais cruéis da história de Judá, Manassés queimou seus filhos em holocausto aos ídolos e fez errar todo o povo, fazendo-o pior do que os povos que Deus havia destruído (2Cr.33:9). Mas bastou uma oração, uma simples oração de genuíno arrependimento, para Deus tornar-Se “favorável para com ele” (2Cr.33:13).

No Novo Testamento também encontramos outro episódio que nos dá um vislumbre acerca da graça de Deus. Reconhecendo que ao seu lado estava sendo crucificado o Salvador da humanidade, aquele ladrão fez apenas um pedido: “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no Teu reino” (Lc.23:42). E a mesma voz que criou todas as coisas, que acalmou uma tempestade e fez mortos ressuscitarem, pronunciou a sua liberdade: “Em verdade te digo hoje, estarás Comigo no paraíso” (Lc.23:43).

Só não há remédio para a ferida daquele que insiste em rejeitar a cura. Esta é a chaga incurável, um coração irremediavelmente obstinado. O livre arbítrio é uma das maiores provas de amor de um Pai que respeita as nossas escolhas. Ele só espera uma simples oração de nossa parte: “Eu aceito!”.

Não deixe que mais um dia se passe sem que você tome essa decisão. Jesus não quer mais estar do lado de fora batendo (Ap.3:20). Ele deseja habitar em seu coração e lhe oferecer um banquete diário de fé, esperança e amor, mas, principalmente, de amor (1Co.13:13). Aceite “o dom gratuito de Deus” (Rm.6:23) e viva na certeza de que porque Ele vive, nós também viveremos (Jo.14:19). Vigiemos e oremos!

Bom dia, curados pelas chagas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Naum3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NAUM 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2021, 0:40
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NAUM 3 – Quando o mal parece não ter fim, está cada vez mais perto de seu fim. Quando o mal parece ganhar proporção com força e poder, nos fazendo crer que é invencível, confiemos na revelação divina; pois, sua destruição se aproxima: Certamente o bem vencerá o mal!

O livro de Naum “é um clássico da poesia hebraica, absolutamente refinado e vívido em suas descrições”, destaca Merrill F. Unger.

C. H. Wright confirma que “o livro está classificado, com merecimento, como uma das melhores obras literárias do AT”. Entretanto, entre cristãos, pouca atenção se dá a esses três capítulos.

Sobre seu último capítulo, Naum “prossegue com a descrição da derrota de Nínive e ressalta a humilhação da cidade. O juízo de Deus acontece porque Nínive está cheia de mentiras, violência e opressão [v. 1]. Nínive escraviza outros [v. 4] e é cruel [v. 19]. Por esse motivo Deus está contra os assírios e exporá a nudez deles [v. 5], cobri-los-á com imundícia [v. 6], fará deles objeto de desprezo [v. 6] e mostrará que a cidade é fraca [vs. 8-9]. O comércio e a atividade governamental serão interrompidos [vs. 16-19]” (Paul R. House).

Reflita nestas verdades:
• É evidente na mensagem de Naum que Deus não gosta de feitiçaria (benzedeiras, magia branca, tarôs, búzios, etc.), nem de idolatria (santos, imagens de esculturas, outros deuses, etc.).
• Deus não suporta a prostituição (imoralidade sexual, pornografia, sexo sem compromisso, etc.), nem mentiras, roubos e violências. Estes pecados atraem Sua santa ira contra a Terra.
• A destruição do pecado está retratada na destruição de Nínive: “Rei da Assíria! Seus pastores-líderes, que têm a responsabilidade de cuidar do povo, estão ocupados fazendo tudo, menos isso. Não estão fazendo seu trabalho, e o povo está espalhado, perdido, e ninguém se dispõe a ir atrás deles. Vocês passaram do ponto de retorno. Sua ferida é fatal. Quando a história do seu destino se espalhar por aí, o mundo inteiro vai aplaudir e pedir: ‘Bis’…” (vs. 18-19).

“Nínive foi destruída em 612 a.C.” (William MacDonald). Nínive reflete nossa sociedade! Então, aguardemos o fim do mundo do ponto-de-vista bíblico e exultaremos alegremente diante do Deus vivo.

O fim do mundo é novo começo de uma nova fase para o cristão! (Apocalipse 20-21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

O que você destaca do livro do profeta Naum?