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Não vai demorar e Deus que é intolerante a heresias e blasfêmias intervirá para erradicar o mal. Nessa ocasião, Seu caráter e os salvos serão vindicados.
Estude o capítulo em pauta que trata do…
• Império Medo-Persa (vs. 1-2);
• Império Grego (vs. 3-13);
• Império Romano (vs. 14-22);
• Império eclesiástico romano (vs. 23-44);
• Tempo do fim, antes da instituição do reino de Deus (vs. 40-45).
Existe no versículo 21 uma “referência à morte de Jesus na cruz, e esta nos ajuda a seguir a linha do tempo em Daniel 11 e 12. O Messias foi quebrado quando foi pregado na cruz sob o imperador romano Tibério (14-37 d.C.). O ‘homem vil’ em Daniel 11:21 provavelmente é Tibério”, comenta Gerhard Pfandl.
Embora longo e com muitos detalhes, o capítulo tem duas seções: “Na primeira seção [vs. 1-22], a ação entre o reino do norte e do sul tem muito que ver com assuntos do povo de Deus; a batalha é essencialmente uma de porte espiritual que culmina com a aparição do Messias e sua confirmação do pacto ‘com muitos’ mediante Sua morte”, explica William Shea.
E continua Shea: “Da mesma forma, a segunda seção da profecia (vs. 23-45), embora marcada por termos de reinos e conflitos, refere-se às batalhas espirituais entre o povo e a verdade de Deus por um lado, e por outro o poder perseguidor que procura obscurecer o Santuário de Deus no Céu e a salvação ministrada ali para nós por nosso fiel Sumo Sacerdote, Jesus Cristo”.
Em toda a história, o fiel povo de Deus…
• Conhece intimamente ao verdadeiro Deus (v. 32)
• Entende e ensina a Palavra de Deus (v. 33);
• Recebe auxílio e é purificado (vs. 33-35).
Neste capítulo que descreve batalhas, derramamento de sangue e conflitos políticos nota-se que Deus…
• Se interessa muito no que acontece aos seres humanos;
• Se importa com o sofrimento, hostilidades e dificuldades dos Seus servos;
• Se preocupa com detalhes da complexa e difícil experiência humana;
• Se envolve nas atividades dos pecadores visando conduzir a história a um fim glorioso;
• Auxilia aos que carecem de ajuda nas agruras experiências da existência.
Este comentário está limitado pelo tempo e espaço, porém continue estudando e se reavivando ao aprofundar-se em sua mensagem; pois, o fim está próximo. Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/10
Deixamos Daniel no capítulo nove, sem dúvida, regozijando com as muitas respostas gratificantes à sua oração! Bem, se o jejum e a oração funcionaram tão bem antes, por que não repetir? E assim, o capítulo dez começa com o registro de um jejum de três semanas e uma resposta surpreendente aos anseios do coração do nosso amigo profeta. O próprio Jesus veio visitá-lo!
Isso mesmo. A descrição de Cristo em Daniel dez é virtualmente a mesma encontrada em Apocalipse 1:13-16, onde Cristo é claramente retratado por João, o Revelador.
Curiosamente, Daniel 10:13 identifica a Cristo com o nome de Miguel. (Veja Daniel 12:1; Judas 9; Apocalipse 12: 7-9). Existem muitos nomes para o nosso Senhor, incluindo “Anjo”, conforme encontrado em Juízes 6:11,14. Na verdade, embora Cristo seja eterno e não criado, Ele aceita se identificar com muitos títulos que nos ajudam a entender a Sua obra maravilhosa em nosso favor!
Daniel 10:14 nos lembra do tema recorrente dos “últimos dias”, enfatizando assim claramente o longo escopo cronológico das visões de Daniel, e o versículo dezoito mais uma vez nos conta a história do evangelho, a história do quanto Deus ama a Daniel … assim como ama a você, que está lendo este blog!
David Grams
Pastor aposentado, atualmente professor de religião
Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Comentário da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/11/17/
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1106
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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426 palavras
10:1-12:13 A última grande visão de Daniel conta a história do povo de Deus até o fim dos tempos. Não devemos nos perder nos detalhes (como [também em] o cap. 11), mas lembrar que o propósito era incentivar o povo do Senhor com o fato de que Deus o estava conduzindo e de que a salvação final era certa. Bíblia de Estudo Andrews.
10:2 pranteei. Daniel lamentou e se humilhou, praticando a autonegação (comparar com o v. 12; Lv 16:29; Ed 8:21; SI 35:13, 14) por meio de um jejum parcial e se abstendo de colocar óleo como loção na pele. Ele fez isso porque procurava mais compreensão junto a Deus (Dn 1012) quanto ao destino de seu povo (comparar com v. 14; cap. 9). Bíblia de Estudo Andrews.
10:5 homem vestido de linho. Um ser celestial maravilhoso (comparar com Ap 1:13-16 acerca do Cristo glorificado) apareceu em forma humana e chegou para esclarecer Daniel, como Gabriel havia feito anteriormente (Dn 9:20-27). Em Ez 9;2,3,11; 10:2,6.7, um servo de Deus, ao que parece, um anjo, também se vestia de linho. Bíblia de Estudo Andrews.
10:13 príncipe do reino da Pérsia. Existe a hipótese de ser uma referência a Cambisses, filho de Ciro (559-530 a.C), que pode ter resistido à decisão divina de restaurar o povo. No entanto, o fato de um anjo de Deus precisar lutar contra este “príncipe” (v. 20) sugere uma batalha espiritual contra um ser sobrenatural perverso (comparar com Ef 6:12). Se este for o caso, deve haver demônios (anjos maus) lutando para influenciar e controlar governos humanos (comparar com Dn 10:20 – “príncipe da Grécia”; Jo 12:31 – “o seu príncipe [deste mundo]”) a fim de contrariar os propósitos divinos. O Senhor revelou esta batalha entre o bem e o mal perto do início do reinado dos persas, cuja religião zoroástrica enfatizava o conflito entre forças sobrenaturais boas e más. Bíblia de Estudo Andrews.
Miguel, um dos primeiros príncipes. Miguel (que significa “Quem é como Deus?”) foi o nome de vários homens do AT (“Micael” – Nm 13:13; 1Cr 5:13, etc). Contudo, é também o nome de uma pessoa celestial exaltada, o Príncipe-Chefe (Dn 10:13). Em outros textos, ele é apresentado como o grande guardião de Daniel e de seu povo (v. 21; 12:1), “o arcanjo” que disputou com o diabo (Jd 9) e o comandante dos anjos do Senhor, que derrotou Satanás e seus anjos, expulsando-os do Céu (Ap 12:7-9). Portanto, parece que este Miguel é o “príncipe do exército”, ou seja, Cristo (ver nota sobre Dn 8:11). O próprio Cristo poderia atuar como mensageiro, não necessariamente um ser criado (comparar com nota sobre Jz 6:11 – “o Anjo do SENHOR” é o próprio Senhor). Bíblia de Estudo Andrews.
10:14 últimos dias. A revelação prestes a ser dada (cap. 11-12) chega até o futuro distante (comparar com nota sobre 2:29), assim como as profecias dos cap. 2,7-9. Bíblia de Estudo Andrews.
10:16 me tocou os lábios. Comparar com Is 6:5-7. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas” (v.2).
A jornada espiritual de vinte e um dias feita por Daniel vai muito além de apenas abstenção de certos tipos de alimentos. Ela nos revela a sabedoria que obteve aquele servo de Deus quanto à verdade de que as visões que teve “envolvia grande conflito” (v.1). E, em tempos de guerra, meu irmão e minha irmã, precisamos estar munidos das armas corretas (Ef.6:10-18), ou, do contrário, corremos o sério risco de perecer.
Daniel entrou em um período de profunda angústia de alma, e, tomando posse do que já lhe era um costume, as três orações especiais do dia tornaram-se em “três semanas inteiras” (v.3) de reavivamento espiritual. Abstendo-se de “manjar desejável” (v.3) e de tudo aquilo que pudesse lhe embotar a mente ou distraí-la, Daniel provou, mais uma vez, que o que nós consumimos tem uma íntima relação com o nosso todo. Ou, “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo…?” (1Co.6:19).
O mérito da questão, contudo, não se trata de comida ou de bebida, mas da escolha de um servo de Deus de buscar na Fonte de toda a sabedoria as respostas para os anseios de sua alma. A abstinência de certos tipos de alimento foi a consequência e não a causa. A profunda comunhão que estabeleceu nesses dias o levou a uma intimidade tal que, desta vez, Deus não Se contentou em enviar o Seu anjo, mas Ele mesmo Se manifestou. Comparem a descrição feita nos versos cinco e seis com a visão de João em Apocalipse 1:13-15, e percebam que trata-se da mesma Pessoa: o próprio Jesus Cristo.
Semelhante ao que aconteceria com o apóstolo Paulo centenas de anos depois (At.9:7), os homens que estavam na companhia de Daniel foram tomados de “grande temor, e fugiram e se esconderam” (v.7). Duas coisas ficam bem evidentes aqui: Primeira, que, diferente de Daniel, Paulo não teve aquela visão após um período de reavivamento espiritual, mas enquanto perseguia severamente os cristãos; o que comprova a veracidade das palavras do Senhor ao profeta Samuel: “… porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7). Segunda, que todo aquele que não possui um coração sincero e pronto a ouvir a voz de Deus, foge e se esconde de Sua presença. Portanto, não foi o que Daniel fez que o levou a ver Jesus, mas o que ele permitiu que o Espírito Santo fizesse nele.
Contemplando tão sublime visão e ouvindo tão poderosa voz, o profeta perdeu as forças e sofreu um desmaio (v.8, 9). Mas “certa mão” (v.10) o tocou e colocou Daniel na posição de submissão, e também de vigor espiritual (v.10). Gosto muito de uma frase de um autor desconhecido, que diz: “Quando você se curva diante de Deus, você anda reto diante dos homens”. Daniel não foi colocado em pé imediatamente, e sim na posição que lhe daria forças para se levantar. Notem que as orações daquele “homem muito amado” (v.11) não somente moveram o coração de Deus, ao lhe enviar Miguel, mas também a ira de Satanás.
Sobre este conflito entre o bem e o mal, escreveu o pastor Henry Feyerabend: “O nome Miguel significa ‘Quem é como Deus?’. O Novo Testamento descreve Jesus como um ser ‘na forma de Deus’ (Filipenses 2:6), ‘a imagem do Deus invisível’ (Colossenses 1:15), ‘a expressa imagem da Sua pessoa’ (Hebreus 1:3). Os melhores escritores judeus estão de acordo, ao ensinarem que o nome ‘Miguel’ é o mesmo que o título de ‘Messias’. Nenhum ser criado pode preencher essas qualificações”(CPB, Daniel Verso por Verso, p. 174). Enquanto no livro de Daniel ele é identificado como um príncipe, no livro de Judas é chamado de arcanjo, que não pode ser confundido com um anjo. Contribuindo para o nosso entendimento, o pastor Henry continua: “a palavra grega archaggelos é composta de archi, um prefixo que denota ‘chefe’ e a palavra aggelos, ‘mensageiro’. Ele é o Mensageiro-Chefe. Ele não é um anjo, mas o Comandante dos anjos” (CPB, Daniel Verso por Verso, p. 177).
No findar dos setenta anos para ver cumprida a promessa de Deus e o povo de Israel poder voltar à sua terra, houve profunda resistência do rei da Pérsia, que, julgando o enredo ali envolvido devido ao personagem “Miguel”, é certo de que aquele rei estava sendo persuadido pelo próprio Satanás. Este título para Jesus, “Miguel”, só aparece mais duas vezes na Bíblia, e em todas elas, há um cenário de guerra contra o inimigo de Deus (Jd.9 e Ap.12:7). Portanto, é certo de que, enquanto Daniel lutava em oração, Miguel guerreava “contra o dragão” (Ap.12:7).
No findar da história terrestre, o Espírito do Senhor tem trabalhado com grande urgência a fim de que apliquemos o coração a compreender a verdade presente e a humilharmo-nos perante Deus (v.12). Deus não escolhe a quem salvar, mas nos dá a liberdade de escolher a quem servir. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito…” (Jo.3:16), isto é, Ele amou a toda humanidade desde Adão. Ele não faz acepção de pessoas (Rm.2:11). O Seu dom gratuito de amor é uma oferta para todos. Porém, a salvação implica na condição contida no final do mesmo verso: “[…] para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Estamos todos inseridos no “grande conflito” (v.1) que envolve o meu e o seu destino eterno. Assim como Daniel despertou a ira de Satanás, o inimigo de Deus está irado contra um pequeno povo (Ap.12:17) que tem sido uma “pedra no seu sapato”. Perseverando em viver de acordo com a luz dada ao profeta Daniel, este povo despertará a cólera final do inimigo, que usará governantes e autoridades para dispersá-lo e impedir que avance para a Canaã celeste. Mas, todo aquele que, semelhante ao “homem muito amado” (v.19), permitir que o Espírito Santo o conduza, não terá o que temer, pois ainda que tenha que passar por um período em que sentirá lhe fugir as forças e até a própria vida (v.17), será fortalecido pelo Príncipe da Paz (v.19).
Repito, amados, não serão as nossas obras que moverão o coração de Deus para nos resgatar, mas a obra de reavivamento e reforma que permitirmos que Ele realize em nós por meio do Seu Espírito. Não é sem razão que estejamos estudando este capítulo justamente no primeiro dia dos dez dias de oração. Tão perto como estamos do cumprimento profético do retorno de Jesus, necessitamos da experiência de Daniel em proporção ainda maior. Daniel orava e chorava para que o povo de Deus pudesse retornar à Jerusalém terrestre. Como o povo que aguarda a bendita esperança de subir à Jerusalém celeste, quão intensa deve ser a nossa experiência, tal qual a noite de luta de Jacó (Gn.32:26)! Em nossos lugares de oração, quer seja num bosque ou numa montanha, quer num canto do quarto ou num cômodo solitário, sejam expostas nossas fraquezas e debilidades e ouvida a voz de Deus a nos dizer: “[…] como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (Gn.32:28). Que façamos parte do seleto grupo dos amados de Deus que estão, como escreveu Ellen White, “esperando somente serem recolhidos” (CPB, Atos dos Apóstolos, p.109). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados do Príncipe da Paz!
* Dez Dias de Oração, 1o dia: Oremos pelo reavivamento espiritual de nosso lar e que, em família, estejamos unidos num mesmo propósito, nos momentos de jejum e oração do próximo sábado.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Daniel10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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A existência humana possui inúmeras dificuldades. Principalmente quando se quer servir a Deus numa sociedade alheia aos Seus princípios.
Sempre foi difícil servir a Deus de verdade. Oposições levantam-se por todos os lados, promovidas pelo invisível agente do mal. O profeta Daniel enfrentou desafios dificílimos; diante…
• …da ira de Nabucodonosor contra os sábios, Daniel tornou-se alvo de morte. Ele orou. Então, Deus revelou-lhe o sonho da estátua e sua interpretação (capítulo 2).
• …do desafio dos leões famintos, Daniel orou; então, Deus enviou Seu anjo para fechar a boca dos leões (capítulo 6);
• …do incerto futuro dos judeus, Daniel orou; então, veio Gabriel, o mais elevado anjo, para auxiliar o profeta na interpretação da visão (capítulo 9).
• …da preocupação com aqueles que retornaram do exílio a Jerusalém, Daniel orou; então, Gabriel e Miguel (Jesus) vieram auxiliá-lo (capítulo 10).
G. Arthur Keouth divide Daniel 10 em duas partes:
1. Cristo aparece a Daniel:
• O jejum de Daniel (vs. 1-3);
• Cristo Se revela (vs. 4-6);
• Só Daniel tem a visão (v. 7);
• A reação de Daniel diante da presença de Cristo (vs. 8-9).
2. Gabriel fala com Daniel:
• Conforta a Daniel (vs. 10-11);
• Explica o propósito de sua chegada (vs. 12-14);
• A reação de Daniel diante da presença de Gabriel (vs. 15-17);
• Gabriel prepara o terreno para a visão que se seguirá (vs. 18-21).
A teologia deste capítulo mostra que “enquanto Satanás estava procurando influenciar as mais altas autoridades no reino da Medo-Pérsia para que não mostrassem favor ao povo de Deus, anjos trabalhavam no interesse dos exilados. Era uma controvérsia na qual todo o Céu estava interessado. Por intermédio do profeta Daniel é-nos dado um lampejo desta poderosa luta entre as forças do bem e as do mal. Durante três semanas Gabriel se empenhou na luta com os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro; e antes que a contenda terminasse, o próprio Cristo veio em auxílio de Gabriel” (Ellen G. White).
Quando nos preocupamos e investimos nossas energias em orações e jejuns, Deus…
• …amplia nossa visão e percebemos um grande conflito, do qual somente dependendo de Cristo poderemos vencer;
• …envia Seu anjo e o próprio Cristo para atender-nos;
• …conforta, fortalece, orienta…
Então, vamos orar e jejuar mais? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 9 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/9
No capítulo nove, vários anos haviam se passado desde que Daniel quis saber a resposta para o versículo quatorze do capítulo oito e o enigma de um santuário a ser purificado. Embora nenhum anjo lhe desse as respostas, ele se voltou para os escritos de Jeremias em busca de pistas para o seu “dilema acerca do santuário”. E ele se pergunta se a purificação do santuário poderia estar relacionada com o final dos setenta anos profetizados por Jeremias.
Não se sentindo satisfeito apenas com o estudo das Escrituras, ele simplifica seus hábitos alimentares e de vestuário e, em seguida, faz uma oração que ainda nos toca poderosamente no século 21. E em resposta a essa súplica cheia de fé – na verdade, exatamente durante a oração de Daniel! – o anjo retorna com as respostas. Na verdade, o anjo não apenas responde às perguntas de Daniel acerca dos 2300 dias e do santuário, mas também adiciona um conjunto completo de detalhes acerca do tempo em que ocorreria a primeira vinda do próprio Jesus Cristo!
Deus não é incrível? Nós encontramos Daniel no início do capítulo nove como um profeta frustrado que sente que tem muito a aprender. E nós, junto com Daniel, encerramos o capítulo nove com a emoção de termos recebido pistas para a compreensão de uma grande profecia!
David Grams
Pastor aposentado, atualmente professor de religião
Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1105
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1396 palavras
9:1 No primeiro ano de Dario. No início do domínio medo-persa. Bíblia de Estudo Andrews.
9:2 Jeremias […] setenta anos. Daniel estava estudando as profecias de Jeremias, seu contemporâneo mais velho. Jeremias registrou a mensagem de Deus de que a terra de Judá permaneceria desolada sob o domínio babilônico durante 70 anos. Então Babilônia seria punida, e os judeus poderiam retornar do exílio (Jr 25:11, 12; 29:10). Agora, Babilônia havia sido punida, e um novo império acabara de assumir o poder (Dn 5-6). Portanto, segundo o que Jeremias dissera, o fim dos 70 anos havia chegado e era hora da libertação dos cativos judeus. Daniel deveria estar muito feliz. Bíblia de Estudo Andrews.
9:3 jejum, pano de saco e cinza. Em vez de se sentir alegre, contudo, Daniel estava de luto (comparar com Et 4:1, 3; Sl 35:13; Is 58:5; Jr 6:26). Seu problema era a visão de Dn 8, a qual mostrava que haveria um longo período de dificuldade para o povo de Deus antes da restauração do santuário. Está claro que ele não compreendia as 2.300 tardes e manhãs (8:14) como dias literais (menos de seis anos e meio), caso contrário não teria se preocupado. Naturalmente, Daniel presumiu que o santuário fosse o templo em Jerusalém e associou sua justificação à restauração após o povo ser liberto do exílio. Ele deve ter concluído que, por causa dos pecados do povo, Deus havia decidido adiar a libertação do cativeiro babilônico para um futuro distante. Bíblia de Estudo Andrews.
9:4 Orei […] confessei. No fim das bênçãos e das maldições da aliança em Lv 26, Deus havia prometido que, se seu povo exilado se humilhasse, se arrependesse e confessasse seus pecados e os de seus antepassados, ele o restauraria do exílio (Lv 26:40-45). Bíblia de Estudo Andrews.
9:5 temos pecado. Daniel era um homem justo, e a Bíblia não registra nenhum pecado que ele tenha cometido. Ainda assim, o profeta não atribui pecado apenas a seus compatriotas. Ele se identifica com o povo nesta oração de intercessão. Bíblia de Estudo Andrews.
9:17-19 o teu santuário […] a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. A preocupação com o povo e o santuário liga a oração à visão de Dn 8, na qual o poder do chifre pequeno oprime o povo e age contra o santuário. Bíblia de Estudo Andrews.
9:23 entende a visão. Nenhuma visão é relatada no cap. 9. … Gabriel veio para explicar este elemento temporal, a fim de aliviar a angústia do profeta em relação ao aparente conflito entre os 70 anos de Jeremias e os 2.300 dias/anos de sua visão. Bíblia de Estudo Andrews.
9:24 determinadas. Esta palavra ocorre apenas aqui na Bíblia hebraica. Nos escritos rabínicos, seu significado básico é “cortar” de algo mais longo. Esta é uma acepção possível para a palavra “determinadas”. Neste versículo, tanto o sentido básico quanto o ampliado se aplicam: os 490 anos são “cortados” de uma unidade mais longa de 2.300 dias/anos (8:14). Bíblia de Estudo Andrews.
fazer cessar a transgressão. A palavra hebraica para “transgressão” significa pecado rebelde … Os 490 anos seriam um período para resolver os defeitos morais que haviam assolado o povo de Deus ao longo de sua história como nação. Isso aconteceria por intermédio do Messias. Bíblia de Estudo Andrews.
para ungir o Santo dos Santos. Consagração de um santuário a Deus para sua função sagrada (comparar com Lv 8:10-12). Esta consagração aconteceria séculos depois da dedicação do segundo templo, construído e dedicado logo após o retorno do exílio (Ed 6). Portanto, esta deve ser a consagração de outro templo (ver nota sobre Dn 9:25). Bíblia de Estudo Andrews.
9:25 ordem para restaurar e para edificar Jerusalém. Os 490 anos começam no momento desta ordem, que restaurou aos judeus a posse da cidade, a qual tornaria a ser sua capital (comparar com ÍRs 20:34; 2Rs 14:22). A ordem foi dada pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reinado (Ed 7:11-26); portanto, entrou em vigor em 457 a.C. Diferentemente dos decretos anteriores de Ciro (Ed 1:1-4; 6:3-5) e de Dario (Ed 6:1-12), o de Artaxerxes inclui uma preocupação explícita pela cidade de Jerusalém em si, não apenas pelo povo judeu e seu templo. Bíblia de Estudo Andrews.
ao Ungido, ao Príncipe. A palavra “messias”, em língua portuguesa, deriva de um termo hebraico que significa “ungido”. Reis e sacerdotes, em especial sumo sacerdotes, eram ungidos no antigo Israel (Lv 6:22; 2Sm 5:3). A palavra para “Príncipe” se refere a um líder que podia tanto ser rei (1Sm 9 16; 13:14) quanto sacerdote (1Cr 9:10,11; Ne 11:11,12; Jr 20:1). Em Dn 9 é predito o ministério do “Ungido” supremo, o “Messias” («”Cristo”, derivado do grego), cuja vinda estaria ligada ao fim do pecado, ao estabelecimento da justiça, à confirmação da profecia e à consagração de um santuário (Dn 9:24,25). Ele é tanto Sacerdote quanto Rei (Sl 110) Segundo o NT, esta pessoa é Jesus Cristo. Ele foi ungido pelo Espírito de Deus (Lc 4:18), morreu para perdoar nossos pecados e nos cobrir com sua justiça (2Co 5:21), cumpriu profecias (Mt 1:22, 23; 2:5, 6, etc) e começou a atuar como nosso Melquisedeque (= “Rei de Justiça”) e Sumo Sacerdote no templo de Deus no Céu (Hb 7-10). Bíblia de Estudo Andrews.
sete semanas e sessenta e duas semanas. Estas 69 “semanas” de anos (ver v. 27 acerca da última “semana”) correspondem a 483 anos, de 457 a.C (decreto de Artaxerxes I), até 27 d.C. (levando em conta que não houve ano zero entre as eras a.C e d.C.) Neste ano, o 15° (segundo a contagem judaica) do reinado de Tibério César, o Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo, e ele começou seu ministério (Lc 3). Existem muitas profecias surpreendentes sobre Cristo no AT (Sl 22; Is 53, etc), mas a de Dn 9 é especial porque aponta com precisão o início de seu ministério com mais de 500 anos de antecedência. Observe que as primeiras sete semanas de anos formam um ciclo de jubileu de 49 anos (Lv 25:8-70), mostrando que os 490 anos consistem de dez períodos de jubileu (ver nota sobre Lv 25:10). Isso sugere que os 490 anos são um período de jubileu de grande escala cujo fim disponibilizaria liberdade (neste caso, do pecado Dn 9:24) para toda a nação. Bíblia de Estudo Andrews.
9:26 será morto o Ungido. A língua original traz o mesmo termo usado em Lv 7:20 (ver nota): “eliminado. É notável que o Messias receba esta punição divina para pecados graves, que consistia na eliminação de uma pessoa de sua família. Tratava-se de um tipo de morte permanente, além da morte comum do corpo mortal (Lv 20:2,3). Cristo sofreu o castigo da ‘segunda morte” (comparar com Ap 2:11; 20:6,14) por nós na cruz a fim de nos salvar dela. Todavia, por ser inocente e ter carregado a culpa de todos (1Pe 2:21-24), ele conseguiu retornar da morte suprema, da qual não há volta, e ver sua posteridade (Is 53:10). Bíblia de Estudo Andrews.
já não estará. Ou, “não terá nada”. Cristo não tinha domínio, honra ou posses terrenas quando morreu. Até mesmo suas roupas foram levadas (Mt 27:35). Aparentemente, tudo estava perdido. Bíblia de Estudo Andrews.
o povo de um príncipe que há de vir. Depois da morte de Cristo, Roma imperial, sob o governo de Tito (seu “príncipe”/líder), destruiu Jerusalém e o templo em 70 d .C. Bíblia de Estudo Andrews.
9:27 fará firme aliança com muitos. Depois da referência ao povo e ao príncipe que destruíram Jerusalém, a explicação se volta para a obra do Messias como parte da profecia das 70 semanas. Cristo fez uma ‘firme aliança” para benefício de todos mediante seu sacrifício (Mt 26:28: comparar com Jr 31:31-34). Bíblia de Estudo Andrews.
no metade da semana. Quer dizer na metade da última “semana” (sete anos) dos 490 anos a partir de 457 a X . Os últimos sete anos começaram em 27 d.C (batismo de Jesus). 0 ministério terreno de Cristo durou a primeira metade desta “semana”: três anos e meio até sua morte Quando ele morreu, o véu do templo se rasgou em duas partes (Mt 27:51), tomando obsoletos os sacrifícios que apontavam para o sacrifício do Messias (comparar com Hb 10:1). Assim Cristo fez cessar o sacrifício e a oferta. Então ele subiu ao Céu e continuou a confirmar a aliança por meio do dom do Espírito Santo no testemunho dos apóstolos (At 1-7). Em 34 d.C., o fim dos últimos sete anos, o conselho nacional judaico rejeitou o evangelho e martirizou Estêvão (At 7). Levantou-se uma grande perseguição contra os cristãos, levando-os a se dispersar (At 8:1). Assim, o evangelho chegou aos gentios, e eles puderam se tornar cristãos sem primeiro precisarem se tornar judeus (At 10-11; 13-15). Bíblia de Estudo Andrews.
sobre a asa das abominações virá o assolador. A palavra hebraica usada nesta passagem para “abominações” se refere à idolatria, uma forma grave de rebelião contra Deus (comparar com Dt 29:17; 2Rs 23:24). A ideia refere-se a uma assolação que vai além do período de Roma imperial e da destruição de Jerusalém em 70 d.C, passando a incluir a devastação causada pela fase religiosa do poder do chifre pequeno na última parte dos 2.300 anos (Dn 8:11-13 – “transgressão assoladora”; comparar com 11:31, 12:11 – “abominação desoladora”). 0 chifre pequeno estabelece uma forma de idolatria ou falso sacrifício que pretende substituirá função do sistema sacrificial terreno ao qual Cristo pôs fim. Portanto, após o fim dos 490 anos, a explicação de Dn 9:27 está ligada ao restante da visão do cap. 8 Isso reforça o fato de que os 490 anos são a primeira parte dos 2.300 anos. Bíblia de Estudo Andrews.
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“No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão” (v.23).
Tudo quanto examinamos neste livro, até agora, tem mostrado um caminho sobremodo excelente e que arrebata os nossos sentidos a buscar uma comunhão tal qual a de Daniel. Como tudo na vida daquele fiel servo de Deus, não poderia ser diferente a partir do momento em que entendeu, pelo estudo das Escrituras, que o cativeiro do povo de Deus estava prestes a terminar: ele precisava orar. O fim dos setenta anos de exílio determinados por Deus (Jr.25:11; 29:10) representava o retorno para casa. Esta era a verdade presente e a grande esperança para o tempo de Daniel.
Mas, assim como no capítulo anterior, a continuação do capítulo nove mostra uma profunda relação com o santuário. “O santuário é o principal tema da Bíblia. No Pentateuco, os cinco livros de Moisés, 45 capítulos são dedicados ao tema do santuário. Nos livros dos profetas, outros 45 capítulos também tratam deste tema. Nos demais livros da Bíblia, há cerca de 150 referências ao santuário. Crê-se que os salmos foram escritos para servirem de coletânea para os louvores do santuário. O livro do Apocalipse é estruturado no santuário. Ele possui sete divisões e cada uma delas se inicia com uma cena no Santuário Celestial” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.39).
As orações de Daniel comoveram o coração de Deus, a ponto de suas primeiras palavras já serem o suficiente para fazer descer do céu o anjo mais poderoso a fim de lhe revelar a profecia a respeito do futuro de Israel. Acerca das setenta semanas temos que: “Se cada semana possui 7 dias e estamos falando em dias proféticos, ou seja, cada dia representando um ano, assim temos o seguinte cálculo: 69 semanas X 7 dias = 483 dias proféticos/anos literais. Se partirmos do ano 457 a.C., data do decreto de Artaxerxes, e viajarmos no tempo 483 anos, chegaremos ao ano 27 a.C.. Segundo o anjo, este seria o ano do aparecimento do ‘Ungido’, o ‘Príncipe’ (Dn.9:25)… Este foi o ano do batismo de Cristo quando Ele recebeu a unção do Espírito Santo (Mt.3:16)”.
“Conforme a profecia Ele [Jesus] faria uma ‘firme aliança com muitos, por uma semana’, ou sete anos, alcançando assim o ano 34 d.C. Que acontecimento assinala o fim desse período de aliança? Estudando o livro de Atos, encontramos o último discurso de Estevão, um dos sete diáconos da igreja primitiva (At.7:1-53)… Antes de morrer ele contemplou Jesus em pé à direita do Pai (At.7:55,56), numa atitude de reprovação e julgamento à nação judaica. Isso ocorreu no ano 34 d.C. e assinala o fim dos 490 anos de oportunidade ao povo judeu como povo escolhido”.
Porém, das “duas mil e trezentas tardes e manhãs” (Dn.8:14) proféticas/dois mil e trezentos anos literais, ainda faltam mil oitocentos e dez anos. “Basta agora adicionar os 1.810 anos restantes, e a profecia alcança o tempo exato em que se iniciaria a purificação do santuário, ou seja, 1844. Fazendo um paralelo entre o 10° dia do 7° mês do calendário judaico, dia que acontecia a expiação de Israel (Lv.16:29), com o nosso calendário gregoriano atual, chegamos ao dia 22 de outubro de 1844” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.45, 46).
Houve um grande despertamento nos anos que antecederam esta data, para o estudo da Bíblia, que, graças à reforma protestante, já circulava livremente, principalmente para as profecias do livro de Daniel. Tomado por grande certeza de que Deus o guiava e que o entendimento que lhe foi dado apontava para o evento mais aguardado pelos justos, Guilherme Miller, um fazendeiro sincero em seus propósitos, dedicou-se a pregar com veemência a verdade descoberta, dando origem ao movimento milerita.
“Eles pensavam que a purificação do santuário fosse a Segunda Vinda de Cristo. O dia 22 de outubro de 1844 passou e Jesus não voltou. Foi uma amarga decepção. Todavia, esta decepção já estava profetizada. Em Apocalipse 10 lemos a respeito de um livrinho que João deveria tomar e comer. Na boca seria doce, mas no estômago, amargo (Ap.10:8-10). Essa profecia descreveria a experiência de desapontamento que os mileritas enfrentariam. O movimento milerita deu origem a Igreja Adventista do Sétimo Dia (Ap.12:17; 14:6-12), igreja que surge com a missão de restaurar a verdade de Deus deitada por terra pelo chifre pequeno (Dn.7:25 e 8:12)” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.46).
Miller acertou na data, mas errou no evento. Como vimos, isto já estava previsto pela profecia de Apocalipse 10. Pois que “é necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Isto é, ali não deveria ser o fim, mas o ponto de partida para um movimento que alcançaria o mundo. Sendo o santuário terrestre uma sombra do celeste (Hb.8:2), “assim como o santuário terrestre passava por uma purificação anual, o mesmo aconteceria com o celestial”, e, no dia 22 de outubro de 1844, Jesus deu “início ao Seu ministério como Sumo Sacerdote”, passando do lugar Santo do Santuário Celestial, para o Lugar Santíssimo. “Isso indica que estamos vivendo, desde 1844, o grande dia profético da expiação. Quando esse juízo terminar Jesus voltará a Terra como ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’ (Ap.19:16), para dar a recompensa a cada um (Mt.25:31-46) e destruir o chifre pequeno. Finalmente o reino será dado aos santos do Altíssimo e eles reinarão por toda a eternidade (Dn.7:11, 18 e 27)” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.46).
A atitude de Daniel ao descobrir as verdades para o seu tempo (v.3) é a mesma que precisamos ter hoje diante da sublime verdade de que falta muito pouco para vermos o nosso Salvador retornando nas nuvens do céu. Se Daniel já orava, passou a suplicar. E se já era humilde, passou a se humilhar. Assim como o Dia da Expiação era um dia de aflição de alma para o povo de Israel (Lv.16:29), é tempo de afligirmos a nossa alma perante o Senhor e clamarmos por Sua purificação. A mensagem do santuário nos oferece uma exposição didática do plano traçado pelo Criador mesmo antes da fundação do mundo. Ali, encontramos o Cristo crucificado, o Cristo ressuscitado e o Cristo glorificado. E a firme e fiel esperança de que Ele atua como nosso intercessor diante do Pai, para muito em breve, nos levar para Casa!
“Ó Senhor, ouve, ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não Te retardes, por amor de Ti mesmo, ó Deus meu; porque a Tua cidade e o Teu povo são chamados pelo Teu nome” (v.19). Que seja este o nosso clamor diário! Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
* Amanhã iniciaremos os dez dias de oração. Clamemos para que estejamos todos unidos no mesmo propósito, buscando pelo batismo do Espírito Santo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Daniel9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100