Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 42 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 42 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 42 by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/42

Ezequiel continua a descrever detalhes do templo, seus edifícios e serviços.

O capítulo 42 trata especificamente de duas questões. Em primeiro lugar, fala acerca dos aposentos para os sacerdotes, (versos 1 a 14) e, em seguida, indica as dimensões dos muros exteriores (versos 15-20). Os sacerdotes eram essenciais para os serviços do templo e em Levítico foram dadas normas rígidas sobre a maneira como eles deveriam exercer suas funções e manter a santidade. Santidade significa separação das coisas comuns – tanto no comportamento quanto no vestuário.

Em Ezequiel, é repetido o convite para que os sacerdotes sejam santos. É interessante que o principal exemplo dado por Ezequiel diz respeito às vestes do sacerdote. Após deixarem o lugar santo e se dirigirem para a área comum os sacerdotes deveriam retirar suas vestes sacerdotais e colocar suas roupas de uso diário. Embora os detalhes do comportamento sacerdotal não devam necessariamente ser seguidos hoje, podemos concluir que o respeito, a reverência e o senso do sagrado não devem ser perdidos.

A descrição do futuro templo nos dá uma pequena ideia do quanto o nosso Deus valoriza a ordem e a atenção aos detalhes. Tudo o que Deus faz, Ele faz bem feito. Que exemplo para nós!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1090
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara

 

Para uma representação artística aproximada do que poderia ter sido o templo visto por Ezequiel em Ez 40, 41, veja: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/07/planta-sugestiva-do-templo-de-ezequiel/

Visão do templo em Ezequiel 42 e 43: https://www.youtube.com/watch?v=oQRegCrJHzk

Visão do templo em Ezequiel 41: https://www.youtube.com/watch?v=tm38zgyoy-k

Animação 3D sugestiva da visão do templo de Ez 40: https://youtu.be/YNmERZkT6JM



EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2021, 0:50
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340 palavras

1 Átrio exterior. Os v. 1 a 14 descrevem as câmaras para os sacerdotes, ao norte e ao sul do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 796.

2 cem côvados. Cerca de 50 metros. Segundo a LXX, esta é a medida do comprimento do edifício [das câmaras]. O comprimento é igual ao do edifício do templo (Ez 41:13). Aparentemente as câmaras estavam diretamente ao norte e ao sul do templo, e entre elas e o templo havia a área separada. CBASD, vol. 4, p. 796.

4 Um passeio. Igual ao pavimento defronte às câmaras que encostavam contra o muro oriental (40.17). Bíblia Shedd.

13 Comerão … as ofertas santíssimas. Os sacerdotes normalmente recebiam parte do seu sustento na forma de certos sacrifícios dos quais podiam comer parte (v. Lv 2.3; 5.13; 6.16, 26, 29; 7.6, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

As câmaras destes dois lados tem seu uso definido; nunca mais as pessoas consagradas, nem as coisas dedicadas, teriam a possibilidade de se confundir com as coisas do mundo. Bíblia Shedd.

14 porão ali as vestiduras. As câmaras santas serviam como vestiários para os sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 797.

O aproximar-se de nosso santo Deus não deve ser considerado levianamente. As vestes sagradas que o sacerdote deveria usar podem simbolizar a importância de se ter um coração santo ao se aproximar de Deus. Os sacerdotes tinham que usar essas roupas especiais para ministrar nas salas internas do templo. Como as vestimentas eram sagradas, os sacerdotes tinham que trocar de roupa antes de irem para o público. Life Application Study Bible Kingsway.

15 Acabando ele de medir o templo interior. O termo [templo interior] aqui se refere à área do templo, presumivelmente a tudo o que tinha sido medido até então. Ezequiel volta à porta leste exterior, onde a inspeção havia começado (Ez 40:6). CBASD, vol. 4, p. 797.

20 muro. Este muro externo separava os recintos sagrados do que era secular. Bíblia de Genebra.

duzentos e cinquenta metros de comprimento e duzentos e cinquenta metros de largura (NVI; ARA: “quinhentas canas de comprimento e quinhentas canas de largura”). Simetria perfeita na área total do templo ideal. Bíblia de Estudo NVI Vida.



EZEQUIEL 42 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de fevereiro de 2021, 0:45
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“Quando os sacerdotes entrarem, não sairão do santuário para o átrio exterior, mas porão ali as vestiduras com que ministraram, porque elas são santas; usarão outras vestiduras e assim se aproximarão do lugar destinado ao povo” (v.14).

Havia no templo salas especiais em ambos os lados do santuário como uma espécie de salas pastorais, a fim de servir de apoio aos sacerdotes. Ali eles depositavam “as coisas santíssimas” (v.13) e servia-lhes também como um vestiário, onde ficavam as roupas separadas exclusivamente para o ofício do santuário. Todas as vezes que os sacerdotes iam ao “lugar destinado ao povo” (v.14), suas vestes sagradas eram veladas nas “câmaras santas” (v.13). De modo que, no meio da congregação, os sacerdotes eram reconhecidos por sua função, e não por uma aparência superior ou privilegiada.

As vestes dos sacerdotes tinham um traço distintivo em Israel. Principalmente na vestimenta do sumo sacerdote, encontramos símbolos que apontam para a responsabilidade pública de sua função e para o ministério sacerdotal de Cristo. “O sumo sacerdote, em sua posição oficial”, diz M. L. Andreasen, “não era simplesmente um homem. Era uma instituição; era um símbolo, não representava meramente a Israel, era sua própria encarnação. Levava o nome de Israel, nas duas pedras sardônicas ‘nas ombreiras do éfode, por pedras de memória’; levava-as nas doze pedras preciosas ‘no peitoral do juízo sobre o seu coração’; levava ‘o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração diante do Senhor continuamente’. Êx.28:30. Assim, levava Israel tanto sobre os ombros, como sobre o coração. […] O caráter representativo do sumo sacerdote deve ser salientado. Adão era o representante do homem. Quando ele pecou, pecou o mundo, e a morte passou a todos os homens. […] Semelhantemente, Cristo, sendo o segundo homem e o último Adão, era o representante do homem” (O Ritual do Santuário, p.64, 65).

Deixando as vestiduras santas de Sua morada celeste, Jesus veio aos átrios deste mundo como nosso semelhante. Não era Sua aparência ou as roupas que vestia que O caracterizava como o Desejado de todas as nações, e sim a natureza de Sua missão. Era “do lugar destinado ao povo” (v.14) que irradiava a luz de Suas palavras, iluminando a todos quantos a Ele se achegavam com a santa convicção de que estavam perante o seu Redentor. As madrugadas eram as “câmaras santas” (v.13) de Seu encontro com o Pai, e os montes e jardins, o lugar santo de Sua comunhão diária com Ele. Jesus, porém, não saía dali a fim de fazer notória a Sua santidade, mas buscava conquistar a afeição dos pecadores apontando-lhes o caminho através de Sua submissão ao Pai, vestindo o “incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe.3:4). Hoje, conforme a profecia, Jesus atua como o nosso Sumo Sacerdote no lugar Santíssimo do santuário celestial (Hb.8:1-2), de onde em breve sairá para buscar “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8).

Portanto, era dever do sumo sacerdote estabelecer o mesmo contato, aproximação e afeição com os filhos de Israel. Como líder espiritual da nação, sua missão consistia em apresentar ao povo a perspectiva futura de um Salvador que Se despiria de Suas vestes celestiais para Se vestir da ignominiosa humanidade. Quão tremenda e sagrada é a obra de todos aqueles que se dedicam ao ministério de Deus! Aos pastores e obreiros cabe responder por seus liderados seguindo a ordem do Mestre: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). É seu dever ensinar a igreja de Deus a fazer “separação entre o santo e o profano” (v.20), apontando-lhes o Salvador crucificado e ressurrecto, mas também O mesmo que breve voltará como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16).

Assim, sobre a responsabilidade dos ministros do evangelho como aqueles que devem revelar o caráter de Cristo, encerro com as pontuais palavras de Andreasen: “Deve ser pronto a discernir a vontade de Deus no clarão fugaz ou na sombra de Sua aprovação ou desaprovação; o ouro do valor e da obediência deve-se achar entremeado na própria estrutura de seu caráter; no semblante, no vestuário e no coração cumpre-lhe refletir a pureza, a paz e amor de Deus. Ele tem de ser submisso e pronto a deixar que Deus faça como Lhe apraz; e esquecer o próprio eu e pensar nos outros, não se eximindo a pesadas cargas. Cumpre-lhe ter de contínuo em mente que o bem-estar e a felicidade de outros dele depende, que cada ato seu, em virtude de seu caráter público e oficial, é de vasta significação. Ao contemplar o verdadeiro ministro a responsabilidade que sobre ele impende, bem como as consequências que adviriam de um fracasso ou falta sua, pode bem exclamar: Para essas coisas, quem é idôneo?” (O Ritual do Santuário, p.71). Vigiemos e oremos!

Um bom dia especial a todos os ministros do evangelho!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel42 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 42 – Obediência é evidência de um coração sob nova direção, sob a regência do Espírito Santo. A desobediência caracteriza aqueles que não dão o trono do coração ao Espírito de Deus para regê-lo segundo os princípios do céu.

O plano de Deus com o Santuário/Templo era habitar com Seu povo. Embora o templo não exista mais, nem deva ser reconstruído (pois Jesus “tabernaculou” entre nós para revelar a shekinah de Deus), a intenção de Deus de habitar conosco ainda é real.

Embora Deus seja santo e nós pecadores, Ele quer santificar-nos/separar-nos para poder habitar conosco no céu. Antes, Deus Se afastou do Templo devido à desobediência do povo (capítulos 8-10), porém, Deus não abandonou Seus propósitos.
• As celas revelam-nos que devemos separarmo-nos do pecado (vs. 1-14). Os cristãos, sacerdotes atuais (Apocalipse 1:6), devem ser diferentes no comer e no vestir.
• Os muros devem separar-nos das coisas imundas (vs. 15-20). A distância entre o estilo de vida do cristão deve ser plenamente visível em cada área da vida.

Deus quer levar-nos ao Céu, lugar do verdadeiro tabernáculo/templo – onde quer relacionar-Se conosco (João 14:1-4; Hebreus 8:1-2; 11:16). Se não permitirmos que Jesus nos purifique do pecado, não estaremos aptos para viver no Céu, um lugar santo. Se nossa vida não evidencia plena distinção dos padrões do mundo vivendo na desobediência, precisamos de reavivamento.

Ellen G. White convida-nos à reflexão profunda:
“Se a verdade para este tempo, se os sinais que estão se multiplicando por todas as partes – os quais testemunham que o fim de todas as coisas está próximo – não são suficientes para despertar a energia adormecida dos que professam crer na verdade, então trevas os alcançarão proporcionalmente à luz que tem brilhado sobre eles. No grande dia de acerto final não poderão apresentar a Deus nenhuma desculpa por sua indiferença. Não haverá razão alguma para argumentar acerca do porquê não viveram, andaram e trabalharam à luz da sagrada verdade da Palavra de Deus. Nem do porquê não revelaram ao mundo obscurecido pelo pecado, mediante sua conduta, sua simpatia e seu zelo, que o poder e a realidade do evangelho não podem ser controversos”.

O que poderia ter sido, não aconteceu devido à indiferença dos judeus. Agora, aguardamos a promessa de morarmos com Deus. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.




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