Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 1 – Primeiro leia a Bíblia

DANIEL 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

DANIEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



DANIEL 1 by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/1

Não deve ter sido uma decisão fácil para Daniel e seus três amigos recusarem a generosa hospitalidade do rei do império mundial da Babilônia e pedirem uma dieta baseada em vegetais. Mas Daniel e seus amigos estavam dispostos a sacrificar a honra mundana, riqueza, posição, poder – até a própria vida – pelo Deus que eles amavam mais do que qualquer coisa.

Por que Daniel e seus amigos foram tão bem-sucedidos em seus exames acadêmicos, pontuando dez vezes mais que o segundo colocado? Sua conquista não foi por acaso. Certamente não foi sorte e nem mesmo um milagre. Aqui está segredo:

1. Eles firmemente decidiram permanecer fiéis a Deus e, por Sua força, cumpriram a resolução feita.

2. Eles exerceram total dependência do poder de Deus. Esses jovens pediram a Deus que os ajudasse e eles acreditaram que Ele o faria. Em seguida, eles estudaram para glorificar a Deus por meio de sua diligência.

3. Eles foram muito cuidadosos com o que escolheram para comer e beber. Eles se recusaram a dar uma mordida ou sorver qualquer coisa destrutiva para sua saúde.

Essa história não é apenas de um passado remoto e desconectado conosco. Ela também pode ser a sua história se você confiar e obedecer a Deus, como Daniel o fez. Você e eu somos motivados em nossas escolhas a ser completamente leais a Deus pelas marcas dos pregos nas mãos de Jesus.
Cindy Tutsch
Editora do blog, RevivalandReformation.org

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1097
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



DANIEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2021, 0:50
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1585 palavras

O Senhor usou Daniel e seus amigos, e os milagres associados a eles, para impressionar uma série de reis do fato de que Ele estava no comando e que deveriam dar contas a Ele. Central ao livro está o tema de que Deus é soberano sobre todas as nações, mesmo quando Seu povo é oprimido e que Ele, por fim, livrará aqueles que Lhe forem fiéis. Este tema é explicitamente introduzido em 2:20-23 e enfatizado nos capítulos 4-5 pela repetição do conceito: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens” (4.17; comparar com vv. 25, 32; 5.21). Os capítulos 4-5 formam o centro de uma estrutura simétrica (quiástica):

A. Problema: O templo e o povo de Deus conquistados (cap. 1)

…B. Sonho de Nabucodonosor de quatro reinos (cap. 2)

……C. Amigos de Daniel livrados da fornalha de fogo (cap.3)

………D. Nabucodonosor humilhado pela sentença divina;

………D’. Belsazar humilhado pela sentença divina (caps. 4-5);

……C’. Daniel livrado da cova dos leões (cap. 6)

…B’. Visão de Daniel de quatro reinos (cap. 7)

A’. Solução: O templo de Deus restaurado e Seu povo libertado (caps. 8-12)

Os capítulos externos (1:1-2:4a; caps 8-12) da estrutura literária foram escritos em hebraico. Mas os capítulos internos (2:4-b – 7:28) estão em aramaico … Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu do sul da Mesopotâmia (hoje Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico se tornara a língua internacional, portanto o uso dela por Daniel implica que a mensagem de 2:4-7:28 era dirigida tanto para os gentios quanto para os judeus (comparar com Jer 10:11, o único verso dos outros profetas escrito também em aramaico). Andrews Study Bible.

As profecias de Daniel estão estreitamente relacionadas às do livro do Apocalipse. Na verdade, o Apocalipse trata do mesmo tema, mas dá ênfase especial ao papel da igreja cristã como povo escolhido de Deus. Dessa forma, detalhes que parecem obscuros no livro de Daniel são em geral esclarecidos quando observados no livro de Apocalipse. A parte da profecia que se refere aos últimos dias, Daniel teve ordem de fechar e selar, até “o tempo do fim” (GC, 356), quando , por meio de estudo diligente do livro, o “saber” de seu conteúdo se multiplicaria (Dn 12:4). … João foi especificamente instruído: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (Ap 22:10). Assim, para se ter uma interpretação mais clara de qualquer parte do livro de Daniel que seja obscura, deve-se estudar cuidadosamente o livro de Apocalipse.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 828.

 

1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim. 605 aC. Andrews Study Bible.

A destruição foi completada alguns anos mais tarde, no ano 586 aC nos reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, 2 Rs 24.1-25.10. Bíblia Shedd.

2 O Senhor lhe entregou. Segundo foi profetizado por Jeremias, Jr 27.1-8. Bíblia Shedd.

Judá foi exilado para a Babilônia por desobedecer à palavra de Deus no tocante à guarda da aliança, aos anos sabáticos e à idolatria. (v. Lv 25.1-7; 26.27-35; 2Cr 36.14-21). Na primeira deportação (605 aC) estava Daniel, e na segunda (597), Ezequiel. Aconteceu uma terceira deportação em 586, quando os babilônios destruíram Jerusalém e o templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

alguns dos utensílios da Casa de Deus. Mais tarde foram todos. Bíblia Shedd.

O templo permaneceu em pé até 586 aC. Mas Nabucodonosor levou alguns dos itens mais valiosos e os depositou no tesouro de suas divindades. Isto introduz conflito entre o Deus verdadeiro e o poder do homem. Andrews Study Bible.

3 linhagem real. Daniel era um jovem de alta estirpe, um nobre. Bíblia Shedd.

8 resolveu Daniel … não contaminar-se. Porque Daniel resolveu permanecer fiel ao Senhor, ele não poderia permitir ser absorvido pela cultura babilônica de modo que conflitasse com a santidade, incluindo comer carne de espécies “imundas” (Lev 11; Dt 14; comparar com Gên 7:2, 8-9, 20). Havia problemas adicionais com a dieta babilônica: a carne poderia vir de animal sufocado, com sangue não adequadamente drenado (Gên 9:4; Lev 17:10-12; comparar com At 15:20, 29) e a comida e bebida poderiam ter sido oferecidos a ídolos (comparar com Num 25:2; At 15:20, 29). Andrews Study Bible.

Tinha suas convicções, e as manifestou com coragem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus honrou esses jovens por causa de seu firme propósito de fazer o que era certo. Para eles, a aprovação de Deus era mais estimada do que o favor do homem mais poderoso da terra; mais estimada que a própria vida (ver CRA, 31). Essa firme resolução não nasceu com a pressão das circunstâncias imediatas. Desde a infância, esses jovens foram treinados com hábitos de estrita temperança. CBASD, vol. 4, p. 837.

É mais fácil resistir à tentação se você firmou suas convicções bem antes da chegada da tentação. Daniel e seus amigos tomaram a decisão de serem fiéis às leis de Deus antes de se depararem com as iguarias do rei, então eles não hesitaram em manter suas convicções. Nós teremos problemas se não tivermos decidido previamente onde está o limite. Antes que tais situações surjam, firme suas convicções. Então, quando a tentação vier, você estará pronto para dizer não. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Experimenta, peço-te, os teus servos. Daniel empregou bom juízo ao oferecer uma alternativa em vez de rebelar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

dez. Muitas vezes tinha o significado simbólico de conta completa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

legumes. Do heb. zero’im, “alimento derivado de plantas”, como cereais e vegetais. De acordo com a tradição judaica, frutas vermelhas e tâmaras também se incluíam neste termo. CBASD, vol. 4, p. 837.

legumes … e água. Esta dieta vegetariana resolveria todos os problemas religiosos. Além disso, ela foi notadamente mais saudável, razão pela qual se Daniel e seus companheiros foram autorizados a nela continuar (v. 15).Andrews Study Bible.

17 Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Com a ajuda de Deus, Daniel e seus amigos dominaram os escritos babilônicos a respeito da astrologia e da adivinhação mediante sonhos. Mas nos testes cruciais de interpretação e de predição (ver 2.3-11; 4.7), toda a literatura pagã mostrou-se inútil. Só mediante a revelação especial da parte de Deus (2.17-28) Daniel conseguiu interpretar corretamente. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A instrução que Daniel e seus três amigos receberam foi também um teste de fé. O saber dos caldeus estava aliado a práticas idólatras e pagãs, e misturava ciência e magia, conhecimento com superstição. Os aprendizes hebreus se mantiveram distante dessas coisas. Não se sabe como evitaram conflitos; mas, apesar das influências más, eles se apegaram à fé de seus pais, como demonstraram claramente os eventos posteriores. Os quatro aprenderam as habilidades e ciências dos caldeus sem adotar os elementos pagãos mesclados com as mesmas. CBASD, vol. 4, p. 837.

19 Era o exame conduzido pelo próprio rei, para verificar a cultura geral dos rapazes selecionados para contribuir à glória do seu império. Esta cultura confunde-se com as artes mágicas. Bíblia Shedd.

20 dez vezes mais. Uma expressão que quer dizer “muito melhor”.Andrews Study Bible.

Do que todos os mágicos e encantadores. Por meio de uma descrição posterior das habilidades de Daniel, feita pela mãe de Nabucodonosor, sabe-se que Daniel era conhecido como um homem capaz de “declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (Dn 5:12). As perguntas feitas a eles podem ter incluído explicação de enigmas, que era diversão favorita nas cortes do antigo Oriente. O exame também pode ter incluído a solução de problemas matemáticos e astronômicos, matérias em que os babilônios eram mestres, conforme revelam documentos, ou uma demonstração da habilidade de ler e escrever a difícil língua cuneiforme. A sabedoria superior de Daniel e de seus companheiros não era resultado de sorte ou destino, ou mesmo de um milagre, como em geral se entende. Os jovens se aplicaram com diligência e consciência aos estudos, e Deus abençoou os esforços deles. O verdadeiro êxito em qualquer empreendimento é assegurado quando se combina esforço humano com o divino. O esforço humano por si só de nada vale, e o poder divino não torna desnecessária a cooperação humana (ver PR, 486, 487; cf PP, 214). CBASD, vol. 4, p. 839.

Encantadores. Adivinhação, magia, exorcismo e astrologia eram comuns entre os povos antigos; mas, em alguns lugares como Babilônia, eram praticados por homens da ciência [métodos de previsão descritos: haptoscopia/exame de fígados; quiromancia/mãos; lecanomancia/óleo na água; belomancia/flechas sacudidas]. … É um erro supor que os sábios de Babilônia eram apenas adivinhos e magos. Embora fossem habilidosos nessas artes, eram também eruditos no verdadeiro sentido da palavra. … como na Idade Média. …  Os encantadores e adivinhos da Antiguidade se aplicavam também a estudos estritamente científicos. Seu conhecimento astronômico tinha atingido um surpreendente nível de desenvolvimento. … Os astrônomos eram capazes de predizer eclipses lunares e solares mediante cálculos. Sua habilidade matemática era bastante desenvolvida. Eles empregavam fórmulas cujo descobrimento em geral é atribuído erroneamente aos gregos. Além disso, eram bons arquitetos, construtores e médicos. Eles encontravam por meios empíricos a cura para muitos males. Deve ter sido nessas áreas de conhecimento e habilidade que Daniel e seus três amigos superaram os encantadores, astrólogos e eruditos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 840.

Como os cativos sobreviveram em uma cultura estrangeira? Eles aprenderam sobre a cultura, alcançaram a excelência em seu trabalho, serviram as pessoas, oraram pela ajuda de Deus e mantiveram sua integridade. Podemos nos sentir como estrangeiros sempre que experimentamos mudanças. As culturas estranhas ao nosso modo de pensar vêm de várias formas: um novo emprego, uma nova escola, um novo bairro. Podemos usar os mesmos princípios para nos ajudar na adaptação ao nosso novo ambiente sem abandonar a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

21 continuou. Ficou como oficial do Império até o ano 536 aC, o primeiro ano do rei Ciro. Sua última visão veio mais tarde. Bíblia Shedd.

Daniel ainda estava vivo no ano 537 (10.1), de modo que viu os exilados voltarem a Judá, saindo do cativeiro na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.



DANIEL 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de fevereiro de 2021, 0:45
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“Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se” (v.8).

Na primeira deportação dos exilados de Jerusalém para Babilônia, no terceiro ano “do reinado de Jeoaquim, rei de Judá” (v.1), estavam quatro jovens cujos princípios eram firmes e de fé inegociável. “Daniel, Hananias, Misael e Azarias” (v.6), deixaram nos registros da história a prova de que é sim possível permanecer fiel em meio à infidelidade. Levados para uma terra estranha e de cultura pagã, aqueles jovens de linhagem nobre foram apresentados à corte babilônica e aos seus mais diversos e estonteantes entretenimentos. Estima-se que Daniel tenha pisado em solo babilônico entre os seus quatorze e dezesseis anos de idade. Como entender, pois, a firmeza de caráter de Daniel e de seus amigos, e sua fidelidade aos princípios estabelecidos por Deus? A resposta está na educação do lar. Apesar da Bíblia não fazer referência quanto a seus pais, certamente, eles foram instruídos com zelo e ensinados na admoestação do Senhor. Sobre essa fundamental e importantíssima informação, escreveu Ellen White:

“Daniel e seus companheiros tinham sido educados por seus pais nos hábitos da estrita temperança. Tinham sido ensinados que Deus lhes pediria contas de suas faculdades, e que jamais deveriam diminuí-las ou enfraquecê-las. Esta educação fora para Daniel e seus companheiros o meio de sua preservação entre as desmoralizantes influências da corte de Babilônia” (Profetas e Reis, CPB, p.244).

Daniel e seus amigos foram, portanto, frutos de lares cristãos em harmonia com as orientações divinas. Diante de uma mesa farta das “finas iguarias do rei” (v.8) e da realidade de que tinham a chance de, pela primeira vez, experimentar a “liberdade” de comer e fazer tudo aquilo que seus zelosos pais os haviam ensinado a rejeitar, a atitude desses mancebos foi surpreendente e tornou-se um dos maiores testemunhos de fidelidade das Escrituras. Experimentados com a ração do Éden (Gn.1:29), aqueles jovens que já eram “sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência” e “versados no conhecimento” (v.4), adquiriram melhor aparência e maior força “do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei” (v.15).

Após o período estabelecido por Nabucodonosor, os quatro valorosos rapazes foram levados à sua presença (v.18). E Deus os capacitou de uma sabedoria e inteligência tão avançadas, que o rei “os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino” (v.20), e o Senhor deu a Daniel “inteligência de todas as visões e sonhos” (v.17). Ou seja, Deus está disposto a derramar torrentes de sabedoria e de inteligência sobre os Seus filhos. Contudo, há um caminho a se percorrer. O mundo é guiado por Satanás a pensar da mesma forma que pensou o chefe dos eunucos: “por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade?” (v.10). E deixamos de experimentar o pleno vigor de um corpo saudável e de uma mente clara e lúcida como resultado de uma dieta suficientemente completa.

O “garçom” maligno deseja destruir a sua vida e a vida de sua família, assim como iniciou sua obra no Éden. O “cardápio” de Satanás pode até parecer mais atrativo, mas, na realidade, não passa de um “prontuário” de enfermidades. Hoje, a maior desgraça de uma vida intemperante e de um lar desestruturado tem sido a destruição da mente humana. Através de um apetite desregrado e artificialmente estimulado, e de um estilo de vida desprovido de hábitos saudáveis, a mente é sobrecarregada e prejudicado o equilíbrio químico necessário para o seu bom funcionamento. E este declínio mental tem causado danos de maiores proporções, formando uma nova geração de pessoas mentalmente desequilibradas. É certo que nem todas as causas advém de uma vida desregrada, mas escolher viver um estilo de vida que glorifique a Deus pode ajudar, e muito, no processo de superação até mesmo de traumas.

Talvez você não tenha recebido uma educação cristã como aqueles jovens hebreus. Talvez você ainda precise experimentar um real relacionamento com Deus. Não se preocupe! Vá a Jesus, agora! Peça a Ele que mude a sua história. Acredite, Ele é especialista nisso. Há pouco mais de sete anos, eu permiti que o Espírito Santo iniciasse uma obra especial em minha vida e o testemunho de Daniel foi o que me fortaleceu a dar os primeiros passos em direção ao centro da vontade de Deus. Desde então, tenho experimentado as bênçãos diárias das fiéis promessas divinas. Ainda surgem covas de leões, e fornalhas são acesas, mas a certeza de que Jesus está comigo é inquestionável. Por experiência própria, decidir, “firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias” (v.8) do príncipe das trevas não é tarefa fácil, mas, sem dúvida, é a escolha mais sábia a ser feita, e, garanto, a mais feliz. Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Daniel1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DANIEL 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2021, 0:40
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Jovens. Universidade. Filosofia. Pressão. Religião. Princípios. Influência. Sabedoria. Provisão. Firmeza. Humildade. Sinceridade. Disponibilidade. Responsabilidade. Coragem. Determinação. Alimentação. Tudo isso e muito mais encontramos logo no início do livro de Daniel.

O teólogo Jacques B. Doukhan destaca que o livro de Daniel é “um livro de sabedoria, que contém os pensamentos mais profundos da história, de Deus, da ética e da existência”. É um livro “universal e merece a atenção de todos”.

No pequeno espaço deste nosso comentário, obviamente não será abordado tudo o que o capítulo ensina; alguns pontos serão destacados:
• Crentes fieis e consagrados a Deus podem sofrer consequências oriundas dos infiéis e negligentes espirituais (vs. 1, 3, 6).
• Deus governa a história e as nações e, assim, controla o curso do mundo. Ele entrega uns à derrota e outros à vitória, ambos com propósitos nobres e definidos (v. 2).
• As grandes potências do mundo aproveitam oportunidades outorgada por Deus para buscar grandezas além dos limites (vs. 3-4; Gênesis 11:1-9; Isaías 13:1-14:23; 46:1-48:15; Jeremias 50:1-51:64; Ezequiel 30:1-26).
• A sociedade e a cultura mundanas intentam ousadamente impor uma filosofia pervertida e degradante na mente das pessoas. A educação regida pelo Estado visa moldar a cosmovisão dos alunos para pensarem e agirem conforme o padrão do mundo, contrários aos princípios divinos (vs. 4-7). Cuidado!
• Os verdadeiros servos de Deus não negociam princípios, mas se propõe a usar a sabedoria com humildade para viver os padrões do céu em um ambiente secular e pagão, mesmo em diante de tentadores privilégios (vs. 8-14).
• Deus olha com carinho e atenção aos Seus filhos que, de coração, se propõem a viver o Seu ideal, não o ideal do mundo apostatado e desviado dos princípios divinos. Acima de tudo, Deus age em prol dos fieis (vs. 9, 15-16).
• Deus abençoa profusamente aos que se propõem a representá-lO mesmo diante de enormes desafios, correndo sérios riscos. Deus ama usar os jovens para impressionar aos grandes do mundo (vs. 17-21; I Samuel 16:1-17:58; II Reis 5:1-19).

Vamos…
• …ensinar a Bíblia aos nossos filhos!
• …permitir que a Bíblia molde nossa vida!
• …consagrar-nos para representar a Deus!

“Senhor, capacita-nos. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.




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