Reavivados por Sua Palavra


OSÉIAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2021, 12:00
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)



OSÉIAS 5 by Jobson Santos
25 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/5

A mensagem profética contra os pecados dos sacerdotes do norte de Israel começa em Oséias 4:4. Por eles terem oferecido sacrifícios a Deus sem arrependimento e total entrega à Ele, Deus não aceitaria suas ofertas (5:6). O povo não serviu a Deus ou teve um relacionamento de amor fiel à Ele. Eles serviram o deus Baal de Sidom e propagaram a adoração de ídolos por todo Israel.

O final do versículo 7 [“Agora suas festas de lua nova os devorarão”, NVI] pode ser vertido assim: “Um mês os devorará e à sua herança.” Um mês judaico tinha 30 dias e estes 30 dias poderiam ser interpretados profeticamente como 30 anos, cada dia por um ano. De fato, do final do reinado de Jeroboão II (753 a.C.) até a destruição de Samaria (722 a.C.) e cidades circunvizinhas se passaram cerca de 30 anos. Oséias 5:8-9 ressalta a certeza da vinda da Assíria para destruir o reino do norte de Israel (5:13).

Enquanto eles não reconhecessem seus pecados e buscassem o perdão de Deus, Ele não poderia abençoá-los, nem poderia restaurar um bom relacionamento com eles como seu Criador e Redentor (5:15). Deus está sempre disposto a relacionar-se conosco. Precisamos reconhecer que santidade como um povo significa nossa dedicação total a Ele.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1113
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2021, 0:50
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1. Ouvi isto. No reino imperial de Deus, com suas exigências morais e espirituais, todos são livres e iguais para obedecer ou desobedecer à lei divina da justiça. Não há acepção de pessoas, todos são colocados no mesmo nível e serão julgados pelo mesmo padrão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 993.

Este juízo é contra vós. O anúncio do “julgamento” cumpre a ameaça implícita no nome simbólico de “Lo-Ruama” (Os 1:6, ARC; ver com. ali). Aqui, o “julgamento” é equivalente a Lo-Ruhamah, “sem piedade” ou “nenhuma misericórdia” (ver com. de Os 2:23). CBASD, vol. 4, p. 993.

2. Eu castigarei. Homens voluntariosos e desesperadamente pecaminosos podem abandonar todos os critérios de justiça, mas Deus não pode ser expulso da consciência e da experiência humanas (ver At 26:14). O pecador não precisa de nenhuma outra testemunha a não ser sua própria consciência. CBASD, vol. 4, p. 993.

3. Ó Efraim. Esta tribo poderosa e líder aparentemente também era líder na adoração ao bezerro e em outros tipos de idolatria. Por meio desta influência maligna, todo o Israel foi contaminado. CBASD, vol. 4, p. 993.

5:3 prostituído. 0 termo geralmente descreve uma pessoa inapta para adorar a Deus. É o contrário da palavra hebraica que significa “limpo” ou “puro”. No contexto de Oseias, refere-se à impureza moral. Bíblia de Estudo Andrews.

4. O seu proceder não lhes permite voltar. Quão poderosamente isso indica a força do hábito na experiência humana (ver Jr 13:23; 2Pe 2:12-14). As ações externas do povo indicam que eles se tornaram tão corruptos que o “homem interior” não poderia ser alcançado pelo Espírito (ver Ef 3:16). CBASD, vol. 4, p. 993.

5. A soberba de Israel. A riqueza engendrou a arrogância que indispôs o povo

a fazer a vontade de Deus; CBASD, vol. 4, p. 994.

Judá cairá juntamente. O ônus da mensagem do profeta foi dirigido a Israel, mas, ocasionalmente, o reino de Judá também era incluído. CBASD, vol. 4, p. 994.

O v. 8 menciona Benjamim, que costumava se aliara Judá. Bíblia de Estudo Andrews.

6. Porém não O acharão. O povo de Israel não era movido pelo verdadeiro arrependimento, mas por medo da aflição que se aproximava. O amor a Deus, que produz obediência, não estava em seus corações (ver Hb 12:16, 17; ver com. de Gn 27:38). CBASD, vol. 4, p. 994.

8. Trombeta. Do heb. shofar (ver vol. 3, p. 24). Oseias apresenta um quadro dos inimigos de Israel como que já em marcha para executar o juízo divino. CBASD, vol. 4, p. 994.

O chifre de carneiro era um instrumento usado para sinalizar aos soldados a hora de iniciar um ataque ou uma conquista (ver J z 3:27; 7:20). Bíblia de Estudo Andrews.

Gibeá. Gibeá e Ramá se localizavam em Benjamim, perto da sua fronteira norte e dentro do reino do sul. Eram locais adequados para dar avisos de perigo iminente, por se situarem em terras altas. CBASD, vol. 4, p. 994.

Bete-Áven. Significa “casa da perversidade”. 0 termo é usado para substituir o nome Betel, que significa “casa de Deus”. Portanto, Bete-Áven é uma designação depreciativa, mostrando um destino fracassado. A casa de Deus,

que deveria demonstrar justiça e retidão, havia se transformado num lugar de maldade. Bíblia de Estudo Andrews.

10. Os que mudam os marcos. Aquele que se atrevesse a remover os marcos [limites de terra] do seu próximo estaria violando um dos preceitos de Yahweh (ver Dt 19:14; 27:17). Em seu desprezo totalmente irresponsável e egoísta pelos direitos dos outros, os líderes de Judá não hesitaram em se inclinar para males como a remoção desses limites. CBASD, vol. 4, p. 994.

Derramarei, pois, o Meu furor. Significa um enfático e vigoroso transbordamento da ira divina que oprimiria totalmente esses líderes quebrantadores da lei. CBASD, vol. 4, p. 994.

11. Andar após a vaidade. Literalmente, “uma ordem”. Ao invés de seguir os mandamentos de Deus, o povo obedeceu aos dos homens (ver Mt 15:7-9). E provável que isto se refira especificamente à ordem de Jeroboão 1 para adorar os bezerros, quando ele se revoltou contra Judá (ver l Rs 12:25-33). CBASD, vol. 4, p. 994.

13. Sua enfermidade. Israel e Judá sentiram seu declínio nacional. No entanto,

em vez de se voltar para Deus e pedir ajuda, Efraim virou-se para a Assíria. Só Efraim é mencionado em busca dessa ajuda, porque o reino do norte foi o primeiro a se envolver com a Assíria (2Rs 15-18). CBASD, vol. 4, p. 995.

A aliança e as manobras políticas de Israel, como as denunciadas no livro de Isaías, também surgem em Oseias. O profeta é claro: o resgate e cura só poderiam vir de Deus, não da Assíria. Bíblia de Estudo Andrews.

14. Como um leão. Um símbolo do conquistador que destrói. Como um leão que primeiro despedaça sua presa e depois a leva embora, o povo de Deus seria primeiro feito em pedaços, e depois levado ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 995.



OSEIAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de fevereiro de 2021, 0:45
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“O seu proceder não lhes permite voltar para o seu Deus, porque um espírito de prostituição está no meio deles, e não conhecem ao Senhor” (v.4).

Uma dura repreensão foi dirigida aos sacerdotes e líderes do povo. Sobre estes pesava a grande responsabilidade de liderar a nação sob o governo divino. Contudo, desconsiderando os princípios exigidos pela Lei, se afundaram na “prática de excessos” (v.2), através de uma liderança permissiva e licenciosa. Começando pelos sacerdotes, príncipes e principais autoridades do povo, o Senhor derramaria o Seu juízo: “Eu castigarei a todos eles” (v.2). Todos haviam se corrompido de tal maneira que a sua conduta havia criado uma barreira entre eles e Deus, “porque um espírito de prostituição” estava “no meio deles, e não” conheciam “ao Senhor” (v.4).

Um sentimento de grandeza e superioridade agia em direta oposição à santidade e simplicidade que deveriam manifestar. Israel tornou-se uma nação arrogante, tomando para si os louros da verdade que eles mesmos desprezavam e desconheciam. Enquanto menosprezavam as demais nações, adotavam seus costumes pagãos e tomavam para si mulheres estrangeiras que geravam “filhos bastardos” (v.7), filhos que não eram instruídos na Palavra do Senhor, e sim conforme a idolatria de sua família materna. O toque da trombeta era um claro aviso de que o “dia do castigo” (v.9) viria e, “porque foi do seu agrado andar após a vaidade” (v.11), não haveria livramento (v.14).

Escrevendo acerca do sofrimento na vida do cristão, Pedro deixou registrada a ordem dos fatores na aplicação do juízo divino: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (1Pe.4:17). Ao apóstolo João também foi dada semelhante revelação: “Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que nele adoram” (Ap.11:1). Até mesmo os sofrimentos que resultavam dos juízos aplicados a Israel eram oportunidades de conversão aos impenitentes: “até que se reconheçam culpados e busquem a Minha face” (v.15). Essa conversão deveria partir do maior para o menor. Se os líderes da nação não experimentassem genuíno arrependimento e confissão, sua influência continuaria a ser uma pedra de tropeço para seus liderados.

Na primeira pregação de Cristo, encontramos o toque de trombeta que deve nos despertar a cada dia: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). Esta é uma mensagem dirigida a todos nós, pastores e leigos. Quantos ministros, guiados pela soberba, têm hoje se dirigido “com os seus rebanhos… à procura do Senhor, porém não O acharão” porque o Senhor “Se retirou deles” (v.6). Eles “não conhecem ao Senhor” (v.4), embora professem conhecê-Lo. E uma terrível lacuna tem se interposto entre Deus e o Seu povo devido à má gestão de líderes que ainda não passaram pela escola de Cristo. Ainda não foram até Ele para aprender de Sua humildade e mansidão (Mt.11:28-30), carregando sobre si o pesado fardo da vaidade de apresentar perante todos o relatório de seu “sucesso” ministerial.

Meus amados irmãos e amados pastores, “ouvi isto”, “escutai” e “dai ouvidos” (v.1), pois o Senhor, nosso Deus, nos tornou “conhecido o que se cumprirá” (v.9). Não somos ignorantes quanto às profecias do tempo do fim. E se “Israel está contaminado” (v.3); se como Israel espiritual de Deus temos procedido de maneira a repelir a presença do Senhor, é tempo de arrependimento e contrição; é tempo de confessarmos os nossos pecados e buscarmos um verdadeiro reavivamento do Espírito. Só conseguiremos suportar os eventos finais que diante de nós estão se, hoje, como Cristo, subirmos ao Getsêmani da comunhão (Mt.26:36). Portanto, todos, ministros do evangelho e membros: Vigiemos e oremos!

Bom dia, Israel de Deus!

* Dez Dias de Oração, 8° dia: Oremos para que Deus motive a nossa família a compartilhar o evangelho e apoiar os ministérios da igreja. Oremos por nossos familiares.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2021, 0:40
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Desprezar a Deus equivale a arruinar a vida. O declínio espiritual causa ruína física e material, rouba a paz e a tranquilidade, promove o perigo e atrai o castigo divino.

Medite na Bíblia!

Após conceber três filhos da prostituta Gômer (Jezreel, Lo-ammi e Lo-ruama) a mensagem se define. Baseando-me em Duane A. Garret, exponho este esboço para maior compreensão da mensagem de Oseias:

1. Jezreel: Queixa geral
• Nem fidelidade, nem amor, nem conhecimento de Deus (4:1);
• Lista de delitos (4:2);
• Resultado (4:3).

2. Lo-ammi: Os três grupos de culpados
• Líderes religiosos (4:4-10);
• Transição: Provérbios sobre linguagem (4:11);
• Superstição do povo (4:12-13a);
• Mulheres [cargos desestimados por propósitos retóricos] (4:13b-14).

3. Lo-ruama: Três advertências para Israel e Judá
• A apostasia de Israel é uma advertência para Judá (4:15-19);
• Israel conduz Judá ao pecado (5:1-7);
• Israel e Judá enfrentam à ira de Deus (5:8-15).

Ninguém deveria liderar pecados ou ser uma influência a favor do mal. Pior ainda quando líderes espirituais se tornam líderes do pecado e exercem influência maligna ao povo de Deus. Assim, no antigo Israel, “aqueles que deviam ter sido baluartes espirituais, conduzindo o povo de volta à genuína relação com Deus, estavam sendo uma desonra para Seu nome” (Robert H. Pierson).

A profecia de Oseias 5 cumpriu-se quando a Assíria invadiu Israel em 725 a.C., conquistou Samaria em 722 a.C., e destruiu as cidades fortificadas de Judá, exceto Jerusalém, em 701 a.C. Israel e Judá aliam-se com a Assíria, contudo a ruína os alcança; pois, deveriam ter-se aliado a Deus (vs. 13-14). Apesar de ignorado, Deus esperaria o arrependimento, mesmo sem evidências de que os pecadores se arrependeriam (vs. 4-5, 15).

A profecia de Oseias 5 tem grandes ensinamentos para nós atualmente:
• Deus permite a ruína causada pelo pecado para que nos voltemos para Ele e Sua graça;
• A liderança espiritual tem culpa por negligenciar a função outorgada por Deus, mas o povo também não está isento de culpa quando não há líderes para corrigi-lo;
• A disciplina divina visa à restauração física, mental, espiritual e moral do povo negligente;
• Deus quer líderes fortes na fé e liderados dedicados ao Seu serviço antes que venha o juízo;
• Tudo o que Deu faz visa nossa restauração total, e salvação!

Vivamos os propósitos divinos! – Heber Toth Armí.




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