Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 7 – Primeiro leia a Bíblia

DANIEL 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

DANIEL 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



DANIEL 7 by Jobson Santos
15 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/7

Neste capítulo Daniel muda a narrativa de história para profecia.

Depois dos quatro animais, Daniel viu muitos tronos erguidos e um com rodas de chamas tinha o “Ancião dos Dias” sentado sobre ele (v. 9). O Ancião de Dias é o próprio Deus. A essas bestas foram estipulados períodos de existência (vv. 11, 12). Deus permite que algumas continuem e outras desapareçam. É no céu que a autoridade deles é “destituida”. A quarta besta com o chifre pequeno que fala de maneira arrogante contra o Altíssimo será finalmente destruída. O julgamento executivo, visto por Daniel em visão, consiste na destruição final pelo fogo. Isso inclui não apenas Roma Imperial, mas também o Sacro Império Romano, seu sucessor espiritual

Nesse ponto, Daniel estava muito confuso e preocupado com a cena do julgamento celestial, então ele “se aproximou” de um dos que estavam perto e perguntou acerca do significado disso (vv. 15, 16). Foi-lhe dito que depois que todos esses impérios semelhantes a bestas deixarem de existir, os santos do Altíssimo possuirão o reino para sempre (vv. 17, 18).

Daniel viu como o Pequeno Chifre “travaria guerra contra os santos” (v. 21). Essa perseguição duraria até o Evento do Julgamento Celestial, quando o Ancião de Dias vem para derrotar os perseguidores (v. 22).

Esta visão dada a Daniel fornece segurança e esperança a todos nós que seguimos a Deus. Nosso Senhor tem a história em suas mãos e determinou que o reino eterno será dado aos santos do Altíssimo (v. 27).

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1103
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



DANIEL 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1847 palavras

1 No primeiro ano de Belsazar. Antes dos eventos registrados nos cap. 5 e 6. Bíblia de Estudo Andrews.

2 quatro ventos. Esta expressão pode se referir aos quatro pontos cardeais (comparar com 8:8; Jr 49:36; Zc 2:6). Bíblia de Estudo Andrews.

4 Leão … asas de águia. Um símbolo apropriado para Babilônia. O leão alado é encontrado em objetos de arte babilônicos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 903.

5 Um urso. O império persa, ou medo-persa, correspondente à prata da estátua. CBASD, vol. 4, p. 903.

sobre um de seus lados. … os persas … se tornaram o poder dominante poucos anos antes do império duplo conquistar Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 904.

Três costelas. … símbolo dos três poderes principais conquistados pelo império medo-persa: Lídia, Babilônia e Egito. CBASD, vol. 4, p. 904.

6 Semelhante a um leopardo.  O leopardo é um animal feroz e carnívoro, notável por sua velocidade e agilidade. … identificado em Dn 8:21 como “Grécia”. … Não deve ser confundido com a Grécia do período clássico, visto que este período precedeu a queda da Pérsia. … é o império semigrego macedônico de Alexandre, o Grande …, que inaugurou o que é chamado de período helenístico. CBASD, vol. 4, p. 904.

… quatro asas de ave. O símbolo descreve adequadamente a rapidez fulminante com que Alexandre e os macedônios, em menos de uma década, chegaram a se apoderar do maior império do mundo até então. CBASD, vol. 4, p. 905.

quatro cabeças. Obviamente, equivalem aos quatro chifres do bode [8:8], que representava os quatro reinos [Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu] (mais tarde reduzidos a três [com a eliminação de Lisímaco]) que ocuparam o território ocupado por Alexandre. CBASD, vol. 4, p. 905.

… refletem o fato de que o império grego/macedônico de Alexandre, o Grande, foi [inicialmente] dividido em quatro reinos  depois de sua morte. Bíblia de Estudo Andrews.

7 quarto animal, terrível, espantoso. Este monstro não parecia com nenhuma espécie de animal que Daniel soubesse identificar. Bíblia de Estudo Andrews.

A história mostra claramente que o poder mundial que sucedeu o terceiro império dessa profecia é Roma. No entanto, a transição foi gradual, de modo que é impossível apontar para evento específico que indique o momento da mudança. CBASD, vol. 4, p. 906.

Grandes dentes de ferro. … retratam crueldade e força. … Roma devorou nações e povos em suas conquistas. Algumas cidades inteiras foram destruídas. como no caso de Corinto, em 146 a.C. CBASD, vol. 4, p. 907.

Dez chifres. …há razão para entender esses “dez reis” também como reinos… As sucessivas invasões do império romano por parte de várias tribos germânicas e a substituição dele por vários estados separados e monarquias são fatos bem comprovados pela história.  … [Uma das listas compiladas pelos historiadores é:] ostrogodos, visdigodos, francos, vândalos, suevos, alamanos, anglo-saxões, hérulos, lomardos e burgúndios. CBASD, vol. 4, p. 905.

8 outro pequeno. Este chifre mais novo começa pequeno, mas fica maior que os outros. Bíblia de Estudo Andrews.

O “chifre pequeno” é um símbolo da Roma papal. CBASD, vol. 4, p. 908.

“Das ruínas da Roma política, surgiu o grande império moral na ‘forma gigante’ da igreja romana” (A. C. Flick, The Rise of the Medieval Church [1900], p. 150. Citado em CBASD, vol. 4, p. 907.

“… em geral, sob o fraco sistema político do feudalismo, a igreja bem organizada, unificada e centralizada, tendo o papa como o cabeça, não era apenas independente em questões eclesiásticas, mas também controlava questões civis” (Carl Conrad Eckhardt, The Papacy and World Affairs [1937], p. 1). Citado em CBASD, vol. 4, p. 907.

Olhos. Em geral, símbolos de inteligência. Em contraste com os bárbaros, que eram em grande parte iletrados, o poder representado pelo “chifre pequeno” era notável por sua inteligência, perspicácia e previsão. CBASD, vol. 4, p. 911.

uma boca que falava com insolência. Discurso de blasfêmia contra o Deus Altíssimo … O poder do chifre pequeno não é apenas orgulhoso. Também tem uma forte característica religiosa e é blasfemo. Bíblia de Estudo Andrews.

9 Ancião de Dias. A expressão é descritiva, não um título. … Deus, o Pai, é representado. CBASD, vol. 4, p. 911.

Ao longo de toda a Bíblia, essa expressão ocorre somente neste capítulo. É um título para o Deus Altíssimo, que vive para sempre e cujo reino é eterno (comparar com 4:34). Bíblia de Estudo Andrews.

10 assentou-se o tribunal e se abriram os livros. O tribunal celestial, presidido pelo próprio Deus, responde ao desafio pronunciado pelo “chifre pequeno” [v. 8]. Os livros são registros relevantes para determinar o veredicto e indicam que cada é investigado com cautela. Bíblia de Estudo Andrews.

11 Foi morto. Isto representa o fim do sistema ou da organização, simbolizado pelo chifre. … com a destruição final do poder do “chifre pequeno”, o mundo todo será despovoado. CBASD, vol. 4, p. 912, 913.

13 um como o Filho do Homem. Em vez da tradução “Filho do Homem” a tradução “Um, humano em forma” representaria de maneira mais adequada a frase no aramaico. Deus escolheu apresentar Seu Filho na visão profética com ênfase especial na Sua humanidade. CBASD, vol. 4, p. 913.

Alguém semelhante a um ser humano se aproxima do trono de Deus no Céu para receber o reino eterno no planeta Terra (comparar com 2:44). … Cristo, o Filho divino de Deus (Mt 26:63, 6 4; 27:54; Mc 1:1), que também falou de Si mesmo como o Filho do Homem que veio à Terra estabelecer Seu reino eterno (M7 16:27; 19-28). … Observe que Dn 7:13 faz distinção entre duas pessoas divinas que pertencem à santa trindade, Cristo, o Filho, aproxima-se do “Ancião de Dias”, que é Deus Pai (comparar com Mt 6:9; 7:21; 28:19). Bíblia de Estudo Andrews.

Dirigiu-se ao Ancião de Dias. Aqui se representa a ida de Cristo ao lugar santíssimo [do santuário celestial] para a purificação do santuário (GC, 426, 480). CBASD, vol. 4, p. 913.

21 Fazia guerra contra os santos. O “chifre pequeno” representa um poder perseguidor que conduziria uma campanha da extermínio contra o povo de Deus (ver com. do v. 25). CBASD, vol. 4, p. 914.

Prevalecia contra eles. Por longos séculos (ver com do v. 25), os santos pareceram indefesos contra essa força destrutiva. CBASD, vol. 4, p. 914.

22. Veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo. Daniel relata os eventos a medida que lhe aparecem em visão. Com a vinda do Ancião de Dias, ele se refere ao surgimento desse Ser na cena profética (sobre o significado dos eventos, ver com. dos v. 9-14). Fez justiça. O juízo não será apenas em favor dos santos, mas, segundo Paulo (1 Co 6:2, 3) e João (Ap 20:4), os santos auxiliarão na obra do juízo durante os mil anos (ver GC, 661). CBASD, vol. 4, p. 914.

25 Proferirá palavras contra o Altíssimo. A literatura eclesiástica está repleta de exemplos de declarações arrogantes e blasfemas do papado. Alguns exemplos típicos são encontrados numa grande obra enciclopédica escrita por um teólogo católico romano do século 18: “O Papa é de tão grande dignidade e tão excelso que não é um simples homem, mas como se fosse Deus, e o vicário de Deus […] O Papa está coroado de uma coroa tríplice, como rei dos céus e da Terra e das regiões Inferiores. […] O Papa é como se fosse Deus na Terra, único soberano dos fiéis de Cristo, chefe de reis, com plenitude de poder, a quem foi conferida pelo Deus onipotente a direção não só do reino terreno, mas também do celestial. […] O Papa tem tamanha  autoridade e tanto poder que pode modificar, explicar ou interpretar até as leis divinas. […] O Papa pode mudar a lei divina, visto que seu poder não é de homem, mas de Deus, e ele atua como vice-regente de Deus na Terra com amplo poder de atar e soltar suas ovelhas. […] Qualquer coisa que se diga que faz o próprio Senhor Deus, e o Redentor, isso faz Seu vicário,  contanto que não faça nada contrário à fé” (traduzido de Lucius Ferraris, “Papa II”, Prompta Bibliotheca, vol. 6, p. 25-29). Citado em CBASD, vol. 4, p. 914, 915.

Magoará os santos do Altíssimo. Este fato é descrito anteriormente nas palavras: “este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles” (v. 21). A frase retrata perseguição contínua e implacável. O papado reconhece que perseguiu e defende esse fato como um exercício legítimo de poder supostamente dado a ele por Cristo. A Catholic Encyclopedia diz: “Na bula ‘Ad exstirpanda‘ (1252), Inocêncio IV diz: ‘quando aqueles condenados como culpados de heresia forem entregues ao poder civil pelo bispo ou seu representante, ou a Inquisição, o magistrado-chefe da cidade deve levá-los imediatamente e, dentro de cinco dias no máximo, executar as leis contra eles.’ […] Não pode restar nenhuma dúvida quanto a quais regulamentos civis se indicam, pois as passagens que ordenam queimar os hereges impenitentes foram inseridas nos decretos papais das constituições imperiais ‘Commissis nobis‘ e ‘Inconsutibilem tunicam’. A bula mencionada ‘Ad exstirpanda‘ permaneceu dali em diante como documento fundamental da Inquisição, renovada ou reforçada por vários papas, como Alexandre IV (1254- 1261), Clemente IV (1265-1268), Nicolau IV (1288-1292), Bonifácio VIII (1294-1303) e outros. As autoridades civis, portanto, eram obrigadas pelos papas, sob pena de excomunhão, a executar as sentenças legais que condenavam hereges impententes à fogueira” (José Blotzer, art. “Inquisition“, vol. 8, p. 34). CBASD, vol. 4, p. 915.

os tempos e a lei. Os tempos e a lei de Deus. Não seria profeticamente significativo o poder designado como “chifre pequeno” tentar mudar leis e tempos humanos. Isso é algo comum na luta por domínio mundial. O conflito descrito nesta passagem é entre os Céus e a Terra. … Uma ilustração clara de um “tempo” de Deus é seu sábado. Qualquer tentativa, por parte de um poder terreno, de mudar o sábado do Senhor é também uma tentativa de mudar sua lei, cujo centro é o próprio sábado. Bíblia de Estudo Andrews.

A igreja romana admite abertamente a responsabilidade de introduzir a adoração no domingo, afirmando que tem 0 direito de fazer tais mudanças (ver GC, 446). Um catecismo autorizado para sacerdotes diz: “Mas a Igreja de Deus [isto é, a igreja romana] em sua sabedoria ordenou que a celebração do sábado deve ser transferida para o ‘dia do Senhor’” (Catechism of the Council of Trent, tradução de Donovan, 1829 ed., p. 358). Esse catecismo foi escrito por ordem do Concilio de Trento e publicado sob o pontificado de Pio V. CBASD, vol. 4, p. 914, 915.

um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Também mencionado em 12:7 e Ap 12:14. … três anos [360 dias] proféticos e meio. … correspondem a 1260 dias proféticos [anos literais] (Ap 11:3; 12:6). … (sobre o princípio da equivalência dia-ano, ver Nm 14:34; Ez 4:4-6). Portanto, o tempo previsto para o reinado impiedoso do chifre pequeno é de 1.260 anos, que tem sido identificado como que se estendendo de 538 a 1798 d.C. (ver Ap 11:2; 12:6, 14). Bíblia de Estudo Andrews.

Em julho de 1790, trinta bispos católicos compareceram diante dos líderes do governo revolucionário da França para protestar pela legislação que tornava independentes os clérigos franceses da jurisdição do papa e os fazia responsáveis diretos perante o governo. Perguntaram se os líderes da revolução deixariam todas as religiões livres “com exceção daquela que uma vez foi suprema, que foi mantida pela piedade de nossos pais e por todas as leis do Estado, e que tem sido por mil e duzentos anos a religião nacional?” (A. Aulard, Christianity ans the French Revolution, p. 70). CBASD, vol. 4, p. 918.

26 O juízo sempre é favorável ao povo de Deus e contrário a seus inimigos (ver Dt 32:36; Sl 135:14; Ap 11:15-18; 19:2; ver também Ap 6:10). … Esta cena de juízo (ver v. 9-14, 22) corresponde cronologicamente à purificação do santuário em 8:14. Bíblia de Estudo Andrews.

28 O meu rosto se empalideceu. A revelação da história futura dos santos surpreendeu e entristeceu sobremaneira o profeta. CBASD, vol. 4, p. 918, 919.



DANIEL 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de fevereiro de 2021, 0:45
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“Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade” (v.18).

Mediante uma leitura repleta de símbolos, o verso acima apresenta o objetivo final de toda a exposição profética: os salvos reinarão com Cristo para sempre. A certeza de tamanha promessa, portanto, deve despertar nossos sentidos a examinar com cuidado as profecias envolvidas aqui, já que elas apontam para um final que definirá o meu e o seu destino eterno. Daniel não mais estava diante da incumbência de revelar o sonho de alguém, mas ele mesmo foi contemplado com “um sonho e visões” (v.1) que já revelavam a sua devida interpretação. Os metais da estátua do sonho de Nabucodonosor tomaram forma de quatro animais surreais. Seguindo a mesma sequência de reinos, podemos visualizar na história o cumprimento dessas profecias. Acompanhem comigo os seguintes comentários do pastor Henry Feyerabend:

Babilônia, que foi representada pela cabeça de ouro da imagem, era o primeiro e o mais nobre de todos os reinos – dominante, como o rei da floresta; veloz e de longo alcance como a águia. […] O império Medo-Persa é representado por um urso […] Menos nobre do que o leão, o urso ilustra a deterioração progressiva, que é uma das características da estátua de Daniel 2”. As três costelas na boca dão margem a duas linhas de interpretação: “Ciro acabara de absorver os três impérios – o da Babilônia, dos medos e dos persas. Pode ser também uma referência à Babilônia, Lídia e Egito, que foram castigados e oprimidos pelos persas”.

Por que a Grécia foi comparada a um leopardo?… Nada na história do mundo pode ser comparado à velocidade com que Alexandre o Grande vencia as nações […] Com apenas 30 mil homens, Alexandre atacou Dario, com 600 mil. Como um leopardo ataca um leão ou urso, a Grécia conquistou a Pérsia. Esse leopardo tinha quatro cabeças. O império de Alexandre foi dividido entre seus quatro generais: Cassandro, que dominou a Macedônia e a Grécia; Lisímaco, que dominou a Trácia e a Bitínia; Ptolomeu, o Egito; e Seleuco, a Síria”.

O quarto animal era tão diferente dos demais que o profeta não pôde encontrar nada na natureza real para descrevê-lo […] Sua descrição – terrível, espantosa, muito forte e que fazia em pedaços outras nações, pisando-as aos pés, é uma descrição realista de Roma. Nenhuma outra nação poderia se encaixar nessa forma profética […] somos informados de que Roma seria dividida em dez reinos, os quais são simbolizados por dez chifres […] As dez divisões do império romano são identificadas como os Germanos, os Ostrogodos, Visigodos, Francos, Vândalos, Suevos, Burgúndios, Hérulos, Anglo-Saxões e Lombardos”.

Dado o conhecimento de que os dez chifres foram dez divisões do império romano, o chifre pequeno também simboliza um poder. O pastor Henry prossegue, dizendo: “O décimo-primeiro chifre surgiu entre os dez. O papado fez sua aparição no território da Roma imperial, entre as nações da Roma dividida… Por meio de guerra e diplomacia, o papado, que adotou o Credo Niceno, empenhou-se em destruir […]” três daquelas nações: os Hérulos (493 d.C.), os Vândalos (533 d.C.) e os Ostrogodos (538 d.C.) (Daniel Verso por Verso, CPB, p.117-123).

Tendo o seu cumprimento no decorrer da história, as profecias de Daniel nos apontam para um futuro e decisivo acontecimento: a segunda volta de Cristo, com o estabelecimento de Seu reino eterno. A descrição dada pelo profeta sobre o Ancião de Dias revela a autoridade e a majestade supremas e eternas de Deus ao sentar-Se como Juiz de toda a Terra e dar início a uma fase do julgamento que findará pouco antes do retorno de Jesus a esta Terra: o juízo investigativo; quando Jesus entrou no lugar Santíssimo do santuário celestial a fim de purificá-lo dos registros de pecados ali contidos.

Contudo, apesar de tão grande esperança, o pequeno e insolente chifre ainda traria muito sofrimento “aos santos do Altíssimo”, que lhes seriam entregues nas mãos “por um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (v.25). Sobre isto, vejamos o comentário do Guia de Estudo Bíblia Fácil: “Considerando que na mensagem profética do livro de Daniel, ‘tempo’ corresponde a ‘ano’ (ver Dn.11:13), temos aqui três tempos e meio, ou seja, três anos e meio. Este mesmo período de tempo aparece em Apocalipse 11:3; 12:6, 14 e 13:5, onde temos 42 meses (3,5 anos x 12 meses = 42 meses) e 1.260 dias (42 meses x 30 dias = 1.260 dias). Considerando ainda que na profecia um dia profético equivale a um ano literal (ver Nm.14:34 e Ez.4:6, 7), 1.260 dias proféticos representam na realidade 1.260 anos literais […] A partir de 538 d.C., inicia o período de completo domínio papal que, segundo o próprio Daniel, se estenderia por 1.260 anos. Se contarmos 1.260 anos a partir de 538 d.C. chegaremos a 1798… o Papa Pio VI foi preso em fevereiro daquele ano e levado à Florença… Terminava assim, em 1798, a supremacia papal de 1.260 anos” (Guia de Estudo Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.30).

O poder que cuidou “em mudar os tempos e a lei” (v.25) pode hoje não ter mais a supremacia sobre o governo terrestre, mas, certamente, a mudança que efetuou com relação às verdades das Escrituras, prosperou (Dn.8:12). Basta comparar o catecismo com o conteúdo das Letras Sagradas e verificar o que o próprio papado declara: “O papa pode modificar a lei divina, uma vez que o seu poder não é o de homem, mas de Deus, e ele age em lugar de Deus sobre a Terra, com total poder de unir e de afastar seu rebanho” (Lucios Ferrari, Prompta Biblioteca, ‘Papa’, art. II).

Sei que se trata de uma mensagem muito forte e que talvez envolva tudo o que você até hoje acreditava e seguia com sinceridade. Ou quem sabe você até já ouviu falar disso tudo, mas nunca havia dado a devida atenção. Se o seu coração ficou perplexo, não se preocupe, pois até o próprio Daniel ficou perturbado com tantas informações. O convite do Senhor a você e a mim, hoje, é que permitamos que o Espírito Santo continue nos dirigindo neste estudo e que o nosso coração esteja aberto às Suas preciosas verdades. Não esqueça de que o próprio Jesus afirmou que o Espírito seria enviado para nos guiar “a toda a verdade” (Jo.16:13). Deus é amor (1Jo.4:8), mas Ele também é um Juiz justo que muito em breve virá para destruir e consumir até ao fim (v.26) o mentiroso e todo aquele que por ele se deixou ser enganado. Eis em suas mãos as verdades absolutas do Senhor. A escolha de segui-las, ou não, é toda sua. Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Daniel7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DANIEL 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

Esse texto retorna no tempo a quando Daniel ainda vivia no período do império babilônico. Sua profecia é intrigante, impactou ao profeta (v. 28) e atualmente impacta cada intérprete fiel de sua mensagem.

O texto fala de quatro animais; um…
• …COMO leão, com asas que foram arrancadas; vindo tornar-se COMO homem, com coração humano (vs. 1-4);
• …COMO urso, segurando três costelas nos dentes (v. 5);
• …COMO leopardo, com quatro asas de ave, quatro cabeças; recebeu grande autoridade (v. 6);
• …com dez chifres, terrível e espantoso; um décimo primeiro chifre cresceu e abateu a três dos outros chifres (vs. 9-12).

Os três primeiros animais, Daniel pode comparar com o que conhecia. Todavia, o quarto deles era medonho, não se parecia a nenhum animal conhecido.

Em seguida, o olhar do profeta foi direcionado a uma cena no Céu, do tribunal divino; então, o quarto animal foi condenado e, o reino divino foi estabelecido (vs. 9-14).

Na sequência, Daniel recebeu e escreveu a interpretação das visões que recebera de Deus:
1. Sem ater-se aos detalhes, a interpretação apresenta a sucessão de reinos; começando por Babilônia, passando por Medo-Persa e Grécia, até chegar a Roma – conforme o sonho da estátua em Daniel
2. Assim como a pedra do sonho de Nabucodonosor, o reino de Deus ocuparia o lugar dos reinos dos homens (vs. 15-18).
3. A profecia se detém no quarto animal, que representa Roma. O desejo de Daniel em saber mais resultou na informação de três características (vs. 19-22). O quarto animal…
• Devoraria a terra (vs. 23-24);
• Desafiaria a Deus (v. 25);
• Deus o destruirá (vs. 26-27).

Os impérios mundiais citados na profecia são confirmados na história secular. O objetivo, entretanto, na profecia, é espiritual; e, contém informações que qualquer historiador jamais obteria caso Deus não tivesse informado.

O império romano atuou por um período maior. Seus imperadores fizeram coisas terríveis e assustadoras. Seus piores atos foram a crucifixão do inocente e bondoso Filho de Deus em sua fase política e, a perseguição dos servos de Deus na fase religiosa.

Contudo, apesar de seu poder destruidor, o poder divino lhe porá fim; mas, antes do fim da história mundial, ainda veremos sua maquiavélica manifestação conforme revela o Apocalipse de João!

Se, porém, confiarmos em Deus, certamente estaremos seguros! – Heber Toth Armí.




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