Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

1282 palavras

1 Balança enganosa. As balanças falsas e medidas diminuídas de qualquer espécie são uma forma de roubo. Deus deixou várias advertências severas contra o furto (ver Lv 19:35, 36; Dt 25:13, 14). O roubo é ainda mais prejudicial aos pobres, por sua escassez de recursos. É possível que houvesse pesos e medidas padronizados no santuário, com os quais se podia testar as medidas comerciais (ver Êx 30:13; Lv 27:25). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1106.

O peso justo. Literalmente, “a pedra perfeita”. As pedras eram usadas como pesos, e muitos comerciantes tinham dois conjuntos, um para comprar, mais pesado, e outro para vender, mais leve. Quem acredita que “a bênção do Senhor enriquece”(Pv 10:22) e tem fé no poder de Deus não assume esse tipo de conduta, a despeito do prejuízo que possa ter. … A maior fraude na história foi a realizada contra Adão e Eva por parte de Satanás (Gn 3:1-6). A primeira mentira levou miséria e morte àqueles que possuíam vida eterna e felicidade, sob a alegação de que estavam comprando o caminho para uma vida mais plena. Todas as fraudes menores ao longo da história tendem para o mesmo fim, tanto para o enganador quanto para a vítima. Portanto, não surpreende que Deus odeie o engano e ame os justos acordos CBASD, vol. 3, p. 1106.

2 Sobrevem a desonra. A soberba se encontrava na base do primeiro pecado. Quando Lúcifer se orgulhou de sua beleza e sabedoria, o pecado se desenvolveu misteriosamente em seu coração (ver Ez 28:11-19; PP, 33-43; GC, 492-504). Ele se recusou a deixar a rebelião quando a natureza e as consequências dela lhe foram apontadas. Por isso, Lúcifer deu início a uma longa e infeliz história que terminará afinal quando ele se tornar alvo de desprezo universal (Is 14:12-20). CBASD, vol. 3, p. 1106.

Com os humildes. O humilde, com sua disposição de aprender e seu reconhecimento da necessidade de ajuda divina, recebe ricos suprimentos de graça. Rápido em discernir e seguir a liderança do Espírito Santo, ele tem acesso ao fundamento da sabedoria celestial (ver Is 57:15; Tg 4:6). CBASD, vol. 3, p. 1106.

3 A integridade. Do heb tummah, do verbo tamam, que significa “ser completo”, “estar terminado”. Tummah quer dizer “plenitude”ou “perfeição”, não no sentido de ausência de defeitos, mas de que o desenvolvimento esperado para uma dada etapa foi conquistado. Por isso, Jó foi declarado perfeito (ou “íntegro”, Jó 1:1,8), mesmo que houvesse fraquezas em sua experiência, reveladas posteriormente pelas adversidades (ver Jó 40:2-5; 42:2-6). … Noé foi considerado íntegro (Gn 6:9), contudo mais tarde mostrou ser susceptível às fraquezas da carne (Gn 9:21). Os íntegros são cristãos maduros completamente dedicados ao Senhor que, embora tenham fraquezas a vencer, prosseguem rumo ao alvo (Fp 3:12-15). CBASD, vol. 3, p. 1106, 1107.

A integridade … os guia. Quando o ser humano entrega o coração ao Salvador, quando seu único objetivo de vida é agradar a Deus, ele não precisa temer a perdição (Jo 7:17; Is 30:21). CBASD, vol. 3, p. 1107.

4 As riquezas de nada aproveitam. O rico parece ter muitas vantagens, graças a suas riquezas, e consegue mais benefícios do que o pobre. Por isso, ele abriga interiormente a ideia de que suas riquezas comprarão o favor de Deus no juízo vindouro. O terrível despertar desse tipo de pessoa para sua verdadeira condição é retratado de forma vívida pela Bíblia (ver Is 2:20, 21; 10:1-4; Jr 9:23; Mt 19:23; Tg 5:1; Ap 6:15). CBASD, vol. 3, p. 1107.

5 Íntegro. Ver com do v. 3, acima.

Endireita. A justiça torna o caminho plano ao remover todos os motivos de tropeço. Permanecem as tentações, mas não há resposta a elas (ver Jo 14:30; cf. DTN, 123; GC, 623). CBASD, vol. 3, p. 1107.

8 Em seu lugar. A verdade deste provérbio foi demonstrada várias vezes. Os egípcios … os israelitas (Êx 14:26-31). Mordecai … Hamã … (Et 7:10). Daniel … seus acusadores … (Dn 6:24). CBASD, vol. 3, p. 1107.

9 Ímpio. A pessoa profana, seja ela hipócrita ou não, costuma estar pronta e disposta a destruir o próximo com mentiras, insinuações e boatos. CBASD, vol. 3, p. 1107, 1108.

10 Exulta a cidade. O perverso … adquire riquezas à custa dos outros e usa seu poder crescente para oprimi-los. Portanto, não é de se espantar que toda a cidade receba sua ruína com grande alívio. CBASD, vol. 3, p. 1108.

13 O mexeriqueiro. O desejo irresistível de contar coisas que os outros não sabem parece dominar algumas pessoas (ver Ed, 235, 236; T5, 58, 59). CBASD, vol. 3, p. 1108.

14 Direção. Sempre que falta uma direção sábia e habilidosa, as pessoas que também carecem de tal sabedoria são facilmente desviadas para caminhos que levam a dificuldade e desastre. Em contrapartida, quando há muitos com o dom de liderança ou de aconselhar com sabedoria, discussões livres e francas sobre os problemas garantirão que cada fator importante seja pesado e cada armadilha, antevista (ver Pv 15:22; 20:18; 24:6). CBASD, vol. 3, p. 1108.

15 Fiador. Ver com. de Pv 6:1. CBASD, vol. 3, p. 1108.

16 Os poderosos. O significado desta passagem parece ser que a mulher graciosa guarda sua honra de forma tão eficaz quanto um homem violento protege sua riqueza. CBASD, vol. 3, p. 1108.

18 Um salário ilusório. O perverso pensa que conseguirá um retorno válido por suas maldades, mas descobre que sua recompensa é bem diferente (ver Pv 1:10-19; ver também com. do v. 17). O justo semeia justiça e ceifará colheita tão garantida quanto a eternidade. CBASD, vol. 3, p. 1109.

19 Conduz para a vida. Este versículo expressa uma verdade simples e muito conhecida. Cristo atrai para Si todos os seres humanos e o Pai entrega a todos uma medida de fé. Portanto, o indivíduo deve escolher aceitar esse poder de atração ou resistir a ele e se perder. A vida eterna é a recompensa certa para a justiça, assim como a morte eterna será a consequência do pecado (Jo 12:32; Rm 6:23; GC, 31). CBASD, vol. 3, p. 1109.

21 O mau … não ficará sem castigo. Ao longo da história do grande conflito, os ímpios têm se unido para oprimir o povo do Senhor, mas logo descobrem que o defensor dos justos é mais poderoso do que o grande enganador, com quem fizeram um pacto (ver 2Cr 20:1-25; Ne 4:7-15). CBASD, vol. 3, p. 1109.

22 Que não tem discrição. O contraste é entre a beleza de forma e aparência e o caráter desvirtuado. CBASD, vol. 3, p. 1109.

23 Ira. O perverso busca, de forma natural e inevitável, aquilo que atrairá a ira dos seres humanos e, por fim, a de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1109.

24 Dá liberalmente. O empreendimento amoroso e refletido de usar os recursos pessoais para aliviar o sofrimento e ajudar os necessitados leva riqueza a ambos os lados. Quanto mais recursos o doador usa para ajudar, mais ele recebe. CBASD, vol. 3, p. 1109.

25 A alma generosa. Aquele que abençoa os outros abençoa a si mesmo (ver 2Co 9:6-15). CBASD, vol. 3, p. 1109.

26 Retém o trigo. Em tempos de escassez, alguns retém os alimentos até o preço aumentar o suficiente para obter lucro excessivo, à custa de seus semelhantes. É claro que essas pessoas são odiadas e amaldiçoadas pelos que sofrem em decorrência dessas atividades (ver Am 8:4-7). Além disso, os que rompem com os preços elevados artificialmente e vendem pelo preço normal são amados e abençoados. O trabalho de José no Egito foi feito em prol do povo, bem como do rei. CBASD, vol. 3, p. 1110.

28 Cairá. Os discípulos ficaram surpresos quando Cristo disse que era difícil um rico entrar no reino de Deus (Mc 10:24-26). … Em vez de sentir a necessidade do Espírito Santo e de partilhar com outros sua prosperidade, o rico costuma achar que deve proteger sua posição, aumentando cada vez mais sua propriedade e seus recursos (ver 1Tm 6:17). Muito embora desça à sepultura honrado pelso seres humanos e deixando para trás muitos bens, diante do Senhor ele é uma pobre folha murcha que caiu ao chão. CBASD, vol. 3, p. 1110.

30 Árvore da vida. Os frutos que o justo produz são palavras e ações sábias e úteis. Elas se tornam árvore da vida para os outros, proporcionando alimento para o corpo e a mente. De fato, o exemplo de uma pessoa de bem promove saúde espiritual e conduz à vida eterna. CBASD, vol. 3, p. 1110.


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