Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de março de 2019, 0:30
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“Escreveu Moisés as suas saídas, caminhada após caminhada, conforme o mandado do Senhor…” (v.2).


Os anos passados no deserto foram registrados por Moisés a mando do Senhor. Cada caminhada ganhara um diário que guardaria lembrança para as futuras gerações. A história de Israel não cairia no esquecimento, mas passaria a compor os primeiros livros do Cânon Sagrado e deixaria à humanidade um legado de tirar o fôlego. Os relatos dos altos e baixos da nação eleita, ainda hoje, despertam o olhar crítico de quem não consegue conceber que o Deus do Novo Testamento é O mesmo dos antigos registros. Este pensamento, no entanto, lançaria por terra o evangelho contido dentro do mais famoso verso bíblico: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Enquanto Israel prosseguia “caminhada após caminhada” (v.2), à cada experiência vivida, Deus preparava o Seu povo para o futuro. Tanto a morte de Arão quanto a notícia de que Israel se aproximava de Canaã, fez o coração dos filhos de Israel pulsar no desejo de logo encontrar descanso no lugar prometido. Contudo, não seria tão fácil a sua conquista. Precisavam desapossar os habitantes de Canaã a fim de desfrutar de suas moradas. Aqueles povos, à semelhança do Egito, receberam um prolongado tempo de graça que ignoraram para permanecer na prática da idolatria e da imoralidade. A promessa de paz seria condicional à obediência de Israel em livrar-se daquelas nações idólatras e de tudo o que envolvia sua falsa adoração.

Na fronteira da derradeira promessa, nossos olhos quase podem contemplar o Rei que Se aproxima. Não podemos nos prender nas derrotas e vitórias do passado, mas, sem dúvida, elas nos ajudam a olhar com esperança para o futuro. Os relatos de Israel, os arquivos da reforma protestante, os escritos dos pioneiros adventistas fazem parte de uma memorável coleção da atuação divina no meio do Seu povo. Em cada fase histórica, Deus tem agido pontualmente conforme a necessidade humana. Sua atuação no Antigo Testamento relata um período difícil de santificação e purificação de Israel, mas também o desejo de estender as bênçãos da salvação a todos os que se arrependessem e O buscassem de todo o coração, como foi com os habitantes de Nínive (Jn.3:10).

A ordem divina de não permitir a fusão do santo com o profano não ficou no passado, mas também será um dos sinais que fará a diferença “entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Creio que a história de Israel deixa isso bem claro. Paulo reforçou este princípio, ao escrever: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Sigamos os passos de Jesus, que Se misturava com todos para curar e salvar, e não para comungar de seus pecados.

“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2Co.7:1).

Bom dia, separados para a vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números33 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100


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