Reavivados por Sua Palavra


I Pedro 3 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Ivan Barros
7 de setembro de 2018, 0:45
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I PEDRO 3 – O cristianismo que não é vivido na prática não tem razão nenhuma de existir. A religião vai além da mera teoria, seu impacto está mais nos atos do que no conhecimento de conceitos.

Ellen G. White observa que:

• “Toda verdade importante recebida no coração tem de encontrar expressão na vida”.

• “Todos os que recebem no coração a mensagem do evangelho, almejarão proclamá-la” através de palavras e atitudes perante multidões.

• Obviamente, “poder-se ia fazer por Cristo muito mais, se todos quantos possuem a luz da verdade vivessem segundo a verdade”.

Precisamos amadurecer como cristãos!

O sacrifício, a morte e a ressurreição de Cristo devem operar mudanças no estilo de vida assim que assimilarmos o evangelho em nossa vida: por isso, para falar da prática do cristão, Pedro enfatiza os feitos de Cristo: Pela…

• …primeira vez na carta: 1:18-21

• …segunda vez na carta: 2:21-25

• …terceira vez na carta: 3:18-19

Infelizmente, muitos que afirmam crer no evangelho, não estão firmes quanto a viver o evangelho no ambiente familiar, escolar, de lazer e/ou de trabalho. Se o fizessem, o impacto seria grande na sociedade. Observe esta análise do terceiro capítulo:

1. A esposa do marido descrente deve impactar primeiramente pelo comportamento para então usar palavras para testemunhar de Cristo ao marido (vs. 1-6);

2. O marido que tem atitudes grosseiras para com a esposa, não terá orações atendidas pelo Deus que instituiu o casamento para ser bênção (v. 7);

3. O cristianismo é real quando o cristão revela, no dia-a-dia, o caráter de Cristo, e seu estilo de vida esteja marcado por (vs. 8-12)…

• …Ser agradável; simpático; amável; compassivo; humilde;

• …Nada de retaliação;

• …Nada de língua afiada para o sarcasmo;

• …Abençoar ao próximo como sendo obrigação;

• …Não dizer nada que fira as pessoas;

• …Desprezar o mal e cultivar o bem;

• …Perseguir a paz diligentemente.

4. Em relação à religião, o cristão (vs. 13-22)…

• …Deve ter inclinação à adoração a Deus, independente da situação;

• …Ao atrair a atenção com seu comportamento, deve responder com mansidão;

• …Assim como Cristo, deve fazer o bem para quem lhe faz o mal;

• …pratica o batismo espiritual que é essencial para uma submissão ideal a fim de viver o evangelho real.

A consagração fervorosa antecede à evangelização vitoriosa. Portanto, reavivemo-nos completamente! – Heber Toth Armí



I PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de setembro de 2018, 0:30
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“Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os Seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males” (v.12).


Os conselhos matrimoniais contidos neste capítulo não definem um casamento perfeito, mas incidem luz sobre os cônjuges dispostos a viver as orientações deixadas por Deus. Em uma igreja em ascensão, era comum que muitas mulheres aceitassem a mensagem do evangelho quando já casadas. E diante do desafio de permanecer firmes na fé, Pedro as exorta não a encher os ouvidos de seus maridos incrédulos com discursos religiosos, mas a conquistá-los “por meio do procedimento” (v.1). Um “honesto comportamento cheio de temor” (v.2) era, e continua sendo, o melhor método evangelístico, principalmente dentro de casa.

Uma mulher temente a Deus, trajada “de um espírito manso e tranquilo” (v.4) não significa, contudo, uma mulher desleixada, mas cuja beleza interior supera a exterior. Seu foco não está em exibir o que é corruptível, mas em respeitar seu marido e esperar em Deus (v.5). Sara é citada como exemplo de submissão e de esposa idônea. “Pela fé”, ela “recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel Aquele que lhe havia feito a promessa” (Hb 11:11). Sua confiança foi honrada, assim como o Senhor tem honrado toda mulher que nEle confia. Também o marido, herdeiro “da mesma graça de vida” (v.7), deve desempenhar sua função levando em consideração a fragilidade de sua esposa, tratando-a com dignidade, para que suas orações não sejam interrompidas.

Do relacionamento conjugal, Pedro avança para o relacionamento fraternal. Como filhos e filhas de Deus, fomos chamados para bendizer, ainda que tenhamos de “sofrer por causa da justiça” (v.14). Viver em paz com os outros não significa ser conivente com suas más ações, e sim praticar “o que é bom” (v.11), mesmo que o retorno não seja positivo. “Porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal” (v.17). Noé e sua família tiveram de suportar as mais cruéis perseguições e zombarias, mas permaneceram firmes no propósito de fazer a vontade do Senhor. Através do idoso pregador, Jesus “pregou aos espíritos em prisão” (v.19), ou seja, aos antediluvianos presos nas trevas do pecado. Estiveram frente a frente com a verdade que liberta (Jo 8:32), enquanto “a longanimidade de Deus aguardava” (v.20). Escolheram, porém, recusar o último chamado de Deus e “poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água” (v.20).

Amados, “ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois” (v.14). Simplesmente segui a prática do bem e a paciência, “santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós… com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo” (v.15-16). Confiem que, da mesma forma que o Senhor Se manifestou em defesa de Moisés: “como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (Nm 12:8), assim Ele Se levantará para fazer justiça aos Seus servos atuais. Portanto, não paguem o “mal por mal ou injúria por injúria, antes, pelo contrário”, bendizei os que vos amaldiçoam, “pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (v.9).

Bom dia, praticantes do bem!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Pedro3 #RPSP

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OS ESPÍRITOS EM PRISÃO EM I PEDRO 3:19 by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2018, 0:20
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“Ele [Cristo] foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito, 19 no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão 20 que há muito tempo desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé, enquanto a arca era construída” I Pedro 3:18a-20 (NVI).

“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.” Paráfrase do prof. Leandro Quadros, “Na Mira da Verdade” (Casa), vol. 2, p. 52.

“Alguns defendem que a epístola (1Pe 3:18-20; 4:6) apoia a doutrina da imortalidade da alma e da consciência após a morte e que, durante o intervalo entre a crucifixão e a ressurreição, Cristo desceu ao hades, o reino figurado dos mortos (ver com. de Mt 11:23), para pregar aos espíritos desencarnados definhando ali. Todavia, a lógica desse ponto de vista requer que os “espíritos” aqui mencionados estivessem em um tipo de purgatório quando Cristo pregou para eles e que o propósito da pregação fosse lhes dar uma chance de ser salvos e escapar dali. No entanto, a maioria dos protestantes que creem que Pedro ensina a consciência do ser humano após a morte ficaria horrorizada em aceitar a doutrina papal do purgatório e o conceito igualmente antibíblico de uma segunda chance. Quem defende que Pedro apoia aqui a crença na suposta imortalidade da alma também precisa explicar por que Cristo seria parcial em não dar aos pecadores de outras gerações a mesma oportunidade dada aos “espíritos” dos pecadores da época de Noé” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 629.

pregou. Cristo falou pelo Seu Espírito através de Noé, proclamando a mensagem da salvação. Esta passagem não pode ser usada para ensinar que no período entre Sua crucifixão e Sua ressurreição Cristo foi e pregou às almas imortais do povo do tempo de Noé. Adicionalmente ao fato de que a Bíblia não provê apoio ao conceito de que a alma é imortal, em sua segunda epístola Pedro exclui a possibilidade que o povo do tempo de Noé tivesse uma segunda chance e pudessem ainda ser salvos …  Andrews Study Bible.

espíritos. A palavra utilizada para espírito frequentemente se refere a seres humanos (e.g., 1Co 14:32; Heb 12:23; 1Jo 4:1). Os espíritos (pessoas) do tempo de Noé eram cativos na prisão do pecado. De acordo com a Escritura, somente oito pessoas escaparam dela (1Pe 3:20). Andrews Study Bible.

prisão. O fato de somente oito pessoas terem escapado do dilúvio (Gn 6:5-13; 1Pe 3:20) evidencia que os antediluvianos estavam firmemente presos ao pecado. Ninguém, além de Cristo, é capaz de libertar os seres humanos dos hábitos e desejos maus que Satanás usa para acorrentá-los. CBASD, vol. 7, p. 630.

O Dr J. Rawson Lumby, comentando I Pedro 3:17-22 em The Expositor’s Bible, observa que, durante os primeiros séculos, período em que a religião católica, com sua crença no purgatório, era dominante, a passagem foi interpretada significando que Cristo foi pregar a almas no inferno. “Mas no tempo da Reforma, as principais autoridades expunham a pregação do Espírito de Cristo através do ministério do patriarca [Noé]”. O Dr. John Pearson, em sua Exposition of the Creed, uma obra clássica da Igreja Anglicana, observa: “É certo, portanto, que Cristo pregou àquelas pessoas que nos dias de Noé foram desobedientes; todo aquele tempo ‘a longanimidade de Deus aguardava’ e, consequentemente, o arrependimento era oferecido. E é tão certo que Ele nunca lhes pregou depois que elas morreram”. Respostas a Objeções (Casa), p. 314.

 

Jesus “pregou aos espíritos” dos mortos? Com base em 1Pedro 3:19, muitos cristãos creem que, durante Sua morte, Cristo desceu até o inferno e pregou aos “espíritos em prisão”. … Ao ler 1 Pedro 3:19, deveríamos fazer pelo menos as seguintes perguntas ao texto:
1º Quem pregou?
2º Que “espíritos” são esses?
3º Que “prisão” é essa mencionada por Pedro?
4º Existe oportunidade de salvação depois da morte? … Vamos ver as respostas que a Bíblia nos disponibiliza:

1ª resposta: Quem pregou não foi Jesus, e sim o Espírito Santo. No final do verso 18 é dito que Cristo foi vivificado pelo Espírito” e, por isso a NVI está corretíssima em traduzir o termo “Espírito” com letra maiúscula no referido versículo. Isso está em desarmonia com o que Jesus disse em João 16:8, quando declarou aos discípulos que é a Terceira Pessoa da Divindade a função de convencer o mundo “do pecado, da justiça e do juízo”.
Tendo isso em mente, não fica difícil entendermos a primeira parte do verso 19 que diz: “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão”. “No qual” se refere ao “Espírito” do verso 18 e, por isso, se alguém tivesse “descido ao inferno” para “pregar aos espíritos que lá estavam”, esse alguém foi o Espírito Santo, o “Espírito” que “vivificou” a Cristo, ressuscitando-O dos mortos (Rm 8:11).

2ª resposta: Os “espíritos em prisão” não são espíritos de pessoas mortas, mas pessoas que estavam vivas quando a Palavra de Deus foi pregada a elas. Isso fica evidente quando lemos o verso 20, que descreve esses “espíritos” como sendo aqueles que “desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente, nos dias de Noé […].” Essas pessoas que desobedeceram a Deus no tempo de Noé foram os antediluvianos, pessoas reais e não espíritos desencarnados.
Através de 1Pedro 3:19, 20 é possível ver que em alguns casos os autores bíblicos usam a palavra “espírito” para se referir a pessoas vivas. Leia, por exemplo, 1João 4:1, onde os falsos profetas (vivos, nos dias de João) são chamados de “espíritos”. Já, Hebreus 12:22, 23 usa a mesma palavra para descrever os justos a quem a carta de Hebreus foi escrita. …

3ª resposta: A “prisão” na qual se encontravam os antediluvianos é a prisão do pecado. O termo é usado simbolicamente e não se refere a um lugar literal onde os mortos podem, em meio às chamas, parar para ouvir a Palavra de Deus enquanto agonizam no “fogo do inferno”. Provérbio 5:22 nos responde a esta terceira pergunta de modo satisfatório, como podemos ler a seguir: “Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com cordas do seu pecado será detido” (ARA).
O apóstolo Pedro nos informa que Noé foi o “pregador da justiça que levou o aviso divino ao “mundo antigo” (2Pe 2:5) de que deveriam se arrepender dos seus pecados antes que viessem as águas do dilúvio (Cf. toda a história em Gn 6-9). Porém, os antediluvianos estavam tão presos pelas cordas dos próprios pecados que não quiseram atender aos apelos do Espírito Santo feitos por meio de Noé.

4ª resposta: O próprio apóstolo Pedro, em sua segunda carta, ensina que os antediluvianos e habitantes de Sodoma e Gomorra não receberam uma segunda chance de salvação depois de estarem mortos (leia 2Pe 2:5, 6). E não poderia ser diferente, pois nosso destino eterno é decidido nesta vida: “Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama ‘hoje’, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo pecado” (Hb 3:13). Pelo fato de o pecado endurecer a pessoa, a Bíblia recomenda que o pecador aceite a Jesus hoje, pois amanhã poderá ser tarde demais (2Co 6:2). … Com base nessas informações, ao lermos 1Pedro 3:19 juntamente com os versos 18 e 20 e outros textos paralelos, podemos, sem medo de errar, traduzir o texto como se segue:

“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.”

Pedro escreveu a cristão que estavam sendo injustamente insultados pelos pagãos por causa de suas crenças (1Pe 2:12; 3:9; 16; 4:14) e pede que seus leitores vejam um contraste entre o mundo mau dos dias de Noé e o mundo em que eles viviam, para encorajá-los a perseverar em seguir a Deus, mesmo sendo a minoria, assim como Noé fazia parte da minoria.

E, do mesmo modo que Cristo sofreu pelos pecados da humanidade (1Pe 3:18), os crentes foram convidados a sofrer por fazer o bem (1Pe 3:17), certos de que receberão a recompensa do Senhor (cf. Mt 5:11, 12). Afinal, todas as autoridades, sejam humanas ou angélicas, estão sujeitas ao Salvador que saiu vitorioso da sepultura e voltou ao Céu para assumir o governo do Universo. … O assunto abordado pelo apóstolo nada tem a ver com “vida após a morte”, e sim com fidelidade e perseverança cristã em meio aos insultos dos descrentes. Prof. Leandro Quadros, Na Mira da Verdade, vol. 2 (Casa), p. 50-52.



1 PEDRO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de setembro de 2018, 0:06
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I PEDRO 2 by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-pedro/1pe-capitulo-2/

Pedro não quer que seus leitores permaneçam estáticos em sua caminhada com Jesus. Nesse capítulo, ele exorta àqueles que experimentaram o novo nascimento (cap.1:23-25) a deixarem de lado tudo o que impede o crescimento espiritual e permanecerem em Jesus, a pedra angular. A nação judaica se escandalizou nAquele que ansiava fortalecê-los, tropeçou nAquele que deveria ser um degrau para a paz e a felicidade.

No verso 9, Pedro escreve novamente acerca do sagrado convite dirigido àqueles escolhidos para o elevado privilégio de representar a Deus na terra. Os cristãos devem render louvor e honra a Jesus, que os chamou das trevas para a luz da verdade. A expressão “povo peculiar” pode ser melhor traduzida como “um povo que Deus adquiriu para Si mesmo”. E que preço Ele pagou pelo nosso resgate!

Nas Escrituras, a luz frequentemente é utilizada para se referir à verdade (Mt. 4:16; Lc. 11:35). À medida que apontamos para a Bíblia como a fonte de luz e refletimos o amor de Jesus em nossas vidas, podemos ser agentes de restauração daqueles que estão se desviando no caminho.

Pr. Cindy Tutsch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White
Estados Unidos

Também publicado em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1pe/2
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1399
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados06-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]:



1 PEDRO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de setembro de 2018, 0:55
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I PEDRO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Ivan Barros
6 de setembro de 2018, 0:45
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I Pedro 2 – Os crentes que inicialmente receberam esta carta de Pedro estavam espalhados nas províncias do Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia (1:1). Cerca de 2000 anos depois, serve para orientar e motivar o coração dos crentes espalhados pelo mundo – inclusive você!

Diferentemente dos ignorantes e superficiais no estudo da Bíblia, a mensagem de Pedro é para quem sofrera perseguição por causa da Palavra de Deus, continuava sofrendo por estarem espalhados pelas províncias romanas, e ainda experimentariam desafios ainda maiores por causa de sua fé em Jesus.

• Quando olhamos para a revelação do fim no Apocalipse, podemos reconhecer o quanto precisamos mais da mensagem de Pedro do que seus primeiro leitores.

Então, observe bem os pontos do segundo capítulo de sua carta:

Ao refugiarmo-nos em Cristo, somos desafiados a abdicar de cinco pecados repugnantes para Deus (v. 1):

• Malícia/maldade;

• Mentira/falsidade;

• Fingimento/hipocrisia;

• Inveja/cobiça;

• Maledicências/críticas/calúnias/boatos/fofocas.

Para lidarmos com os desafios impostos pelos inimigos de Cristo, é necessário (vs. 2-3):

• Alimentar-se da Palavra de Deus;

• Alimentar-se diariamente de alimentos espirituais, assim como do alimento físico;

• Não substituir o leite integral da Palavra de Deus por leite desnatado, muito menos por fast-foo espiritual ou procurar lixo religioso nas fábricas do inferno.

Para fortalecermo-nos na fé, precisamos refletir a Cristo (vs. 4-10):

• Ele é a Pedra viva, a Pedra Angular;

• Precisamos ser pedrinhas na construção de Sua igreja;

• As pedrinhas formam o corpo de Cristo, que é o cabeça, ou seja, precisamos estar ligados à igreja verdadeira para anunciar ao mundo o que Cristo fez.

Para resistir às provas da vida, é necessária a união entre os irmãos (vs. 11-25). Para isso,

• Cada cristão não deve esperar o próximo agir corretamente, mas agir corretamente para com o próximo;

• O cristão reconhece ser peregrino neste mundo indo para o lar celestial, mas sem agir incorretamente com os governadores deste mundo;

• Cristãos não promovem ou apontam problemas políticos do mundo, mas solução bíblica.

O evangelho que não transforma é falso. Pois, “uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo, e que o cristão que não é fiel à sua profissão causa mais dano ao mundo do que um mundano” (Ellen G. White).

Reavalie teus conceitos… valorize o reino celestial! – Heber Toth Armí



I PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de setembro de 2018, 0:30
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“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (v.9).


Antes do início de qualquer construção, é realizada uma fase de limpeza. O solo precisa ser preparado e estar livre de toda contaminação. Só então estará pronto para receber o alicerce que irá sustentar toda a edificação. Assim somos nós. Quando nos despojamos “de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências” (v.1), preparamos o solo do nosso coração para ser edificado em Cristo Jesus como casa espiritual, a fim de sermos sacerdócio santo (v.5). Foi quando os discípulos resolveram suas divergências e uniram-se em oração, que tornaram-se aptos para receber o poder do Espírito Santo e serem testemunhas de Jesus. Onde há contendas e invejas, difamações e ruins suspeitas, não há “crescimento para salvação” (v.2), nem tampouco o poder do Espírito.

Fomos chamados, como “povo de Deus” (v.10), para proclamarmos “as virtudes” de Cristo (v.9). “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios” (v.11-12). O mundo precisa de servos e servas de Deus como Daniel, que quando observado pelos inimigos, não pôde ser acusado, “porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa” (Dn 6:4). “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (v.15). Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nEle é divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1Jo 3:9).

Eis o resumo da “ópera”: “Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei” (v.17). A vida de Jesus foi a perfeita sinfonia e não houve sequer uma nota dissonante, pois Ele “não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em Sua boca” (v.22). Em Sua incomparável obra pelo resgate da raça caída, “quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (v.23). Fomos chamados para seguirmos os Seus passos (v.21) e, como Ele, suportar a injustiça, retribuindo sempre o mal com o bem. O apóstolo Paulo também escreveu aos romanos: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12:21).

Pelas chagas de Cristo fomos sarados (v.24). Pela morte mais injusta sobre a face da Terra, nos foi garantida a justiça eterna que nos habilita para o Céu. Tendo em mente que foram os nossos pecados que pregaram o corpo de Jesus “sobre o madeiro” (v.24), vivamos “como servos de Deus” (v.16), praticando o bem ainda que retribuídos com o mal. Que com o coração alicerçado em Cristo Jesus, nossas palavras e atitudes sejam luz para a glória do Pai.

Bom dia, povo de propriedade exclusiva de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Pedro2 #RPSP

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I PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2018, 0:20
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423 palavras

Leite. Isto é, os princípios elementares, fundamentais do evangelho (ver com. de Hb 6:1, 2). CBASD, vol. 7, p. 611.

Rejeitada. As pessoas olharam para Cristo e O examinaram. Entretanto, entenderam que Lhe faltavam as qualidades desejadas no Messias, por isso O rejeitaram como salvador. A nação judaica fez essa escolha e vários indivíduos de muitas nações fizeram o mesmo desde então (cf. At 4:11). CBASD, vol. 7, p. 611.

Pedras que vivem. O apóstolo aplica aos crentes o mesmo termo que usou para se referir a Cristo (v. 4). Cada cristão é uma pedra viva por causa da união com o Cristo vivo. Sem conexão vital com Jesus Cristo ninguém pode ter via santa (ver com. de Jo 6:51, 57; 15:1-6) nem expectativa de vida eterna (ver com. de Jo 14:19). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacerdócio santo. Pedro se refere ao fato de todos os cristãos desfrutarem liberdade de acesso a Deus em virtude da obra de mediação realizada por Cristo e, por isso, não necessitam de mediador humano (ver com. Hb 4:16). O sacerdócio se caracteriza  não só pelo acesso direto a Deus, mas também pela santidade, separação do mundo, por privilégios e obrigações especiais. Os remidos serão  “sacerdotes de Deus e de Cristo” durante o milênio (ver com. de Ap 20:6). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacrifícios espirituais. Isto é, sacrifícios caracterizados por um espírito de amor e devoção a Deus, em contraste com os sacrifícios animais do sistema ritual que havia passado a significar pouco mais do que a conformidade com a forma. Somente aquele que adoram ao Senhor “em espírito e em verdade”(João 4;23, 24) podem oferecer sacrifícios “agradáveis a Deus”. Os motivos e as atitudes são a prova da sinceridade (ver com. de Mt 20:15; comparar com os sacrifícios de Caim e Abel, ver com. de Gn 4:4, 5). CBASD, vol. 7, p. 612.

Agradáveis a Deus. O sacrifício vivo de uma vida dedicada sempre é “agradável a Deus”(ver com. de Sl 51:16, 17; Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacerdócio real. No papel de sacerdotes, os cristãos devem oferecer a Deus “sacrifícios espirituais” (1Pe 2:5); também devem se apresentar como sacrifícios vivos (ver com. de Rm 12:1), um corpo de crentes consagrados ao Senhor. Eles não necessitam de sacerdote humano como mediador diante de Deus, pois só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo (ver com. de Hb 7:17; 7:24-28; cf. Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 614.

25 Pastor. Este termo sugere o cuidado e a proteção de Cristo por Suas ovelhas (ver com. de Jo 10:11). Nos muros das catacumbas, trabalhos artísticos dos primeiros cristãos retratam Jesus como pastor. CBASD, vol. 7, p. 620.

Bispo. Do gr. episkopos, “supervisor”, “superintendente”, “guardião”(ver vol. 6, p. 12, 25; ver com. de At 20:28). CBASD, vol. 7, p. 620.



1 PEDRO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de setembro de 2018, 0:05
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