Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 5 by jquimelli
17 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-5/

Uma das grandes tentações ao longo da história da igreja tem sido a de fazer de Jesus ou totalmente humano ou totalmente divino ao invés de aceitá-Lo como a pessoa absolutamente única que Ele é. É o fato de que Ele é ao mesmo tempo plenamente humano e plenamente divino que Lhe possibilita ser o Salvador do mundo (ver Heb 1, 2).

Um segundo tema levantado na primeira metade do capítulo 5 é uma visão adicional sobre a relação entre o amor e os mandamentos de Deus. Aqui encontramos uma das mais importantes contribuições de João à compreensão cristã a respeito de como viver responsavelmente. Diariamente devemos refletir sobre esse tema à medida que procuramos determinar o que significa ser um cristão, o que significa desenvolver um caráter semelhante ao de Cristo.

E o que 1 João significa para a minha vida? Que eu devo ser honesto comigo e com Deus sobre mim mesmo e minhas faltas; que eu tenha por certo que Jesus é o Cristo plenamente divino; que eu deixe Deus aperfeiçoar Seu caráter de amor em mim enquanto me relaciono com meus companheiros membros da igreja e com o mundo ao meu redor. Isso é o que João chama de “vida eterna” (1:2; 2:25; 3:15; 5:11, 13, 20).

George Knight
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1410
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados17-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]



I JOÃO 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de setembro de 2018, 0:56
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I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Ivan Barros
17 de setembro de 2018, 0:45
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I JOÃO 5 – Fica claro nestes cinco capítulos que “não há nada mais importante na vida cristã do que o amor”; que contrasta com o amor de quem não tem Cristo, pois, “somente porque experimentamos o amor que vemos na cruz é que amamos da maneira que distingue o cristão” (Leon Morris).

Morris ainda destaca que “é impressionante que” as cartas de João, “que dão tanta ênfase ao amor, tenham mais referências aos mandamentos de Deus do que qualquer outro livro do Novo Testamento”.

Assim, já na introdução do capítulo, João atesta que, “o teste da verdade para saber se amamos ou não os filhos de Deus é este: amamos a Deus? Guardamos Seus mandamentos? A prova de que amamos a Deus está na guarda dos Seus mandamentos, e eles não parecem difíceis” (vs. 1-3).

Avance em teu estudo. O esboço de Merrill F. Unger auxilia a obter visão mais geral do capítulo em questão:

1. Fé e comunhão:

• A fé nos insere na comunhão (vs. 1-3);

• A fé traz a vitória (vs. 4-5).

2. Testemunho e comunhão:

• O testemunho a respeito do Filho (vs. 6-10);

• A crença no testemunho de Deus (vs. 11-12).

3. A oração e a comunhão:

• A importância da certeza (v. 13);

• O poder da oração (vs. 14-15).

4. A comunhão na oração e o cristão pecador:

• A oração e o problema do pecado grave (vs. 16-17);

• O pecado e seu remédio (vs. 18-20);

• Incumbência final (v. 21).

A fé que não está pautada no amor é insignificante, sem valor para Deus. A fé que não se submete aos mandamentos divinos é deficiente, falha e insuficiente para agradar a Deus, pois está desprovida de submissão ao Salvador. A prática do amor altruísta é o cumprimento da Lei de Deus (Romanos 13:8; Tiago 2:8).

Aquele que é cristão de verdade, ama genuinamente; quem ama de verdade, apreciará grandemente a comunhão com Deus e com os membros de Sua igreja. A fé não repele, ela aproxima e atrai!

A fé em Jesus concede vitória sobre o pecado e o mundanismo; ela dá garantia de vida eterna, certeza da resposta às orações, e transforma nosso coração. Nascer de Deus significa renunciar ao mundo radicalmente.

Após refletir nessas profundas verdades, resta-nos erguer e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de setembro de 2018, 0:30
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“Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos” (v.2).


Estamos vivendo no limiar do grande conflito e, como última igreja de Cristo, somos chamados para fazer parte do Seu remanescente: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 14:12). “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (v.3). E “a vitória que vence o mundo” (v.4) é a nossa fé em Jesus, pois Ele mesmo venceu o mundo (Jo 16:33). O batismo de Jesus, representado pela água, e a Sua morte, representada pelo sangue, significam a confirmação da nova aliança entre Deus e Seu povo. Todo aquele que deseja seguir o exemplo do Mestre, e ser batizado seguindo a Sua ordem, encontrará resistência como Ele mesmo encontrou. E a menos que esteja munido da armadura de Deus (Ef 6:10), revelará uma fé frágil que sucumbirá à primeira prova.

Assim como “o Pai, a Palavra”, que é Cristo “e o Espírito Santo” são um (v.7), fomos chamados a sermos um com o Senhor e a termos o Seu testemunho na Terra. Gosto de pensar que “o Espírito, a água e o sangue” (v.8), representam as três atuações de Deus na vida do cristão:

  1. O sangue, quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas;
  2. A água, como o batismo, o lavar regenerador de Deus no coração e início da carreira cristã;
  3. O Espírito, que nos guia a toda a verdade, nos convence do pecado, da justiça e do juízo, levando-nos a uma vida de santificação em Cristo Jesus (Jo 16:8-13).

Estes três “são unânimes num só propósito” (v.8), o propósito de preparar um povo para reencontrar o Seu Deus. Todo aquele, pois, que nisto crê, “tem, em si, o testemunho” (v.10). “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho” (v.11). Portanto, se temos o Filho, temos a vida; se, porém, não temos o Filho, não temos a vida (v.12). Quando o apóstolo Paulo declarou: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20), ele não declarou ter alcançado o estágio final da perfeição, mas a sua entrega, unida à constante obra do Espírito Santo, inculcavam em sua mente a fé firme na fiel promessa: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Por isso que ele denominou a batalha espiritual de “bom combate” (2Tm 4:7), porque todo aquele que é nascido de Deus e “não vive pecando”, tem como seu fiel guarda Jesus, o Senhor dos exércitos, “e o Maligno não lhe toca” (v.18).

A oração intercessora, neste grande conflito em que vivemos, terá um papel decisivo no limiar dos últimos dias. Quando um servo ou uma serva de Deus ergue suas súplicas altruístas e empenha-se diariamente a abençoar seus irmãos através de suas orações, sua própria vida recebe um novo fôlego, o Espírito Santo imprime em sua mente o verdadeiro senso de missão e derrama em seu coração o amor de Deus em generosas porções. Não podemos desistir daqueles que Cristo adquiriu com Seu sangue. O “pecado para morte” (v.16) é aquele em que o pecador se recusa a ouvir a voz de Deus e repele o Espírito Santo de sua vida. Aquele que sonda os corações e conhece as intenções nos chama a fazer parte de Seu grande exército, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18).

Se “sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (v.19), tanto mais precisamos nos firmar nas verdades eternas e perseverar em ter uma vida de oração. Certamente, somos alvo das orações de alguém, ou de alguns, assim como podemos ser instrumentos de Deus para conduzir pessoas a Cristo por este ministério tão grandioso. O silêncio do suplicante diante dos homens é transformado pelo Espírito em “gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26) diante do trono de Deus. Façamos uso deste recurso tão grandioso em benefícios! Só a eternidade revelará o seu real alcance. Imitemos o sublime Exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (Mc 1:35).

Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (v.20).

Bom dia, exército de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1João5 #RPSP

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I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de setembro de 2018, 0:05
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