Reavivados por Sua Palavra


I PEDRO 4 by jquimelli
8 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-pedro/1pe-capitulo-4/

Continuando seu discurso dos versos 18-22 do cap. 3, Pedro lembra aos seus leitores dos sofrimentos de Cristo como motivação para que eles modelem suas vidas, tanto pensamentos quanto ações, a exemplo d’Aquele que morreu em nosso lugar. Nós ainda podemos cometer erros (ver Mensagens aos Jovens, p. 338), mas escolhemos firmemente nos desviar da vida anterior de rebelião contra Deus.

Antigos amigos ou pessoas seculares podem expressar raiva e ódio contra cristãos que não participam com eles em suas más práticas, entretanto a única opinião que importa é a de Jesus Cristo. O evangelho não foi pregado às almas dos mortos; foi pregado às pessoas enquanto estavam vivas mas que agora estão mortas. Aqueles que morreram (v. 6) serão julgados com base em como viveram após terem conhecido a Cristo. Eles não terão uma “segunda oportunidade” de ouvir o evangelho.

Depois de um último apelo para permanecermos fiéis a Jesus em meio a perseguição e julgamento, Pedro lembra-nos que a nossa segurança eterna está em nosso fiel Criador, o “Pastor das nossas almas” (I Ped 2:25).

Pr. Cindy Tutsch, DMin
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White
Estados Unidos

Também publicado em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1pe/4
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1401
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados08-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]:



1 PEDRO 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de setembro de 2018, 0:55
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I PEDRO 4 – Comentário Pastor Heber Toth Armí by jquimelli
8 de setembro de 2018, 0:45
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I PEDRO 4 – Um cristianismo superficial é vantagem para o diabo, pois ele faz o suposto crente pensar que está salvo. Se isso te fez estremecer, então continue lendo!

Como povo de Deus nossas atitudes estão deficientes, nossas ações estão insuficientes. Pois, “nossas obras não estão em harmonia com a nossa fé. Nossa fé testifica que vivemos sob a proclamação da mais solene mensagem que já foi dada aos mortais. No entanto, em plena vista deste fato, nossos esforços, nosso zelo, nosso espírito de sacrifício, não estão à altura do caráter desta obra. Devemos despertar dentre os que dormem, e Cristo nos dará vida” (Ellen G. White).

O cristianismo é muito mais elevado do que muitos creem. Não é plano de Cristo nos deixar jogado na lama do pecado. Aprofunde-se mais no capítulo 4 e verás o que Deus quer que você experimente.

Os dois tópicos abaixo são extraídos de Hernandes Dias Lopes, que intitulou o capítulo assim: “Como transformar o sofrimento em triunfo”:

1. Os propósitos de Deus no sofrimento cristão (vs. 1-11): O sofrimento…

· …ajuda-nos a vencermos o pecado;

· …ajuda-nos a testemunhar de Cristo;

· …motiva-nos a aguardarmos a segunda vinda de Cristo;

· …ajuda-nos a manifestarmos terno amor pelos irmãos;

· …ajuda-nos a colocarmos os dons que Deus nos deu a serviço de Seu povo.

2. As atitudes do cristão em relação ao sofrimento (vs. 12-19):

· Não estranhe o sofrimento: Ele é compatível com a vida cristã e pedagógico;

· Alegre-se no sofrimento: Pois, para o cristão, significa partilhar das suas aflições passadas, comunhão com Cristo no presente, e partilhar da Sua glória futura;

· Avalie o sofrimento: Se for por causa do pecado, ele é vergonhoso; se for pelo evangelho, ele é honroso.

· Confie em Deus no sofrimento: Devemos entregar-nos a Deus e, continuar praticando o bem.

O cristianismo eleva-se acima do sofrimento e reflete a Cristo em todo momento!

· Deus usa o sofrimento como escola, onde aprendemos a abandonar a pecaminosa vida de perversidades e passamos a praticar a vida de santidade vitoriosa (vs. 1-11).

· Desta forma, Cristo permite o sofrimento nos cristãos a fim de discipliná-los, moldá-los e transformá-los (vs. 12-19).

As escórias de nossa alma precisam ser arrancadas para implantar características nobres no caráter do cristão. Jesus morreu para operar nossa transformação! – Heber Toth Armí.



I PEDRO 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de setembro de 2018, 0:30
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“Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados” (v.8).


Uma nova vida em Cristo requer abnegação e renúncia do que é mau e dedicação e serviço “na prática do bem” (v.19). Sepultado o velho homem nas águas do batismo, é dado o “start” da vida cristã a fim de que o Espírito Santo conceda doses diárias da pureza de Cristo. O batismo, porém, como uma representação da morte e ressurreição de Jesus, não é garantia de santidade, mas apenas o início da jornada. Pedro aprendeu esta lição à duras penas. Só compreendeu que não eram as suas obras, mas a perfeita obra do Senhor que o salvaria, quando o cantar do galo o despertou para encontrar o olhar penetrante e perdoador de seu Resgatador. Cristo mesmo, após ser batizado, foi levado pelo Espírito ao deserto, de onde saiu vitorioso contra o diabo (Mt 4). Aqueles que visualizam o batismo como um fim em si mesmo ou a solução de tudo, geralmente terminam como as sementes lançadas entre pedras ou entre espinhos (Mt 13:20-22), e logo abandonam o evangelho que um dia os cativou.

A exortação de Pedro rompe as barreiras do tempo e chega até nós como uma mensagem tão atual quanto as notícias de amanhã: “no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (v.2). E qual é a vontade de Deus? O apóstolo Paulo nos responde: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts 4:3). Precisamos estudar a Palavra de Deus não para obter informações, mas para sermos por ela transformados. E esta transformação causa estranheza entre aqueles que eram acostumados ao nosso antigo estilo de vida. Alguns compreendem, outros, porém, tornam-se nossos perseguidores (infelizmente, até mesmo dentro da igreja!). E quer nós, os vivos, quanto aqueles que já morreram, todos tivemos a oportunidade de ser alcançados pelo evangelho (v.6), porque Deus é o mesmo e não muda, desde o princípio (Ml 3:6; Tg 1:17). Só ao Senhor competirá “julgar vivos e mortos [ou seja, aqueles que já morreram e serão ressuscitados]” (v.5) no dia do Seu juízo.

Ora, o fim de todas as coisas está próximo” (v.7), e “a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (v.17). E o que irá separar os cabritos das ovelhas (Mt 25:32), será justamente o amor e a obediência. Todos aqueles que permitiram que a perfeita obra do Espírito Santo fosse completada, que não a tomaram por mérito próprio, que preferiram se humilhar a revidar, que suspiraram e gemeram “por causa das  abominações” que eram cometidas na Terra (Ez 9:4), estes, colocados pelo Rei da Glória à Sua destra, ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34). Estes tiveram “amor intenso uns para com os outros” (v.8), amaram os seus inimigos e, aos seus perseguidores, retribuíram com orações (Mt 5:44). Eis a genuína transformação realizada pela Palavra do Amor (1Jo 4:8)!

Amados, “como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (v.10), que nossas palavras e serviço glorifiquem a Deus, “por meio de Jesus Cristo, a Quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.11). Portanto, não estranhemos “o fogo ardente que surge no meio de [nós]”, dando ênfase a este tipo de coisa (v.12), mas que a alegria que brota de um coração diariamente purificado pelo sangue de Cristo, nos motive a perseverar até alcançarmos a exultante alegria de ver o nosso Salvador regressar. “Se, pelo nome de Cristo, [somos] injuriados, bem-aventurados [somos], porque sobre [nós] repousa o Espírito da glória de Deus” (v.14). É melhor sofrermos fazendo a vontade de Deus do que praticando o que não nos convém. Não considere, pois, “sofrer como cristão” (v.16) motivo de vergonha, mas como oportunidade de glorificar “a Deus com esse nome” (v.16).

Bom dia, cristãos que glorificam a Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Pedro4 #RPSP

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I PEDRO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de setembro de 2018, 0:20
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Borracheiras. Do gr. oinophlugia, de oinos, “vinho”, e phluo, “transbordar”. A passagem se refere à atitude devassa nas festas com bebedeiras. CBASD, vol. 7, p. 633.

Orgias. Do gr. komoi, palavra usada com frequência na literatura secular para se referir a procissões e festas descontrolada, caracterizadas por bebedeira e sensualidade. CBASD, vol. 7, p. 633.

Difamando-os. Os pagãos falavam mal dos cristãos porque julgavam que eles assumiam uma postura de superioridade ao se recusarem a participar do “mesmo excesso de devassidão”. Com frequência, esse conceito pagão errôneo era o que despertava perseguição. CBASD, vol. 7, p. 633.

Para este fim. Cada um será julgado com base em sua resposta pessoal à medida da verdade que recebeu. CBASD, vol. 7, p. 634.

A mortos. As Escrituras ensinam o estado de inconsciência após a morte (ver com. de 1Pe 3:19). Logo,  a única conclusão coerente com os ensinos da Escritura como um todo é que os “mortos”, na época de Pedro, haviam ouvido o evangelho antes de morrerem. CBASD, vol. 7, p. 634.

O fim de todas as coisas. Isto é, o fim do mundo.  CBASD, vol. 7, p. 635.

11 Oráculos (ARA; NVI: “a palavra”). Do gr. logia (ver com. de At. 7:38; Rm 3:2). Um exemplo da “multiforme graça” de Deus (v. 10) é a habilidade de falar com fluência e convicção. No entanto, tal dom só deve ser usado para a glória do Senhor. Os talentos dados por Deus devem ser cuidados e desenvolvidos com segurança, a fim de que a propagação do evangelho nunca seja atrapalhada pela falta de sinceridade ou frivolidade. CBASD, vol. 7, p. 636.

12 Fogo ardente. A ferrenha perseguição de Nero logo assolaria a igreja; as perturbações crescentes entre judeus e romanos era um prelúdio do holocausto iminente. Satanás tentou todas as estratégias que conseguiu imaginar para destruir a infante igreja. Levando em conta que a hora do juízo se aproxima, os cristãos atuais fariam bem em dar ouvidos às palavras de Pedro à igreja de sua época. CBASD, vol. 7, p. 636.

17 Casa de Deus. Isto é, a igreja (ver com. de 1Tm 3:15). CBASD, vol. 7, p. 638.

18 Se é com dificuldade que o justo é salvo. Neste versículo, o apóstolo cita a LXX [a Septuaginta, versão em latim do AT] (de Pv 11:31; ver com. ali). É somente em virtude dos méritos de Cristo que os justos são salvos. É só pelo fé nEle que podem reclamar a misericórdia divina no dia do juízo. CBASD, vol. 7, p. 638.

19 Encomendem. A segurança do cristão está na certeza de que Deus nunca abandona Seus filhos (ver com. de 2Tm 1:12; 2:19). Como pastor, Pedro guia seus irmãos de fé ao único Porto Seguro diante da tempestuosa perseguição. CBASD, vol. 7, p. 638.

A sua alma. Eles confiam sua vida ao único capaz de protegê-los do mal e de fortalecê-los para suportar o sofrimento (sobre “alma”, ver com. de Mt 10:28). CBASD, vol. 7, p. 638.

Prática do bem. O cristão deve fazer seu melhor, pela graça e pelo poder de Deus, em qualquer circunstância, e deixar o restante nas mãos do Senhor.  CBASD, vol. 7, p. 639.

 

Obs: Caso você deseje um comentário a respeito de algum outro versículo em particular, por favor deixe seu pedido sob forma de comentário que lhe responderemos tão logo pudermos.



1 PEDRO 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de setembro de 2018, 0:05
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