Reavivados por Sua Palavra


II PEDRO 3 by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-pedro/2pe-capitulo-3/

A profecia de Pedro contida neste capítulo se cumpre em nossos dias. Escarnecedores zombam da ideia do retorno literal de Jesus em glória. Ignorando o claro ensino de Jesus: “voltarei e os levarei para Mim” (João 14:3 NVI), mesmo alguns cristãos tem abandonado a ideia de Seu retorno.

Apesar dos escarnecedores e céticos, Pedro nos lembra: “O dia do Senhor … virá.” (v. 10 NVI). Seu retorno glorioso é certo. Jesus prometeu: “Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:27 NVI).

Como, então, devemos viver ao esperarmos o retorno glorioso de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo? Pedro nos admoesta com estas palavras: “esperando o dia de Deus e apressando a Sua vinda” (v. 12 NVI). Precisamos manter o foco em Jesus, autor e consumador da nossa fé, e nos unirmos a Ele em Sua missão.

Ao você sair como um mensageiro, em nome de Jesus, lembre-se sempre desta promessa de Jesus: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:20 NVI).

Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral IASD
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1405
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados12-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]:



II PEDRO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de setembro de 2018, 0:55
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II Pedro 3 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Ivan Barros
12 de setembro de 2018, 0:45
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II Pedro 3 – Até na igreja verdadeira pode existir falsos mestres. Mas, foi para orientar-nos, que o Espírito Santo inseriu as páginas desta carta de Pedro em nossas Bíblias.

João Calvino percebeu a importância dos detalhes desta carta. Ele declarou: “A majestade do Espírito de Cristo manifesta-se em cada parte da epístola”.

O estímulo para adquirir o conhecimento verdadeiro e para obter discernimento diante de tantos embusteiros da fé são constantes. Observe as análises de J. Sidlow Baxter:

• O capítulo 1 trata do verdadeiro “conhecimento” em todo o seu decorrer (vs. 2-3, 5-8). Na primeira metade do capítulo (vs. 2-11), ficamos sabendo como as verdades deste conhecimento devem ser ampliadas. A segunda metade do capítulo (vs. 12-21) nos informa porque “estas coisas” devem ser sempre “lembradas”.

• O capítulo 2 concentra-se inteiramente nos falsos mestres que, infelizmente, deveriam surgir entre o rebanho do Senhor e causar grandes prejuízos.

• Finalmente, o capítulo 3, trata da suprema “promessa” (note como a “promessa” se repete) da volta do Senhor. O qual, baseando-me em Michael Green ofereço este esboço:

1. Reiteração do propósito da carta (3:1-2);

2. Os escárnios dos que zombam da segunda vinda de Jesus (3:3-4);

3. Pedro argumenta com base:

• Na história (3:5-7);

• Nas Escrituras Sagradas (3:8);

• No caráter de Deus (3:9);

• Na promessa de Cristo (3:10).

4. As implicações éticas da segunda vinda de Cristo (3:11-14);

5. Pedro cita Paulo como apoio aos seus argumentos teológicos (3:11-14);

6. Conclusão da carta (3:17-18).

O conhecimento bíblico…

• …é fundamental para não ser enredado em falsas teorias ou para não titubear frente aos ataques dos supostos intelectuais ou suposta ciência que intentam provar que “tudo continua como desde o princípio da criação” (v. 4).

• …orienta nossas perspectivas, atiça nossa mente e coração para expectativas reais prometidas por Deus no futuro próximo, além de nos alertar contra os escarnecedores que intentarão minar a fé dos cristãos no tempo do fim (vs. 5, 17).

• …nos dá a razão da aparente demora para a restauração do caos causado pelo diabo e seus anjos maus: Deus está sendo paciente, esperando nossa entrega total a Ele e a Seus planos salvíficos (v. 9).

• …nos garante que nossa esperança não será frustrada, mas completada (vs. 10-13).

Temos boas razões para reavivarmo-nos e reformarmo-nos espiritualmente! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

Qual foi tua experiência com estas cartas de Pedro?



II PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de setembro de 2018, 0:30
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“Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (v.13).


Temos visto, pelo exame das Escrituras, que toda ela aponta para o reencontro do Criador com Sua criatura. A entrada do pecado no mundo causou uma ruptura que só a cruz pôde desfazer. Pedro encerrou sua última epístola destacando que em ambas as epístolas que escreveu, ele não apresentou um evangelho novo, mas procurou “despertar com lembranças” (v.1) a mente dos cristãos, a fim de que recordassem do que já estava escrito “pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos… apóstolos” (v.2). Ou seja, o Antigo e o Novo Testamento. Eis a nossa regra de fé e prática: “Toda a Escritura” (2Tm 3:16).

Por outro lado, outro ponto deveria ser levado “em conta”: “nos últimos dias”, surgiriam escarnecedores da genuína fé, que pela defesa de uma vida “segundo as próprias paixões” (v.3), pondo em dúvida a volta de Jesus, usariam a natureza como prova de que a sublime promessa não tem razão de ser. O apóstolo usou, então, o relato do dilúvio para contestar tal argumento. Assim como Deus enviou o dilúvio “sobre o mundo de ímpios” (2Pe 2:5), certamente cumprirá o seu derradeiro juízo, com fogo, na “destruição dos homens ímpios” (v.7). Contanto que muitos julguem demorado o retorno do nosso Senhor e Salvador, para Ele, “um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (v.8). Deus, portanto, não retarda “a Sua promessa, como alguns julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo” (v.9).

A longanimidade de Deus aguarda a nossa decisão. A demora, então, não é um atraso, mas um tempo de misericórdia. O desejo do Pai é de “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (v.9). Nada é tão precioso para o Criador do que a obra-prima de Sua criação! “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor” (v.10). Não no sentido de que será um evento silencioso, mas em que não sabemos nem o dia nem a hora em que ele ocorrerá. Pois Pedro continua dizendo: “… no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas… os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (v.10 e 12). Será o evento mais ruidoso e espetacular que este mundo jamais testemunhou!

Vivemos no tempo de não somente esperar, mas também de apressar “a vinda do Dia de Deus” (v.12). A nossa espera, na verdade, deve refletir o nosso anseio pelo Lar de justiça que o Senhor nos preparou. E o nosso empenho deve ser na direção de sermos “achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (v.14), tendo sempre em mente de que a paciência de Deus é sinônimo de salvação, e não de retardo. O reforço dado às cartas de Paulo aponta para outra grande lição: a firmeza nas verdades eternas. O cuidadoso estudo das Escrituras deve ser acompanhado de humildade e profundo desejo por ouvir a voz de Deus. A atuação do Espírito Santo apresenta, através da Palavra, o “conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.18).

É a construção de um relacionamento íntimo com o Senhor da Palavra através da comunhão pessoal diária, que crescemos “na graça e no conhecimento” de Jesus (v.18). Que esta seja a nossa realidade hoje e sempre, até aquele grande Dia!

Bom dia, “os que vivem em santo procedimento e piedade” (v.11)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Pedro3 #RPSP

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II PEDRO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de setembro de 2018, 0:07
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II PEDRO 2 by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-pedro/2pe-capitulo-2/

Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: “Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam.” Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus .

Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (At 20:30). Pedro dá este aviso: “Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (v. 3 NVI).

Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e um conhecimento de Sua Palavra escrita, estamos protegidos contra as palavras enganosas dos falsos mestres.

Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral IASD
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1404
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados11-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]:



II PEDRO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de setembro de 2018, 0:55
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II PEDRO 2 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Ivan Barros
11 de setembro de 2018, 0:45
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II PEDRO 2 – Após apresentar que “a vida cristã deve ser vivida no poder de Deus, não segundo este mundo mau” e, para isso, “à fé, os crentes devem acrescentar virtude, conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade, fraternidade e amor (1.5-7)” e depois de dizer que cristãos “não devem ser ineficientes e infrutíferos, cegos e míopes, esquecidos de que já foram purificados do pecado (1.8-9)” (Leon Morris), Pedro lida com o tema: Falsos mestres.

Os falsos mestres são crentes hereges, desviados da fé bíblica, que intentam influenciar crentes com a religião espúria, mediante doutrinas forâneas às Escrituras. Eles estão por toda parte, como estiveram em todas as épocas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.

Peter H. Davids sintetiza assim o capítulo em pauta: Condenação aos falsos mestres:

1. Introdução aos falsos mestres (vs. 1-3);
2. Argumentos para a condenação dos falsos mestres (vs. 4-22).

O estudo criterioso do capítulo desafia-nos a tomar sérios cuidados com aqueles que ensinam preceitos e conceitos que não nos fazem crescer piedosamente, que não nos aproximam de Cristo, ou nos fazem negar os efeitos do plano de salvação.

A grande motivação destes adulteradores das doutrinas bíblicas é a avidez por obter dinheiro, arrancando os recursos que Deus deu aos Seus filhinhos. Em outras palavras, os falsos mestres roubam bênçãos dos fieis utilizando palavras fingidas em histórias emocionantes. Eles blasfemam o caminho da verdade, pois muitos rejeitam o cristianismo verdadeiro por causa desses líderes espirituais fraudulentos.

Existem exemplos que ilustram os falsos mestres e o que está reservado no futuro para eles (vs. 4-22):

• Os anjos que se apostataram, e se tornaram demônios, serão condenados;
• Os habitantes nos dias de Noé que, por arrogância, não entraram na arca, foram destruídos;
• Os moradores de Sodoma e Gomorra foram consumidos pelo fogo para exemplo ao que vivem impiedosamente;
• Deus livra os piedosos como Ló, mas não pode salvar os perversos. Portanto, os indisciplinados, que seguem os desejos carnais, que são insolentes e arrogantes, receberão retribuição pela injustiça que causaram;
• A Bíblia geralmente não é tão apreciada pelo fato dela condenar a vida injusta do leitor, e descrever o destino de quem se apostata da fé, como Balaão.

Cuide-se para não trilhar pelo caminho dos falsos mestres!

“Senhor, livra-nos dos hereges e apóstatas” – Heber Toth Armí.



II PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de setembro de 2018, 0:30
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  1. “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade” (v.2).

Da mesma forma que existem profetas verdadeiros, também existem os falsos profetas. A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que se passavam por homens inspirados por Deus quando, na verdade, não passavam de charlatães. O grande problema está em que esta falsidade tem o poder destrutivo de arrebanhar multidões. A primeira multidão ganha pela mentira foi a terça parte dos “anjos quando pecaram” (v.4), tornando-se o primeiro público-alvo de Satanás, “porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8:44). E após causar a primeira grande dor no coração de Deus, fez sangrar o coração do Criador ao macular a obra-prima de Sua criação. Desde então, falsas predições e falsos ensinamentos têm se alastrado mundo afora, inclusive, “no meio do povo” (v.1) de Deus.

Misericordiosamente, um tempo de graça foi estabelecido para os antediluvianos se arrependerem. Dia após dia e ano após ano, o “pregador da justiça” (v.5) alçava a voz acima das marteladas e, diante da gigantesca estrutura, declarava a verdade presente para o seu tempo. Certamente, Noé teve de lidar não só com a corrupção que predominava no mundo, mas também com pessoas “religiosas” que introduziram,  “dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor” (v.1), até que viesse “o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (v.5). Apesar da Bíblia não fazer menção de algum chamado para Ló, as cidades de Sodoma e Gomorra não pereceram na ignorância. Um grande sonido fora dado, mas ignorando por completo a voz da Onipotência, foram reduzidos “a cinzas”, chegando “à ruína completa” (v.6).

Bem mais do que nestes dois relatos, e mesmo nos tempos dos profetas e de Cristo, fomos advertidos quanto à grande apostasia e engano que nos assaltariam em nossos dias: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24). E o maior perigo não está fora, mas dentro do cristianismo, através da sutil mistura da verdade com o erro. Diversas doutrinas têm surgido e com elas as “práticas libertinas” que acabam por infamar “o caminho da verdade” (v.2). Líderes religiosos, “movidos por avareza”, fazem da religião um comércio e “com palavras fictícias” (v.3) arrastam milhares de pessoas, enquanto transmitem a outras milhares a mensagem distorcida do evangelho.

A quem temos seguido? Homens que fazem da religião uma barganha com Deus, ou a pura e simples verdade das Escrituras? Estamos do lado da maioria ou dos restantes da descendência da última igreja de Cristo (Ap 12:17)? Deus não nos têm chamado como “almas inconstantes” (v.14), enganados por todo vento de doutrina, mas como Seu derradeiro exército de justos que marcham nas pegadas no nosso General, Cristo Jesus. Lembrem que apenas “Noé… e mais sete pessoas” (v.5) foram salvos do dilúvio. Apenas Ló foi considerado justo entre as multidões de Sodoma e Gomorra. Não é a maioria que determina a verdade. Ellen White faz uma advertência quanto a isso:

Tempos perigosos nos estão à frente. Todo o que possui o conhecimento da verdade deve despertar e colocar-se, corpo, alma e espírito, sob a disciplina de Deus. O inimigo está em nosso encalço. Precisamos estar bem despertos, em guarda contra ele. Precisamos revestir-nos de toda a armadura de Deus. Temos que seguir as instruções dadas por meio do Espírito de Profecia. Temos que amar a verdade para este tempo e a ela obedecer. Isto nos guardará de aceitar fortes enganos. Deus nos falou por Sua Palavra. Falou-nos pelos Testemunhos Para a Igreja, e pelos livros que têm ajudado a esclarecer o nosso dever presente bem como a posição que devemos ocupar agora. As advertências que têm sido dadas, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, devem ser tomadas a peito. Se as menosprezarmos, que desculpa poderemos apresentar?” (Testemunhos Seletos, vol. 3, p. 275).

Amados, ter o sublime privilégio de conhecer “do Senhor e Salvador Jesus Cristo”, e voltar a revirar-se no lixo deste mundo torna o estado do homem “pior que o primeiro” (v.20). Temos buscado a Palavra de Deus e o conhecimento da verdade como o sedento busca por água e o faminto por pão? Eis que o Senhor está preparando o Seu povo de propriedade exclusiva que, como Noé, não teme cumprir a Sua vontade conforme está escrito. Deus não chama um povo que infama a outros, mas que procura viver, sob a graça de Jesus, o exemplo que Ele mesmo nos deixou. Oxalá façamos parte deste povo até o fim!

Bom dia, povo de propriedade exclusiva de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Pedro2 #RPSP

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II PEDRO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de setembro de 2018, 0:09
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