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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-5/
Uma das grandes tentações ao longo da história da igreja tem sido a de fazer de Jesus ou totalmente humano ou totalmente divino ao invés de aceitá-Lo como a pessoa absolutamente única que Ele é. É o fato de que Ele é ao mesmo tempo plenamente humano e plenamente divino que Lhe possibilita ser o Salvador do mundo (ver Heb 1, 2).
Um segundo tema levantado na primeira metade do capítulo 5 é uma visão adicional sobre a relação entre o amor e os mandamentos de Deus. Aqui encontramos uma das mais importantes contribuições de João à compreensão cristã a respeito de como viver responsavelmente. Diariamente devemos refletir sobre esse tema à medida que procuramos determinar o que significa ser um cristão, o que significa desenvolver um caráter semelhante ao de Cristo.
E o que 1 João significa para a minha vida? Que eu devo ser honesto comigo e com Deus sobre mim mesmo e minhas faltas; que eu tenha por certo que Jesus é o Cristo plenamente divino; que eu deixe Deus aperfeiçoar Seu caráter de amor em mim enquanto me relaciono com meus companheiros membros da igreja e com o mundo ao meu redor. Isso é o que João chama de “vida eterna” (1:2; 2:25; 3:15; 5:11, 13, 20).
George Knight
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1410
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados17-09-2018.mp3
Áudio online [voz: Valesca Conty]
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I JOÃO 5 – Fica claro nestes cinco capítulos que “não há nada mais importante na vida cristã do que o amor”; que contrasta com o amor de quem não tem Cristo, pois, “somente porque experimentamos o amor que vemos na cruz é que amamos da maneira que distingue o cristão” (Leon Morris).
Morris ainda destaca que “é impressionante que” as cartas de João, “que dão tanta ênfase ao amor, tenham mais referências aos mandamentos de Deus do que qualquer outro livro do Novo Testamento”.
Assim, já na introdução do capítulo, João atesta que, “o teste da verdade para saber se amamos ou não os filhos de Deus é este: amamos a Deus? Guardamos Seus mandamentos? A prova de que amamos a Deus está na guarda dos Seus mandamentos, e eles não parecem difíceis” (vs. 1-3).
Avance em teu estudo. O esboço de Merrill F. Unger auxilia a obter visão mais geral do capítulo em questão:
1. Fé e comunhão:
• A fé nos insere na comunhão (vs. 1-3);
• A fé traz a vitória (vs. 4-5).
2. Testemunho e comunhão:
• O testemunho a respeito do Filho (vs. 6-10);
• A crença no testemunho de Deus (vs. 11-12).
3. A oração e a comunhão:
• A importância da certeza (v. 13);
• O poder da oração (vs. 14-15).
4. A comunhão na oração e o cristão pecador:
• A oração e o problema do pecado grave (vs. 16-17);
• O pecado e seu remédio (vs. 18-20);
• Incumbência final (v. 21).
A fé que não está pautada no amor é insignificante, sem valor para Deus. A fé que não se submete aos mandamentos divinos é deficiente, falha e insuficiente para agradar a Deus, pois está desprovida de submissão ao Salvador. A prática do amor altruísta é o cumprimento da Lei de Deus (Romanos 13:8; Tiago 2:8).
Aquele que é cristão de verdade, ama genuinamente; quem ama de verdade, apreciará grandemente a comunhão com Deus e com os membros de Sua igreja. A fé não repele, ela aproxima e atrai!
A fé em Jesus concede vitória sobre o pecado e o mundanismo; ela dá garantia de vida eterna, certeza da resposta às orações, e transforma nosso coração. Nascer de Deus significa renunciar ao mundo radicalmente.
Após refletir nessas profundas verdades, resta-nos erguer e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos” (v.2).
Estamos vivendo no limiar do grande conflito e, como última igreja de Cristo, somos chamados para fazer parte do Seu remanescente: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 14:12). “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (v.3). E “a vitória que vence o mundo” (v.4) é a nossa fé em Jesus, pois Ele mesmo venceu o mundo (Jo 16:33). O batismo de Jesus, representado pela água, e a Sua morte, representada pelo sangue, significam a confirmação da nova aliança entre Deus e Seu povo. Todo aquele que deseja seguir o exemplo do Mestre, e ser batizado seguindo a Sua ordem, encontrará resistência como Ele mesmo encontrou. E a menos que esteja munido da armadura de Deus (Ef 6:10), revelará uma fé frágil que sucumbirá à primeira prova.
Assim como “o Pai, a Palavra”, que é Cristo “e o Espírito Santo” são um (v.7), fomos chamados a sermos um com o Senhor e a termos o Seu testemunho na Terra. Gosto de pensar que “o Espírito, a água e o sangue” (v.8), representam as três atuações de Deus na vida do cristão:
- O sangue, quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas;
- A água, como o batismo, o lavar regenerador de Deus no coração e início da carreira cristã;
- O Espírito, que nos guia a toda a verdade, nos convence do pecado, da justiça e do juízo, levando-nos a uma vida de santificação em Cristo Jesus (Jo 16:8-13).
Estes três “são unânimes num só propósito” (v.8), o propósito de preparar um povo para reencontrar o Seu Deus. Todo aquele, pois, que nisto crê, “tem, em si, o testemunho” (v.10). “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho” (v.11). Portanto, se temos o Filho, temos a vida; se, porém, não temos o Filho, não temos a vida (v.12). Quando o apóstolo Paulo declarou: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20), ele não declarou ter alcançado o estágio final da perfeição, mas a sua entrega, unida à constante obra do Espírito Santo, inculcavam em sua mente a fé firme na fiel promessa: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Por isso que ele denominou a batalha espiritual de “bom combate” (2Tm 4:7), porque todo aquele que é nascido de Deus e “não vive pecando”, tem como seu fiel guarda Jesus, o Senhor dos exércitos, “e o Maligno não lhe toca” (v.18).
A oração intercessora, neste grande conflito em que vivemos, terá um papel decisivo no limiar dos últimos dias. Quando um servo ou uma serva de Deus ergue suas súplicas altruístas e empenha-se diariamente a abençoar seus irmãos através de suas orações, sua própria vida recebe um novo fôlego, o Espírito Santo imprime em sua mente o verdadeiro senso de missão e derrama em seu coração o amor de Deus em generosas porções. Não podemos desistir daqueles que Cristo adquiriu com Seu sangue. O “pecado para morte” (v.16) é aquele em que o pecador se recusa a ouvir a voz de Deus e repele o Espírito Santo de sua vida. Aquele que sonda os corações e conhece as intenções nos chama a fazer parte de Seu grande exército, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18).
Se “sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (v.19), tanto mais precisamos nos firmar nas verdades eternas e perseverar em ter uma vida de oração. Certamente, somos alvo das orações de alguém, ou de alguns, assim como podemos ser instrumentos de Deus para conduzir pessoas a Cristo por este ministério tão grandioso. O silêncio do suplicante diante dos homens é transformado pelo Espírito em “gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26) diante do trono de Deus. Façamos uso deste recurso tão grandioso em benefícios! Só a eternidade revelará o seu real alcance. Imitemos o sublime Exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (Mc 1:35).
“Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (v.20).
Bom dia, exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João5 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-4/
1 João 4 retorna ao tema dos mentirosos “sem pecado” que agem com ódio e desdém para com os seus colegas membros da igreja, ao mesmo tempo que afirmam amar a Deus. João não faz rodeios. “Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus, mas odiar seu irmão, é mentiroso… . Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão” (v. 20, 21 NVI). Uma mensagem direta para aqueles que pensam que podem separar os dois grandes mandamentos de Mateus 22:36-40.
Ellen White captou esta mensagem de João. Ela escreveu: “Cristo aguarda com forte desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, 69). Nas páginas anteriores fica óbvio que ela está em harmonia com João quando observa que é o nosso “amor” que “será aperfeiçoado” à medida que “refletimos cada vez mais a semelhança de Cristo” e participamos do Seu Espírito. Isso faz sentido.
O núcleo do caráter divino é o amor. Deus quer que sejamos semelhantes a Ele quando Jesus voltar. Assim, o testemunho da última geração a viver na Terra quando de Sua segunda vinda “é uma revelação do amoroso caráter de Deus.”
George Knight
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1409
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados16-09-2018.mp3
Áudio online [voz: Valesca Conty]:
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I JOÃO 4 – O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:
1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).
Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs.
A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.
A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.
O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é.
• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!
Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!
Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (v.8).
O amor revelado em Jesus é a chave que abre o coração humano para compreender o amor com que Ele deseja que nos amemos uns aos outros. Confessar “que Jesus Cristo veio em carne” (v.2), possui um significado muito maior do que simplesmente professar nEle crer. Confessar o nome de Jesus envolve um compromisso de vida ou morte. E, na época em que João escreveu, a acentuada perseguição provava quem realmente era de Deus. Dar ouvidos a esta mensagem, portanto, não era apenas uma questão de aceitar o evangelho, mas de vivê-lo conforme as verdades reveladas. Decisão esta que exigia fé, coragem e abnegação da própria vida.
O maior dos dons, aumentado e aperfeiçoado na vida cristã, promove o sublime e indispensável conhecimento de Deus, o conhecimento que supera todos os demais e blinda a mente contra “o espírito do erro” (v.6). Podemos dizer que o amor é a fé em ação, como bem escreveu o apóstolo Paulo: “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6). Entretanto, este amor produzido pela fé em Cristo, é manifestado em nós através de um ato que antecedeu a nossa fé: “em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle” (v.9). Ou seja, é um amor que não vem de nós; um amor que está além do nosso alcance produzir; um amor extravagante em graça; “é dom de Deus” (Ef 2:8).
E “se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (v.11). O fato de jamais termos visto a Deus e, ainda assim, declarar amá-Lo, só se torna uma verdade quando permitimos que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus e este amor seja revertido, por preceito e por exemplo, na vida de outros. Há no mundo um equivocado conceito de amor que acaba por confundir a muitos. Amor não se resume a gracejos e atitudes isoladas de simpatia. “Deus é amor” (v.16), e esta verdade, por si só, deveria despertar em nós um senso urgente de meditar na vida de Cristo e nela buscar a essência do evangelho.
Os profetas foram escolhidos pelo Senhor para transmitir as Suas palavras à humanidade. Jesus foi enviado à Terra como a própria Palavra, o Verbo que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1:14). Mas Jesus não nos deixou órfãos, e “nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito” (v.13). Portanto, confessar “que Jesus é o Filho de Deus” (v.15) é ser Sua testemunha à todas as nações pelo poder do Espírito Santo. É o Espírito que aperfeiçoa o perfeito amor em nossos corações, “para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (v.17) e não medo, porque “o perfeito amor lança fora o medo” (v.18).
Resumindo, amados, “nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (v.19). Simples assim. O amor de Deus na vida promove o amor altruísta; amor que regenera, cura, perdoa e salva. Que pela comunhão diária, perseveremos em ser aperfeiçoados no amor pela oração e pelo estudo das Escrituras. Sejamos, pois, vasos de honra cheios e transbordantes do amor divino!
“Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (v.21).
Feliz semana, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João4 #RPSP
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