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I CORÍNTIOS 10 – A comunidade de crente, a igreja de Deus, reúne gente de todas as raças, de todas as distâncias, de todas as línguas, de todas as cores, de todas as nacionalidades, de todas as culturas, de todos os níveis e de todos os temperamentos.
O desafio divino para a igreja cristã é que seja cada vez mais pura em sua conduta e em sua doutrina, e deve esforçar-se diligentemente para viver inteiramente unida, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.
Para atingir esse alvo elevado, quem sabe a famosa frase de Agostinho nos ajude: “Nas coisas essenciais, a unidade; nas coisas não essenciais, a liberdade; em todas as coisas, a caridade”.
Com isso em mente, abra a tua Bíblia e, juntos vamos estudar o que Deus tem para nós.
Observe que, “as divisões em capítulos e versículos dos livros da Bíblia foram feitas por homens para facilitar a sua leitura. Nem sempre, ao passarmos de um capítulo para outro, significa que mudamos de assunto”, por isso, “leia sem pausa, 1 Coríntios 9:19-10:33. Ao chegar ao capítulo 10:31-33, note como o trecho corresponde ao capítulo 9:19-27. Observe o coração de Paulo por amor ao evangelho. Agora, leia novamente 1 Coríntios 10. Observe a continuação de pensamento de Paulo de 9:24-27 para 10:1. Note o ‘ora, irmãos’ em 10:1”, orienta-nos Kay Arthur.
Após aplicar-te ao estudo, considere:
• Nenhuma comida sofre alteração ao ser oferecida a ídolos; aliás, todo alimento pertence a Deus.
• Carne de açougue cujos fornecedores sacrificavam a ídolos não era contaminada; a questão era com o irmão fraco, cuja consciência estava afetada.
• Crentes fortes devem abster-se de comer e beber ou fazer qualquer outra coisa em prol do bem da comunidade.
• Os cristãos de verdade devem agir sempre regidos pelo amor desenvolvido com autodisciplina.
• Crentes maduros devem ter sempre em mente o bem de todos os crentes e, principalmente, a glória de Deus.
A superioridade, intolerância e indiferença para com o próximo revelam no indivíduo não imaturidade ou debilidade, mas uma existência religiosa desprovida do verdadeiro evangelho.
Todos os membros da igreja devem atuar como guardiões espirituais uns dos outros. Sempre. Devemos encorajar aos desanimados. Precisamos ser apoiadores dos filhos de Deus a fim de adentrarmos juntos nos portões celestiais…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (v.31).
De todo o ensinamento de Paulo, creio que o princípio contido neste versículo é a suma de suas epístolas. Tudo na vida do apóstolo se resumia a glorificar o nome de Deus. Ao utilizar relatos da história de Israel, procurou dirigir os olhos dos coríntios a enxergar através das alegorias do deserto, as mais ricas lições espirituais. Mesmo diante de manifestações sobrenaturais e da constante proteção divina, “Deus não se agradou da maioria” dos israelitas (v.5). A murmuração por alimento e água, a idolatria e a cobiça eram uma prova de que, apesar de todos terem saído do Egito, o coração de quase todos permanecia lá.
Foi “para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (v.11) que a história de Israel foi escrita com riqueza de detalhes. Podemos dizer que o Egito simboliza este mundo e seus prazeres temporários, e o deserto o caminho estreito, o único que conduz à terra prometida. No entanto, o fato de apenas estar no deserto não é sinônimo de salvação. Quando Cristo foi tentado no deserto, ele venceu o apetite, a cobiça e a idolatria, justamente o que levou milhares de israelitas a serem “destruídos pelo exterminador” (v.10). Debilitado, fraco e faminto, Jesus confiou na provisão do Pai, e revestido de Sua armadura, guerreou contra Satanás munido das mais potentes armas do cristão: oração, jejum e a Palavra de Deus.
“Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças” (v.13). No mundo espiritual, todo aquele que, como Cristo, passa pelo batismo, segue para a segunda etapa: o deserto. É justamente no deserto que a nossa fé é provada e o fogo das aflições demonstram quem é ouro e quem é escória. Paulo compara a coluna de nuvem e a travessia do Mar Vermelho com o batismo e logo depois relata alguns fatos que aconteceram a Israel no deserto. Através do maná e do manancial da rocha, o povo recebeu provas inequívocas do cuidado de Deus. Ainda que em lugar inóspito e desprovido das necessidades básicas, Deus promete dar sustento ao Seu povo se tão-somente nEle confiar. Porque “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6).
Enumerando os pecados de Israel, Paulo declarou como em forma de mandamentos:
- “não cobicemos as coisas más” (v.6);
- “Não vos façais, pois, idólatras” (v.7);
- “E não pratiquemos imoralidade” (v.8);
- “Não ponhamos o Senhor à prova” (v.9);
- “Nem murmureis” (v.10).
Todos aqueles que se recusaram a abandonar tais pecados, não alcançaram a terra prometida. Confiando em seus corações enganosos, pensando estar de pé simplesmente pelo fato de estar no meio do povo de Deus, a esmagadora maioria caiu antes de chegar a Canaã.
Hoje vivemos no mesmo contexto. Sob um disfarce sutil e discreto, Satanás faz parecer que estamos seguros. Ele não está preocupado que abandonemos a igreja, mas que permaneçamos nela indiferentes à vontade de Deus; que nossos próprios interesses e vontades egoístas superem as coisas espirituais que de fato edificam. Que a oração, o jejum e o exame das Escrituras fiquem em segundo, terceiro ou em último plano, ou que sejam simplesmente ignorados. Então, nossa comida, nossa bebida, o que vestimos, o que falamos, o que contemplamos, o que ouvimos, deixam de ser considerados para a glória de Deus, e passam a ser rebaixados para a glória do nosso ‘eu’, nos impedindo de chegar à Canaã celestial.
“Não vos torneis causa de tropeço” (v.32), amados. Não busquemos o nosso “próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos” (v.33). “Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão” (v.17). Eis o nosso maná: Cristo Jesus. E todos bebemos da mesma “pedra espiritual”, “e a pedra é Cristo” (v.4). “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (v.21). Portanto, “aquele que pensa estar em pé veja que não caia” (v.12). Servir a Deus requer renúncia e abnegação. Estamos dispostos a crucificar o nosso eu por amor a Jesus e aos nossos semelhantes? Nos desertos desta vida confie no Senhor, que Ele lhe “proverá livramento, de sorte que a [tentação] possais suportar” (v.13), então, chegarás seguro à eternal Terra Prometida.
Feliz semana, um só corpo em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios10 #RPSP
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1630 palavras.
2 Batizados. A experiência dos filhos de Israel figurava o batismo. Com a nuvem acima e o mar de ambos os lados, os israelitas estavam envolvidos pelas águas ao passarem pelo mar; e, nesse sentido, foram batizados. Essa experiência pode ser considerada como símbolo da anulação da antiga aliança deles com o pecado na escravidão egípcia, e uma promessa de lealdade a Deus por meio de Seu representante Moisés. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 814.
3 Manjar espiritual. A palavra “manjar” é usada no sentido de “alimento” em geral. O adjetivo “espiritual” indica que o alimento não lhes era dado por processos naturais. CBASD, vol. 6, p. 814.
4 Era Cristo. A grande verdade que esse versículo ensina é que Jesus está com seu povo em todos os caminhos e está pronto a suprir suas necessidades quando clamam a Ele. … Historicamente, Cristo foi o líder de Israel, não penas nas peregrinações pelo deserto, mas ao longo de sua história como nação. De fato, toda a relação de Deus com a humanidade caída se dá por meio de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 815.
5 Prostrados. Os israelitas descrentes e desobedientes foram “espalhados” pelo deserto porque se recusaram a confiar no amor e a direção do Pai celestial e porque foram indulgentes na satisfação de desejos e paixões carnais. CBASD, vol. 6, p. 816.
7 Idólatras. Esta é uma referência à adoração ao bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte com Deus (ver Êx 32:1-5). CBASD, vol. 6, p. 816.
8 Não pratiquemos. Aqui se faz referência ao vergonhoso episódio dos israelitas em Sitim, onde Satanás usou os moabitas para seduzir muitos do acampamento de Israel e influenciá-los a participar do culto idólatra dos moabitas (ver Nm 25:1-5). CBASD, vol. 6, p. 817.
10 Nem murmureis. No AT, há dois exemplos de murmuração seguida de morte: o caso dos dez espias (Nm 13; 14) e a rebelião de Corá. CBASD, vol. 6, p. 817.
11 Exemplos. Isto não significa que os israelitas tiveram muitas e diferentes experiências apenas para servir de exemplo aos cristãos. Indica simplesmente que a experiência deles serve de advertência para a igreja acerca da importância de evitar os erros do passado. CBASD, vol. 6, p. 817.
Para advertência nossa. Isto é, advertir os cristãos de todos os tempos a não confiar na própria força ou sabedoria. CBASD, vol. 6, p. 817.
Os fins dos séculos. Nota-se que a mensagem do apóstolo Paulo era relevante para sua época devido ao pronome “nós”. Ela é cada vez mais relevante visto que os que vivem atualmente têm a vantagem dos registros acumulados de todas as épocas da história sagrada, e vivem no tempo quando o propósito de Deus terá seu clímax com a segunda volta de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 818.
12 Caia. A autoconfiança é perigosa. O caso de Pedro é um exemplo disso. Ele pensava que nada poderia fazer com que traísse a Cristo (ver Mc 14:31, 50, 67, 68, 70-72). … A verdadeira segurança está em reconhecer que nada podemos fazer separados de Cristo, e que precisamos sempre da presença do Espírito Santo em nós para nos livrar do pecado (ver Jo 14:26; 15:4-7, 13; 2Co 12:9 10). Esta admoestação precisa ser repetida com frequência, pois o ser humano é inclinado a pensar que é capaz de cuidar de si mesmo. o orgulho espiritual e um grande engano, e é fácil para o tentador levar o cristão autoconfiante a cair em pecado fatal (cf. 2Sm 11:1-4; Rm 11:20). CBASD, vol. 6, p. 818.
13. Tentação que não fosse humana. Isto é, tentação normal para os seres humanos, que possam suportar. … Suas [dos coríntios] provas e tentações não eram diferentes das experimentadas pelas pessoas ao redor do mundo. … Os coríntios corriam perigo de cair e deviam vigiar, mas podiam ser reanimados, pois a tentação não seria maior do que a força para suportá-la. CBASD, vol. 6, p. 818.
Fiel. Deus cumpre Suas promessas e é fiel ao chamado que fez ao ser humano para que O servisse. CBASD, vol. 6, p. 818.
Tentados. O fato de Deus não permitir que o inimigo tente Seus filhos além do que possam suportar deve ser motivo de encorajamento. … Visto que Deus não permite tentações maiores do que se possa suportar, o cristão é totalmente responsável se cair em pecado. CBASD, vol. 6, p. 818 e 819.
Livramento. Literalmente, “a saída”. Para cada tentação há uma provisão feita por Deus. … Jesus, o exemplo cristão do viver correto, encontrou esse “livramento” na Palavra de Deus (ver Lc 4:4, 8, 12). Assim, Seus seguidores podem encontrar o “livramento” em Jesus, a Palavra viva (ver Jo 1:1-3). Ele está pronto a livrar os que clamam a Ele e a impedir que caiam em pecado (Sl 9:9; 27:5; 41;1; 91:15; 2Pe 2:9; Ap 3:10). CBASD, vol. 6, p. 819.
14 Portanto. Diante dos perigos aos quais os coríntios estariam expostos ao participar de festas aos ídolos, e tendo em vista as provisões feitas pelo Senhor para que se obtenha vitória sobre toda tentação, aconselha-se evitar todo e qualquer contato com a idolatria. CBASD, vol. 6, p. 819.
Idolatria. A idolatria tem muitas formas, incluindo a cobiça por lucro, a paixão pelo poder, a satisfação pelos apetites carnais de vários tipos e a busca desenfreada pelo prazer (ver AA, 317). … Ninguém é forte o suficiente para se expor de forma deliberada e sem necessidade ao contato com a “idolatria” de qualquer tipo, e ainda assim não se contaminar. CBASD, vol. 6, p. 819.
15 Criteriosos. Do gr phronimoi, “inteligentes”, “prudentes”, “sensíveis”, isto é, pessoas capazes de entender o que é dito e de tirar conclusões corretas. CBASD, vol. 6, p. 819.
16 Cálice da bênção. Isto é, o cálice sobre o qual se pronuncia a bênção na celebração da Ceia do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 820.
Que abençoamos. Quando tomam esse cálice, os cristãos agradecem a Deus por todas as bênçãos concedidas por meio do sangue de Jesus. Em silêncio, O louvam por tê-los resgatado da escravidão do pecado e lhes dado a gloriosa liberdade de filhos e filhas de Deus. CBASD, vol. 6, p. 820.
Do sangue. O sangue representa a morte do filho de Deus, e, pela fé, os crentes participam dessa morte. CBASD, vol. 6, p. 820.
17 Um pão. Referência ao fato do pão da comunhão ser partido em vários pedaços que são comidos pelos crentes. Assim como todos os pedaços vem do mesmo pão, todos os que participam do serviço da comunhão estão unidos a Ele cujo corpo quebrantado é simbolizado pelo pão partido. Ao participar desse rito, os cristãos mostram publicamente que estão unidos e que pertencem a uma grande família cuja cabeça é Cristo. O pão material é uma das principais fontes de nutrição. Da mesma forma, Cristo é o alimento espiritual do qual todos devem participar a fim de manter a saúde espiritual (ver Jo 6:50, 51, 56, 57). CBASD, vol. 6, p. 820.
19 Associados aos demônios. Os cristãos são consagrados a Cristo e pertencem a Ele pela criação e redenção, por isso não devem fazer a mínima concessão a uma forma de culto que honraria a qualquer ser que não fosse o único e verdadeiro Deus (ver Êx 20:3-5; Mt 4:9, 10). … O Senhor deve sempre estar em primeiro lugar, bem como a Sua obra (ver Mt 22:37). CBASD, vol. 6, p. 821.
23 Convém. O cristão deve agir de modo a ajudar os outros em seu esforço de viver corretamente. Se determinada conduta “ilegítima” puder servir de pedra de tropeço no caminho de alguém, então o cristão deve abandonar tal atitude (ver Mt 18:7-10; Rm 14:13, 15; 1Co 8:9; 1Jo 2:10). CBASD, vol. 6, p. 822.
25 Mercado. Após os sacrifícios idólatras, partes dos animais eram vendidas no mercado. Visto que essa carne não era separada das outras à venda no mercado, um cristão podia comprar carne que fora oferecida aos ídolos sem o saber. O conselho do apóstolo é que essa carne poderia ser comprada pelos cristãos. CBASD, vol. 6, p. 823.
Por motivo de consciência. O cristão não tinha necessidade de perguntar ao vendedor se a carne havia sido oferecida a ídolos (ver com. de 1Co 8:7). CBASD, vol. 6, p. 823.
27 De tudo o que for posto diante de vós. Esta frase deve ser interpretada neste contexto. O assunto é se o cristão deve ou não comer carnes sacrificadas aos ídolos. É com respeito a isso que Paulo orienta que o convidado deixe seus critérios e compartilhe da alegria do alimento servido. Ele não deve constranger seu anfitrião ou se colocar em situação delicada, indagando se o alimento à mesa foi oferecido a falsos deuses. Porém, essa declaração não permite o uso de alimentos proibidos em outras passagens. A carne não deve ser de animal considerado imundo, conforme a lei de Deus referente às carnes limpas e imundas (Lv 11). Se o alimento se ajusta aos critérios, então pode ser aceito com cortesia e gratidão, sem questionamentos (cf. com. de Rm 14:1). CBASD, vol. 6, p. 824.
28. Não comais. A base para a recusa é o efeito desta ação sobre os outros (ver com. do v. 23, 24). Os cristãos não escandalizarão a outros, em especial a um crente. CBASD, vol. 6, p. 824.
30. Com ações de graças. Oração de agradecimento antes das refeições. … Se alguém agradece a Deus o que come, e pode fazê-lo sem peso de consciência, por que deveria ser criticado? CBASD, vol. 6, p. 825.
31. Portanto. De forma consciente e determinada, o cristão deve fazer todas as coisas, mesmo as atividades rotineiras, de forma tal que Deus seja honrado, e não o ser humano. Essa conduta requer dedicação constante de todas as faculdades mentais e físicas ao Senhor, e a entrega diária de todo ser ao Espírito Santo (ver Pv 18:10; 1Co 15:31; Cl 3:17). CBASD, vol. 6, p. 825.
Comais, quer bebais. A aplicação é, em primeiro lugar, ao assunto de se comer e beber aquilo que fez parte do culto aos ídolos, mas o conselho tem uma aplicação geral a comidas e bebidas de todos os tipos. … Comida e bebida são de vital importância na preservação da vida. Muitas enfermidade que afligem a enfermidade se devem a maus hábitos no comer e no beber (ver CBV, 295; CRA, 122, 123). Deus requer que o cristão cuide de seu corpo e o mantenha limpo para ser templo do Espírito Santo (ver 1Co 6:19, 20). … O ideal do cristão é a dieta original provida pelo Criador no Éden (Gn 1:29). CBASD, vol. 6, p. 825
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-9/
Depois de tratar uma série de questões que vão da sexualidade à alimentação, o apóstolo Paulo agora fala aos crentes de Corinto sobre motivações. Por trás das ações deve haver um padrão de autonegação. Em vez de fazer valer os seus direitos individuais, eles deveriam suportar “tudo para não colocar obstáculo algum ao evangelho de Cristo” .
No cerne da questão está o evangelho: “Ai de mim se não pregar o evangelho!”(v 16 NVI). Paulo recorda seus leitores que um verdadeiro líder é focado no serviço.
O espírito de sacrifício e serviço descrito pelo apóstolo Paulo é o mesmo espírito que exibiu o presidente da Associação Geral William A. Spicer. Uma das mais incomuns sessões da Conferência Geral na história denominacional da IASD ocorreu em 1922. A igreja estava decidindo se reelegia A. G. Daniells como presidente da Associação Geral ou se elegia W. A. Spicer que, durante a sessão da Conferência Geral prometera à esposa que iria se aposentar. Um dos documentos mais fascinantes da história adventista é a carta que ele escreveu a sua mulher explicando como ele se tornara o novo presidente eleito da Conferência Geral. Ele encerrou a carta com as palavras: “No reino de Cristo não há posições de honra, mas [apenas] posições de serviço.”
Estas são as palavras que devemos viver ao buscarmos lembrar o verdadeiro espírito de sacrifício do cristianismo. Quando as nossas prioridades estão na ordem certa, estamos dispostos a nos disciplinar para servir (v 27). Assim, alcançamos o equilíbrio que inicia com nossas motivações e transforma todos os aspectos de nossas vidas para Cristo.
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1317
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados16-06-2018.mp3
Comentários em vídeo
Ouça online [Voz Valesca Conty]:
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I CORÍNTIOS 9 – Assim como para qualquer esporte é necessário disciplina, treino e determinação para alcançar um alvo, também deve ser a vida cristã.
“Em I Coríntios 9, Paulo abre o coração, e fala de sua vida e obra como o apóstolo”; ele “mostra por sua própria vida e trabalho a ideia principal a que dá início no capítulo 8. A liberdade cristã sempre leva em conta a consciência de outros cristãos, e está disposta a abrir mão voluntariamente de seus direitos para que o evangelho avance. Esta é a verdadeira liberdade”, comenta John Mc Vay; o qual nos oferece também o seguinte esboço:
· Renúncia de direitos (vs. 1-18). Como ministro do evangelho e líder eclesiástico, o apóstolo Paulo tinha direito de viver de seu trabalho, como os demais apóstolos. Porém, abriu mão desse direito, preferindo sustentar-se com o trabalho das próprias mãos, para evitar qualquer acusação de benefício próprio ou lucro.
· Versatilidade (vs. 19-23). Paulo não era crente camaleão. Ele praticava as profundas convicções pelas quais finalmente daria a vida. Contudo, em seu ministério, era sensível às diferenças de cultura e de antecedentes. Ele adaptava o método e a pregação de acordo com a compreensão de seu público.
· Um colega na corrida da vida (vs. 24-27). Embora Deus houvesse confiado a Paulo pesadas responsabilidades e privilégios, ele percebia que era basicamente igual a qualquer outro crente que se esforçava para alcançar o alvo da vida eterna. E, como qualquer outra pessoa, poderia deixar de atingir aquele alvo. Esses versos refutam fortemente o ensino de que “uma vez salvo, salvo para sempre”.
Ao enfatizar os últimos versículos, Vay explica: “Paulo nos leva a Isthmia, 14 quilômetros a leste de Corinto, sítio dos importantes jogos patrocinados por Corinto. Aqui, ele nos convida a assistir à corrida, a ver os boxeadores lutarem, e a tirar exemplo do disciplinado treinamento dos atletas. Enquanto ainda interessado em demonstrar como dirige seu ministério, ele estimula os discípulos cristãos a retirarem lições por si mesmos… Alguns sugerem que Paulo pode ter assistido aos jogos durante sua estada em Corinto e ajudado a fornecer tendas para os milhares de competidores e atletas”.
Quem despreza a piedade prática aqui na terra não terá o céu como destino. Portanto, reavivemo-nos: Vivamos o cristianismo! – Heber Toth Armí.
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“Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (v.27).
Além de consternado pelas mazelas que atingiam a igreja de Deus, Paulo ainda sofria certo preconceito com respeito às ofertas que ele e os demais apóstolos recebiam, geralmente de mulheres piedosas e sensíveis às suas necessidades. Apesar de procurar exercer sua profissão como fabricante de tendas (At 18:3), em determinados momentos era-lhe exigida total dedicação à pregação do evangelho, dada a necessidade local. Eram nesses momentos que Paulo e seus companheiros de jornada encontravam assistência por parte dos crentes. Ao serem apresentados ao maravilhoso amor de Jesus, seus corações eram sensibilizados pelo Espírito Santo a serem cooperadores em Cristo, acolhendo e sustentando os pregadores enquanto ali permanecessem.
“Entretanto”, Paulo deixou bem claro, “não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculo ao evangelho de Cristo” (v.12). Não que ele e os demais não tenham jamais se beneficiado das ofertas da irmandade, mas em que procuravam sempre agir com prudência levando em consideração a expectativa de cada local onde anunciavam o evangelho. A ordem do Senhor é de que “aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (v.14), mas o objetivo do apóstolo era tão maior do que os privilégios que tinha por direito, que muitas vezes abria mão da assistência por amor aos fracos. Sua consciência para com Deus era livre em Cristo, mas considerava seus atos perante seus ouvintes como parte integrante de sua pregação. Se mesmo aquilo que não o condenava fosse considerado por alguns motivo de discussão, a salvação destes sempre sobressaía sobre qualquer alívio de sua parte.
“Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns” (v.22) era o lema de seu apostolado. Paulo desconsiderava a si mesmo em favor nem que fosse de uns poucos que pudesse evangelizar. Movido por uma fé prática, tinha em mente uma meta bem definida: alcançar a coroa incorruptível (v.25). Mediante o anseio por um prêmio que nada neste mundo pode superar, percebeu que quanto mais pregava, quanto mais de desprendia das coisas desta terra e quanto mais se interessava pela salvação de seus semelhantes, mais seu coração ardia por correr e alcançar os braços do Pai e mais percebia a sua necessidade pessoal de constante vigilância e santificação.
Amados, fomos chamados por Deus para uma obra que custou o precioso sangue de Cristo. Cada pessoa é considerada por Ele como objeto de Seu mais terno amor e é desta forma que devemos enxergar os nossos semelhantes. Não compete a nós julgar quem são os que ouvirão a voz do Bom Pastor e aceitarão o Seu convite, mas cumpre-nos fazer o que estiver ao nosso alcance para que as boas-novas atinjam até os mais improváveis corações. Que o mesmo espírito de desprendimento que movia Paulo a amar mais aos outros do que a própria vida seja derramado em nós pelo Espírito Santo, a fim de que apressemos o Dia em que receberemos todos “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:14).
Feliz sábado, atletas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios9 #RPSP
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1 Meu trabalho. O apóstolo afirma que os mesmos que levantavam objeções ao seu apostolado foram convertidos para o Senhor por meio de seu ministério. Ele oferece isso como prova de que Jesus o reconheceu e o abençoou como apóstolo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 798.
5 Os demais apóstolos. Isto indica que o casamento era uma prática geral entre os apóstolos. Pode haver várias razões por que as esposas dos apóstolos os acompanhavam em suas viagens. Nas regiões orientais, não é adequado aos homens encontrar mulheres com o propósito de instruí-las na religião, mas as esposas dos apóstolos podiam facilmente fazer isso. Assim, seria benéfico para os apóstolos ter consigo a esposa para ajudá-los nas tarefas domésticas, bem como em tempos de enfermidade e perseguição. Paulo preferiu ficar solteiro (I Co 7:7), e de fato há casos em que um homem pode fazer mais sem ter que se preocupar com uma família. Mas, definitivamente, não existe base bíblica para a imposição do celibato ao ministério. CBASD, vol. 6, p. 799.
6 Direito de deixar de trabalhar. A forma da pergunta no grego sugere uma afirmação enfática de que Paulo e Barnabé tinham esse direito, de deixar de trabalhar para o sustento próprio se assim quisessem. Após a conversão, Paulo tinha apenas um desejo: testemunhar do evangelho e convencer pessoas a aceitar a Cristo como salvador. Ele estava alerta a fim de evitar qualquer coisa que pudesse impedir as pessoas de crer na mensagem. Os pagãos suspeitavam de estranhos; por isso, o apóstolo decidiu não lhes dar motivo para o acusarem de ir até eles como um mestre religioso a fim de obter sustento deles. CBASD, vol. 6, p. 800.
11 Coisas espirituais. O obreiro de Cristo transmite bênçãos de valor infinitamente superior ao apoio material que recebe. Ele proclama o evangelho, com todas as suas bênçãos e consolações. CBASD, vol. 6, p. 802. 12 Não usamos. Apesar de Paulo ter mais direito ao sustento material da igreja, ele não exigiu isso. Ao contrário, escolheu abrir mãos desse privilegio e trabalhar para se sustentar. Ele era cuidadoso a fim de não ser motivo de tropeço; para que ninguém o acusasse de ter ido a Corinto pregar o evangelho com o fim de obter lucros materiais. CBASD, vol. 6, p. 803.
14 Que vivam. Se todos os membros da igreja forem fiéis nos dízimos e nas ofertas, haverá suprimento abundante de recursos para levar adiante a obra do evangelho. Mais trabalhadores podem ser empregados e a vinda do Senhor será apressada. CBASD, vol. 6, p. 804.
15 Melhor me fora morrer. A declaração parece exagerada, até que se perceba que Paulo não busca a glória pessoal, mas a glória de Deus, como mostram os versículos seguintes. CBASD, vol. 6, p. 805.
19 Fiz-me escravo. Paulo estava disposto a trabalhar em favor do bem-estar dos outros, como o faz o escravo sem recompensa ou pagamento. Os ministros de Deus devem estar prontos a se adaptar e adaptar seus métodos ao modo de vida daqueles pelos quais trabalham. CBASD, vol. 6, p. 807.
22 Fraco. Aqueles cuja compreensão do evangelho era limitada e que podiam se ofender com coisas que eram perfeitamente legítimas. CBASD, vol. 6, p. 808.
24 Correi. Todos os que competiam nas corridas gregas se esforçavam ao máximo para ganhar o prêmio. Usavam toda habilidade e todo vigor adquiridos por meio de treinamento intensivo. Nenhum deles era indiferente, apático ou descuidado. A coroa da vida eterna é oferecida a todos, mas somente os que se sujeitam ao treinamento terão o prêmio. CBASD, vol. 6, p. 809.
25 Em tudo se domina. Do gr. egkrateuomai, “exercer autocontrole”. Para ter esperança de vitória, um atleta que competia devia ser capaz de controlar seus desejos e apetites. Mais que isso, devia ser capaz de fazer o corpo responder de imediato aos comandos da mente e derrotar a indolência natural e a relutância a se esforçar, que com frequência aflige o ser humano. Devia se abster de tudo que pudesse estimular, excitar e enfraquecer, como o vinho, uma vida desregrada e passional e as complacências exageradas. Devia ter autocontrole em tudo, não apenas no que é claramente prejudicial. Devia comer e beber com moderação e rejeitar por completo tudo que pudesse enfraquecer o corpo. CBASD, vol. 6, p. 809.
27 E o reduzo à escravidão. Literalmente, “levar à escravidão”, portanto, “tornar um servo de”. Paulo mostra assim seu firme propósito de obter vitória absoluta sobre todas as inclinações, paixões e tendências corruptas. Para ele não havia meio termo. Sabia que devia ser uma luta até o final, sem se importar com o sofrimento e a angústia da natureza terrena; o ma! que lutava contra suas aspirações espirituais devia morrer. CBASD, vol. 6, p. 811.
Compilação Tatiana Wernenburg
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