Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2018, 18:00
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I CORÍNTIOS 16 by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-16/

Paulo encerra esta carta tratando de alguns assuntos práticos. Ele exorta os coríntios a prepararem e recolherem seus donativos no primeiro dia da semana para ajudar os crentes menos afortunados de Jerusalém (v 1-2). Enquanto alguns detalhes não são exatamente claros, como a razão da arrecadação dos donativos para Jerusalém, Paulo indica que, como cristãos, temos a responsabilidade de atendermos as necessidades uns dos outros.

Paulo planejava visitar os cristãos de Corinto. O verso 8 indica, entretanto, que ele, primeiro, passaria algum tempo em Éfeso, que foi, provavelmente, o início de sua estadia de três anos naquela cidade portuária da Ásia (ver Atos 20:31). Atos 19 registra algumas das provações e tribulações que Paulo enfrentou  enquanto trabalhava em prol dos crentes em Éfeso.

O final desta carta, de tempos quando a comunicação era difícil, lembra, de certa forma, o final de uma mensagem de e-mail de hoje. Os versos finais da epístola (v 19-20) incluem saudações. Paulo tinha assistentes que escreviam em pergaminhos as cartas que ele ditava, mas ele considerou importante escrever a saudação pessoalmente, “de próprio punho” (v 21 NVI).

Resumindo sua epístola, no coração do último capítulo Paulo destaca o quanto ele se preocupava com os cristãos de Corinto: “Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes. Façam tudo com amor”(v 13-14). Não importa quais sejam as dificuldades, o amor de Deus é a essência da vida cristã.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1324
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/30
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados23-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Valesca Conty]:
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I CORÍNTIOS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 16 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 16 – O processo de crescimento espiritual deve ser tão real quanto o crescimento físico. Uma igreja problemática está cheia de crentes infantis. Falta-lhes maturidade.

· O livro que estamos considerando visa promover essa maturidade espiritual tão necessária também nos dias atuais como era para os crentes da época de Paulo.

Erwin W. Lutzer destacou que a “igreja de Corinto era formada de vários crentes que se haviam convertido do homossexualismo, adultério, alcoolismo e violência física. Eles viviam numa cultura muito parecida com a nossa, mas ainda mais decadente. Paulo queria lhes garantir que podiam ter um novo começo, uma nova vida em Cristo”.

Ser bebê espiritualmente é o início de um novo começo, o qual se dá com o novo nascimento, o batismo. Contudo, Deus quer que cresçamos e amadureçamos – como qualquer pai espera isso de um filho.

Mas, como Timothy R. Jennigs observou: “Somos chamados a ser cristãos maduros, a desenvolver a capacidade de discernir o certo do errado. Mas, com demasiada frequência, continuamos como bebês” espirituais.

A conversão precisa ser completa, inclusive do bolso e da conta bancária. Para ampliar a área de crescimento espiritual, Paulo, neste capítulo, orienta os corintos (e a nós) a doar dos bens que Deus concede, para auxiliar os necessitados físicos e espirituais (vs. 1-4):

  1. A oferta deve ter regularidade; cada semana/periódica;
  2. A responsabilidade é de cada um (individual);
  3. A doação precisa ser pautada pela proporcionalidade;
  4. O ato de ofertar deve ter intencionalidade;
  5. Os administradores das ofertas devem ser transparentes.

A varonilidade e a maturidade cristãs também devem ser vistas no profuso serviço ao próximo, onde o apoio mútuo e as visitas visam o desenvolvimento e a edificação de todos (vs. 5-24):

  1. A visita de Paulo, Timóteo e Apolo revela o interesse dos líderes pelos crentes;
  2. Os crentes precisam servir uns aos outros, e nisto consiste a dinâmica do crescimento/amadurecimento espiritual.
  3. O serviço fraternal e o relacionamento interpessoal evidenciam grande avanço no desenvolvimento espiritual de uma comunidade de pecadores alcançados pelo evangelho.

Finalmente, “uma última exortação formal à firmeza da fé e ao amor levou Paulo a concluir com sua saudação e bênção de costume” (David S. Dockery).

Assim, como crentes, precisamos crescer individual e coletivamente. Portanto, reavivamo-nos! – Heber Toth Armí.

O que você achou da primeira carta de Paulo aos Coríntios?



I CORÍNTIOS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de junho de 2018, 0:30
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“Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (v.14).

Paulo encerrou a primeira epístola aos coríntios com palavras brandas, mas expondo outra dificuldade daquela igreja: a caridade. A coleta “para os santos” (v.1) era uma oferta especial destinada para o auxílio dos irmãos necessitados e também daqueles que dedicavam a vida para pregar o evangelho. O apóstolo não pediu que eles separassem uma quantia específica ou que entregassem tudo o que tinham, mas que, “conforme a sua prosperidade” (v.2), fossem juntando as coletas. O sistema de dízimos e ofertas estabelecido por Deus em Sua Palavra é para nós privilégio e proteção. Privilégio por nos tornarmos cooperadores com Ele na obra de salvação. E proteção, no sentido de nos salvar do egoísmo e da avareza.

O desejo de Paulo em rever seus irmãos era grande, mas em nenhum momento ele permitia que sua vontade prevalecesse sobre a vontade de Deus. Como mordomo fiel das verdades eternas, procurava sempre agir com prudência diante da grande responsabilidade que lhe pesava. Reconhecia em seus companheiros de jornada homens e mulheres de Deus cujos propósitos eram os mesmos e por eles intercedia junto aos irmãos de que os reconhecessem de igual forma (v.18). Tendo o costume de citar nominalmente irmãos pelos quais nutria especial afeição, Paulo comunicava sua gratidão a todos que, de alguma forma, lhe foram um refrigério. Diante de sua árdua caminhada e sob a ameaça de “muitos adversários” (v.9), a importância de ter amigos com quem contar foi de suma importância para ele.

A obra de Deus, portanto, nos exige um serviço voluntário sempre voltado para o benefício do outro. Uma brasa separada das demais acaba se apagando. Ao encerrar as suas exortações engrandecendo o amor, Paulo o colocou como fundamento de todas as nossas ações. Seja a nossa motivação o amor, então ajudar ao próximo e ter um coração grato serão consequências inevitáveis. Deus espera que estejamos todos unidos pelo Seu amor, mas esta é uma obra que somente o Espírito Santo pode realizar, “porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5:5). Clamemos constantemente por este lavar regenerador do Espírito Santo em nossa vida! Oremos diariamente para que a boa obra que Ele começou em nós redunde em um coração transbordante do amor do Pai!

“Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (v.13). Que sejamos reconhecidos como aqueles que amam ao Senhor, e não o contrário. Que “a graça do Senhor Jesus seja convosco” (v.23). Faço minhas as palavras de Paulo: “O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus” (v.24).

“Maranata!” (v.22)

Feliz sábado, aqueles que amam a Deus!

Rosana Garcia Barros

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#PrimeiroDeus #1Coríntios16 #RPSP



I CORINTIOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2018, 0:20
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556 palavras

1 Como ordenei. Os crentes de Corinto deviam aceitar esse dever assim como tinham feito os gálatas. A obra de ajudar os pobres é dada à igreja em todas as épocas a fim de que seus membros desenvolvam simpatia e amor e revelem a outros o poder do evangelho de Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 896.

9 Uma porta […] se me abriu. Paulo se referia a oportunidades incomuns em Éfeso para a pregação do evangelho como o motivo pelo qual desejava permanecer ali por algum tempo em vez de seguir de vez para a Macedônia e Corinto. Éfeso era um centro importante de adoração pagã na província romana da Ásia. A deusa Diana (ou Ártemis) era a mais popular (At 19:24). Nessa cidade, quase completamente entregue a idolatria, superstição e vícios, Deus manifestou Seu poder por meio de Paulo para a conversão de pecadores e para confundir os adversários. CBASD, vol. 6, p. 897.

Adversários. Quando a oposição se levantou em Éfeso, Paulo não deixou a cidade, mas trabalhou ainda mais para o avanço do reino de Deus. A oposição pode em geral ser considerada como evidência de que Satanás está alarmado com a ameaça de seu domínio sobre os seres humanos e como indício de que o Espírito de Deus está operando. CBASD, vol. 6, p. 897.

10 Timóteo. Um dos conversos de Paulo e seu auxiliar na obra de Deus. Ele foi enviado à igreja de Corinto para ajudar os irmãos com seus problemas (I Co 4:17). Paulo buscou preparar o caminho para ele, solicitando a hospitalidade e cordialidade dos coríntiosem seu favor. CBASD, vol. 6, p. 897.

13 Portai-vos varonilmente. Do gr. andrizõ, “agir como homem”. Ser cristão requer coragem, intrepidez, perseverança e ânimo. Não há lugar para covardia, timidez ou medo. Apenas os que se colocam sem reservas sob a liderança do Salvador desenvolverão caráter nobre (Ef 6:10). CBASD, vol. 6, p. 898.

17 A vinda de. Os três mensageiros nomeados deviam ser de Corinto. Fortunato e Acaico não são mencionados em nenhuma outra passagem. É provável que os três homens fossem portadores da carta dos coríntios a Paulo (I Co 7:1), bem como da carta de Paulo a eles, conhecida como 1 Coríntios. CBASD, vol. 6, p. 899.

18 Refrigério. A presença e as palavras desses mensageiros de Corinto levaram encorajamento e consolo a Paulo. Tudo indica que informaram ao apóstolo sobre a igreja de Corinto, o que o ajudou a compreender a situação (Pv 15:30). CBASD, vol. 6, p. 899.

20 Osculo. Forma comum de saudação no Oriente. O beijo santo era uma prova da afeição cristã. CBASD, vol. 6, p. 899.

22 Anátema. Uma transliteração do gr. anathema, que significa “amaldiçoado” ou “devotado à destruição”. Aqueles que não acreditam nem amam o Senhor Jesus Cristo não podem ter a esperança da salvação. Pelo ato de rejeitar o único meio de salvação, escolhem a ruína eterna. CBASD, vol. 6, p. 899.

Maranata. Uma transliteração do gr. maran atha, que, por sua vez, é uma transliteração do aramaico maran ‘athah. Esse é o único texto da Bíblia em que ocorre a palavra. A expressão em aramaico pode ser traduzida como “nosso Senhor vem” ou “vem, nosso Senhor”. CBASD, vol. 6, p. 899.

24. Amor. Que bênção mais bela poderia seguir a repreensão dirigida àqueles que rejeitam o amor de Deus? Esta epístola, que lida de forma franca com determinados abusos na igreja, é encerrada com uma expressão de amor e de interesse pelo bem estar eterno dos destinatários. CBASD, vol. 6, p. 900.

by tatianawernenburg



I CORÍNTIOS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de junho de 2018, 0:01
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I CORÍNTIOS 15 by Jeferson Quimelli
22 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-15/

Os crentes de Corinto estavam preocupados a respeito da natureza da ressurreição dos mortos. “Como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?” (v 12 NVI). Em outras palavras, se Cristo não ressuscitara, então Sua morte não teria sentido. A mensagem sobre o estado dos mortos é clara: quando uma pessoa morre em Cristo ela adormece até o momento da ressurreição dos justos quando do retorno de Cristo.

Como missionário na Ásia, constatei que a morte é uma das áreas sobre a qual há maior divergência de pensamento. No funeral do jovem filho de dois colegas nas Filipinas, muitos jovens me perguntavam: “o que realmente acontece quando uma pessoa morre?” Muitas outras religiões, como budistas, hindus e até mesmo católicos romanos, retratam as almas dos entes queridos pairando em torno do corpo morto. No entanto, a mensagem da Bíblia é inequívoca: quando uma pessoa morre, ela dorme até que Jesus volte. Só Jesus tem o poder de trazer um morto novamente à vida. Qualquer outro ensinamento está equivocado à luz do ensino bíblico; a crença de que os espíritos pairam ao redor dos cadáveres procede do maligno.

Ao final, “o último inimigo a ser destruído é a morte”.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1323
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados22-06-2018.mp3
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I CORÍNTIOS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 15 – A ressurreição de Cristo decreta a extinção da morte e, promove esperança aos fieis do corpo de Cristo, Sua igreja. A doutrina da ressurreição pode ser desviada; consequentemente, Paulo escreve visando corrigir tais desvios tomados pelos coríntios.
 
O capítulo supracitado também é muito útil aos crentes do século XXI, pois Satanás continua investindo em seu ataque à verdade e, muitos de nós somos suas vítimas. Analisemo-lo:
 
1. A doutrina bíblica da ressurreição (vs. 1-19):
 
• Quando existem dúvidas quanto à ressurreição, precisa-se provar que a ressurreição de Cristo é a essência do evangelho.
• Se Cristo não ressuscitou, a esperança futura inexiste; então, a pregação do evangelho não tem razão de existir.
• A ressurreição de Cristo é o ponto de partida para erradicar dúvidas que possam surgir em uma comunidade de crentes imaturos.
 
2. A distinção da ressurreição dos crentes (vs. 20-34):
 
• A ressurreição de Jesus, mais que ser as primícias do primeiro dia da semana seguida pela Páscoa (Levítico 23:9-11), representa toda a colheita de ressurretos para Deus.
• A ressurreição de Cristo é a garantia que os crentes ressuscitarão para viverem a vida eterna.
• A doutrina da ressurreição promove a motivação no coração do crente para enfrentar, testemunhado, aos desafios deste mundo incrédulo, injusto e corrupto.
 
3. O que implica a ressurreição? (vs. 35-58)
 
• O corpo do ressurreto será o mesmo, com a diferença de que será transformado/restaurado.
• O corpo frágil e perecível será ressuscitado glorioso, poderoso e imperecível; sem deixar de ser físico, concreto e palpável; consequentemente, nos reconheceremos, e mataremos a saudade.
• Os mortos ressuscitarão transformados, e os vivos também o serão instantaneamente sem passar pela morte.
 
Em Corinto, alguns duvidavam da ressurreição. Outros batizavam pelos mortos. Hoje, muitos acreditam que os mortos vão diretamente ao Céu. Se vão para o Céu assim que morrem, a doutrina da ressurreição é vã, incoerente e ilógica.
 
Caso queiramos ser coerentes com Cristo e com a Bíblia, devemos rever conceitos e corrigir desvios teológicos. Do contrário, a esperança estará fora de foco.
 
Além disso, a reencarnação e o espiritualismo são aberrações que estão adentrando muitos círculos evangélicos. Devemos reorientar nossos conceitos conforme prescritos na Bíblia.
 
“Senhor, que minha forma de enxergar a ressurreição seja conforme Tu vês, para que minha esperança seja real” – Heber Toth Armí.