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ROMANOS 16 – Neste capítulo Paulo conclui sua carta aos romanos para ser lida na igreja. Aqui, “ele envia saudações aos amigos na igreja em Roma. O apóstolo terminou o conteúdo instrucional da epístola, e ele está terminando agora em sua forma habitual. Mesmo nessas saudações podemos aprender algo de valor para as nossas almas”, motiva-nos R. C. Sproul.
• Febe era uma serva da igreja, que ministrava e conduzia o culto. As mulheres são importantes nas questões eclesiásticas (vs. 1-2);
• Príscila e Áquila. Geralmente o nome do cônjuge de maior proeminência era escrito primeiro. Neste caso, a esposa tinha maior destaque que o marido na obra missionária. Contudo, a maior lição é que o casal deve trabalhar junto na pregação do evangelho, se necessário dar até a própria vida por esta causa (vs. 3-4);
• Após enviar saudações a vários cooperadores e líderes da igreja primitiva, o apóstolo Paulo pede que a saudação seja uma prática características da igreja cristã. Não se deve ser frio e indiferente diante das pessoas, mas calorosos e afetuosos com todos (vs. 5-16).
• Advertência: Cuidado com os briguentos e hereges na igreja, eles devem ser evitados. Paulo “adverte os cristãos de Roma a notar os desordeiros na igreja. Deve-se tomar cuidado com aqueles que semeiam a discórdia, principalmente aqueles que dividem o corpo de Cristo com falsas doutrinas” (Sproul) (ver vs. 17-18).
• O cristão precisa fazer mais que meramente obedecer, nível em que muitos ficam estagnados; é necessário ser sábio para o bem e simples para o mal (v. 19).
• A esperança deve ter base certa, na Bíblia. O plano da salvação ultrapassa a crença popular de livrar-se do inferno eterno. Ele aponta para a paz universal que virá de esmagar totalmente a Satanás para nunca mais existir o mal em lugar algum do Universo (v. 20; ver Gênesis 3:14-15).
• Em meio a mais saudações, é notório que Tércio é o redator desta carta de Paulo. Às vezes a Bíblia foi ditada por algum ser humano, mas sempre houve a inspiração do Espírito Santo (vs. 21-23).
• Uma bênção doxológica encerra uma das cartas mais necessárias à igreja em todos os tempos (vs. 24-27). Leia-a várias vezes e adore ao Deus que nos deu o evangelho e, reaviva-te!
Ore: “Senhor, salva-me, transforma-me!” – Heber Toth Armí.
Conte aqui o que mais você gostou da carta de Romanos:
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“Pois a vossa obediência é conhecida por todos; por isso, me alegro a vosso respeito; e quero que sejais sábios para o bem e símplices para o mal” (v.19).
O apóstolo termina a sua carta aos romanos fazendo recomendações e saudações de cunho pessoal. Nome por nome é citado e cada qual com sua peculiar observação. Paulo faz questão de externar o seu apreço através de palavras de motivação e reconhecimento. Expressões como “cooperadores em Cristo Jesus” (v.3), “notáveis entre os apóstolos” (v.7) e “dileto amigo no Senhor” (v.8), mostram o quanto Paulo apreciava bons relacionamentos e o quanto estas pessoas foram importantes em sua vida. De igual forma, ele termina as saudações com um conselho: “Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo” (v.16). Ou seja, tenham todos o mesmo sentimento de amor fraterno.
Em contrapartida, ele admoesta seus irmãos a terem muito cuidado com seu círculo de amizades. Paulo apela para que sejam atentos e se afastem daqueles “que provocam divisões e escândalos” (v.17), “porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos” (v.18). Notem que Paulo não se refere a pessoas desagradáveis e anti-sociais, mas que possuem língua adocicada e que gostam de conquistar por meio de elogios, enganando os mais ingênuos. A orientação do Senhor é para, “se possível, quanto depender de [nós]”, que tenhamos paz com todos (Rm 12:18). Contudo, não significa permitir que más companhias nos influenciem para o mal. Como escreveu o sábio Salomão: “Abomináveis para o Senhor são os perversos de coração, mas os que andam em integridade são o Seu prazer” (Pv 11:20).
Deus abomina toda e qualquer tentativa de causar dissensões entre irmãos (Pv 6:16 e 19). Partidarismo, “panelinhas” e confusões são instrumentos de Satanás para o retrocesso da obra de salvação. “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem” (v.17) com quem estão se relacionando e se suas amizades estão edificando a sua vida espiritual ou prejudicando o seu relacionamento pessoal com Deus. E mais uma vez, o apóstolo destaca a obediência como um padrão do povo de Deus: “Pois que a vossa obediência é conhecida por todos” (v.19). Isto é, vocês são reconhecidos como servos do Deus vivo, não permitam que más associações denigram a imagem dAquele a quem vocês servem.
Jesus, nosso supremo exemplo, misturava-Se com as multidões. Não rejeitava a ninguém e a ninguém tratava com desprezo. Mas a todos lançava o divino convite do amor. Da mesma forma, temos a responsabilidade, como “cooperadores em Cristo Jesus” (v.3), de lançarmos a boa semente do evangelho no coração de todos. Todavia, como Cristo, devemos ser influenciadores do bem e jamais influenciados para o mal. Mesmo dentre o professo povo de Deus, há o joio que cresce juntamente com o trigo. Deus não nos deu o direito de julgar e nem de definir quem seja joio ou trigo, mas nas palavras de Paulo nos orientou: “sejais sábios para o bem e símplices para o mal” (v.19).
Amados, “a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos, e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas” (v.25 e 26), nos foi dada como uma dádiva inestimável, a verdade presente “para a obediência por fé, entre todas as nações” (v.26). Percebem? Todos são convidados a experimentar a fé que gera obediência. Não foi algo dado para um povo ou uma nação em particular apenas, mas o privilégio inigualável de participar da vitória juntamente com Cristo, pois que “o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos [nossos] pés a Satanás” (v.20) e reinaremos com Cristo “pelos séculos dos séculos” (v.27).
Seja você motivo de regozijo entre os irmãos e que o Espírito Santo o conserve sábio para o bem e prudente para se desviar do mal. “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos [nós]. Amém!” (v.24).
Bom dia, cooperadores em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
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#PrimeiroDeus #Romanos16 #RPSP
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1 Febe. Nada se sabe sobre ela, além do que é dito aqui. Ela pode ter sido a portadora da epístola de Paulo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 715.
Servindo. Do gr. diakonos, “diaconisa”, a única ocorrência da palavra no NT, no feminino. O uso desse termo sugere que o cargo de “diaconisa” já devia estar estabelecido na igreja cristã primitiva. Pelo menos, Febe era, em algum sentido, uma serva ou ministra da congregação de Cencreia. CBASD, vol. 6, p. 715.
Cencreia. Porto oriental de Corinto, localizado a cerca de sete quilômetros da cidade. CBASD, vol. 6, p. 715.
2 Ajudeis. Do gr. paristemi, literalmente, “estar ao lado”. Tanto esta palavra como aquela traduzida como “questão” (pragma) são termos usados em processos judiciais. É possível que Febe tivesse assuntos jurídicos em Roma, e que os membros da igreja de lá pudessem ser de alguma ajuda para ela. Como alguém que havia “hospedado a muitos”, é evidente que ela não precisa de assistência devido a pobreza. CBASD, vol. 6, p. 715.
5 Na casa deles. Os primeiros cristãos, não tendo igrejas, dependiam, para locais de reunião, da hospitalidade dos irmãos que punham suas casas á disposição. Os crentes de Roma podem ter tido vários desses pontos de encontro. CBASD, vol. 6, p. 716.
16 Ósculo Santo. Modo habitual de saudação no oriente (1 Co 16:20). CBASD, vol. 6, p. 717.
17 Noteis. Paulo interrompe as saudações para advertir os crentes romanos contra falsos mestres que poderiam perturbar sua harmonia e destruir sua fé. O apóstolo havia experimentado os resultados negativos dessas influências na Galácia e em Corinto. CBASD, vol. 6, p. 717.
Afastai-vos deles. Comparar com 2Ts 3:14. CBASD, vol. 6, p. 717.
18 Seu próprio ventre. Seus motivos são vis e seus objetivos são egoístas (Fp 3:17-19). CBASD, vol. 6, p. 717.
19 Sábios. Comparar com o conselho de Jesus para ser “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16). CBASD, vol. 6, p. 717.
20 Esmagará. Paulo aguarda com expectativa a vitória final predita em Gênesis 3:15, que não está longe. Esse triunfo sobre as forças do mal é retomado em cada vitória vivida pelos cristãos sobre a tentação e o engano. Paulo pensava na vitória que esperava que os crentes romanos desfrutassem ao “evitar” os falsos mestres que tentariam dividi-los e confundi-los. CBASD, vol. 6, p. 718.
25 Segundo o meu evangelho. O evangelho de Paulo era a mensagem de salvação que lhe fora confiada. CBASD, vol. 6, p. 718.
26 Das Escrituras. Foi por meio destas que o mistério de Deus foi “dado a conhecer a todas as nações”. O plano divino de salvar a humanidade, pela fé em Jesus Cristo, foi previsto no AT e está em plena conformidade com seus ensinamentos. CBASD, vol. 6, p. 718.
27 Ao Deus único. A sabedoria de Deus foi especialmente exibida no plano que então fora revelado e que se tornara objeto desta epístola. CBASD, vol. 6, p. 718.
Compilação: Tatiana W
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-15/
Este capítulo dá continuidade aos pensamentos do capítulo anterior. Aqueles que são fortes devem “suportar as fraquezas dos fracos”, em vez de agradar a si mesmos. Devemos procurar edificar nossos irmãos e irmãs e não fazer nada que possa confundir a sua fé. Isto trará glória ao Pai e a Jesus Cristo (vs. 3-7).
Paulo cita Isaías 11:10,11 para mostrar que a raiz de Jessé brotaria para reinar sobre o remanescente, preparando-o para a vinda do Senhor (vs. 9-12). O remanescente em nossos dias é o movimento que prega a Segunda Vinda de Jesus e tem o Sábado como a bandeira de lealdade a Deus. Obviamente a maioria dos cristãos da atualidade são predominantemente Gentios, e somos como uma raiz com a verdade a fim de conduzir outras pessoas no preparo para o céu.
Paulo explica também que planeja estar com os crentes em Roma em seu caminho para a Espanha.
Infelizmente, Paulo acabaria sendo preso em Jerusalém antes desta viagem planejada, o que acabaria por levá-lo a Roma, porém não como um homem livre, mas como um prisioneiro. A epístola que Paulo escreveu a Roma permanecerá até o fim do tempo preparando os crentes para receber a justiça de Cristo.
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1307
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados06-06-2018.mp3
Textos da semana do projeto Crede em Seus Profetas
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ROMANOS 15 – O amor é a essência do cristianismo, cerne da vida satisfatória. “O princípio do egoísmo trava uma guerra com o princípio do amor. Busca interesseira, autopromoção e exaltação própria opõem-se aos métodos divinos do amor e da liberdade”, explica Timothy R. Jennings.
Como “Deus criou a humanidade para ser o repositório de Sua lei viva do amor”, quando o poder do evangelho erradicar o egoísmo, o amor regerá a conduta do cristão verdadeiramente convertido. “Os seres humanos não possuem naturalmente o verdadeiro amor, que é bem diferente dos nossos desejos naturais egoístas, de nossa herança genética, do egocentrismo e do id. O amor genuíno é o princípio que diz respeito ao interesse da outra pessoa, o princípio do dar – da benevolência, independente de como a pessoa se sinta de fato… O amor não é um sentimento, mas uma ação, a despeito dos sentimentos” (Jennings).
Paulo revela o princípio que rege o comportamento das pessoas que rendem a Cristo sua vida inteira. No capítulo em pauta, temos os seguintes pontos:
• Mesmo que o cristão seja forte, não deve ser intolerante com fracos e frágeis na fé (vs. 1-3). Nestes versos “Paulo apresenta a chave para deixar o egoísmo” e “dá a razão mais importante que pode existir para um cristão… Cristo levou sobre si o peso do pecado cometido por Seus inimigos. Agradou somente aos outros, a todos. Podemos nós, os cristãos, pensar em seguir conduta diferente? Não, certamente” (Mario Veloso).
• A esperança também faz parte da experiência de vida cristã, assim como o amor. “A pessoa que faz o que agrada aos outros é alguém que olha para o futuro com esperança. Uma esperança que comove e dirige todas as suas emoções”. Nos versos 4-6 encontramos “a fórmula que produz as emoções necessárias para a integração e a reciprocidade cristãs: Paciência, consolação, esperança. Quando brotam do coração, as ações externas serão todas simpáticas e favoráveis ao próximo” diz Veloso.
• A conversão a Cristo faz do cristão um reflexo do amoroso caráter divino, vive motivado pela esperança e planeja sempre com altruísmo (vs. 7-33).
O Espírito Santo ama (v. 30); portanto, todo aquele que estiver cheio desse Espírito terá o espírito do amor regendo todas as suas atitudes sem deixar dos absolutos princípios bíblicos.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (v.13).
Fica claro no livro de Romanos a preocupação de Paulo quanto ao quesito relacionamento. Tanto dos crentes com Deus, quanto uns com os outros. Uma igreja desunida e apática certamente não era uma opção, nem tampouco uma igreja egoísta e incrédula. Paulo exortou seus irmãos a viverem o altruísmo conforme o modelo deixado por Cristo. “Porque também Cristo não Se agradou a Si mesmo” (v.3). E apontando para as Escrituras, assinalou a sua finalidade: “para o nosso ensino foi escrito” (v.4).
A forma como lidamos uns com os outros define quem de fato nós somos. Quem possui um coração mal intencionado geralmente não revela sua malícia a todos, mas somente àqueles que deseja atingir. Mas aquele que é guiado pelo Espírito Santo glorifica o nome de Deus diante de todos, ainda que nem todos queiram reconhecer. Somos convocados para fazer parte de um só povo “que concordemente e a uma voz” glorifique “ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.6). E para tanto, precisamos ter o mesmo sentimento “de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” (v.5).
O Espírito Santo é constantemente mencionado e destacados alguns de Seus atributos: poder (v.13 e 19), santidade (v.16) e amor (v.30). Poder para “o sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus” (v.16). Santidade para que nossa vida glorifique a Deus “por palavra e por obras” (v.18). Amor “a serviço dos santos” (v.25) e “para conduzir os gentios à obediência” (v.18). A companhia do Espírito de Deus é viver constantemente “na plenitude da bênção de Cristo” (v.29). É travar a mais árdua batalha espiritual até que do alto recebamos a tão sonhada chuva serôdia. O Espírito Santo na vida promove a troca do egoísmo pelo altruísmo e do ressentimento pela simpatia.
Paulo pediu que seus irmãos lutassem com ele em oração a seu favor (v.30). Sua peregrinação certamente enfrentaria algumas dificuldades, mas que não o impediriam de avançar conforme o Espírito Santo o guiasse. E resoluto em ajudar seus irmãos pobres que viviam em Jerusalém (v.26), continuou sua viagem blindado de “valores espirituais” (v.27) a fim de que logo pudesse ver os frutos do “evangelho de Cristo” (v.19). “Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação” (v.2). Sigamos o exemplo de Paulo e “no poder do Espírito Santo” (v.13), sejamos transformados conforme o caráter de Cristo “para a glória de Deus” (v.7) e para que estejamos “possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para [nos admoestarmos] uns aos outros” (v.14).
“E o Deus da paz seja com todos [nós]. Amém!” (v.33).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Romanos15 #RPSP
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1 Nós, que somos fortes. A palavra traduzida como “fortes” significa “poder” ou “poderoso”, e descreve os espiritualmente amadurecidos. Esses crentes estão firmes e devem ajudar os outros a ficar firmes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 708.
2 Para edificação. Ou seja, para beneficiar o próximo e ajuda-lo em seu crescimento espiritual. Paulo não quer dizer que os mais experientes devem agradar os débeis por concordar com suas opiniões e práticas, nem condescender com o que eles acham que seja bom. CBASD, vol. 6, p. 708.
3 Não Se agradou a Si mesmo. Paulo ilustra e reforça o dever de sacrificar o próprio prazer para o bem dos irmãos, referindo-se ao exemplo supremo de amor abnegado. CBASD, vol. 6, p. 708.
4 Foi escrito para o nosso ensino. Paulo enfatizou a natureza permanente do AT. Mesmo com a revelação maior em Cristo, o NT, então em processo de produção, o AT mantém seu lugar como fonte segura da moral e da fé. CBASD, vol. 6, p. 708.
8 Da circuncisão. O propósito de Paulo em Romanos 15:7 a 12, é enfatizar a universalidade da graça de Deus em Cristo, como demonstrado em relação aos judeus e gentios. Cristo Se dispôs a submeter-Se a tudo que fosse necessário a fim de resgatar as criaturas caídas, onde estivessem. CBASD, vol. 6, p. 709.
9 Como está escrito. Citação do Salmo 18:49. Os v. 9 a 12 mostram que, desde o princípio, o plano salvífico de Deus incluía judeus e gentios. CBASD, vol. 6, p. 710.
14 Aptos para vos admoestardes. Ou, “qualificados também para exortar”, “competentes também para aconselhar”. CBASD, vol. 6, p. 710.
16 Espirito Santo. Somente as ofertas santificadas pelo Espirito Santo são aceitáveis a Deus. CBASD, vol. 6, p. 711.
20 Anunciado. Paulo evitava pregar em lugares em que as pessoas já tivessem sido ensinadas a crer em Cristo e invocar Seu nome em confissão publica e adoração. CBASD, vol. 6, p. 712.
21 Como esta escrito. Citação de Isaías 52:15. Paulo defende sua prática de pregar onde o nome de Cristo era desconhecido, observando que o procedimento cumpria as profecias do AT. CBASD, vol. 6, p. 712.
25 Estou de partida para Jerusalém. Apesar de seu desejo de ver os crentes de Roma, Paulo sentia ser seu dever primeiramente ir na direção oposta, a fim de levar assistência aos membros mais pobres de Jerusalém. CBASD, vol. 6, p. 713.
30 Luteis juntamente. O termo implica esforço extenuante; aqui, indica seriedade na oração. Mesmo sendo cheio dos dons de um apóstolo, Paulo ainda precisava e pedia as orações de outros crentes. CBASD, vol. 6, p. 713.
31 Seja bem aceito. Paulo havia, sem dúvida, ofendido os judaizantes na igreja de Jerusalém por causa da atitude deles em relação ao ritual judaico e á questão da admissão dos gentios. Por isso, eles poderiam achar que era impossível aceitar cordialmente uma oferta daqueles que por tanto tempo eles estavam acostumados a desprezar. CBASD, vol. 6, p. 714.
33 O Deus da paz. A bênção da paz mencionada na abertura da carta ocorre novamente perto do fim. CBASD, vol. 6, p. 714.
Compilação: Tatiana W