Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2018, 0:20
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1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na “sabedoria”, isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737. 
2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.
4 Demonstração. Do gr. apodeixis, “prova segura”, “evidência”. A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou “demonstração”, do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.
5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.
7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.
9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: “As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam.” Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.
12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado
desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.
14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.
15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.


I CORÍNTIOS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
9 de junho de 2018, 0:16
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I CORÍNTIOS by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2018, 12:00
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I CORÍNTIOS 1 by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-1/

Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.

O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados “irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv. 7, 8).

Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. “Acaso Cristo está dividido?”, perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).

A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (NVI).

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1309
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/15/i-corintios/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados08-06-2018.mp3
Canais dos vídeocomentários Pr Ronaldo de Oliveira e Pr Adolfo Suarez

Ouça online:



I CORÍNTIOS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 1 – Onde existem pessoas juntas podem surgir problemas de relacionamentos. Numa comunidade de crentes são perceptíveis brigas, conflitos, desentendimentos; contudo, o verdadeiro evangelho visa impedir isso com seu poder transformador do caráter perverso do pecador.

Temos, neste capítulo, após uma saudação apostólica de Paulo aos crentes de Corinto (vs. 1-3), os seguintes pontos delineados por David Lipscomb, que precisamos considerar com seriedade:

1. Ações de graças por causa das vantagens espirituais dos crentes de Corinto (vs. 4-9);
2. Exortação à unidade e repreensão ao espírito faccioso (vs. 10-17);
3. A doutrina da cruz e a forma de apresentar tal doutrina em contraste com as tendências facciosas (vs. 18-31).

Deus não é um Ser que aprecia confusão. A guerra que se iniciou no céu (Apocalipse 12:7-9) não foi provocada por Ele, mas por Satanás. Essa guerra extinguiu-se no Céu porque seu causador foi expulso para a Terra; consequentemente, um grande conflito é perceptível em nosso planeta.

Quem gosta de brigas, não reflete o caráter de Cristo; pelo contrário, imita o mau comportamento do diabo. O orgulho e o egoísmo são características contrastantes ao efeito da presença de Cristo na vida do discípulo (Mateus 11:28-29).

Robert Traill diz o seguinte do versículo 30: Precisamos ir além da teoria, pois a…

• …sabedoria fora de Cristo não passa de loucura incriminatória;
• …justiça fora de Cristo não passa de culpa e condenação;
• …santificação fora de Cristo não passa de imundícia e pecado;
• …redenção fora de Cristo não passa de cativeiro e servidão.

Por isso, a vida sem Jesus é amarga, pautada pelo sofrimento, brigas, contendas e facções.

Quando aceitamos a cruz de Cristo e permitimos que o Espírito Santo crave nosso EU nela e, em seu lugar deixamos Jesus ser nossa sabedoria, justiça, santificação e redenção, então seremos bem diferentes do que éramos.

A vanglória será substituída por dar glórias a Deus. O egoísmo pelo altruísmo. A desobediência pela obediência. A independência pela dependência de Deus. O orgulho pela humildade. A ambição pela submissão. Assim desfrutaremos da essência de uma vida de qualidade, que promove e experimenta a paz divina.

Até mesmo igrejas nominalmente cristãs podem estar sem Jesus e era terrível a situação da igreja de Corinto.

• E tua igreja, como está?
• E você?

Reflita! Precisamos reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2018, 0:30
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“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (v.18).

Iniciamos hoje o estudo das maiores epístolas de Paulo. Veremos que a preocupação do apóstolo era razoável, posto haver uma maior necessidade dessa igreja em receber advertências e orientações. Segundo registros históricos, Corinto era uma das principais cidades da Grécia não somente por seu potencial no comércio, mas também pela imoralidade e idolatria. Era um centro de prostituição e de templos pagãos. Mas ali também era o lar de um grupo de cristãos que corria o risco de contaminar-se com tais abominações.

As primeiras saudações de Paulo já revelam o que se espera daqueles que professam amar a Deus: “santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos” (v.2). Na própria saudação inicial, ele já deixou bem claro o motivo pelo qual a “igreja de Deus” (v.2) que estava em Corinto foi chamada: para ser santa. Santidade nada mais é do que ser separado para um propósito específico. Propósito este que precisava estar bem firme na mente de cada um dos irmãos coríntios, para que fossem “inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer” (v.10).

Diante das notícias a respeito desta tão amada igreja, o Espírito Santo moveu o coração de Paulo a dirigir-lhe uma palavra de exortação. E o primeiro problema posto em destaque foi a ‘disputa partidária’ entre ministérios, em que cada um dizia: “Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo” (v.12). Cada grupo apoiava apenas os que lhe eram favoráveis e desmerecia os demais que não comungassem de suas convicções, o que estava causando divisões e acaloradas contendas. Fica claro que os “da casa de Cloe” (v.11) não tinham o objetivo de levar informações, mas de buscar soluções. A igreja estava sofrendo e algo precisava ser feito.

O primeiro questionamento que Paulo faz aos coríntios já derruba toda e qualquer tentativa de dividir o corpo de Cristo: “Acaso, Cristo está dividido?” (v.13). Quando somos colocados em nosso devido lugar de meros instrumentos, o resultado é uma igreja que entende o objetivo pelo qual foi chamada. Israel era composta por doze tribos. Não por uma ou duas, mas doze. Foi quando surgiu divergência entre as tribos, que houve a separação entre Reino do Norte e Reino do Sul, uma das maiores tragédias ocorridas no meio do povo de Deus. Este nunca foi e nunca será o plano do Senhor para a Sua igreja. Mas quando o homem coloca a sua própria sabedoria acima da sabedoria divina, o resultado sempre é uma louca tragédia.

Diante de uma igreja desunida, Paulo enfrentou o grande desafio de novamente uni-la pela “palavra da cruz” (v.18). E mesmo que seja “loucura para os que se perdem” (v.18), os salvos são chamados para pregar “a Cristo crucificado” (v.23), pregar “a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus” (v.24). Esta deve ser a mensagem a trasbordar de nossos lábios e de nossos corações! Independente da procedência de nossa conversão, independente de por quem fomos doutrinados ou batizados, diante de Deus, devemos nos colocar na mesma disposição de servos de Cristo. Porque o Espírito Santo não escolhe orgulhosos e soberbos para tomarem a frente na obra de salvação, e sim “as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus” (v.28 e 29).

Portanto, “aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (v.31), para ser encontrado irrepreensível “no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.8.). A Ele seja toda a honra e toda a glória, desde agora e para sempre! Amém!

Bom dia, igreja de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios1 #RPSP



I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2018, 0:20
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3106 palavras

1 Vontade de Deus. Paulo … sabia que não havia sido apontado para o ministério por homem, mas por Deus (ver Gl 1:1). Todo verdadeiro ministro do evangelho de Jesus Cristo deveria ter a mesma convicção a respeito de seu chamado, e, como Paulo, crer que um “ai” cairá sobre ele se assumir outra tarefa (ver 1Co 9:16). CBASD, vol. 6, p. 727

Apóstolo. O direito de Paulo ao apostolado foi questionado em Corinto. Nesta passagem e mais adiante na epístola, ele afirma e defende sem temor esse direito (ver 1Co 9). CBASD, vol. 6, p. 727.

2 Em Cristo Jesus. Apenas é considerado santo quem busca e encontra refúgio em Jesus e está coberto pela justiça do Salvador. CBASD, vol. 6, p. 728.

Em todo lugar. É possível também que Paulo estivesse usando uma frase comum em saudações da época. Inscrições encontradas em sinagogas continham a seguinte saudação: “Que haja paz neste lugar e em todo Israel” (ver lans Lietzmann, Handbuch zum Neuen Testament, com. de 1Co 1:2). A epístola não e destinava apenas a eles, mas continha insruções a todos e foi preservada no cânon agrado para nossa instrução e edificação ver 2Tm 3:16). CBASD, vol. 6, p. 727

3 Graça. Do gr. charis, palavra que ocorre cerca de 150 vezes no NT, sendo traduzida como “graça” 123 vezes. Nos demais casos, traduzida como “favor”, “alegria”, “recompensa”, “dádivas”, “gratidão” e “benefício”. Todas essas palavras, juntas não podem expressar a glória, alegria, felicidade e gratidão despertadas na mente de quem tem um vislumbre da revelação dos atributos de Deus manifestados ao ser humano por meio de Jesus Cristo. Todos esses se resumem em uma palavra: charis. … A igreja cristã apostólica adotou a expressão e aplicou a conotação de natureza gentil, afetuosa, agradável e de disposição bondosa à atitude dos cristãos uns para com os outros. De forma mais particular, o termo foi usado para expressar “a conduta de Deus para com o ser humano pecador conforme revelada em e por meio de Cristo, especialmente como um ato de favor espontâneo” (Hermann Cremer, Biblico-Theological Lexicon [1886], p. 574). Esse favor de Deus de forma alguma depende da condição humana. Isto é, nem seus esforços para obter a graça por meio de obras de justiça nem o fracasso em alcançá-la afetam a manifestação do favor de Deus. Portanto, cabe ao ser humano aceitar a graça, se assim o desejar. Seu nível de pecaminosidade não influi na disposição divina de conceder graça por meio de Jesus (ver com. de Rm 1:7). CBASD, vol. 6, p. 728

Paz. Do gr. eirene, palavra da qual deriva o nome “Irene“. Conforme empregado no NT, eirene significa a completa ausência de tudo que perturba ou interrompe a obra plena do Espírito Santo na vida de uma pessoa, por meio do qual esta entra em perfeita harmonia com o Criador. CBASD, vol. 6, p. 728.

4 Dou Graças a [meu] Deus. Antes de tratar dos problemas que afetavam a igreja, Paulo elogia o que os crentes de Corinto alcançaram em sua experiência espiritual: O elogio à fidelidade e obediência antecede a repreensão ou advertência. Isso está bem exemplificado nas mensagens às sete igrejas (Ap 2:2-4, 13, 14, 19, 20). Deus encoraja a igreja ao mencionar o que está bem e, com isso, prepara o caminho para as advertências e repreensões necessárias, que; se levadas em consideração, como no caso da igreja de Corinto, resultarão em crescimento espiritual e bênçãos. CBASD, vol. 6, p. 729

Graça. Do gr. charis (ver com. do v. 3). Nesta passagem, os dons da graça, os charismata (1Co 12:4), são enfatizados (ver 1:5-7). CBASD, vol. 6, p. 729.

5 Em tudo. Deus tinha abençoado grandemente os crentes de Corinto. Ele os tinha resgatado do ambiente corrupto em que viviam, levantando-os das profundezas do vício e do pecado, conferindo a eles dons espirituais em abundância de modo que não lhes faltava “nenhum dom” (v. 7). Dessa forma, fez-se abundante provisão, além das necessidades, para que a igreja não tivesse motivo para reincidências e apostasia (comparar com 2Co 9:11). CBASD, vol. 6, p. 729.

Conhecimento. Do gr. gnosis, do qual derivam as palavras “gnóstico” e “agnóstico” (sobre esse dom, ver com. de 1Co 12:8). O conhecimento é um fundamento essencial para a fé. Os fatos básicos relativos à existência de Deus e ao plano da salvação devem ser entendidos por aqueles que desejam se tornar cristãos. Era necessário haver na igreja quem pudesse transmitir tal conhecimento. Paulo dizia ter esse dom (2Co 11:6). Em Corinto, alguns haviam pervertido o dom (1Co 8). CBASD, vol. 6, p. 729.

6 Assim como. Esta expressão parece indicar que o conhecimento do plano da salvação por meio de Jesus Cristo foi esclarecido e estabelecido pela obra poderosa do ‘Espírito Santo na igreja de Corinto. CBASD, vol. 6, p. 729.

De Cristo. Ou, “sobre Cristo”. O resultado do derramamento abundante do Espírito Santo sobre os crentes coríntios foi a confirmação de sua fé no evangelho, da convicção e aceitação da verdade do amor de Deus e do sacrifício de Jesus. O testemunho dos apóstolos a respeito de Cristo não foi apenas crido e aceito, mas, por meio do poder do Espírito de Deus, a igreja recebeu os dons do Espírito (ver v. 7; esses ‘ dons’ são alistados em I Co 12:1, 4-10, 28; Ef 4: 8 , 11-13) . Declara-se que o propósito dos dons do Espírito é o desenvolvimento da igreja até que alcance unidade e perfeição em Jesus (Ef 4:12-15). CBASD, vol. 6, p. 729.

7 Nenhum dom. “A manifestação do Espírito” foi “concedida a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co 12:7). Os dons eram abundantes na igreja de Corinto, e cada crente recebeu algum deles. CBASD, vol. 6, p. 729.

Revelação. ‘Do gr. apokalupsis, literalmente “descobrimento”, “revelação”, “descobrir o que está oculto”. Esta é a palavra usada para descrever a vinda de Jesus (2Ts 1:7; 1Pe 1:7, 13; 4:13). Cristo, que estava oculto aos olhos físicos, será revelado de nodo que todo olho O verá (Ap 1:7). … A segunda vinda de Jesus era a expectativa e esperança da igreja do primeiro século, e ainda é a ‘bendita esperança” de todo verdadeiro discípulo (Tt 2:13). Os cristãos de Corinto, firmados na fé de Jesus pelos diversos dons do espírito, esperavam ansiosamente a manifestação do Salvador em Sua segunda vinda. CBASD, vol. 6, p. 730.

8 O qual confirmará até ao fim. Comparar com Fp 1:10; 1Ts 5.23; Jd 24. Não se deve considerar que essa declaração signifique ser impossível sair da graça. Outras passagens revelam que isso possível (ver, por exemplo, Hb 6:4-6). Os crentes serão confirmados até ao fim somente se permanecerem fiéis (Mt 24:13; ver com. de Jo 10:28). CBASD, vol. 6, p. 730.

Irrepreensíveis. Os cristãos têm a certeza de que Cristo os manterá firmes em meio às provas e tentações e que os guardará no caminho da santidade por toda a vida, de nodo que na vinda de Cristo serão encontrados irrepreensíveis. Isto não é uma promessa de que serão perfeitos, no sentido de serem isentos de pecar, pois “todos pecaram” e carecem da glória de Deus” (Rm 3:23). Jesus os capacitará a viverem de forma vitoriosa ao se submeterem a Ele constantemente. Em Sua vinda, serão achados irrepreensíveis porque estão cobertos por Sua justiça. “Irrepreensíveis” é diferente de “perfeitos”. “Irrepreensíveis” são aqueles que não podem ser culpados de nenhum crime, que se colocam perante o Juiz supremo, e contra quem não há base para acusação. … A dependência absoluta de Deus é a base para a declaração do Paulo de que os crentes serão preservados irrepreensíveis até ao fim. CBASD, vol. 6, p. 730.

9 Fiel é Deus. Comparar com 1Co 10:13; 1Ts 5:24; 2Ts 3:3. … As promessas do Deus, assim como Seu caráter, são imutáveis. Essa é uma fonte de constante conforto para o cristão que vive num mundo cada vez mais instável. CBASD, vol. 6, p. 730.

Comunhão. Do gr. koinonia (ver com. de At 2:42; Rm 15:26). CBASD, vol. 6, p. 730.

10 Rogo-vos. Este versículo marca a transição da ação de graças e elogio para a repreensão. Após uma breve introdução, Paulo passa diretamente a abordar os problemas que demandavam sua atenção (ver com. de Mt 5:4). CBASD, vol. 6, p. 730

Irmãos. Uma forma comum de Paulo se dirigir aos leitores de suas epístolas. Neste caso, o termo carinhoso é talvez usado com o fim de amenizar a severidade da repreensão que Paulo está prestes a fazer. O termo também implica unidade, algo em falta entre os crentes coríntios. CBASD, vol. 6, p. 730.

Faleis todos a mesma coisa. Esta frase traduz uma expressão encontrada no grego clássico que significa “estar de acordo”. O emprego desta expressão mostra que Paulo estava familiarizado com as obras clássicas gregas (ver com. de At 17:28). CBASD, vol. 6, p. 731

11 fui informado, pelos da casa de Cloe. O nome significa “imaturo” ou talvez “loiro”. O nome era comum entre escravos libertos, fato que sugere que Cloe deve ter sido uma escrava liberta. Sem dúvida, a família vivia em Corinto, de onde levaram a Paulo informações de primeira mão sobre as dissensões na igreja (ver AA, 300). CBASD, vol. 6, p. 731.

12 De Paulo. Primeiramente, o apóstolo menciona o partido que afirmava ser de seus seguidores. Ele não demonstra favor a nenhum deles, muito menos a seu próprio. Todos são condenados. O espírito de dissensão de qualquer forma é errado. Comparar um líder espiritual a outro é contrário ao espírito de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 731

Apolo. Judeu alexandrino, seguidor dos ensinos de João Batista e homem “eloquente e poderoso nas Escrituras” (At 18:24, 25). CBASD, vol. 6, p. 731. Sua personalidade, modo de trabalhar e o tipo de mensagem que transmitia apelavam a uma j determinada classe que começou a mostrar ‘ preferência por ele. … Entre Paulo e Apolo havia perfeita harmonia (ver v. 5-10). Quando surgiram dissensões, Apolo deixou Corinto e voltou para Éfeso. Paulo o instou a retornar a Corinto, mas Apolo se recusou. CBASD, vol. 6, p. 731.

Cefas. Os que pertenciam a esse partido criam que havia mérito especial em estar unido a um dos doze apóstolos. Pedro tinha estado associado intimamente a Jesus e era um dos líderes dos doze apóstolos. Acreditavam que isso o colocava acima de Paulo ou Apolo. CBASD, vol. 6, p. 732.

De Cristo. Os que pertenciam a esse partido se recusavam a seguir um líder humano. Eram independentes nas suas atitudes e afirmavam receber instruções diretas de Cristo (ver AA, 278, 279). CBASD, vol. 6, p. 732.

14 A nenhum de vós batizei. Os conversos de Paulo eram batizados por seus colaboradores, talvez para evitar que atribuíssem santidade especial ao rito quando realizado por certos indivíduos. O rito em si, ou o fato de ser realizado por determinado indivíduo, não confere nenhum significado especial ao batismo. A exemplo de Paulo, “Jesus mesmo não batizava, e sim os Seus discípulos” (Jo 4:2). CBASD, vol. 6, p. 732.

15 Fostes batizados. Ao que parece, era comum em Corinto a crença de que havia uma relação especial entre quem batizava e o batizado. CBASD, vol. 6, p. 732.

17 Para batizar. Paulo esperava que apenas Cristo fosse exaltado, e que homens e mulheres fossem ganhos para Ele. Por isso, ele deixou claro que batizar não era seu trabalho principal, mas sim persuadir pessoas a se renderem ao Salvador. Não era sua intenção insinuar que não batizaria ninguém, mas que soubessem que ele não se gloriava com um grande número de batismos. … Isso mostra que Paulo estava ciente do perigo de que os batizados pelos apóstolos pensassem ser superiores a outros conversos que não tiveram essa oportunidade. Assim se iniciaria uma luta de partidos na igreja, o que de fato estava ocorrendo. Ele declara que sua obra era proclamar as boas-novas da salvação e chamar todos ao arrependimento e à fé em Jesus. Esse é o principal objetivo dos ministros do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 732.

Sabedoria de palavra. Os gregos estimavam os métodos sutis e polidos que usavam em seus debates e a refinada eloquência de seus oradores. Paulo não buscou imitar o estilo complicado e filosófico da retórica deles. O êxito do evangelho não depende dessas coisas, e o apóstolo não as tinha exibido na sua pregação. Seu ensino e modo de falar não inspirava louvor dos sofisticados gregos. Eles não consideravam sábia sua pregação. O apóstolo anelava que a glória da cruz de Cristo não fosse obscurecida por filosofia humana e oratória elegante, exaltando-se assim o homem em lugar de Deus. O êxito da pregação da cruz não depende do poder do raciocínio humano nem do encanto de uma argumentação refinada, mas do impacto de sua verdade simples apoiada no poder do Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 732, 733.

18 Palavra. Do gr. logos. CBASD, vol. 6, p. 733

Da cruz. Isto é, sobre a cruz. A “palavra da cruz” é a mensagem da salvação por meio da fé no Senhor crucificado. Tal mensagem parecia o cúmulo da loucura para os gregos amantes da filosofia e para os judeus inclinados ao ritualismo. CBASD, vol. 6, p. 733.

Os que se perdem. Eles estão no caminho da perdição, pois a única coisa que tem poder para salvá-los, isto é, a palavra da cruz, parece-lhes loucura. CBASD, vol. 6, p. 733 ,

Somos salvos. Literalmente “estão sendo salvos”. Paulo descreve a salvação como um ato presente. CBASD, vol. 6, p. 733

Poder. Do gr. dynamis (ver com. de Lc 1:35). … O evangelho é muito mais que uma declaração de doutrina ou um relato do que Jesus fez pela humanidade quando morreu na cruz. É o poder de Deus atuando no coração e na vida do pecador crente arrependido, fazendo dele nova criatura (ver Rm 1:16; cf. 2Co 5:17). CBASD, vol. 6, p. 733.

19 Está escrito. Uma citação de Isaías 29:14 … Paulo apresenta uma evidência bíblica à observação feita no versículo anterior. Todos os esforços para encontrai um caminho para a salvação por meio da filosofia humana e sem Deus serão rejeitados e aniquilados pelo Senhor. CBASD, vol. 6, p. 733.

20 Onde está o sábio? Este versículo destaca a completa inutilidade de todas as formas de pensamento e raciocínio humano como meio de promover a pregação e a salvação. CBASD, vol. 6, p. 733.

21 Por sua própria sabedoria. Os gregos eram conhecidos pela filosofia, mas toda sua busca por coisas novas e estranhas (ver At 17:21) não os levou ao conhecimento do “Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe” (v. 24). CBASD, vol. 6, p. 733, 734.

Pregação. Do gr. kerugma,’ “anúncio”, “proclamação … A “loucura da pregação” é o anúncio do evangelho da salvação por meio da fé do Cristo crucificado, que para os gregos e judeus descrentes parecia loucura. CBASD, vol. 6, p. 734.

22 Sinais. Os judeus buscavam demonstrações físicas exteriores em forma de maravilhas, milagres e fatos sobrenaturais. CBASD, vol. 6, p. 734.

Gregos. Por séculos, este povo foi visto como intelectual e pensador. Acreditavam que o intelecto era capaz de compreender tudo. CBASD, vol. 6, p. 734.

23 Cristo crucificado. Para os israelitas, que se apegavam à expectativa de um Messias que governaria como um rei terreno e faria de Israel o reino supremo do mundo, a mensagem do Salvador crucificado era ofensiva. CBASD, vol. 6, p. 734.

Para os gentios. Para os que confiavam na lógica, na ciência e nas descobertas intelectuais, a ideia de que alguém condenado à morte pela forma mais humilhante de punição usada pelos romanos, a crucifixão, pudesse salvá-los era completa tolice (ver AA, 245). CBASD, vol. 6, p. 734.

24 Tanto judeus como gregos. Ver com. de Rm 1:16. Todos os verdadeiros cristãos, independentemente de oportunidades e privilégios nacionais ou culturais, reconhecem Jesus como aquele por meio de quem o poder de Deus é exercido para a salvação. CBASD, vol. 6, p. 734.

25 Loucura de Deus. … Na realidade, não há loucura ou fraqueza em Deus, mas o modo como Ele lida com o ser humano parece completa insensatez ao coração não regenerado. De fato, os planos de Deus para a restauração do ser humano estão muito mais bem adaptados às necessidades humanas do que todos os esquemas e artifícios do pensador mais brilhante que o mundo pode ter. CBASD, vol. 6, p. 735.

Foram chamados. Seria melhor entender a passagem como: “Não há muitos sábios entre vós.” CBASD, vol. 6, p. 735.

Muitos sábios. Para estabelecer a igreja, Deus não se valeu da sabedoria, riqueza, ou do poder deste mundo. Ele procura ganhar todas as classes, mas a chamada sabedoria deste mundo com frequência leva as pessoas a se exaltarem em vez de se humilharem perante Deus. Portanto, não é grande a proporção de ricos segundo o mundo e dos considerados líderes do pensamento popular que aceitam o evangelho simples de Jesus Cristo. De fato, “o evangelho sempre alcançou seu maior sucesso entre as classes humildes” (AA, 461). CBASD, vol. 6, p. 735.

27 As coisas loucas. A mente cheia da sabedoria deste mundo fica confusa diante da clara e simples pregação do evangelho por alguém instruído pelo Espírito de Deus, mas com pouca instrução secular. Os judeus ficaram surpresos com a sabedoria de Jesus, e perguntaram: “Como sabe este letras, sem ter estudado?” (Jo 7:15). Não podiam entender como alguém que não frequentou as escolas dos rabis fosse capaz de apresentar as verdades espirituais. O mesmo se dá hoje. O valor atribuído à instrução se calcula em geral pela quantidade de anos de estudo. A verdadeira instrução é aquela que torna a Palavra de Deus a fonte do saber. Quem obteve tal instrução é humilde, manso e submisso à orientação do Espírito Santo (comparar com Mt 11:25). CBASD, vol. 6, p. 735.

Coisas fracas. Isto é, as coisas que o mundo considera fracas. CBASD, vol. 6, p. 735.

28 Humildes. Do gr. agenes, literalmente, “de nenhuma família”, portanto, empregado para descrever alguém sem nome ou reputação. Neste caso, agenes indica os desprezados pela sociedade. Paulo enfatiza que Deus não depende da habilidade ou instrução humana para o cumprimento de Seu propósito: a redenção do ser humano. Instrumentos humildes que se entregam por completo a Deus são usados para mostrar como é vão e impotente confiar na instrução e no poder do mundo. CBASD, vol. 6, p. 735.

29 Ninguém. Isto é, nenhum ser humano (cf. Mc 13:20; Lc 3:6). Paulo resume o raciocínio dos v. 18 a 28 declarando que nenhuma classe de pessoas, ricas ou pobres, poderosas ou humildes, instruídas ou não, tem motivo para se gloriar perante Deus. CBASD, vol. 6, p. 735.

30 Dele. Isto é, de Deus. A vida pertence a Deus (At 17:25, 28). CBASD, vol. 6, p. 735.

Em Cristo Jesus. E a união com Cristo que torna os cristãos fortes e sábios. Eles não buscam posições honrosas, riqueza, honra ou poder para si mesmos. Deus, por meio de Jesus Cristo, supre todas as coisas. Muito embora o ser humano não reconheça, Cristo é quem provê tudo o que se possui. Todo o necessário para resgatar o ser humano da degradação em que se afundou, como resultado do pecado, se encontra em Jesus, em quem habita “toda a plenitude da Divindade” (Cl 2:9; cf. PJ, 115). Por meio de Jesus, nos tornamos sábios, justos, santos e remidos. CBASD, vol. 6, p. 735, 736.

Justiça. Pela fé, a justiça de Cristo é imputada e concedida ao crente. CBASD, vol. 6, p. 736.

31 Glorie-se no Senhor. Citação abreviada de Jeremias 9:23 e 24. Não há motivo para exaltação ou jactância em nenhuma conquista humana. A única coisa pela qual o ser humano pode encontrar justificativa para se gloriar é no fato de conhecer o Senhor Jesus Cristo como seu salvador pessoal. A maravilha do amor e da sabedoria de Deus, revelada em Cristo, é fonte contínua de louvor e regozijo, diante da qual toda sabedoria e proeza humanas se perdem em total insignificância. CBASD, vol. 6, p. 736.



I CORÍNTIOS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de junho de 2018, 0:15
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ROMANOS 16 by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-16/

Paulo fala profeticamente daqueles que são transformados pelo Evangelho, quando diz que “o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês” (v. 20 NVI. Essa promessa foi cumprida quando Cristo morreu na cruz e esmagou a cabeça de Satanás antecipando seu fim. Paulo mostra que aqueles que são transformadas pelo poder do evangelho se transformarão uma manifestação da justiça de Deus em Cristo (v. 20). Quando a terra for iluminada globalmente com a glória de Deus (ver Ap 18:1), a cabeça de Satanás (suas mentiras) será repetidamente esmagada, ao Deus demonstrar que pode transformar seres humanos pecadores em justos.

Paulo apresenta suas saudações finais e nos diz que o evangelho que ele tem pregado é uma revelação do mistério (Cl 1:27 e Ap 10:7) que havia sido mantido em segredo desde o início do mundo, mas agora foi manifesto.

O Movimento do Segundo Advento foi despertado (Ap 10) para revelação deste mistério e para a demonstração do poder de Deus neste mundo. Que possamos estar entre aqueles a levar este evangelho eterno do reino a toda nação, tribo, língua e povo! Amém!

Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1308
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentários em áudio
Pr. Valdeci  e vídeo: Pr Ronaldo de Oliveira e Pr Adolfo Suarez
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