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“Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8).
A monarquia e os governos terrestres foram estabelecidos no mundo pela necessidade humana em ter uma referência superior. Muitos povos e nações, desde então, têm experimentado os benefícios de líderes sábios e os terríveis resultados da insensatez de governos opressores. Ao contrário do que muitos pensam, o chamado do Senhor a Abraão não era condicionado a um só povo ou nação. As palavras de Deus ao patriarca deixam isso evidente: “em ti serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Ou seja, o chamado de Abraão tratava-se de uma missão global.
O objetivo do Senhor em estabelecer um povo separado na Terra era o de torná-lo o Seu atalaia para o mundo. Israel, sob o governo do “Rei de toda a Terra” (v.7), deveria brilhar qual luz na escuridão. Deus lhe submeteu as nações da Terra a fim de que qual “som de trombeta” (v.5) “a glória de Jacó” (v.4) iluminasse a todos com o amor infindável do “grande Rei de toda a Terra” (v.2). Mas o tempo passou, e as gerações seguintes, que não conheciam o Senhor, O rejeitaram e perderam o foco original de seu chamado como nação eleita.
Todavia, Deus sempre tem um povo para chamar de Seu. E por intermédio de Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16) faz parte do “povo do Deus de Abraão” (v.9), pois, “se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Nós e nossos filhos fazemos parte do povo escolhido para encher “de fruto o mundo” (Is.27:6); para proclamar a “todos os povos” (v.1): “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). “Eis aí está o vosso Deus! Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o Seu braço dominará; eis que o Seu galardão está com Ele, e diante dEle, a Sua recompensa” (Is.40:9-10).
É nosso dever cristão respeitar as autoridades terrenas e orar por elas (Rm.13:1-7; 1Pe.2:17). O Senhor não nos chamou à rebelião contra os governos da Terra, nem tampouco a depositar a nossa confiança neles, mas a vivermos aqui como cidadãos da pátria celestial, confiando que “Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8) e tem tudo sob controle. Portanto, “salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores” (v.6), pois “ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:37). Se experimentarmos um verdadeiro reavivamento e uma verdadeira reforma, iremos ao mundo, no poder do Espírito Santo, proclamando as três mensagens angélicas e a breve volta de Jesus.
Que, pela fé, perseveremos em celebrar “a Deus com vozes de júbilo” (v.1) aqui na Terra; que o caráter de Cristo revelado em nós ilumine o mundo com a Sua glória (Ap.18:1), até que façamos parte do júbilo no Céu: “Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Ap.19:6). “Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande Rei de toda a Terra” (v.2).
Oração: Nosso Rei e Senhor, muitos têm se envolvido em discussões políticas e esquecem-se das Tuas palavras: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Oramos pela paz do nosso país e por nossos governantes, e clamamos que o Teu Santo Espírito nos conceda o discernimento e a sabedoria para que sejamos, acima de tudo, Teus partidários, erguendo bem alto a bandeira do reino celestial! Em nome do Príncipe Emanuel, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino celeste!
Rosana Garcia Barros
#SALMO47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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