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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-18/
Comentário devocional:
Alguma vez você já se perguntou: “Por que eu tenho que continuar pedindo a Deus a fim de que minhas orações sejam respondidas?” Como Jacó lutando com o anjo, nós nos preocupamos: “Devo persistir até eu prevalecer?” Jesus está dizendo que os persistentes apelos da viúva para o juiz injusto é um modelo para a nossa vida de oração?
Felizmente, Jesus fornece uma melhor interpretação: “E o Senhor continuou: Ouçam o que diz o juiz injusto” (v 6 NVI). Jesus está nos dizendo para contrastar, em vez de comparar, o juiz injusto com Deus. Deus se preocupa conosco. Todo o plano de salvação é o plano de Deus para nos resgatar do verdadeiro juiz injusto, Satanás. Jesus conclui: “Eu lhes digo: Ele [Deus] lhes fará justiça, e depressa” (Lucas 18:8a NVI). Jesus está nos dizendo para perseverarmos na oração, não implorar desesperadamente tentando chamar a atenção de Deus.
Jesus está nos chamando a perseverar na oração a fim de que não percamos a fé na promessa de Sua Segunda Vinda. Oração persistente e perseverante, oração que não desiste, é a única maneira de manter a nossa fé no breve retorno de Jesus.
Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1237
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados28-03-2018.mp3
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LUCAS 18 – Vamos ler a Bíblia? Até quando preservaremos nossa indiferença?
• Lucas apresenta dois princípios que devem reger a oração segundo os ensinamentos de Jesus: “As duas parábolas de 18.1-14 se relacionam estreitamente. A oração deve ser tanto com perseverança (18.1-8) quanto com humildade (18.9-14)” (Hernandes Dias Lopes).
• Ainda precisamos aprender as antigas lições de Jesus sobre crianças (vs. 15-17). Primeiramente, o valor delas: “Há muitos pais, em geral, que relegam as crianças a um segundo plano, a exemplo do que fizeram os apóstolos, quando as crianças se aproximaram de Jesus. E as relegam a um segundo plano em todos os aspectos da vida, notadamente na orientação cristã”. Segundo, ser como elas: “Obviamente, Jesus não quis que os adultos se infantilizassem, mas que sua atitude para com Deus fosse de docilidade, simplicidade e confiança, como agem as crianças” (Érico Tadeu Xavier).
• Ir a Jesus sem segui-lO nos fará sair de Sua presença pior do que entramos (vs. 18-23). “É possível que o jovem rico e influente seja o único homem dos Evangelhos a colocar-se aos pés de Jesus e, depois, partir numa situação pior do que quando havia chegado… Apesar de ter buscado a Pessoa certa, de ter feito a pergunta certa e de ter recebido a resposta certa, tomou a decisão errada” (Warren Wiersbe).
• Após o episódio do jovem rico Jesus reitera o tema das riquezas (vs. 24-30). “Você sabia que Jesus falou mais a respeito de posses materiais, uso do tempo e talento que qualquer outro assunto? Você sabia que das 38 parábolas de Jesus, 19 dizem respeito à maneira como utilizarmos nosso dinheiro, propriedade, tempo e habilidades? Um versículo em cada cinco no Novo Testamento se relaciona em dar e receber. Você sabia que mais de 1.000 passagens bíblicas tratam de prosperidade pessoal e uso de bens? E ainda que há cerca de 1.560 versículos que tratam de contribuição e doação?… Por que tanta informação sobre dinheiro na Bíblia?… Na verdade, o dinheiro fala quem somos, fala de nossa motivação, revela nosso caráter, revela o que de fato é importante para nós” (Leandro Tarrataca).
• Jesus terminou falando de Seu sacrifício; depois curou a um pobre cego de Jericó (vs. 31-43).
Amigos, clamemos pela cura da cegueira espiritual! Precisamos, você não acha?– Heber Toth Armí.
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“Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam noite e dia, embora pareça demorado em defendê-los?” (v.7).
O “dever de orar sempre e nunca esmorecer” (v.1), é retratado na parábola do juiz iníquo. Sem o temor do Senhor e sem respeito por “homem algum” (v.2), aquele juiz desempenhava a sua função no rigor de suas próprias vontades. Em sua estupidez e parcialidade, não fazia caso da viúva que insistentemente requeria a sua intervenção. Mas apesar de suas constantes negativas, aquela mulher provou que a sua perseverança era maior, conseguindo, enfim, o que por tanto tempo pleiteou.
Aquele juiz não pode ser jamais uma representação de Deus, e sim da corrupção humana. Se a insistência pode mover uma autoridade iníqua a atender ao pedido de uma desamparada, quanto mais o Pai não atenderá ao pedido dos Seus filhinhos que a Ele “clamam dia e noite” (v.7)! E embora pareça que demore, “depressa lhes fará justiça” (v.8). A oração, bem como o diligente exame das Escrituras, vivifica a alma e a fortalece na certeza de que o que não se pode ver agora certamente há de se materializar. E a pergunta tão oportuna em nossos dias é: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (v.8).
De acordo com Hebreus 11:1, “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. Em suma: é crer para ver. É a plena confiança de que “vai cumprir-se tudo quanto está escrito” (v.31). Não podemos, porém, confundir fé com presunção. O contraste entre a oração do fariseu e a oração do publicano revela essa diferença. Confiar em si mesmo, por se considerar justo, desprezando os outros, é uma ofensa aos olhos de Deus e tem sido uma atitude mais comum do que possamos imaginar. Quantas vezes você e eu não olhamos para a miséria humana e pensamos, até de forma inconsciente, estar em mais privilegiada condição? Como o jovem rico, depositamos nossa confiança em uma vida financeira estável ou, à semelhança do fariseu, em obras religiosas, quando podemos estar tão cegos quanto o cego “à beira do caminho” (v.35).
Por vezes, Jesus advertiu Seus discípulos acerca do que iria Lhe suceder. E mais claro do que Ele descreveu em detalhes no capítulo de hoje, só desenhando. “Eles, porém, nada compreenderam… não percebiam o que Ele dizia” (v.34). A noção que tinham a respeito da salvação era toda baseada no regime das tradições e não na verdade imutável do amor incondicional de Deus. Mas em cada fariseu obstinado e em cada pecador transformado, as escamas dos olhos do grupo apostólico caíam, desvendando-lhes o mais sublime cenário: a vida de Jesus.
Um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn 12:1) está no limiar de acontecer, e ouso dizer que já tem dado os seus primeiros sinais. E só estará pronto para enfrentá-lo aquele que, como Jacó, persistir em lutar em oração. Enquanto lutava com o próprio Senhor, clamava pelo perdão divino e reclamava a promessa de Deus de que tudo acabaria bem. Relatando este episódio, Ellen White escreveu:
“Jacó prevaleceu porque foi perseverante e resoluto. Sua experiência testifica do poder da oração insistente. É agora que devemos aprender esta lição de oração que prevalece, de uma fé que não cede. As maiores vitórias da igreja de Cristo, ou do cristão em particular, não são as que são ganhas pelo talento ou educação, pela riqueza ou favor dos homens. São as vitórias ganhas na sala de audiência de Deus, quando uma fé cheia de ardor e agonia lança mão do braço forte da oração” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 139).
Oremos amados! Oremos como nunca oramos antes! E como Jacó, clamemos: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” (Gn 32:26).
Bom dia, homens e mulheres de oração!
Desafio do dia: Compartilhe conosco um pedido especial de oração e escolha um pedido aqui dos comentários para orar por ele ao longo do dia. Vamos formar um exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Lucas18
#RPSP
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palavras: 1566
1-8 Disse-lhes Jesus uma parábola. A data devia ser março de 31 d.C., pouco depois da ressurreição de Lázaro … e algumas semanas antes da última Páscoa. E o local devia ser alguma parte da Pereia. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 930.
Como 16.1-8, esta é uma parábola de contraste. Se um juiz que não teme a Deus (ou ao homem) pode ser levado a vingar uma viúva importuna, quanto mais o Justo Juiz do universo (cf Tg 4.12). No contexto, os crentes perseguidos são encorajados a orar confiantes em Deus, durante o intervalo que há entre a ascensão e a segunda vinda de Cristo. Bíblia Shedd.
5 molestar-me. Literalmente, “dar-me um olho preto [roxo]” (Jesus conta a estória com humor). Andrews Study Bible.
7 Se mesmo um juiz injusto (v. 6) fará aquilo que é direito, quanto mais Deus? Bíblia de Genebra.
8 depressa. Isto é, no tempo de Deus (2Pe 3.8) e não segundo o nosso [Sem demora = com certeza, cf. Ap. 22:20]. Bíblia de Genebra.
13 não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu. Olhar para cima era costume quando se fazia oração, mas este homem estava muito consciente de sua indignidade para fazer isto. Ele simplesmente pediu por misericórdia, reconhecendo o seu pecado. Bíblia de Genebra.
batia no peito. Literalmente, “continuava a bater no peito”. As ações do cobrador de impostos evidenciam a sinceridade de suas palavras e constituem uma expressão vívida de seu senso de indignidade. ele se sentia indigno até mesmo de orar. Mas a consciência de sua necessidade o impelia a fazê-lo. CBASD, vol. 5, p. 935.
tem misericórdia de mim (NVI). O publicano não defende suas boas obras, mas, sim, recorre à misericórdia de Deus para lhe perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 quem então pode ser salvo? (NKJV). Os ricos eram considerados ser especialmente favorecidos por Deus. Se eles não pudessem ser salvos, quem poderia? Andrews Study Bible.