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1 ressequida uma das mãos. Ou, “uma das mãos atrofiada” (NVI). O grego indica que a mão ressequida era devido a acidente ou ao resultado de doença e não a um defeito congênito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 643.
2 para ver se ele iria curá-lo no sábado (NVI). Sinal de que os fariseus acreditavam no poder de Jesus para operar milagres. A dúvida não era se Jesus conseguiria, mas se desejaria curar. A tradição judaica conceituava que se podia prestar socorro aos enfermos no sábado somente quando havia ameaça contra a avida, que obviamente não era o caso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 o bem ou o mal, salvar a vida ou matar? Jesus pergunta: “O que é melhor, preservar a vida mediante a cura, ou destruir a vida mediante uma recusa de curar?”. A pergunta é irônica, já que, enquanto Jesus estava disposto a curar, os fariseus estavam tramando Sua execução. Era evidente quem tinha a culpa de violar o sábado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
ficaram em silêncio. Seu silêncio raivoso foi um reconhecimento de derrota. Encontros anteriores com Jesus lhes havia mostrado que nada poderiam obter ao desafiá-Lo publicamente, pois Ele sempre conseguia voltar contra eles seus próprios argumentos, de uma forma que revelava a verdade e tornava evidente ao povo que a posição dos rabinos era insustentável. CBASD, vol. 5, p. 643.
5 indignado. Frequentemente se diz que a única ira que não implica pecado é a ira contra o pecado. Deus odeia o pecado, porém ama o pecador. CBASD, vol. 5, p. 643.
6 herodianos. Eram os membros do partido nacionalista de judeus que apoiavam Herodes e sua dinastia. …Os fariseus (“os separados”) surgiam, como partido distinto, c. 140 a.C., após a revolta dos macabeus. Seus membros pertenciam à classe baixa, e não à aristocracia como os saduceus (cf 12.18-23n). É notável como as diferenças se desvaneceram num ódio mútuo a Jesus. Bíblia Shedd.
Alguns têm sugerido que esse episódio ocorreu na cidade de Séforis, a capital de Herodes, cerca de 6 km ao norte de Nazaré. CBASD, vol. 5, p. 643.
8 Aqui vemos comprovação impressionante da popularidade rapidamente crescente de Jesus entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Iduméia. Forma grega do hebraico “Edom”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 os espíritos imundos … prostravam-se. Alguns consideram a possibilidade de que os demônios com essa atitude desejavam dar a impressão de que reconheciam a Jesus como seu líder, o que significaria que Ele estava associado a eles. Nesse caso, o fato de Cristo recusar o testemunho deles se torna significativo. CBASD, vol. 5, p. 644.
13 subiu ao monte. Com frequência Jesus dedicava toda a noite para orar (ver DTN, 419). CBASD, vol. 5, p. 645.
chamou. Havia um grupo maior de seguidores, dentre os quais os doze foram escolhidos. Nenhum dos doze foi escolhido devido à sua perfeição de caráter ou mesmo de capacidade. Cristo escolheu homens que estavam dispostos a aprender, eram capazes para isso e cujo caráter poderia ser transformado. CBASD, vol. 5, p. 645.
14 designou doze. Num tal contexto, a significação do número “doze” dificilmente pode passar despercebida. Jesus estava estabelecendo a constituição do novo Israel (Mt 19.28). Bíblia de Genebra.
A missão dos doze incluía pregar, mas também a cura e libertar o povo oprimido pelos demônios. Evangelismo envolve a restauração de toda a pessoa. Andrews Study Bible.
para que estivessem com Ele. O treinamento dos doze consistia não somente em instrução e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo com o próprio Jesus e comunhão íntima com Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 João. Este era um homem de profundo discernimento espiritual, que se desenvolveu ao contemplar em Jesus aquele que é “totalmente desejável”. João não apenas amava seu Mestre, mas era também o discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 20:2; 21:7, 20). Por natureza, ele era orgulhoso, arrogante, ambicioso de honras, impetuoso, ofendia-se facilmente e sempre estava pronto a se vingar (ver Mc 10:35-41; AA, 540, 541). João se rendeu mais do que qualquer outro ao poder transformador da perfeita vida de Jesus e chegou a refletir a semelhança do Salvador mais plenamente do que qualquer dos outros discípulos. CBASD, vol. 5, p. 648.
Boanerges. Provavelmente, a transliteração de uma expressão aramaica que significa “filhos do tumulto”, ou “filhos da ira” e traduzida como “filhos do trovão”. O temperamento veemente e colérico de Tiago e João foi manifestado numa ocasião (Lc 9:49, 52-56). CBASD, vol. 5, p. 649.
19 Judas Iscariotes. Jesus não havia convidado Judas para que se unisse ao grupo de discípulos dentre os quais Ele selecionou os doze …, porém Judas se uniu a eles e pediu um lugar. Sem dúvida, Judas acreditava que Jesus era o Messias, como os outros discípulos, em termos do conceito popular judaico de um libertador político do jugo romano, e desejou ser admitido como membro no círculo íntimo dos discípulos a fim de assegurar um elevado cargo no “reino” a ser estabelecido em breve. … Apesar de todo o mal latente no coração de Judas, ele era em muitos aspectos mais promissor do que os outros que Jesus chamou. Ao ser admitido como membro entre os doze, havia esperança para Judas. Se ele cultivasse certos traços desejáveis de caráter, e eliminasse os maus traços, permitindo que Jesus transformasse seu coração, poderia ter sido um obreiro aceitável na causa do reino. Mas, ao contrário de João …, Judas manteve o coração insensível aos preceitos e ao exemplo de Jesus. Apesar disso, Jesus lhe deu todo o incentivo e oportunidades possíveis para que ele desenvolvesse um caráter celestial. CBASD, vol. 5, p. 651.
21 fora de Si. Isto é, “mentalmente desequilibrado”. A estreita semelhança entre este temor da parte dos familiares de Jesus e a acusação feita pelos escribas de que Jesus tinha pacto com o demônio (v. 22) pode explicar a afirmação do v. 21 como uma introdução da acusação de que Jesus agia como representante de Belzebu (v. 22-30). CBASD, vol. 5, p. 651.
29 não tem perdão para sempre. O único pecado que é imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que é cometida ao atribuir ao inimigo a obra salvadora do Espírito Santo. Tal pecado seria cometido por aquele cujo coração está endurecido e não mais pode responder à influência do Espírito (ver tb nota em Mt 12.31). Andrews Study Bible.
31 mãe … irmãos. Os estudiosos Católicos Romanos, para quem a virgindade eterna de Maria é um dogma, sustentam que “irmãos” pode referir-se a relacionamentos mais amplos de família, apontando para Gn 13.8; 14.16; Lv 10.4; 1Cr 23.22. Contudo, em Marcos, o termo parece ser sempre usado para significar irmãos de sangue dos mesmos pais. Mt 1.25 indica que Maria e José começaram a ter relações conjugais normais depois do nascimento de Jesus, acrescentando um sentido adicional à designação de Lc 2.7, onde Jesus é chamado o “primogênito” de Maria. Bíblia de Genebra.
35 qualquer que fizer a vontade de Deus. A chegada do reino de Deus muda os relacionamentos humanos. … os que se estão no reino se tornam nossos amigos mais íntimos, mais próximos e mais queridos que quaisquer outros. Bíblia de Genebra.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-2/
Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10 NVI). Buscar os perdidos, vir atrás dos pecadores: esta era a missão terrena de Jesus, em destaque na nossa leitura de hoje, Marcos 2. Este capítulo começa com a história de alguns homens carregando seu amigo doente até Jesus. Quando uma grande multidão impede o acesso a Jesus, eles resolvem o problema fazendo um buraco no telhado da casa onde Jesus está e baixam seu amigo até Ele. Que bela lição para nós! Nunca devemos deixar que outras pessoas, dentro ou fora da igreja, nos impeçam de trazer os nossos amigos a Jesus.
Quando Jesus se encontra com o paralítico, Ele perdoa seus pecados. Esta ação surpreende os mestres da lei, que questionam a autoridade de Jesus para perdoar pecados. Nada é mais importante do que isso, até mesmo a cura física. Quando Jesus curou fisicamente este homem, ele demonstrou também Sua autoridade para perdoar pecados. Isto inquietou os mestres da lei que sentiram sua própria autoridade ameaçada. Mas é encorajador para todos que vêm a Jesus buscando por perdão.
O chamado de Jesus a Mateus para segui-Lo e a Sua associação com publicanos e “outros pecadores” trouxe ainda mais críticas dos fariseus e mestres da lei. Jesus respondeu: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores”(v. 17 NVI).
Você está feliz por ter sido esta a missão de Jesus? Temos esperança como pecadores porque Jesus veio para nos salvar. Assim como o homem paralítico, Mateus e seus amigos confiaram no poder de Jesus para salvá-los, nós também podemos confiar em Sua maravilhosa graça e perdão.
David Smith
Church University Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados24-02-2018.mp3
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MARCOS 2 – Neste mundo, a vida não é fácil para ninguém; nem mesmo para Jesus, o Filho de Deus. As dificuldades para o Mestre surgem imediatamente no capítulo 2 de Marcos.
“Até este ponto, Marcos contou histórias que demonstraram a crescente fama de Jesus e a atração que ele exercia sobre grandes multidões. Não há mudança a este respeito: pelo contrário, Jesus continuou a atrair multidões. Mas agora principia uma nova e forte nota, discordante e crescente em ira. Jesus começa a enfrentar a oposição dos líderes judeus, especialmente dos mestres religiosos ou escribas” (Henry E. Turlington).
“Marcos está escrevendo sobre algo que o próprio Deus fez. E é Jesus quem nos conta as boas notícias de Deus. O evangelho não é algo óbvio, de conhecimento comum das pessoas religiosas. Marcos sabe que as notícias são boas porque Jesus as trouxe de Deus”. E, por que a oposição? “O que Deus está fazendo por intermédio de Jesus implica um conflito com o mal” (Leon Morris).
No capítulo em análise, Jesus enfrenta conflito na Galileia:
• Sua autoridade de perdoar pecados foi questionada pelos poderosos líderes religiosos, foi acusado de proferir blasfêmia. Contudo, nada intimidou a Jesus; pelo contrário, Sua atitude de curar o paralítico deixara os críticos sem palavras, estupefatos (vs. 1-12).
• Sua autoridade moral foi questionada pelos moralistas religiosos. Jesus chama um coletor de impostos, desprezado pelo povo e condenado pelos líderes religiosos; numa festa, Jesus Se envolveu com pecadores da pesada. Sua resposta deixou os críticos sem reação (vs. 13-17).
• Sua atitude frente às tradições e práticas eclesiásticas foi confrontada líderes eclesiásticos. Se os fariseus e os discípulos de João estavam jejuando, quem era Jesus para ignorar tal prática tão importante para a religião. A resposta profunda de Jesus surpreende a quem quer que prestar atenção ao que Ele diz (vs. 18-22).
• Sua autoridade sobre a Lei foi debatida. Jesus foi repreendido pelos fariseus. Eles se achavam padrão de justiça. Se colocaram acima de Jesus, que era a justiça em pessoa. Jesus é Senhor da Lei, do tempo e do sábado (vs. 23-28).
Se os críticos fossem levados ao céu encontrariam defeitos lá. Precisamos reavaliar nossas atitudes, reconhecer nossa situação de pecadores e aceitar o convite de Jesus, como o fez Mateus (vs. 13-14) – Heber Toth Armí.
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MARCOS 2 – #rpsp – #primeiroDeus
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“Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores” (v.17).
A religião farisaica era predominante dentre os judeus e seus discursos sempre legalistas eram um fardo demasiadamente pesado para aqueles que eles julgavam indignos de sua atenção. As classes marginalizadas eram consideradas impuras, por isso, eram praticamente excluídas do convívio religioso. O ministério de Cristo, portanto, tornou-se para eles uma afronta, já que Seu público-alvo incluía “publicanos e pecadores… em grande número” (v.15).
Acuados por um sentimento controverso que afetava suas convicções religiosas, os líderes judeus ficavam extremamente confusos e impacientes diante das atitudes do Rabi de Nazaré. Era como se estivessem sempre na defensiva, criando uma barreira que os impedia de serem transformados pelo poder das palavras do Salvador. Diante de Cristo, pela primeira vez, eles se depararam com uma espécie de espelho que revelava quem eles realmente eram e não gostaram nem um pouco do que viram, ou melhor, do que Cristo lhes revelou. Contudo, ao perceberem que Jesus conseguia ler os seus pensamentos e desvendar-lhes as intenções, ao invés de entregarem o coração para uma mudança, permitiram que a inveja e o orgulho os cegassem cada vez mais para compreenderem que dentre todos aqueles que acusavam como pecadores, eles eram os que mais precisavam da cura do Médico dos médicos.
Percebam que o texto diz que “dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum” (v.1), e que “de novo, saiu Jesus para junto do mar” (v.13). O Deus da segunda chance retornava para determinados lugares com o fim de ir em busca de corações que haviam resistido antes, mas que não resistiriam ao segundo toque, ao segundo olhar, ao segundo chamado do Único que provou amá-los apesar de seus erros passados, apesar de suas vidas promíscuas, apesar de seus corações corruptos. Em Jesus eles não encontraram acusações, olhares de desprezo ou rejeição, mas o irrecusável convite do amor a lhes dizer: “Segue-Me” (v.14).
Os rabinos judeus ensinavam a cultuar, não a adorar. Em sua letargia espiritual e frieza para com os desfavorecidos, foram obrigados a contemplar a alegria e a admiração de um povo que dizia: “Jamais vimos coisa assim!” (v.12). Eles jamais tinham visto semelhante obra no meio daqueles que afirmavam ser representantes de Deus na Terra. A obra singular de Cristo ofuscava qualquer tentativa de ostentar santidade e o Seu modo de falar lhes perturbava. As suas rígidas regras quanto ao jejum, mas principalmente quanto ao sábado, foram abatidas pelo Senhor que nos deu estes dois benefícios sagrados como bênçãos para o homem. O jejum nos aproxima de Deus, nos fortalece contra as tentações e aumenta o nosso senso de dependência do Senhor. Já “o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (v.27). Instituído após a criação do mundo, este dia permanece como “um repouso para o povo de Deus” (Hb 4:9).
Cristo sabe exatamente onde encontrar aqueles que aceitarão o Seu chamado e O seguirão. Ele conhece as Suas ovelhas e, com amor e paciência, tem buscado por cada uma delas. Todos nós fomos criados para sermos Suas ovelhas, mas nem todos aceitam os cuidados do bom Pastor. Ele respeita a nossa decisão, mas como Pastor zeloso e compassivo, está sempre à espera de ouvir o “balido” de socorro das desgarradas. O senso de justiça própria dos líderes judeus os impediu de enxergar a sua real condição: fora do aprisco do Senhor.
De todos os perigos que existem, eu creio que o pior deles seja aquele que convivemos como se fosse algo inofensivo. Fazer parte de uma igreja, afirmar ser cristão e deixar de fazer algumas coisas não nos asseguram a salvação. A salvação está na pessoa de Jesus Cristo e nEle somente. A prática do jejum não deve ser um meio de recriminar aqueles que não o praticam. Assim como a observância do sábado como dia santo do Senhor não deve ser motivo de dissensões. Que você e eu possamos reconhecer a nossa verdadeira condição de pecadores que carecem da graça de Jesus e que a nossa vida seja um crescente jornadear com Ele, até que se torne em “dia perfeito” (Pv 4:18).
Feliz sábado, seguidores de Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Marcos2
#RPSP
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4 descobriram o eirado. Literalmente, “destelharam o telhado”. Lucas 5:19 registra que eles “por entre as telhas, o baixaram” (ARC). Como é comum no Oriente Médio, a casa tinha um terraço plano e uma escada externa no pátio lhe dava acesso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 630
6 alguns dos escribas. …esses líderes religiosos eram exatamente das regiões em que Jesus havia trabalhado até então, … eles estavam em Cafarnaum para investigar Aquele que havia se tornado o centro desse intenso interesse público. A situação lembra a delegação que os líderes em Jerusalém enviaram ao Jordão para investigar a obra de João Batista (Jo 1:19-28). CBASD, vol. 5, p. 630, 631.
7 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus? (NVI). Na teologia judaica, nem sequer o Messias podia perdoar pecados, e o perdão dos pecados por Jesus oferecido era uma reivindicação da Sua própria divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Para Jesus, era infinitamente mais fácil curar ao doente do que absolver os seus pecadores, pois que Seu perdão dependeria do sacrifício de Si mesmo. Bíblia Shedd.
14 coletoria. A coletoria em que Jesus encontrou Levi era provavelmente um guichê de pedágios na estrada internacional mais importante que ia de Damasco por meio de Cafarnaum até o litoral do Mediterrâneo [Ptolemaida/Aco], de onde seguia para o Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 pecadores. O termo “pecadores” incluía mais do que os moralmente imperfeitos. Qualquer um que não aderisse ao rígido padrão ou pureza ritual era um pecador. Portanto, todos os pobres e o povo comum eram classificados como “pecadores”. Andrews Study Bible.
18 jejuando. Nos tempos de Jesus, os fariseus jejuavam duas vezes por semana. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto este está com eles? Jesus comparou seus discípulos aos convidados de um noivo. O casamento judaico era uma ocasião de especial regozijo, e a sua celebração durava uma semana em muitos casos. Era impensável jejuar durante essas festividades, porque o jejum está relacionado à tristeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Ele lhes respondeu: Nunca lestes … ? A pergunta de Jesus sugere uma crítica irônica ao conhecimento que os fariseus tinham das Escrituras (Jo 3.10; 5.39,47). Jesus não se justifica deixando as Escrituras de lado, mas revela conhecer sua profundidade e sua adequação às necessidades humanas. Bíblia de Genebra.
27 O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. A tradição judaica tinha multiplicado de tal maneira as exigências e restrições para a guarda do sábado, que o fardo se tornara intolerável. Jesus deixava de lado essas tradições e realçava o propósito que Deus tinha no sábado – um dia planejado para o bem do homem (para a restauração espiritual, mental e física). Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Senhor … do sábado. Ao se proclamar como o Senhor do sábado, Jesus está também afirmando que este é o Seu dia. Portanto, o sábado do sétimo dia é o único “Dia do Senhor”. Ver também Mt 12:8; Apoc. 1:10. Andrews Study Bible.
Outra vez (cf. v. 10) Jesus declara Sua autoridade como Filho do Homem que traz bênçãos, esta vez como Mediador da lei do Antigo Testamento referente ao sábado. Esta reivindicação é feita contra tradições que tinham tornado em peso o quarto mandamento que é estimulador da vida (Êx 20.8-11). Desde que o sábado foi instituído na criação e não apenas sob Moisés, o Senhor do sábado é também Senhor da criação. Bíblia de Genebra.
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Marcos começa seu Evangelho descrevendo o ministério de João Batista a preparar o caminho para Jesus. Claramente Jesus, o perfeito Filho de Deus, não precisava do batismo. E João sentia-se indigno de batizá-lo (Mateus 3:14). Mas Jesus insistiu em ser batizado como um exemplo para nós (EGW, O Desejado de Todas as Nações, p 111).
No dia do seu batismo, Jesus deu um exemplo ainda mais importante para nós: Sua completa submissão a Seu Pai como expresso em Sua oração (Lucas 3: 21,22). Imediatamente após o Seu batismo, Jesus exemplifica a vida de entrega total que somos convidados a viver.
A resposta afirmativa do Pai registrada no verso onze: ““Tu és o Meu Filho amado; de Ti Me agrado” (NVI), incentivou Jesus em Sua missão. E depois dos primeiros discípulos aceitarem o convite de Jesus para segui-Lo (versos 14-20), eles também iriam aprender a entregar suas vidas nas mãos do Pai para que pudessem cumprir a sua missão.
Nós devemos fazer o mesmo.
David Smith
Collegedale, Tennessee
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1204
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
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MARCOS 1 – Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé […]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).
A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:
“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.
Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11).
Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:
“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.
Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:
• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);
• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);
• Curas diversas (vs. 32-34)
• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).
Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade; autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai.
Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus.
Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos… – Heber Toth Armí.
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“Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (v.35).
Estamos iniciando o segundo livro a respeito da vida de Cristo e de Seus ensinos. Novos detalhes e uma nova perspectiva surgirá diante de nossos olhos. Diferente do início do evangelho de Mateus que relata o nascimento de Jesus, Marcos vai direto à inauguração de Seu ministério terrestre. O batismo, a tentação e a vocação dos discípulos são seguidos por Suas primeiras pregações e manifestações de cura. Marcos destaca o papel de Jesus como “Filho de Deus” (v.1).
Mas antes mesmo de começar o seu relato a respeito de Cristo, ele enfatiza o cumprimento profético com relação à pessoa de João Batista. João foi escolhido por Deus para uma missão especial. Sua missão consistia em preparar os corações para receber o Messias prometido. Ao pregar o “batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.4), João não estava preocupado em agradar pessoas, mas em conduzi-las à salvação. Adepto de um estilo de vida um tanto incomum e peculiar (v.6), João atraía as multidões ao deserto não por causa disso e nem por falar palavras bonitas, mas por falar a verdade com a autoridade de quem a vivia.
A teologia barata que tem se alastrado em nossos dias prega que o cristão não precisa ser diferente do mundo; que podemos nos misturar entre as multidões com seus costumes e práticas e ainda assim andar com Deus. Creio que o estudo do Antigo Testamento nos deu provas suficientes de que não é bem assim. Noé, Abraão, Elias, Daniel, dentre outros, dão testemunho de que viver piedosamente diante de Deus requer fé, devoção e renúncia. Será que era fácil para João viver no deserto? Certamente que não. Então porque insistimos em permanecer na zona de conforto onde é fácil ser cristão comparando a nossa fé com homens e mulheres que abriram mão da própria vida por amor a Deus e à Sua Palavra?
João deu testemunho de Jesus Cristo e o próprio Jesus nos chamou com o mesmo propósito: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At 1:8). Como João Batista, somos chamados a mostrar ao mundo o caminho que conduz a Cristo e Este nos “batizará com o Espírito Santo” (v.8). O batismo do Espírito Santo, portanto, não é a manifestação externa de línguas confusas ou de movimentos histéricos, mas uma bênção concedida por Jesus àqueles que O buscam em espírito e em verdade; que estão dispostos a deixarem tudo para segui-Lo (v.18).
A mensagem central da pregação de João e de Jesus continua sendo a mesma: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (v.15). Arrependimento significa uma mudança de vida, abandono das práticas antigas, renascimento. Por isso que o batismo tornou-se o símbolo do ministério de João. E o segredo da vitória não está no cristianismo mascarado das facilidades e do comodismo. O segredo da vitória está no “lugar deserto” (v.35). Porque é no deserto que a nossa fé é provada. É no deserto que ouvimos melhor a voz de Deus. É no deserto que conversamos melhor com Deus.
Amados, assim como a alegação dos discípulos a Jesus, dizendo: “Todos Te buscam” (v.37), foi seguida da resposta curta e objetiva do Filho de Deus que veio para fazer a vontade de Seu Pai (v.38), num mundo onde a maioria alega buscar a Jesus, a Sua resposta é esta: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt 7:21). A maior demonstração de amor que podemos declarar ao nosso próximo não tem a ver com permissividade, mas com compromisso com a verdade. Esta foi a missão que João cumpriu, e deve ser a nossa também.
Bom dia, “voz do que clama no deserto” (v.4)!
DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 2° dia: Oremos para que em nosso lar reine o perdão.
Rosana Garcia Barros
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