Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 9 – PR COMENTÁRIO ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 9 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2018, 0:45
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Observe o que Brennan Manning disse: “Para muitos cristãos a Bíblia não é uma seta apontando para Deus, mas o próprio Deus. Numa palavra: Bibliolatria”.

Essa forma de encarar a Bíblia não transforma a vida, nem reforma o caráter. É mais uma forma sutil de idolatria. Temos que ler a Bíblia para sermos conduzidos a Jesus, O qual nos conduz ao Pai. Do contrário, ela não passa de mais um amuleto imprestável.

No capítulo em análise encontram-se preciosos ensinamentos:

1. Jesus revelou Seu poder de perdoar os pecadores, não importa a condição em que estejam (vs. 1-8);

2. Jesus exerceu Sua autoridade messiânica ao chamar pecadores, sejam eles quem forem (vs. 9-10);

3. Jesus apresentou Suas razões para relacionar-Se com pecadores, grandes pecadores na visão dos líderes religiosos (vs. 11-13);

4. Jesus auxiliou pecadores que líderes religiosos incutiram dúvidas teológicas referentes às práticas tradicionais (vs. 14-17);

5. Jesus indicou que o verdadeiro evangelho restaura aquele que tem e exerce corretamente a fé (vs. 18-26);

6. Jesus demonstrou que aquele que experimenta o verdadeiro e puro evangelho alcança cura física, mental e espiritual (vs. 27-34);

7. Jesus explicou que aquele que experimentar o poder restaurador do verdadeiro evangelho deve unir-se a um ministério eficiente para compartilhar a verdadeira religião com aqueles que carecem do amor restaurador de Deus (vs. 35-38).

Saber que Jesus tem poder é uma coisa, experimentar esse poder é outra; ter informações sobre o efeito do amor de Cristo é uma coisa, experimentar mediante a fé esse amor é outra coisa bem diferente.

Ao conhecer o evangelho bíblico percebe-se que é diferente do evangelho diluído e genérico que se tem pregado em muitos púlpitos; contudo, a fim de experimentar sua eficácia só é possível por meio da fé verdadeira que se apega a Jesus. Assim é que o evangelho se torna restaurador e transformador de todo e qualquer pecador.

Prezados reavivados… Desconfie do evangelho destituído de poder; cuidado com evangelistas egoístas, interesseiros e ambiciosos; Jesus restaurou pessoas sem exigir nada delas, a não ser a fé prática!

Nos dias atuais, carecemos de cristãos que…

• …tomem o evangelho como ele é.
• …entendam o evangelho como um poder para transformar vidas destituídas de perspectivas positivas.
• …sejam bênçãos na vida de outras pessoas! – Heber Toth Armí.



MATEUS 9, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (v.36).


Mal havia chegado em “Sua própria cidade” (v.1), e foi levado à presença de Jesus “um paralítico deitado num leito” (v.2). Era evidente, diante das testemunhas oculares, que aquele homem desejava a cura física. Mas o Leitor de corações sabia que a cura física seria apenas um paliativo para o que ele realmente necessitava. E vendo-lhe a angústia que o maltratava mais do que a própria enfermidade, Jesus proferiu as palavras de cura: “Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados” (v.2). Se aquele homem tivesse voltado para sua casa novamente carregado, ainda assim, voltaria glorificando o nome de Deus. Mas a cura de sua enfermidade seria uma prova da autoridade de Cristo “para perdoar pecados” (v.6) perante os corações petrificados pelo orgulho.

De todos os milagres, o maior milagre que Cristo realizava por onde passava era o do perdão. Em cada vista restaurada, em cada leproso purificado, em cada endemoninhado liberto, em cada chamado realizado (v.9), a Sua voz, o Seu toque, o Seu olhar diziam: “Alegra-te! Eu te perdoei!”. A maior alegria do Salvador era a de estar rodeado de pessoas; de assentar-Se à mesa com “publicanos e pecadores” (v.10). O Seu “consultório” era onde estavam “os doentes” (v.12). O Seu lema era: “Misericórdia quero e não holocaustos” (v.13) (e continua sendo o mesmo!). A obra de Cristo é a de salvar pecadores. Ser justo mediante esforços próprios não passa de justiça imprestável (Is 64:6). Justo é aquele a quem Deus chama de justo (Gn 6:9, Jó 1:8, Mt 1:19, Hb 11:4). Percebem a diferença?

Os meios que Deus nos deixou para que possamos manter comunhão com Ele, quando usados fora do contexto, ou como um fim em si mesmos, perdem por completo a sua validade. O estudo da Bíblia, a oração e o jejum são ferramentas imprescindíveis para que possamos estabelecer um relacionamento íntimo com Deus, contudo, não são artigos de mostruário de santidade e nem certificado de garantia de justificação (era esta a justiça dos escribas e fariseus). Desde os nossos primeiros pais, a promessa é de que Jesus seria o nosso libertador (Gn 3:15). Não temos participação no plano da salvação. Nada do que façamos ou deixemos de fazer, muda o fato de que Cristo já pagou o preço de nosso resgate. A graça ilimitada nos confere “o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória” (1Tm 3:16).

Se permitirmos que Ele nos dê um novo coração; que transforme o odre velho em odre novo (v.17), nem a morte silenciará a nossa fé (v.18). Diariamente, estenderemos nossas mãos com o fim de apenas tocar as vestes de justiça do único que é verdadeiramente Justo (v.21; 1Jo 2:1). Mesmo tomados de cegueira por tanto tempo, do coração renovado romperá o intenso clamor diário: “Tem compaixão de [mim], Filho de Davi!” (v.27). O maior milagre que Jesus deseja realizar em nossa vida é o milagre do perdão. O profeta Isaías afirma esta necessidade e o apóstolo Paulo a confirma: “Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (Is 49:8; 2Co 6:2).

Assim como o foi com o paralítico de Cafarnaum, Jesus deseja nos curar de dentro para fora. São estes os trabalhadores que Ele convoca para a Sua seara (v.37). Roguemos, pois, “ao Senhor da seara” (v.38), que esta obra tenha início em nosso coração e, certamente, ela será naturalmente manifestada em nossa vida para a glória de Deus (v.8).

Feliz sábado, alvos do perdão divino!

Desafio do dia: Visite alguém que esteja enfermo. Seja um trabalhador da seara de Deus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus9
#RPSP



MATEUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2018, 0:20
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3 blasfemando. aqui o termo abarca a ideia de usurpar a prerrogativa de Deus de perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 No Sermão do Monte, Jesus mostra Sua autoridade sobre a Lei; no cap. 8 Ele demonstra autoridade sobre doenças físicas, demônios e sobre a criação; aqui, Sua autoridade se estende ao pecado. A visão judaica sobre a doença era que ela era foi causada porque algum pecado tinha sido cometido (Jo 9:2). Para que os espectadores e antagonistas acreditassem que Jesus tinha autoridade para perdoar pecados, o ato da cura teria que seguir ao pronunciamento do perdão. Andrews Study Bible.

9-10 A aceitação de Mateus do chamado de Jesus ao discipulado abriu a porta para que outros publicanos [coletores de impostos], excluídos e pecadores (i. e., todos aqueles que não seguiam os escrúpulos e tradições dos fariseus) se tornassem parte do círculo de Jesus. Isto, porém, levou a duras críticas a Jesus. Para os fariseus, um judeu respeitável – e um líder, muito mais ainda – deveria se preocupar com sua aparência e imagem. Aqueles com quem nos associamos dizem muito do que somos. Mas para Jesus a vida do “reino” não se baseava ma imagem, mas em ajudar e salvar. Andrews Study Bible.

10 em casa. Era a casa do próprio Mateus, escritor deste evangelho, conforme se vê em Lc 5.27 (onde aparece seu nome israelita, Levi). Publicanos e pecadores. O costume israelita destacava as duas palavras, talvez para fazer dos publicanos uma classe especial de pecadores. Bíblia Shedd.

11 porque come. Os empedernidos judeus quiseram insinuar que esta prova de misericórdia de Cristo era sinal que se sentia em boa companhia com os pecadores. Eles, com tanto medo de se deixar contaminar, julgaram estas pessoas como que sendo desprezadas por Deus. Jesus, a Luz do Mundo, ilumina sem medo de que as trevas prevaleçam. Bíblia Shedd.

13 misericórdia quero. Nesse sentido, “misericórdia” representa justiça pela fé e “sacrifício”, justiça pelas obras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 386.

14-15 Jesus suporta a disciplina do jejum. Contudo, Ele nega que ele seja necessário aos Seus seguidores naquele momento. O princípio a se observar aqui é que a disciplina espiritual, apesar de bíblica e necessária, tem seu tempo e lugar. Andrews Study Bible.

17 odres. Na Palestina antiga, o vinho era guardado em recipientes feitos de pele de cabra. O suco de uva fresco se fermentaria com o tempo e esticaria os recipientes. Um odre velho não conseguiria suportar a pressão e se romperia; portanto, novos recipientes eram necessários para novos sucos. Jesus usou essa ilustração para enfatizar que o Seu caminho era novo e não se ajustava aos velhos e desacreditados caminhos dos fariseus ou mesmo algumas limitações das leis mosaicas. Andrews Study Bible.

18 um dos dirigentes da sinagoga. Marcos e Lucas informam que seu nome era Jairo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Marcos menciona ainda um pormenor, o de que os médicos tiraram-lhe todo o dinheiro que ela possuía, sem contudo curá-la. Bíblia Shedd.

22 ficou sã. A mesma palavra grega para “salvou”. Quando Jesus cura fisicamente Ele também salva holisticamente [como um todo]. Andrews Study Bible.

O verbo grego sõzein significa tanto salvar como curar. É restaurar e restabelecer totalmente. Bíblia Shedd.

23 tocadores de flauta. Estes, juntamente com as carpideiras, eram profissionais que acompanhavam os enterros; essas lamentações não eram senão mercenárias, o que se revela pelo tom de zombaria que adotaram para com Jesus. Ele ressuscitou a menina com a mesma ternura com a qual sua mãe a despertaria cada manhã (Mc 5.41). Bíblia Shedd.

24 dorme. Uma metáfora bíblica para a morte (Dan 12:2; Jo 11:11; 1Ts 4:13-14). Andrews Study Bible.

25 tomou a menina pela mão. Quem quer que tocasse um cadáver ou estivesse com ele num aposento se tornava ritualmente impuro (Nm 19:14-16). Jesus quebrou estas leis para trazer restauração. Andrews Study Bible.

27 cegos. Isaías predisse a cura dos cegos na era messiânica (Is 35.5) [O mesmo para os mudos, Is 35.6, verso 32]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 foi-Lhe trazido. Quando uma pessoa é impedida de ir até Jesus por falta de habilidade ou de fé para a cura física ou espiritual, é bem-aventurada se tem alguém que se preocupa com ela o suficiente para levá-la a Jesus (cf. Mc 2:2, 3). CBASD, vol. 5, p. 387.

33 falou o mudo. Esta era a evidência tangível da cura. Este foi o último milagre registrado em vários meses, sendo que o próximo foi o de alimentar 5 mil na primavera seguinte. Não se diz se Jesus se retirou a algum lugar no inverno, após a segunda viagem pela Galileia. A agitação popular provocada pelos muitos milagres tendia a obscurecer o principal objetivo de Cristo ao realizá-los: a propagação do reino dos céus no coração e na vida do ser humano.  CBASD, vol. 5, p. 387.



MATEUS 8 by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2018, 1:00
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-8/

Comentário Devocional

Quando Jesus terminou o Sermão da Montanha, “as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade” (Mat. 7:28-29 NVI). Ao colocar o Sermão do Monte nesta parte específica do Evangelho, Mateus apresenta a autoridade de Jesus, em primeiro lugar, na pregação. Neste capítulo e no próximo, Mateus apresenta a autoridade de Jesus em ação.

A coleção de milagres relatados por Mateus demonstra inequivocamente a autoridade de Jesus. Em primeiro lugar, Jesus tem autoridade sobre as doenças. Mateus demonstra isto apresentando histórias de cura do leproso, do servo do centurião e da sogra de Pedro (versículos 1-17). Em segundo lugar, Jesus é apresentado como aquele que tem autoridade sobre a natureza, quando Ele acalma a tempestade (versos 23-27). Em terceiro lugar, Jesus tem autoridade sobre os poderes demoníacos (versos 28-34).

Hoje podemos enfrentar doenças, mas lembremo-nos de que Jesus tem autoridade sobre elas. Nossos campos podem estar sob perigo de seca, mas lembremo-nos de que Jesus tem autoridade sobre a natureza. Finalmente, podemos ser atormentado por demônios, mas lembremo-nos que mesmo os demônios sabem quão poderoso é o nosso Senhor Jesus.

Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/8  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1183

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/09

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli

Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados02-02-2018.mp3

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

 



MATEUS 8 – PR COMENTÁRIO ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMI by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 8 – Leia e medite atentamente com oração e discernimento nos 34 versículos de Mateus 8.

É necessário ter motivação correta ao seguir a Jesus; do contrário, Ele prefere que não O siga. Qualquer seguidor teórico ou interesseiro é descartado. Qual a motivação correta? Que tipo de seguidor de Cristo você é?

Reflita! Jesus…

• …realizou muitas curas (um leproso, um criado, a sogra de Pedro e muitos endemoninhados foram restaurados); isso atraiu multidões. Note que Jesus não começou curando para atrair discípulos, mas ensinando (veja Mateus 5 a 8).

• …cumpriu ao pé da letra à Palavra de Deus revelando a relevância do Antigo Testamento sem nada ignorar do que havia sido escrito (v. 17; Isaías 53). O verdadeiro discípulo não ignora e nem despreza as Escrituras que Jesus valorizou.

• …percebeu discípulos interessados em segui-lO por causa de curas e milagres, por isso foi direto ao ponto quando falou a esse tipo de seguidores: “‘Está mesmo disposto a isso? Saiba que não costumamos a ficar nas melhores hospedagens’. Outro seguidor pediu: ‘Mestre, preciso que o Senhor me libere por alguns dias. Tenho de cuidar do funeral de meu pai’. Jesus recusou: ‘Prioridades em primeiro lugar! Seu compromisso deve ser com a vida, não com a morte! Siga-me! Busque a vida!’” (vs. 20-20).

• …dormiu num barco quando sobreveio uma terrível tempestade, quando O despertaram, acalmou a tempestade com uma declaração; os que O seguiam perguntaram quem era aquele homem. Só quem segue a Jesus desinteressadamente por amor experimentará milagres (vs. 23-27).

• …veio libertar pessoas, não do jugo romano, mas do jugo do pecado, da opressão dos demônios e das correntes do mal; mas muitos ficam indignados com Ele por isso, mas outros O buscam exatamente por isso (vs. 28-34).

Imagino que este Jesus seria rejeitado por muitos cristãos modernos. Há muitos que pregam para entreter, outros para iludir; muitos gostam do Jesus que satisfaz ambições por bens materiais, faz curas e milagres aqui e agora, mas não querem o Jesus que salva, perdoa e liberta do pecado.

Contudo, há também aqueles que amam a Jesus, assumem compromisso com Ele independente das consequências. Se você pertence a este perfil de discípulo, tua vida será diferente daqueles que são indiferentes a Cristo!

Vamos reavivar o verdadeiro discipulado bíblico? – Heber Toth Armí.



MATEUS 8, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (v.11).


Considerada como um castigo de Deus, a lepra era uma das piores, se não a pior doença que existia. Desprezados e condenados à reclusão, os leprosos eram obrigados a ficar longe do convívio social e a anunciar à distância a sua triste sorte, gritando: “Imundo! Imundo!”.

Imagino o desespero das pessoas que cercavam Jesus quando aquele leproso fez o inesperado: aproximou-se. Provavelmente, ele estava esperando que Jesus descesse do monte e que as multidões se dispersassem para ter a chance de encontrá-Lo, mas “as multidões O seguiram” (v.1). Ele não poderia perder a sua única oportunidade de cura e num ato de fé e coragem, se aproxima e adora Aquele que reconhece como o seu Salvador. Jesus, então, faz o que por muito tempo aquele homem não sentia. “Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe” (v.3). E o toque da Onipotência aliado à fé da sofredora alma tornou puro o que era imundo.

Igualmente desprezados pelos judeus, os oficiais romanos não passavam de inimigos. Os centuriões eram encarregados de cuidar de cem soldados. E após o relato do leproso, o registro da fé do centurião romano é usado por Cristo como uma ilustração acerca da salvação para todos os povos. Enquanto Israel desprezava o seu Resgatador, aquele estrangeiro reconheceu o poder que há no Verbo da Vida (v.8). Uma só palavra, uma única ordem de cura, e, “naquela mesma hora, o servo foi curado” (v.13).

Chegando à casa de Pedro, Jesus se depara com outra enfermidade. Desta vez, era a sogra de Pedro que estava “acamada e ardendo em febre” (v.14). “Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou” (v.15). A sequência de curas relatadas neste capítulo não foi ao acaso. Um leproso, um estrangeiro e uma mulher. Os grupos de pessoas mais rejeitados por Israel. Jesus toca no leproso, exalta a fé de um estrangeiro e Se compadece de uma mulher tomando-a pela mão. Eis o Deus da Bíblia! Eis Aquele que mostrou a verdadeira face do Pai (Jo 14:9-10) e que cumpriu fielmente a profecia: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (v.17).

Seguir a Jesus quando tudo se revela em bênçãos é fácil, difícil é continuar O seguindo quando surgem as dificuldades e as tempestades da vida. São nesses momentos que nos é dada a oportunidade de clamar: “Senhor, salva-nos! Perecemos!” (v.25). O fato de Jesus estar dormindo em um momento de tanta turbulência para os discípulos não mudava o fato de que Ele estava no barco. Há uma frase de um filme, que aprecio muito, que diz: “Quando o aluno está fazendo prova, o professor fica em silêncio”. As provas não surgem para nos destruir, mas são permitidas a fim de nos fortalecer. E quando clamamos com fé, Jesus repreende os ventos e o mar da vida, e faz-se “grande bonança” (v.26).

De um mar em fúria, Jesus e Seus discípulos se deparam com endemoninhados furiosos (v.28). Ele poderia tê-los ignorado, afinal não tinha quem apelasse por eles. Mas Aquele que lê corações assistiu a angústia de alma daquelas vítimas do inimigo. Reconhecendo que diante deles estava o Filho de Deus, os demônios rogam para que Jesus os enviasse a uma manada de porcos. Assim foi feito e a manada precipitou-se “despenhadeiro abaixo” (v.32), e morreu. A notícia alarmou toda a cidade que, indo ao encontro de Jesus, não se maravilhou ao ver os que antes eram furiosos algozes em homens serenos, mas rogou para que Jesus fosse embora dali.

Encontramos exemplos de pessoas que foram ao encontro de Jesus e de Jesus indo ao encontro de pessoas. No toque, na palavra, Ele oferecia muito mais do que a cura, mas um amor que promovia a verdadeira alegria. Infelizmente, muitos têm ido ao encontro de Jesus simplesmente para dizer que Ele vá embora. Enxergam suas frustrações e dificuldades como sendo Sua culpa, perdendo o sublime privilégio de Sua companhia. Jesus, “meramente com a palavra” (v.16), deseja realizar em nossa vida a perfeita cura do coração.

Vá ao Seu encontro, agora, assim como você está e, certamente, você não sairá do mesmo modo.

Bom dia, curados por Cristo Jesus!

Peça a Deus com fé: “Senhor, se quiseres podes purificar-me” (v.2).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus8
#RPSP



Mateus 8 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 descendo. Encerrou-se um dos cinco grandes grupos de ensinamentos que Mateus ajuntou, nos cap 5-7; os outros encontram-se nos cap. 10, 13, 18 e 24-25. Bíblia Shedd.

2,3 leproso. Ninguém poderia por em perigo a sua pureza ritual ou física entrando em contato com eles, muito menos tocá-los. Mas Jesus não apenas o curou. Jesus o tocouAndrews Study Bible.

4 não o digas a ninguém. Talvez por várias razões: 1) Jesus não queria ser considerado somente operador de milagres, 2) não queria que seu ministério de ensino fosse prejudicado pela publicidade exagerada de seus milagres de cura e 3) não queria que sua morte fosse precipitada, i. e., ocorresse antes de Ele ter terminado o Seu ministério. V. 9.30. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés ordenou. As leis sobre a lepra (V. cap 13 e 14) eram pormenorizadas, e o conceito da quarentena teve seu início naquela época. A palavra traduzida por “lepra” (heb çãra’ath) é uma definição genérica de várias desordens na pele, havendo rara coincidência com o tipo mais comumente conhecido. Para os hebreus, simbolizava o pecado, por ser nojento, contagioso e incurável. Jesus, ao curá-la, revela parte da natureza do Seu ministério. Bíblia Shedd.

5 um centurião. Oficial do império Romano, comandante de uma centúria ou destacamento de 100 soldados. Bíblia Shedd.

11 tomarão lugares à mesa com Abraão. Era assombroso e escandaloso Jesus retratar gentios impuros comendo com os santos patriarcas. … Comer junto demonstrava companheirismo, amizade e solidariedade. Andrews Study Bible.

tomarão lugares. Do gr. anaklino, “reclinar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.

14, 15 Esta passagem dos evangelhos indica que Pedro era casado e que possuía casa, como se vê em Mc 1.29. Paulo menciona que Pedro levava a esposa nas viagens missionárias. Bíblia Shedd.

17 para que se cumprisse. Mateus mostra a Jesus Cristo como o Rei prometido pelas profecias do AT. Por isso há tantos textos que vinculam Jesus com as profecias (93 citações). Bíblia Shedd.

18 muita gente. Multidões seguiam Jesus por onde quer que fosse (ver Mt 4:25; Mc 3:7; 4:1) e, como resultado disso, Ele frequentemente tinha pouco ou nenhum tempo para comer (ver Mc 3:20; DTN 333). Enquanto atravessava o mar, vencido pela fraqueza e fome, logo adormeceu (DTN, 334). Ministrar às necessidades físicas e espirituais do povo exigia, mesmo dEle, o desgaste de forças que deviam ser restauradas com descanso e alimento. Foi por essa razão que o Salvador buscou algumas horas de descanso de Seu trabalho incessante. CBASD, vol. 5, p. 380.

19-22 O chamado de Jesus, “segue-Me” tem precedência sobre todas as obrigações e responsabilidades. Andrews Study Bible.

19 um escriba. Como um homem culto, instruído e de elevada posição social, sem dúvida, seria mais difícil para um escriba se acostumar às privações da vida de um discípulo do que para um pescador, por exemplo. … Alguém acostumado ao conforto de um lar, como provavelmente era o caso desse escriba, talvez achasse a vida itinerante difícil e desagradável. Testemunhas do evangelho devem estar sempre dispostas a enfrentar dificuldades como bons soldados de Jesus Cristo (ver 2Tm 2:3).  CBASD, vol. 5, p. 381.

22 sepultar meu pai. Com toda probabilidade, o pai ainda gozava de boa saúde e o tempo de sua morte estava num futuro indeterminado. … Se o pai já estivesse morto, é pouco provável que Cristo tivesse ordenado que ele negligenciasse o que, nos países orientais, até hoje se considera um dos deveres mais sagrados de um filho dedicado. … Era como se dissesse a Cristo: “Eu gostaria de Te seguir, mas não posso fazer isso enquanto meu pai viver.” Em resposta, Cristo disse: “Reconheço teu dever para com teus pais, contudo, teu dever para com o reino dos Céus tem prioridade.” CBASD, vol. 5, p. 382.

deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Que os espiritualmente mortos sepultem os fisicamente mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-27 Jesus ia atravessando o lago da Galiléia, saindo de Cafarnaum e indo para Gadara, uma travessia de 10 km. Bíblia Shedd.



MATEUS 7 by Jeferson Quimelli
1 de fevereiro de 2018, 5:23
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-7/

 

Comentário Devocional

Na tradição oral judaica, existe o registro dessa história: Em uma ocasião, aconteceu de um certo gentio vir até o rabino Shammai e lhe dizer: “Eu me tornarei um crente, se você me ensinar toda a Torah (lei), durante o tempo em que eu conseguir ficar sobre um pé só”. O rabino Shamai, usou a pá que estava em sua mão para fazer o homem ir embora. Então este mesmo homem procurou o rabino Hillel, e fez-lhe a mesma pergunta. O rabino Hillel olhou para ele e disse: “Não faça ao seu vizinho o que é odioso para você: essa é toda a Torah, o resto é apenas comentário; vá e aprenda”.

Em Seu Sermão do Monte, Jesus apresenta esta verdade universal em forma positiva, dizendo: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas”(Mat 7:12, NVI). Curiosamente, os versos anteriores falam sobre como nós gostamos de julgar e criticar os outros. Na verdade, a primeira frase em Mateus 7 é: “Não julgueis.” É muito importante para nós entendermos que isto não é nem um apelo nem um pedido. É muito mais forte: é uma ordem.

Para muitos de nós é fácil julgar e criticar quando não estamos sob o risco de sermos julgados e criticados de volta. É por isso que talvez as nossas mais duras críticas são feitas na forma de fofoca, quando a pessoa envolvida não está presente. Jesus, por outro lado, encoraja-nos a libertar-nos de tentar viver a vida de outras pessoas. Ele quer que vivamos a nossa própria vida e nos concentremos em nossas próprias relações com ele e com os outros.

John Stott, pregador Inglês do século 20, disse certa vez: “O Sermão do Monte é provavelmente a parte mais conhecida dos ensinamentos de Jesus, embora, sem dúvida, é a parte menos compreendida e, certamente, a menos obedecida.”

Estes ensinamentos de Jesus vão contra a nossa natureza, mas pela graça de Deus e a atuação do Espírito Santo em nós podemos praticar o ensino mais importante da lei e dos profetas como enfatizado por Jesus: “em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam”.

Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/7 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1182
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/08
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados01-02-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/