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“Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta…” (v.14).
A declaração de Amós revela porque Deus o chamou. Diferente dos príncipes e sacerdotes que tinham prazer em usar de sua autoridade para ganho próprio, Amós não aceitou o título de profeta, mas colocou-se na posição de servo. Acusado injustamente como conspirador, foi envolvido numa trama que visava calar-lhe a voz. Mas confiante nAquele que o elegeu (v.15), não só permaneceu em Israel, como também prosseguiu em profetizar em nome do Senhor.
O profeta que Israel rejeitou foi aquele que intercedeu por seu povo, clamando pelo perdão divino: “Deus, perdoa, rogo-Te” (v.2). Mas o prumo (v.8) de Deus no meio de Israel seria a prova de que um juízo inevitável estava por vir. O perdão de Deus foi recusado e a retidão abandonada. Certamente, a nação sofreu os danos que ela mesma causou.
O “salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), mas Deus faz de tudo para que cada ser humano (objeto de Sua mais terna afeição) não receba a recompensa que merece. Há dois tipos de arrependimento na Bíblia: o humano e o divino. O Senhor jamais estabece os Seus juízos de forma premeditada ou tirana. Ele simplesmente é onisciente e conhece o fim desde o princípio. O Seu arrependimento não significa “voltar atrás”, mas “uma expressão que se refere à dor do amor divino ocasionada pela pecaminosidade do ser humano… Deus, em harmonia com Sua imutabilidade, assume uma mudança de posição em resposta a uma mudança ocorrida na criação… O pecado enche o coração divino de profunda dor e piedade. Desperta todo o insondável oceano de simpatia pelos pecadores da qual o amor infinito é capaz. Contudo, Deus Se move também para uma retribuição judicial” (Comentário Bíblico Adventista, v. 1, p. 239).
A porta da graça ainda está aberta. Ainda está à nossa disposição a oportunidade de nos arrependermos e crermos no único e verdadeiro Deus, que não muda e que não Se arrepende como o homem (1Sm 15:29). A imutabilidade da bondade divina é o motivo pelo qual não somos destruídos em nossos pecados e o motivo pelo qual somos levados ao arrependimento. “Ora, pois, ouve a palavra do SENHOR” (v.16), hoje! Não deixe para ouvi-la quando proferir a sentença final, pois será tarde demais.
“… escolhei, hoje, a quem sirvais” (Js 24:15).
Bom dia, servos do Deus Altíssimo!
Desafio do dia: Eleja um amigo secreto de oração. Ore por ele, todos os dias. Na véspera de Natal, diga que orou por ele e, se possível, o presenteie com algo que faça lembrá-lo da importância da oração.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Amós7
#RPSP
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