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Comentário devocional:
Este Salmo abrange desde a criação até a Segunda Vinda (versículos 5 e 13), e se estende até a eternidade. Imagine o privilégio de fazermos parte da multidão celestial que cantará louvores ao Senhor. Juntamente com as hostes angelicais e os seres não caídos, por toda a eternidade, cantaremos e daremos glórias a Deus. Que pensamento incrível!
O salmista queria tanto glorificar ao Senhor, que repete várias vezes “cantem ao Senhor!”. E enumera diversas características de Deus pelas quais Ele merece ser exaltado: glória, honra, majestade, força, beleza e santidade. Isso nos lembra da cena do Apocalipse, em que os anjos e os seres viventes, juntamente com os anciãos, exaltam a majestade de Deus e do Cordeiro (Ap 4:8-11; 5:9-14). Nossa mente limitada e finita não consegue nem imaginar a glória e o privilégio de adorar o Senhor por toda a eternidade. Sabemos apenas que será uma oportunidade gloriosa e desejamos fazer parte dessa grande multidão de adoradores.
Há muitas coisas lindas neste mundo: lugares bonitos da natureza, belas flores e lindas pessoas por dentro e por fora.Mas o salmista sugere que admiremos e desejemos a beleza da santidade. Por isso diz: “Adorem o Senhor no esplendor da sua santidade” (v. 9, NVI)
Somente admiraremos a beleza da santidade quando nossa natureza for transformada e nossos defeitos e pecados forem limpos pelo sangue de Jesus, nosso Cordeiro e Sumo Sacerdote.
Que o supremo privilégio de um dia cantarmos “novos cânticos” (v. 1), junto com os anjos no céu, nos motive a superarmos nossas fraquezas de caráter, pelo poder de Deus. Nada do que este mundo pode oferecer se compara a essa glória e honra.
Sook -Young Kim
Kyungpook National University
Coréia do Sul
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/96 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/96/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 96 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Salmo missionário que convida os fiéis a proclamar a salvação divina entre as nações. Deus, o Rei, virá para julgar a Terra. O salmo ocorre com variações em 1Cr 26-33. Sua composição é atribuída a Davi. Bíblia Shedd.
Convocação para todas as nações louvarem ao Senhor como o único Deus e para proclamarem a glória do seu reinado por todo o mundo – uma antecipação no AT da missão mundial do povo de Deus no NT (v. Mt 28.16-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O salmista conclama todas as nações para proclamarem Deus como seu Rei. Este salmo contrasta Deus com os ídolos sem vida das nações (vs. 4-6). Bíblia de Genebra.
Este salmo foi cantado quando Davi trouxe a Arca de Deus ao templo. Bíblia Shedd.
1-3 Convocação para toda a terra cantar o louvor do Senhor entre as nações. A tríplice repetição (“Cantem” … cantem …. Cantem”) era característica dos chamados litúrgicos à adoração no AT (ver v. 7-9 e nota, ver tb. 103.20-22; 118.2-4; 135.1; 136.1-3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-4 O melhor testemunho ocorre quando nossos corações estão cheios de apreciação pelo que Ele tem feito. Deus nos escolheu para anunciar “entre todos os povos, as Suas maravilhas”. Bíblia de Genebra.
1 Um novo cântico. A convocação é dirigida a Israel. No entanto, a perspectiva mundial deste salmo (ver esp. v 7) supõe aqui que o salmista tem em vista horizontes mais amplos (ver 97.1; 100.1 e nota; 117.1; ver tb. nota em 9.1). Bíblia de Estudo NVI Vida (adapt).
A realeza de Deus e nosso dever de cantar louvores a Ele são temas constantes dos salmos 95 até 100. Bíblia Shedd.
3 Entre as nações. Não apenas entre os israelitas, mas entre todas as nações da terra. Comentário Adventista, vol. 3, p. 955.
5 ídolos. Do heb. ‘elilim, “nada”. Aparentemente isto é um jogo de palavras entre ‘elohim, os deuses da nação, e”‘elilim, “coisas de nada” (ver 1Cr 8:4). Comentário Adventista, vol. 3, p. 955.
6 O rei terrestre se veste com trajes ricos, símbolos de seu poder e o Rei dos Céus se veste com qualidades eternas. Bíblia Shedd.
7 Tributai. O adorador deve ir à casa de Deus para e não apenas para receber. A verdadeira oração faz mais do que apresentar pedidos: ela atribui honra e glória. Comentário Adventista, vol. 3, p. 955.
9 A verdadeira beleza de Deus é Sua qualidade mais sublime: a santidade; por isso Isaías sempre Lhe chama “o Santo de Israel”. Bíblia Shedd.
10-13 Característica teológica única: o juízo divino é associado à alegria e não ao medo, como seria de se esperar (ver também 98:4-9; 1Cr 16:31-36). Bíblia de Estudo Andrews.
10 para que não se abale. Deus criou o mundo, e Ele manterá sob seu controle as forças do caos. Bíblia de Genebra.
julga … com equidade. Deus não governa de forma caprichosa, mas de acordo com a justiça e retidão. Assim como existe estabilidade na criação, também há estabilidade na justiça. Bíblia de Genebra.
A garantia única de estabilidade social encontra-se quando uma nação pede que Deus a guia pela Sua Palavra, pelo Seu Poder. Bíblia Shedd.
11 Alegrem-se os Céus, e a terra exulte; ruja o mar e sua plenitude. Toda a natureza é convidada a participar do louvor a Deus quando Cristo vier para inaugurar o reino eterno de justiça (ver GC, 300; Sl 148:7-10; cf Sl 98:7-9). Comentário Adventista, vol. 3, p. 955.
Tudo que há no universo é uma proclamação de louvor a Deus. Bíblia Shedd.
13 vem… vem … julgará. Porque Deus reina sobre todas as coisas e é o Senhor da história, Israel vivia na esperança (como anunciavam os profetas) da “vinda” de Deus – Seu atos futuros mediante os quais lideraria de modo decisivo e estabeleceria a Sua justiça na terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma profecia da vinda do Messias com Seu reino de retidão, conforme a descrição em Is 11.1-9. Bíblia Shedd.
Uma vívida imagem da vinda de Cristo para inaugurar Seu reino de justiça. A repetição da frase empresta força e vivacidade à passagem. Comentário Adventista, vol. 3, p. 955.
justiça … fidelidade. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo pra nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9). Bíblia Shedd.
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SALMO 96 – Assim como dois jovens que se amam querem contar a todos que estão namorando ou que se casarão, aqueles que experimentam o amor divino e o plano da salvação levantam a voz desejando que todos saibam quão importante é conhecer e pertencer a Deus.
Apenas uma reflexão profunda acompanhada de entrega genuína a Deus resultará em adoração aceitável, salvação plena e satisfação no coração.
Deus é o Criador; sendo assim, “a adoração se baseia no reconhecimento de que Deus criou todas as coisas e domina sobre elas. O sábado do quarto mandamento, em sentido especial, constitui uma lembrança da Criação. Foi designado como um dia reservado para adorarmos a nosso Criador” (Rosalie Haffener Lee).
O sábado sela a criação e santificá-lo implica reconhecer ao Criador. Os conversos que o separam para uso indicado por Deus demonstram fidelidade. Por isso, o quarto mandamento está ligado a julgamento divino.
“Visto que a santa lei de Deus constitui norma do Juízo (Tiago 2:12), a adoração do Criador no Seu dia se torna um sinal de identificação exterior para os que vivem na hora do Juízo e que submetem sua vida inteira a Ele” – comenta Lee.
Tendo em mente Apocalipse 14:6; Êxodo 20:8-11 e Ezequiel 20:12, 20 considere estes pontos:
• Além de cantar ao Senhor, é necessário reavivar nossa adoração a fim de renovar nossas canções; assim proclamaremos as boas novas de salvação todos os dias ao único Deus e único Ser digno de ser adorado com beleza e todas as nossas forças (vs. 1-6);
• Além de cantar, quem experimenta o genuíno relacionamento com Deus e O conhece melhor Lhe dará honra e glória, levará generosas ofertas ao Senhor e O adorará com sinceridade na beleza de Sua santidade, pois Ele julgará os povos com equidade (vs. 7-11);
• Além de cantar, adorar, exaltar, honrar e glorificar a Deus, o salvo estará motivado a proclamar aos quatro cantos da Terra, a toda nação, testemunhando e convidado a todos a adorar ao Deus que virá para julgar (vs. 11-13).
Deus é o Iniciador da História: Criador. Por conseguinte, Ele estará no final dela: Juiz.
Do início ao fim do mundo, todos os povos são convidados a celebrar jubilosamente a chegada dAquele que vem instituir definitivamente Sua justiça.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Cantai ao SENHOR, bendizei o Seu nome; proclamai a Sua salvação, dia após dia” (v. 2).
Do hebraico “shihah“, “um cântico novo” (v. 1) significa “canção que emana da alma“. Sendo conhecedores de que não temos uma alma, e sim que somos uma alma (Gênesis 2:7), o Salmo de hoje, como uma continuação do anterior, também é um convite à verdadeira adoração, convocando-nos para proclamar, TODOS OS DIAS, as boas-novas da salvação; para anunciar a glória de Deus e “as Suas maravilhas” (v. 3). E por que? A Bíblia nos responde: “Porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado” (v. 4).
Então, surge um chamado especial no verso 7: “Tributai ao SENHOR, ó FAMÍLIAS DOS POVOS“. Há uma luz especial para as famílias. Não podemos negligenciar tão solene mensagem. A proclamação da salvação em Cristo deve ser iniciada no seio do lar, e dele para o mundo. Não há forma mais rápida e nem mais impactante de afetar profundamente uma sociedade do que a influência que sai dos lares. Lares desestruturados resultam em sociedade corrompida. Lares equilibrados são a estrutura de uma sociedade sadia.
A escritora norte-americana Ellen G. White escreveu: “Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu. Os pais e os filhos devem ter em mente esse fato TODOS OS DIAS, relacionando-se como membros da família de Deus. Então a vida deles dará ao mundo uma lição prática do que podem ser as famílias que amam a Deus e guardam os Seus mandamentos. Cristo será glorificado. A paz, a graça e o amor impregnarão o círculo da família como um perfume precioso” (Fundamentos do Lar Cristão, p. 8).
Quando Paulo respondeu ao sincero carcereiro: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16:31), estava afirmando que a nossas “ações de graças” (Salmo 95:2) devem começar pela nossa família, e assim estender-se ao mundo. A ordem dada por Deus aos pais de Israel (Vide Deuteronômio 6:4-9) rasga a cortina dos tempos e nos alcança para que possamos compreender o real papel da família. Se a verdadeira adoração fizer parte de seu lar, que grande bênção será para as famílias ao seu redor!
Que a sua família seja a maior pregação que seus vizinhos precisam conhecer. Que a sua casa seja o cântico novo ao Criador que o mundo precisa ouvir. “Adorai o SENHOR na beleza da Sua santidade” (v. 9) das portas para dentro, e, certamente, terá uma influência poderosa das portas para fora!
Feliz sábado, famílias de Deus!
Desafio do dia: Abrace mais, beije mais, ame mais a sua família e, juntos, façam algo por quem precisa.
*Leiam #Salmo96
Rosana Garcia Barros
IASD FAROL MACEIÓ/AL
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Comentário devocional:
A atmosfera dos salmos muda ao chegarmos ao Salmo 95. Diferente dos anteriores, com seu espírito de petição, este salmo é cheio de louvor e ação de graças. O autor, reconhecido como sendo o próprio Davi (Hb 4:7), descreve as razões porque o Senhor é digno de ser louvado, e nos convida a louvá-Lo. Ele utiliza as mais extremas expressões de alegria e adoração.
Transbordante de alegria, o Salmo enumera as razões:
– Ele é “a Rocha da nossa salvação” (v. 1 NVI);
– Ele é “o grande Deus, o grande Rei acima de todos os deuses” (v. 3 NVI) que as pessoas adoram, pois não há outro como Ele;
– Ele criou tudo que podemos ver na terra: do mais profundo ponto no mar à mais alta montanha (v. 4);
– Mais do que tudo, Ele é o nosso Deus, o nosso Criador (v. 6). Isto é um pensamento incrível! O Criador de todo o mundo é o nosso Deus e nós fazemos parte do Seu rebanho em Seu pasto (v. 7). Ele cuida de nós com Seu poder e bondade.
Na verdade, temos todas as razões para adorá-Lo, com humilde alegria em nossos corações.
Confiemos em Deus. Não O ponhamos a prova, provocando Seu desagrado como o antigo Israel o fez. Lembremo-nos de sermos sempre gratos por Sua especial bondade mostrada a nós.
Inclinemo-nos diante dEle com ações de graças e alegria em Sua presença. Aprendamos a ouvir cada vez mais a Sua voz à medida que nos aproximamos da Canaã espiritual e entramos no Seu descanso eterno .
Sook -Young Kim
Kyungpook National University
Coréia do Sul
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/95 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/95/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 95 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Apelo para adoração ao Senhor. O autor não é mencionado, mas Hb 4:7 (relacionado a uma citação dos v. 7, 8) atribui este cântico a Davi. Bíblia de Estudo Andrews.
Os salmos 95 a 100 constituem um grupo de canções no estilo de “hinos festivos”, destinados à gratidão na adoração pública. Como tal, … o conteúdo oscila entre entre louvor a Yahweh e motivos para esse louvor. A primeira canção do grupo, o Salmo 95, algumas vezes chamado de “Salmo de conclamação” devido ao seu uso tradicional na igreja cristã como um fervoroso convite ao louvor, possui duas partes distintas: um convite à adoração (v. 1-7a) e uma admoestação contra a descrença e desobediência (v. 7b-11). Comentário Adventista.
1 O Rochedo da nossa salvação. Expressão única usada apenas nesta passagem em toda a Bíblia. Deus é chamado de “rochedo” em Sl 18:2 e de “rocha” em 144:1. Bíblia de Estudo Andrews.
6-11 A exortação para submeter-se ao Senhor com coração obediente – dobrar os joelhos só não basta. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 SENHOR, que nos criou.Toda dimensão e qualidade do universo pertence ao Deus Todo-Poderoso (4-5). O Deus de Amor nos conhece intimamente e tem cuidado de nós, mediante a obra de Jesus Cristo (v. 7). Qual a conexão entre estes dois lados da natureza divina? Isto se lê no v. 6, no qual o ser humano adora a Deus e assim O fica conhecendo pessoalmente. A chave do salmo e das nossas vidas é adorar a Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.
7 povo do Seu pastoreio. V. 100.3; Jr 23.1; Ez 34.21. Como os reis eram comumente chamados os “pastores” do seu povo (v. nota em 23.1), seus domínios podiam ser mencionados como seu “pastoreio” (v Jr 25.36; 49.20; 50.45). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Fórmula da aliança (48:14; Êx 6:7; 29:45, 46; Jr 31:33). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Endurecer o coração é uma das piores escolhas que se pode fazer, pois a pessoa se convence da verdade pela atuação do Espírito Santo, mas não deseja se entregar e seguir a voz de Deus (ver Êx 7:13; 14:22 …; 17:1-7 …; Nm 20:1-13 …). Essa atitude entristece a Deus, porque, nesse caso, Ele não pode ajudar. O Senhor respeita nossa escolha e decisão. Bíblia de Estudo Andrews.
Um coração endurecido é tão inútil quanto um pedaço endurecido de barro ou um pão endurecido. Nada pode restaurá-lo e torná-lo útil. O salmista adverte contra endurecer nossos corações como Israel fez no deserto, continuando a resistir à vontade de Deus (Êx 17: 7). Eles estavam tão convencidos de que Deus não podia livrá-los que eles simplesmente perderam sua fé Nele. Quando o coração de alguém se endurece, essa pessoa está tão obstinadamente disposta em seus caminhos que não pode se voltar para Deus. Isso não acontece de uma só vez: é o resultado de uma série de escolhas para desconsiderar a vontade de Deus. Se você resistir a Deus por tempo suficiente, Deus pode lançá-lo de lado como pão endurecido, inútil e inútil. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Me. Os representantes oficiais do Senhor, ao falarem em nome dEle, podiam mudar para a primeira pessoa do singular (v. 50.5, 7-15. v. tb nota em Gn 16.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
visto o que eu fiz. No Egito e no mar Vermelho – e Sua provisão de alimentos no deserto (v. Êx 16; v tb Nm 14.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
obras. Aqui se refere aos grandes milagres que Deus fizera ao salvar Seu povo da escravidão no Egito. Bíblia Shedd.
10 quarenta anos. O apogeu da rebelião de Israel veio quando, por incredulidade, recusou-se a empreender a conquista de Canaã e pensou em voltar ao Egito (v. Nm 14.1-4). Foi então que Deus o condenou a permanecer 40 anos no deserto (v. Nm 14.34). Bíblia de Estudo NVI Vida.
aquela geração. Os israelitas (adultos) que saíram do Egito e receberam uma aliança com Deus no Sinai (v. Nm 32.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Descanso. Aqui, um conceito dinâmico que se refere a Israel possuindo um lugar na terra com Deus, onde fica protegido de todas as ameaças externas e de todas as calamidades internas (v. 1Rs 5.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Na terra, se refere a Canaã, a herança prometida aos descendentes físicos de Abraão, e também é uma profecia da vida eterna nos céus, reservada para os que tem fé assim como Abraão teve (Hb 11.8; Rm 4:13-25). Bíblia Shedd.
O que nos mantém afastados ds maior e definitiva bênção de Deus (entrar em Seu “repouso”)? Corações ingratos (95: 2), não adorar ou submeter-se a Ele (95: 6), testar a Deus por causa de dúvidas teimosas (95: 9). Em Hebreus 4:5-11, somos advertidos a não endurecermos nossos corações, mas para rejeitar o glamour do pecado e qualquer outra coisa que nos levaria longe de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
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SALMO 95 – Espírito de revolta, coração duro, insensibilidade à voz de Deus, rebeldia, ingratidão, indiferença, tudo isso impede as pessoas de celebrarem a Deus com alegria e entusiasmo.
Adoração mecânica, oração repetitiva, devoção por obrigação, frequência aos cultos por tradição… não garantem um espírito de fervor e adoração no louvor ao Senhor. Fiquemos atentos! Tem atividades religiosas que são tédios para Deus: Tradições e formalismos espirituais!
Acompanhe os pontos importantes do salmo em foco:
• Temos convite e razões lógicas para louvar em voz alta, com alegria adorar a ponto de abalar as estruturas: Deus nos salvou, Ele é nosso Criador, Ele é maior que tudo, sustenta a tudo e é dono de tudo (vs. 1-5).
• Temos instruções para adorar prostrando-se e ajoelhando-se diante do Deus que nos fez, pois além de nos criar, Ele nos guia, pastoreia e alimenta (vs. 6-7).
• Temos orientações para deixar tudo a fim de ouvir o que Deus tem a nos dizer, e, também, exemplos negativos daqueles ignoraram a Palavra divina. Será que temos um coração mais sensível para Deus do que os rebeldes filhos de Israel no deserto recebendo tudo de que precisavam? (vs. 7-11).
Amplie teus estudos sobre este Salmo analisando Hebreus 3:10, 17; 4:3-7; Números 14:20-38. Note que o desprezo pela obediência significa rejeitar a Deus, o que é rebelião.
Meditemos pausadamente…
• Nossa vontade própria parece ser mais importante que a vontade de Deus, isso nos faz tirar Deus do primeiro lugar em nossa vida; pergunto: Não estamos testando a paciência de Deus e colocando-O à prova em vez de aprender com as lições da história?
• Na maioria das vezes que oramos, queremos apenas falar. Será que não podemos “prestar atenção em Deus por cinco minutos?”
• Quase sempre que apresentamos a Deus nossos planos queremos Sua ajuda para executá-los; porém, não estamos simplesmente recusando andar em Seus santos caminhos?
• Quando vamos cultuar a Deus será que adentramos a Sua presença para sermos realmente conduzidos ao descanso prometido a nós?
Só terá repouso aqueles que se submeterem inteiramente ao senhorio de Cristo, ouvir atentamente a voz do Espírito Santo e, louvar ao Criador com palavras e atos em todo tempo e lugar.
A obediência revela interesse por Deus e Seus planos maravilhosos para nós; vamos ouvi-lO mais? – Heber Toth Armí.
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“Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou” (v. 6).
Todos os dias de nossa vida recebemos um convite. De forma contínua, porém respeitosa, Jesus bate à porta do nosso coração esperando ser bem-vindo (Ap 3:20). Enquanto Ele vem ao nosso encontro, também aguarda que “saiamos ao Seu encontro” (v. 2). Como “Deus supremo” (v. 3) é o único conhecedor da única “fórmula” da felicidade, a qual tanto almejamos. Enquanto o homem não entender que a verdadeira felicidade não está nas coisas deste mundo, mas no Criador do mundo (v. 5), jamais a encontrará.
O Salmo de hoje também é um convite. Um convite a louvar a Deus. Fomos criados para isso. Somos adoradores por essência. O ser humano tem a necessidade de apegar-se a algo como centro de sua adoração. Podem ser deuses nominais ou “deuses” em forma de objetos, vícios, ou até mesmo o próprio “eu”. Foi por isso que Jesus fez questão de destacar a classe de adoradores que verdadeiramente vive para louvar o SENHOR: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo 4:23).
“Mas vem a hora e já chegou”, ou seja, “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (v. 7-8). A hora que é chegada é o AGORA, é o HOJE. As Escrituras não se referem aqui apenas a louvor musical, mas a uma vida de oração totalmente entregue ao governo do bom Pastor (v. 7), eis o louvor que Deus espera de nós, eis a verdadeira adoração.
Os filhos de Israel entristeceram a Deus “durante quarenta anos” (v. 10), transviando o coração para uma falsa adoração. Os líderes judeus rejeitaram os ensinamentos de Cristo e viveram uma vã adoração: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. E em vão Me adoram…” (Mt 15:8-9). Louvar com os lábios é fácil, difícil é louvar com a vida. Dizer que adora a Cristo é fácil, viver como Ele viveu é que é difícil. O nosso problema é que nos contentamos com uma vida cristã medíocre e esquecemos do testemunho de Abraão, José, Daniel, Paulo e do exemplo do próprio Jesus, que nos deixaram um legado de fé, perseverança e amor a custo de muito esforço e até mesmo a custo da própria vida.
Que o nosso desejo, HOJE, seja o de louvar a Deus com a nossa vida! Que tudo que sair de nossos lábios brote de um coração reto diante de Deus! E que nossos joelhos encontrem o chão para que o nosso coração encontre o Céu!
Bom dia, verdadeiros adoradores do SENHOR!
Desafio do dia: Medite na letra do hino “Canção da Vida” (Hinário Adventista, n° 477).
*Leiam #Salmo95
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Como os Salmos 91 e 92, este Salmo também fala acerca do julgamento final de Deus sobre os injustos. O Salmo deixa claro que os maus e arrogantes finalmente perecerão. Claramente ficará revelado o que era certo e o que era errado, o que era justo e o que era mau, porque a justiça finalmente será reestabelecida (v. 15).
Deus cuida dos justos, derrama sobre eles a Sua bondade e faz com que sintam o conforto de Sua presença “Não fosse a ajuda do Senhor, eu já estaria habitando no silêncio da morte” (v. 17, NIV). “O Senhor é a minha torre segura; o meu Deus é a rocha em que encontro refúgio” (v. 22, NVI).
No entanto, por detrás das maldades cometidas pelos homens, há um quadro mais amplo. Existe um conflito entre Cristo e Satanás. É importante perceber essa realidade. Os versos 20 e 21 mostram como os malfeitores condenam o inocente e planejam maldades utilizando as leis existentes. Eles se reúnem e tramam contra o sangue dos justos. Isso nos faz lembrar de como Cristo foi condenado e executado na cruz por pessoas ímpias.
Por trás de todo o mal encontramos a atuação de Satanás, o qual acabará por receber a destruição final. Devemos ampliar o nosso olhar a ponto de sermos capazes de ver o conflito cósmico que acontece ao nosso redor. Nós mesmos não somos, às vezes, apanhados na teia do mal por cultivarmos rancor contra alguém que nos prejudicou?
Se nos posicionarmos do lado do Senhor, Ele ficará do nosso lado no juízo para nos vindicar. No entanto, se não formos para Ele a fim de obtermos ajuda, compartilharemos com os ímpios do seu destino.
Sook -Young Kim
Kyungpook National University
Coréia do Sul
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/94 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/94/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 94 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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O salmista apela ao Senhor como juiz, para impor a justiça a malfeitores arrogantes, aqueles que Lhe são desobedientes. Bíblia de Genebra.
Deus é santo e justo; por isso, os ímpios não prevalecerão. O salmista apela para que Deus aja e detenha o fluxo do mal. Bíblia de Estudo Andrews.
Justiça é um tema maior nos salmos. O salmista louva a Deus porque Ele é justo; ele Lhe suplica que intervenha e traga justiça onde existe opressão e maldade; ele condena o ímpio que confia em sua fortuna; ele exalta os justos para com os vizinhos. A justiça nos salmos é mais do que apenas honestidade. É intervenção ativa em benefício do desamparado, especialmente o pobre. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Viúva … estrangeiro … órfãos. São as três classes que no oriente sempre estavam desamparadas por falta de parentes que lhes proporcionassem proteção, que fossem o “vingador” que exige justiça. A lei de Deus exige compaixão no seu cuidado (cf Tg 1.27). Bíblia Shedd.
7 O SENHOR não o vê. Os ímpios, em sua prosperidade, acredita que Deus não se importa com o que fazem. Bíblia de Genebra.
11 conhece os pensamentos do homem. O Senhor conhece até mesmo os pensamentos secretos, ocultos no coração (Sl 90.8). Bíblia de Genebra.
12, 13 Feliz é a pessoa que aprende as instruções divinas e aceita Sua disciplina, pois isso a guardará dos maus caminhos. A disciplina pode ser dolorosa, mas ensina bons hábitos, ajuda a colocar ordem na liberdade e estabelece limites adequados. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Agora percebe que é melhor ficar sob a disciplina de Deus, para depois entrar no descanso eterno (v.13), a ter a prosperidade material acima descrita que, longe de ser um sinal de estar fora do âmbito do castigo divino, é uma indicação de que o ímpio está caminhando para a sepultura eterna (13). Bíblia Shedd.
16 O salmo assume uma nota pessoal quando o autor se prepara para mencionar como Deus o livrou. Bíblia de Genebra.
17-19 Deus provê ajuda contra os malfeitores mas também dá vitória sobre o mal e provê conforto da ansiedade. Bíblia de Estudo Andrews.
17 no silêncio (NVI). Da morte. … Sem a ajuda de Deus, os ímpios teriam silenciado o salmista por colocá-lo na sepultura, mas agora é para os ímpios que a cova será cavada (cf. v. 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 trono corrupto (NVI). Centro de autoridade que será usado para a iniquidade. O autor fala da injustiça no próprio governo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
trono da iniquidade (ARA). O trono de um rei que perverte a justiça. Todo rei de Israel tinha o dever de refletir o governo de Deus, particularmente a justiça e a compaixão divinas. Bíblia de Genebra.