Reavivados por Sua Palavra


SALMO 75 by jquimelli
14 de janeiro de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Quem entre nós não notou que aqueles que pouco se importam com a religião muitas vezes vivem na riqueza e no luxo? Parece que eles sempre conseguem as melhores oportunidades e as férias que achamos que os que temem a Deus merecem. Aqueles que ignoram a Deus prosperam em seus negócios e sua riqueza se multiplica muito, de forma que parece que eles nem sequer têm de trabalhar. Chegamos ás vezes a pensar que Deus não deseja que o seu povo se torne rico.
O primeiro erro neste pensamento é que, na verdade, nem todos os ímpios são “bem-sucedidos”. Tendemos a nos esquecer daqueles que foram vítimas de suas próprias más estratégias. A segunda distorção é achar que esta situação é permanente. O salmista nos garante que isso não vai durar para sempre. Deus vai acabar com esta injustiça no devido tempo escolhido por Ele. Em terceiro lugar, o ímpio não tem uma consciência tranquila, um travesseiro macio, e a confiança em um Deus soberano que cuida dele.
Muitas vezes nos questionamos a respeito dos rumos que nossa vida está tomando. Temos nossas próprias idéias a respeito do que deveríamos fazer, onde deveríamos estar e, especialmente, quando certos acontecimentos deveriam acontecer. Porém, talvez o luxo e o sucesso não sejam bons para o nosso relacionamento com Deus. Ele deseja que reconheçamos a nossa dependência dEle. E não quer que O busquemos pelos motivos errados.
Em um determinado momento eu cheguei a fazer um acordo com Deus de que se as coisas não mudassem num prazo de dez anos, eu ficaria livre para proceder do jeito que eu quisesse. Felizmente, Deus ignorou o meu cronograma e seguiu o seu próprio.
A maioria de nós, se não todos, tem descoberto com o passar do tempo que o cronograma de Deus é muito melhor.

Gordon Christo
India

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/75 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/75
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 75 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 75 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2017, 0:45
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SALMO 75 – Orações realizadas sob a regência do Espírito Santo são atendidas em sua plenitude pelo Deus que age em prol dos humildes.

“A resposta da oração do salmo 74 está no salmo 75. O Senhor se levantará para defender Sua causa (Salmo 74:22) e suprimir a toda a rebeldia. O cumprimento desse salmo aguarda o momento histórico do retorno de Cristo à Terra para estabelecer o Seu reino de justiça” – comenta William MacDonald.

Os arrogantes e soberbos, os orgulhosos e indisciplinados, os blasfemadores e impenitentes, todos sentirão na pele as consequências de suas próprias loucuras, se não no presente, certamente no futuro, quando Jesus vier como reto Juiz para executar Seu juízo sobre cada habitante deste mundo.

O Salmo em questão, com seus dez versículos, tem pelo menos três ênfases relevantes para os que querem a solução de seus problemas:

1. A fé colocada em Deus leva o pecador a ser um adorador agradecido. Sim! A fé eleva o indivíduo a render graças quando tudo está cinzento, quando a realidade a nossa volta é desfavorável, quando o único que temos de bom no presente são as lembranças da atuação divina no passado, quanto tudo parece perdido, quando estamos no fundo do poço… e, ainda temos esperança (v. 1).
2. O governo de Deus, ainda que pareça imperceptível quando as coisas não estão como gostaríamos que estivessem, é real e soberano não só sobre a Terra, mas sobre o Universo. Sua regência lida com a arrogância, o orgulho e a violência na medida certa, na hora certa e do modo certo. Devemos ter pena dos que rejeitam a Sua graça (vs. 2-8).
3. Como o salmista, devemos contar a história divina e cantar louvores ao Deus que exalta aos humildes e humilha aos que se exaltam. Devemos celebrar ao Deus que é Juiz acima de todo juiz, que reina/preside/governa acima de todo rei/presidente/governador para erradicar o mal pela raiz (vs. 9-10).

Devemos alertar a todas as pessoas como fez Asafe: “Não levante o punho contra o Deus Altíssimo. Não erga a voz contra a Rocha eterna. Ele é único de leste a oeste; do deserto às montanhas, não há outro igual” (vs. 5-6).

Pelo contrário, humilhe-se e renda-se ao Deus que atende nossas orações – Heber Toth Armí.



SALMO 75 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS  by Ivan Barros
14 de janeiro de 2017, 0:30
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“Deus é o Juiz; a um abate, a outro exalta” (v. 7).

Quando estava na faculdade, fui convocada algumas vezes para participar do júri popular. Não é fácil estar na posição de jurado, principalmente por se tratar de crimes contra a vida. Julgar pessoas que não conhecemos, fatos que não vimos e definir entre absolvido ou condenado, é, de fato, um dos deveres cívicos mais desafiadores que existe. Até pelo fato de ser um corpo de jurados, com pontos de vista diferentes, o que pode causar sensação de dever cumprido em uns e de injustiça em outros. Mas o julgamento descrito no Salmo de hoje, apesar de envolver a vida, não comporta jurados, mas um único Juiz. E, contrariando a justiça dos homens, o Seu julgamento é reto (v. 2) e a Sua justiça é plena de misericórdia.

Percebam que o verso 2 diz que Deus há “de aproveitar o tempo determinado” para julgar. E até que profira a sentença, Ele chama os soberbos e ímpios ao arrependimento (v. 4). O Pai, o justo Juiz já sabe qual o dia e a hora (Vide Mateus 24:36) em que há “de julgar retamente” (v. 2), e, até lá, concede a cada ser humano a oportunidade de arrepender-se e converter-se. Podemos olhar em todas as direções, procurando por pessoas ou coisas que nos ajudem, porém, o verdadeiro auxílio do qual necessitamos é Deus. Só nEle podemos encontrar a verdadeira justiça, que abate os ímpios e exalta os justos (v. 10).

Quem aceita a Cristo como seu SENHOR e Salvador, não precisa temê-Lo como Juiz. Ele sonda os corações e sabe bem quem na realidade somos. Quando os escribas e fariseus armaram aquele tribunal a céu aberto onde Cristo seria o juiz, a mulher adúltera a ré e eles e a multidão os algozes, Jesus simplesmente Se abaixou e, com o mesmo dedo que escreveu em pedra (Vide Êxodo 31:18): “Não adulterarás” (Êxodo 20:14), começou a escrever na terra. O Juiz justo, então, Se levanta e dá a Sua primeira sentença: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (João 8:7). Um por um foi se retirando, “acusados pela própria consciência” (João 8:9), isto é: “Digo… aos ímpios: não levanteis vossa força” (v. 4). Jesus havia Se abaixado novamente, e, novamente Se ergue para dar a segunda sentença: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (João 8:11).

Sabem, amados, Deus tem trabalhado de maneira urgente com a humanidade através do Espírito Santo. “Porque na mão do SENHOR há um cálice” (v. 8) que está prestes a ser derramado (Vide Apocalipse 14:10). E enquanto isso, Ele nos convida a declararmos as Suas maravilhas (v. 1), e não a julgarmos o que não nos compete julgar. A não ser que você esteja cumprindo um dever cívico como jurado, “quem és tu que julgas o servo alheio?” “Tu, porém, por que julgas teu irmão?” (Romanos 14:4, 10).

Que confiemos na reta justiça do SENHOR e que possamos escolher o que o salmista escolheu fazer: “Quanto a mim, exultarei para sempre; salmodiarei louvores ao Deus de Jacó” (v. 9).

Feliz sábado, justos de Deus!

Desafio do dia: Faça o bem. Envolva-se em projetos sociais. Em atender as necessidades do próximo, você não terá tempo de julgá-lo.

*Leiam #Salmo75

Rosana Garcia Barros 




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