Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 11 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Ao soar a sétima trombeta, o povo de Deus estava estudando cuidadosamente o livro de Daniel e proclamando a mensagem da Hora do Julgamento. Depois de estudar cuidadosamente o sacrifício de Jesus e Seu ministério sumo sacerdotal no Santo Lugar do Santuário Celestial, eles passaram a proclamar que Jesus era a “vara de Deus” para medir aqueles que afirmavam crer nEle.

Agora, o Revelador passa a descrever o que aconteceu com as duas testemunhas durante os anos antes de Jesus passar para o Santo dos Santos. Quem são estas duas testemunhas? Eles simbolizam o Antigo e o Novo Testamentos. As duas oliveiras mencionadas por João fornecem o energizante óleo do Espírito Santo. E os dois castiçais diante de Deus mostram sua ligação com o Santuário Celestial.

As duas testemunhas permanecem perante o Senhor do Universo e têm poder para vencer as mentiras e falsos ensinamentos daqueles que odeiam a Deus. Elas também têm poder de abrir as janelas do céu em resposta a obediência e impedir que os desobedientes recebam as bênçãos. Elas detêm o poder de Deus, a verdade e a vida nas páginas da Sua Palavra. As duas testemunhas têm o poder de usar todos os meios para fazer uma última tentativa de chamar os homens de volta para a verdadeira adoração de Deus. Por um período de tempo elas permaneceram mortas nas ruas, simbolizando o período em que na França a razão foi endeusada e o comportamento ilícito dominou sobre o povo. Mas as duas testemunhas foram ressuscitadas depois de um tempo, pelo poder do Espírito Santo, para mais uma vez proclamar a verdade de Deus. Em seguida, as Escrituras rapidamente se espalharam por todo o mundo durante o Grande Despertamento de 1798-1840. A sétima trombeta ou o terceiro ai ocorrem após o Grande Despertamento e significa um período de tempo até o fechamento da porta da graça. Esta trombeta soa o alerta para o mundo que “chegou a hora do Seu juízo” (Ap 14:7 NVI).

É claro que o Islã tinha um papel a desempenhar na quinta e sexta trombetas (primeiro e segundo ais). Significaria isso que o Islã desempenhará um papel na 7ª trombeta (3º ai)? Não sabemos. Mas Daniel 11 mostra o quão perto estamos do momento em que os anjos deixarão de conter os fortes ventos. Jesus vai tirar Suas vestes sacerdotais e colocará Suas vestes reais. Então os reinos deste mundo se tornarão Seus reinos. As nações estão iradas, as sete últimas pragas cairão, os justos serão recompensados e ímpios serão julgados.

Ao ser afastada a cortina do Lugar Santíssimo no Céu, João vê a Arca contendo os Dez Mandamentos. A observância da lei de Deus é de grande importância. 

Jesus está vindo! Você está pronto para dizer ao mundo que Ele está prestes a começar seu reinado sobre os reinos deste mundo?

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/11/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 11 
Comentários sobre Apocalipse 11



Apocalipse comentado verso a verso by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2015, 18:54
Filed under: Sem categoria

Queridos irmãos,

para facilitar sua pesquisa aos comentários sobre o Apocalipse, criei hoje um novo blog, com os comentários compilados das Lições da Escola Sabatina sobre o Apocalipse.
O objetivo é sempre expandir e atualizar estes comentários, tornando o acesso a eles mais fácil e permanente.

http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/

Uma boa leitura a todos
Jeferson Quimelli



Apocalipse 10 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Enquanto Apocalipse 9 termina com a sexta trombeta em 1840, como previsto por Josias Litch, o associado de Guilherme Miller, este capítulo começa com um interlúdio antes do soar da sétima trombeta com o terceiro ai. João vê o próprio Jesus descer e ficar em pé com autoridade sobre a terra e o mar. Em uma das mãos ele segura um pequeno livro aberto (v. 2), e levanta a outra mão para declarar que as profecias “de tempo” de Daniel e Apocalipse terminaram.

Em seguida, João ouviu sete trovões descreverem os eventos relativos à primeira e segunda mensagens angélicas, mas não lhe foi permitido anotá-los. Os primeiros crentes do Advento não seriam capazes de lidar com antecedência com o conhecimento dessas probantes horas. 

Encontramos no versículo 7 desse capítulo uma lacuna entre o final da sexta trombeta e o começo da sétima trombeta que está prestes a soar. É durante a sétima trombeta que o “mistério de Deus” será concluído. Isso mostra que a sétima trombeta é um período de tempo, não apenas um ponto no tempo.

O que é esse “mistério de Deus (v. 7)?” Alguns pensam que é o Evangelho alcançando o mundo todo, seguido pela Segunda Vinda. Porém é muito mais do que isso. Abrange todo o plano da Salvação pela Divindade para salvar-nos e Jesus sendo recebido na glória (1 Tm 3:16). Esse “mistério de Deus”, juntamente com o Juízo Investigativo e a fase final da expiação, será concluído por Jesus ao final do soar da sétima trombeta, quando se fechará a porta da graça.

João, representando o povo de Deus do tempo do fim, recebe a ordem para tomar o pequeno livro das mãos de Jesus e comê-lo. O livro teria um sabor doce na boca, mas seria amargo no estômago (v. 9-10). Isso representou a experiência do povo de Deus durante o Movimento do Segundo Advento, quando da proclamação da maravilhosa notícia do retorno de Jesus em 1844, de acordo com a profecia dos 2300 dias. Foi uma experiência doce, porém acompanhada de um amargo desapontamento quando o esperado retornou de Cristo não aconteceu naquela época. Continuando a estudar a Bíblia, eles reconheceram a própria experiência nesses versos. Foi muito animador para eles quando entenderam que, em vez de Jesus vir à terra naquele momento, Ele havia se mudado do lugar Santo no santuário celestial, para o lugar Santíssimo a fim de começar Seu trabalho final de julgamento.

Esses remanescentes que passaram pelo “grande desapontamento” de 22 de Outubro de 1844, foram orientados a profetizar (pregar) novamente. Eles deveriam proclamar ao mundo uma mensagem a respeito do sacrifício de Cristo, Seu ministério sumo-sacerdotal e exortar o mundo para se preparar para o julgamento final. Você deseja estar entre aqueles que proclamarão essa mensagem “perante muitos povos, nações, línguas e reis?”

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/10/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 10 
Comentário em áudio 



Apocalipse 9 by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus, erros, heresias, igreja, Juízo | Tags:

Comentário devocional:

O primeiro ai sob a quinta trombeta cai no Império Romano cristão do Oriente, e uma “estrela” mensageira celeste desce do céu com uma chave que Cristo lhe deu para abrir o “poço sem fundo”. Ele abre este poço e dele saem Satanás e seus demônios. Eles fortalecem um povo para ações de julgamento contra os cristãos apóstatas. Estes lamentos são julgamentos literais, como aqueles que ocorrem nos primeiros quatro toques de trombeta.

Quando é que os acontecimentos da quinta e da sexta trombetas ocorrem? Martinho Lutero e outros comentaristas aplicam a quinta trombeta aos sarracenos [árabes] proveniente das areias do deserto da Arábia sob o comando de Abu Bakr. Eles começaram a atacar o Império Romano do Oriente com sede em Constantinopla [Istambul]. A sexta trombeta sinalizou a ascensão dos turcos otomanos na guerra contra o cristianismo apóstata.

Josias Litch, um dos associados de Guilherme Miller no movimento do Advento, definiu as datas da quinta e da sexta trombeta entre 1299 d.C. e 1840 d.C. Em agosto de 1840, o poder do império turco foi quebrado, quando Mohammed Ali venceu os turcos e capturou sua marinha. Estes eventos, ocorrendo no momento predito por Litch, exerceram grande influência sobre os crentes mileritas na América.

A descrição dos gafanhotos dada neste capítulo recorda o vestido dos antigos cavaleiros árabes de muitos modos. Eles pouparam os guardadores do sábado, mas perseguiram o resto dos cristãos durante este período. Os cidadãos do império almejavam alívio de seu sofrimento, mas não o encontram. Os gafanhotos guerreiros desse tempo tiveram um sultão [um rei] sobre eles, um agente do próprio Satanás. Os sultões seguintes também foram destruidores, destruindo o restante um terço do antigo Império Romano do Oriente.

Uma vez que Litch entendeu que essas datas terminavam em 1840, ele observou que esse foi o momento exato em que a Turquia, através de seu embaixador, aceitou a proteção das potências aliadas da Europa e, portanto, colocou-se sob a proteção das nações cristãs. O evento satisfez exatamente a predição. Quando isso se tornou conhecido, multidões se convenceram da exatidão dos princípios de interpretação profética adotados por Miller e seus associados, e um maravilhoso impulso foi dado ao movimento do Advento. Homens de saber e posição se uniram a Miller na pregação e na publicação e de 1840 a 1844 o trabalho estendeu-se rapidamente.

Apesar dos julgamentos anunciados pelas trombetas, o resto dos homens  recusou-se

 a arrepender-se de sua adoração de demônios, ídolos de sua própria criação, e acreditar em falsas doutrinas. O que mais Deus poderia fazer? 

E quanto a você e eu? Estamos correspondendo aos sussurros de Deus ou estamos resistindo a eles, não nos arrependendo de nossos erros? Não cometamos o mesmo erro que muitos cristãos cometeram em afastar-se da intercessão de Cristo, mas curvemo-nos todos os dias e reivindiquemos Sua graça amorosa para nós mesmos.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/9/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: Apocalipse 9 
Comentário em áudio 



Apocalipse 8 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Depois que João vê que os selados serão capazes de suportar o “grande dia do seu julgamento,” ele vê a abertura do sétimo selo do pergaminho no qual estão escritos todos os atos da humanidade. Tudo que podia ser realizado pelo Cordeiro em prol da salvação da humanidade na Terra, foi feito. Ainda na visão, João vê sete anjos de pé na presença de Deus, prontos para a tarefa final. A eles são dadas sete trombetas para anunciar a chegada da guerra.

Ainda na sala do trono, João vê Jesus, nosso Mediador, tomar o incensário para começar o ministério sacerdotal celestial em favor do Seu povo. João vê toda a cena ocorrida desde o Pentecostes, em 31 dC, até o fim do trabalho sacerdotal de Cristo, quando o anjo (v. 5) atira o incensário em direção a Terra por ocasião do fechamento da porta da graça. Esta cena, de Jesus no altar, abrange todo o período de tempo das sete igrejas, dos sete selos e das sete trombetas (Apoc 2, 3, 6, 8, 9). Quando o incensário é jogado na Terra, o tempo da graça termina.

Tendo como contexto o Israel espiritual na Terra, as sete trombetas começam a soprar. Por que Deus faria guerra contra o Israel espiritual, a igreja? No Antigo Testamento, quando Israel foi atrás de outros deuses, Deus enviou juízos sobre Seu povo, pedindo-lhes para se arrependerem. Assim, também, quando o Israel Espiritual do Novo Testamento se apostata, Deus envia julgamentos que são as trombetas, pedindo-lhes para se arrependerem e retornarem a Ele (Apoc. 9:20, 21).

A apostasia aconteceu com o estabelecimento da missa católica e o sacerdócio na igreja. Não existe unanimidade de interpretação quanto a qual evento histórico é simbolizado pela primeira trombeta. No entanto, a seguinte aplicação de estudiosos dos séculos XVII a XIX tem resistido ao teste do tempo. A primeira trombeta caiu sobre a parte oriental do Império Romano cristianizado pelo ataque dos godos; a segunda trombeta caiu na parte sul através dos vândalos; a terceira trombeta caiu sobre a parte central através dos hunos; e a quarta trombeta caiu sobre diretamente sobre o governo e pôs fim ao mesmo. Os convites divinos para o arrependimento não fizeram qualquer diferença no Império Romano cristianizado e este deixou de existir. Em seu lugar, a besta do mar de Apocalipse 13:1-11 começou a se erguer.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/8/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 8 
Comentário em áudio 



Apocalipse 7 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Depois da visão da apostasia religiosa nos selos, João vê quatro anjos que seguram os ventos da contenda, guerra e derramamento de sangue. Por quê? Jesus, o Arcanjo (encarregado dos anjos) vem do Oriente e fala em alta voz que os anjos retenham a destruição até que os servos de Deus sejam selados intelectual e espiritualmente na verdade de Deus. Só então esses ventos deverão ser soltos, liberando o caminho para o caos que virá após o fechamento da porta da graça. “Depois destas coisas” (v. 9) sinaliza este selamento especial do povo de Deus, para Si mesmo no final do tempo, durante o sexto selo, antes da segunda vinda de Cristo. Somente aqueles que forem selados com o selo de Deus serão capazes de se manterem em pé após o encerramento da porta da graça. Fortalecidos pelo Espírito Santo, eles guardam todos os Dez Mandamentos e têm o testemunho de Jesus. Eles guardam o sábado do sétimo dia, em lealdade a Ele, o qual é o selo do fim dos tempos*.

João ouve o número dos que foram selados: 144.000. 12.000 de cada uma das doze tribos de Israel. Os 144.000 não se referem à nação literal de Israel, mas ao Israel espiritual, um grupo especial de crentes do tempo do fim que Deus usará para dar ao mundo a última revelação do Seu amor. Eles demonstram que, pela graça de Deus, é possível guardar todos os Dez Mandamentos. Com o selo de Deus iluminando seus rostos, eles são o testemunho final do mundo que foi convidado a escolher entre a adoração de Deus e a adoração da besta. Esses fiéis estarão vivos quando Jesus vier.

São mostrados a João dois grupos especiais de pessoas que fazem parte dos redimidos de todas as idades. Os 144.000 demonstram vidas em completa devoção a Jesus Cristo unicamente pela Sua graça, e desmentem as acusações de Satanás de que é impossível guardar os Dez Mandamentos de Deus. O segundo grupo inclui os martirizados por sua fé e a quem foi prometido o manto da justiça de Cristo, e que nunca mais sofrerão fome, sede, ou frio.

Ao contemplarem esses dois grupos, os anjos ao redor do trono, os vinte e quatro anciãos, e os seres vivos se prostram diante do trono e louvam a Deus (v 12).

Hoje é o tempo para você fazer um pacto com Jesus para ser selado como um de seus especiais 144.000, que no tempo do fim demonstrarão lealdade total a Deus. Que por Sua graça você reflita plenamente o caráter de Jesus.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Médico, Medicina do Trabalho
Greeneville, TN. EUA.


* NT: A observância do sábado é um sinal exterior de uma lealdade interior (ver Ez 20:12, 20; Is 8:16; 51:6-7; I Jo 2:3, 4; Êx 20:8-11; Ap 14:12;  Mt 5:17, 18; Prov 30:5, 6; ap 22:18, 19; Êx 31:13; 5.  Ver tb. Lc 4:16, 31; 23:52-56; Mc 16:1-2). Aqueles que amam a Deus de todo o coração consideram um dever e privilégio observar o dia criado e escolhido por Ele para Sua adoração.



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/7/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 7 
Comentário em áudio 



O selo de Deus em Apocalipse 7:2 by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2015, 0:30
Filed under: adoração, descanso, obediência, sábado | Tags: , , , ,

Então vi outro anjo subindo do Oriente, tendo o selo do Deus vivo.” Apocalipse 7:2a

O selo do Deus vivo. O selo de Deus é concedido a quem vive em íntima união com Cristo e recebe continuamente o dom gratuito da Sua justiça. O selo é “o seu nome e o nome do Pai” (Apoc. 14:1). O nome de Cristo e o nome do Pai são símbolos do Seu caráter. (Ver Parábolas de Jesus, p. 330.)”. LES963 – Lições da Escola Sabatina, 3º trimestre de 1996, lição 4, p. 6.



“O selo não é alguma ‘marca que pode ser vista, mas a consolidação na verdade, para que eles [o povo de Deus] não possam ser abalados’ (Comentário de Ellen G. White, SDABC, vol. 4, p. 1.161).”. Conforme citado em LES892 – Lições da Escola Sabatina, 2º trimestre de 1989, p. 101.



O selo de Deus é o nome de Cristo “e o nome de Seu Pai” escritos na fronte (Apoc. 14:1). Aquele que vence o pecado pela graça de Cristo tem o nome dEle e o nome do Pai inscritos em sua pessoa (Apoc. 2:17; 3:12; 22:4).  …Muitos nomes visavam a indicar o caráter daqueles que os recebiam. LES892, p. 100. 



Somente as vestes que Cristo proveu, podem habilitar-nos a aparecer na presença de Deus. Essas vestes de Sua própria justiça, Cristo dará a toda alma arrependida e crente. “Aconselho-te”, diz Ele, ‘que de Mim compres … vestidos brancos, para que vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez. Esse vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito, e oferece-nos esse caráter. Parábolas de Jesus, p. 311.



Apocalipse 7 não está falando do selo do evangelho que é aplicado pelo Espírito Santo para dar-nos a certeza de que somos filhos de Deus. Os de Apocalipse 7 já o receberam. Como sabemos? Porque o selo de Apocalipse 7:1-3 é aplicado sobre os servos de Deus, o que demonstra que já são convertidos. 

…Onde, revela Deus, está o Seu selo para os crentes? Isaías 8:16 … “…sela a Lei no meio dos Meus discípulos.”  …

Alguns cristãos se surpreendem ao ler este versículo. Não obstante, ele se harmoniza plenamente com o Novo Testamento, onde diz: ‘Ora, sabemos que O temos conhecido por isto, se guardamos os Seus mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço, e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade’ (I São João 2:3,4). 

São Paulo disse que a obediência da lei distingue o cristão espiritual do carnal, ‘por isso o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar, portanto os que estão na carne não podem agradar a Deus’ (Romanos 8:7, 8).

Seria bom fazermos uma análise para comprovar a firme certeza do que acabamos de descobrir. 

Busquemos na lei de Deus (Êxodo 20:3-17) as três características básicas de um selo completo: 1. Nome; 2. Cargo; 3. Jurisdição. Encontraremos no mandamento que estabelece o dia de repouso.[1. Senhor Deus; 2. Criador; 3. Universo]”. SRA/EP – Seminário Revelações do Apocalipse/Edição do Professor, p. 59.



No Apocalipse, o selo de Deus está associado com o caráter do remanescente, semelhante ao de Cristo. O selo colocado na testa do povo de Deus em Apocalipse 7 é definido em Apocalipse 14:1 como os nomes de Cristo e do Pai. Na Bíblia, o nome de uma pessoa corresponde à própria pessoa, ou seja, ao seu caráter. O nome de Deus indica como Ele é. Portanto, ostentar o nome de Deus significa não apenas pertencer a Ele, mas ter desenvolvido, pela Sua graça, um caráter semelhante ao dEle.

Neste ponto, pode ser interessante lembrar que há uma identidade muito próxima entre Cristo e Sua lei. A lei é a expressão escrita do caráter de Deus. É também importante destacar que, no Apocalipse, o remanescente é caracterizado por guardar os mandamentos de Deus. Isso fica claro em Apocalipse 12:17 e 14:12. Os que ouvem e aceitam a mensagem dos três anjos são descritos como os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus (Apoc. 14:12). Esses são os selados.

As duas características mencionadas são extremamente significativas. Poderiam ser chamadas de fé e obediência, evangelho e lei. Os selados reconhecem que sua salvação só é uma realidade através da fé em Jesus, e confiam inteiramente nEle. Mas sabem também que Jesus deseja ser o seu Senhor. Eles reconhecem a soberania de Jesus ao guardar Sua lei como expressão de amor e gratidão.

O selo de Deus está associado com Sua lei e, de maneira muito especial, como sábado. O primeiro anjo de Apocalipse 14:7 convida os habitantes da Terra a adorarem a Deus, o criador do Céu e da Terra. Isso é exatamente o que o sábado nos convida a fazer. Quando imitamos a nosso Criador e Redentor, nos tornamos como Ele é.” LES963, lição 9, p. 5A.



Tendo em conta que Jesus disse que não mudou a lei e que não autoriza mudá-la (São Mateus 5:17, 18), e que o remanescente que receberia o selo de Deus seria obediente a Seus mandamentos (Apocalipse 14:12), fica claro que Deus não mudou Seu sinal (o santo sábado). Ainda mais: no Apocalipse há uma séria advertência para os que alteram a Palavra de Deus (Provérbios 30:5, 6) e terríveis maldições de Deus para quem acrescente algo a Sua Palavra ou dela tire alguma coisa (Apocalipse 22:18, 19).“ SRA/EP, p. 106 e 107.



Visto que a observância do sábado é um sinal de santidade (Êxo. 31:13), ela constitui uma parte importante da experiência de justiça pela fé em Cristo. …’De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra.’ – Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 17. (Comparar com Patriarcas e Profetas, págs. 313 e 315; Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 232.). …O mandamento do sábado é o selo de Deus porque contém o nome, a autoridade e o domínio do Legislador divino (Êxo. 20:8-11; comparar com I Reis 21:8; Ester 3:12).” LES892, p. 102.



Nosso Senhor Jesus Cristo foi muito enfático ao declarar que Ele não veio mudar a lei (São Mateus 5:17) e que não autoriza a mudança sequer de uma letra ou sinal enquanto durarem os céus e a Terra (São Mateus 5:18). Portanto, qualquer mudança da lei de Deus não obedece à vontade divina, mas a daquele que se rebelou contra Deus e foi expulso do Céu (Apocalipse 12:7-9). Por isso é que a obediência ao mandamento do sábado se constitui num sinal ou selo de lealdade a Deus (Ezequiel 20:20).” SRA/EP, p. 61.



Selo de Deus Vivo: O caráter de Deus gravado na alma dos que se dedicaram inteiramente a Cristo. O sinal exterior é a observância do sábado.” LES892, p. 99.



A observância do sábado é o sinal exterior de que nos entregamos tão completamente a Deus e estamos tão firmados na verdade, que não podemos ser abalados, mesmo quando for decretada a pena de morte para os que observam o sábado.” LES892, p. 103.



O sinal de Deus, ou selo, de Sua obra criativa e redentiva é o sábado. O sábado é um sinal de que Ele é o Criador. (Gen. 2:1-3; Êxo. 20:8-11).

O sábado é também um sinal de santificação ou consagração (Êxo. 31:13; Ezeq. 20:12). O dom da santidade se tornou possível através da morte de Cristo e pela dotação do Espírito Santo (I Pedro 1:2). Então o sábado é um sinal ou selo da justificação e salvação.” LES963, lição 9, p. 3.

Assim como Êxodo 31:16, 17 diz que o sábado seria sinal perpétuo entre Deus e Seu povo, Isaías 56 demonstra claramente que o sinal seria para todo crente, independente de sexo, nacionalidade, raça ou qualquer outra diferença humana. Note que Jesus aplicou esta profecia aos dias do Novo Testamento. (S. Mateus 21:13; São Marcos 11:17; São Lucas 19:46). …

Apesar da tremenda emergência que significou a morte de seu amado Filho, a bem-aventurada … Maria não fez as compras dos aromas para embalsamar a Jesus no sábado, mas esperou o domingo para ungir o Seu corpo [São Lucas 4:16, 31; 23:52-56]. Isto mostra que ela guardava o mandamento do sábado, no qual está o selo de Deus. Outras mulheres piedosas, as quais não puderam comprar na sexta-feira, guardaram o sábado e fizeram suas compras no domingo. (São Marcos 16:1-2.)  O mesmo exemplo encontraremos na vida de Paulo, …

Muitos católicos chamam o sábado de dia da Virgem. Na realidade é o dia que a bem-aventurada … Maria guardava, e o Novo Testamento nos revela que ela repousava no sábado, ‘conforme o mandamento’ de Deus. Nós faríamos bem em imitar seu piedoso exemplo, guardando o sábado tal qual ela fazia.

Não sei se você já pensou nisso, mas o que significa ser cristão? Ser cristão é imitar a Jesus; ser semelhantes a Ele, viver a vida que Ele viveu. Por exemplo: Não devemos odiar, porque Ele perdoava e mesmo na cruz orou: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.” Do mesmo modo, um cristão guarda o sábado porque Jesus, nosso exemplo, também o guardou.” SRA/EP, p. 61.



Apocalipse 6 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.

As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.

A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.

A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo. 

O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.

O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: “quem poderá suportar?” (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/6/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 6 
Comentário em áudio 



Apocalipse 5 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5 
Comentário em áudio 



LEITURA DE DOIS CAPÍTULOS ATÉ DIA 10 DE JULHO by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2015, 0:22
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Amigos,

a partir desta quinta-feira, dia 02, e até o final desta fase do programa no próximo dia 10, de acordo com o programa prévio mundial, leremos dois capítulos do Apocalipse. Haverá também 2 comentários devocionais por dia.

No dia 12, quando retomarmos com a leitura da Bíblia em Gênesis 1, voltaremos a ler um capítulo diariamente.