Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 3 by jquimelli
30 de junho de 2015, 1:00
Filed under: heresias, igreja, profecias | Tags: , , , , , , ,

Comentário devocional:

Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história cristã e a nossa história. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergarmos um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e Jezebel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. É um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como “Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições” (Ap 17:5).

Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns “que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos.”(v. 4 NVI). 

À igreja em Filadélfia, Jesus diz: “você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome” e “guardou a minha palavra de exortação à perseverança” (vv. 8, 10). 

Então, a mensagem à sétima e última igreja, a igreja de Laodicéia, vem como um choque, porque essa igreja parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja em que Jesus não encontra nada para elogiar.

Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar.  Jesus diz:  [Eu] “repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” (v. 19 NVI). 

Não podemos desenvolver o arrependimento por outros – essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Jesus está batendo. Ele espera ardentemente Se reunir conosco para que possamos participar juntos da “ceia das bodas do Cordeiro” (Ap 3:20; 19:7-8). 

Estamos dispostos a passar tempo com Jesus, desde agora? Estamos prontos a nos arrependermos da nossa frieza e nudez e nos vestirmos com Sua justiça e Seu amor? O mundo, quer estejamos cientes disso ou não, está esperando para saber como responderemos a essas perguntas.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado, Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/3/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 3 
Comentário em áudio 



Apocalipse 2 by jquimelli
29 de junho de 2015, 1:00
Filed under: adoração, alegria, vitória | Tags: ,

Comentário devocional:

Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens  altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!

Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.

O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido “pregado a toda criatura debaixo do céu” (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). “Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros” (White, Atos dos Apóstolos, 324).

Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 2 
Comentário em áudio 



Apocalipse 1 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
28 de junho de 2015, 21:08
Filed under: adoração, sábado | Tags: , , ,

1 Revelação. Do gr. apokaluvsis, “descerramento”. “Revelação de Jesus Cristo” pode ser considerado o título que João deu ao livro. Este título nega categoricamente a ideia de que o Apocalipse é um livro selado, que não pode ser compreendido. Ele apresenta uma mensagem que Deus teve e tem o propósito de ajudar Seus servos na Terra a ouvir e guardar. Eles só podem fazer isso se a compreendem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 803.

3 Aqueles que ouvem. Isto é, os membros de cada igreja. A NVI traz a expressão anterior no singular, “aquele que lê”, denotando que, em cada igreja, havia apenas um leitor, e muitos que ouviriam a leitura. A bênção que acompanhava a leitura do Apocalipse nas “sete igrejas” da província romana da Asia alcança todos os cristãos que lêem o livro com o desejo de adquirir uma compreensão mais perfeita das verdades por ele comunicadas. CBASD, vol. 7, p. 806.

4 Sete Espíritos. Em outras passagens do livro, os sete Espíritos são retratados como sete lâmpadas de fogo (Ap 4:5) e como os sete olhos do Cordeiro (Ap 5:6). A associação dos “sete Espíritos” com o Pai e com Cristo, como equivalentes doadores da graça e da paz, sugere que eles representam o Espírito Santo. É provável que “sete” seja uma expressão simbólica de Sua perfeição e também pode subentender a variedade de dons por meio dos quais ele trabalha nos seres humanos (ver ICo 12:4-11; cf. Ap 3:1). CBASD, vol. 7, p. 807.

10 Dia do Senhor. O dia do Senhor não pode ter sido um domingo, pois o primeiro dia da semana nunca foi observado como um sábado até vários seculos depois da ascensão de Cristo. Escritores bíblicos referem-se ao domingo como “o primeiro dia da semana”. Para os pagãos, era o dia do sol. Qual era o dia do Senhor? 1. O dia em que o Senhor chama de “Meu Santo dia” (Is 58:13). 2. Jesus é o “Senhor do Sábado” (Mc 2:28). Apocalipse Verso por Verso, Henry Feyerabend, p. 14.

11 Sete igrejas. A ordem em que as igrejas são citadas, tanto aqui quanto em Apocalipse 2 e 3, representa a sequência geográfica pela qual passaria um mensageiro levando uma carta de Patmos a essas cidades da província da Ásia. CBASD, vol. 7, p. 813.

13 Filho de homem. Do gr. hrdos anthrôpou. O texto grego desta passagem não tem artigo definido. Trata-se de uma tradução exata do aramaico kebar enash e parece ter o mesmo significado que tem em Daniel. Logo, aquilo que se comentou sobre kebar enash (Dn 7:13) também se aplica a huios anthrôpou. Está claro que Aquele a quem o título se refere é Cristo (Ap 1:11, 18). A expressão “o Filho do homem”, com artigo definido, é usada para Cristo mais de oitenta vezes no NT, ao passo que “Filho de homem”, sem o artigo definido, só se refere a Ele em dois outros casos no grego do NT (Ap 14:14 e Jo 5:27). CBASD, vol. 7, p. 816.

16 Sete estrelas. Este símbolo representa os “anjos”, ou mensageiros, enviados às sete igrejas (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 817.

17 Não temas. Após a perda da força física, o profeta recebia força sobrenatural, normalmente por meio do toque de uma mão (Ez 2:1, 2; Dn 8:18; Is 6:6, 7). Muitas vezes, o visitante celestial deu a ordem “Não temas!”, a fim de dissipar os temores que naturalmente transbordam no coração humano quando confrontado com um ser celestial. CBASD, vol. 7, p. 818.

20 Mistério. Aqui o termo “mistério” é usado para se referir às sete “estrelas”, símbolo que ainda não fora explicado. O símbolo é chamado de “mistério” porque a interpretação estava prestes a se tornar conhecida. Logo, no Apocalipse, “mistério” é um símbolo prestes a ser explicado para aqueles que consentem em guardar as coisas reveladas no livro (Ap 17:7, 9), ou algo que Deus deseja lhes tornar conhecido. Os símbolos do Apocalipse também são chamados de “sinal” (Ap 12:1; 15:1). CBASD, vol. 7, p. 819.



O “Dia do Senhor” em Apocalipse 1:10 by jquimelli
28 de junho de 2015, 13:49
Filed under: adoração, sábado | Tags: , ,

No dia do Senhor, achei-me no Espírito e ouvi por detrás de mim uma voz forte, como de trombeta,” (Apoc 1:10 NVI).

Dia do Senhor. Enquanto cristãos de séculos posteriores venham a associar o “Dia do Senhor” como domingo, na Bíblia o Dia do Senhor é associado com o sábado do sétimo dia. Ver também Is. 58:13-14; Mc 2:27-28. Andrews Study Bible.

Do gr. kuriake hemera. … Embora se trate de uma expressão única nas Escrituras, kuriake hemera tem um longo histórico no grego pós-bíblico. Assim como sua forma abreviada, kuriake, trata-se de um termo familiar usado pelos pais da igreja para se referir ao primeiro dia da semana e, em grego moderno, kuriake é a palavra costumeira para domingo. Seu equivalente em latim, dominica dies, é uma designação comum para o mesmo dia e permaneceu em várias línguas modernas, como o português domingo e o francês dimanche. Por esse motivo, muitos eruditos defendem a opinião de que kuriake hemera, nesta passagem, também se refere ao domingo, e que João, além de receber a visão nesse dia, também reconheceu que era o “dia do Senhor”, supostamente porque Cristo ressurgiu dos mortos no domingo.

Há tanto razões negativas quanto positivas para se rejeitar essa interpretação. A primeira delas é o reconhecido princípio do método histórico de que uma alusão só deve ser interpretada  pelo uso de evidências anteriores ou contemporâneas a ela, e nunca provenientes de dados históricos de um período posterior. Esse princípio é essencial para a solução do problema do significado da expressão “dia do Senhor” nesta passagem. Embora ela ocorra com frequência nos escritos dos pais da igreja, com o sentido de domingo, a primeira evidência conclusiva esse tipo de uso só ocorre na segunda metade do 2º  século, no apócrifo Evangelho Segundo Pedro (9, 12; ANF, vol. 9, p. 8), no qual o dia da ressurreição de Cristo é chamado de “dia do Senhor”. 

Uma vez que esse documento foi elaborado no mínimo 75 anos depois de João escrever o Apocalipse, ele não pode ser apresentado como prova de que “dia do Senhor”, na época de João, se referisse ao domingo. É possível citar diversos exemplos da rapidez com que as palavras mudam de significado. Por isso, o sentido de “dia do Senhor”, neste versículo, é mais bem determinado por referências às Escrituras, e não à literatura posterior.

No lado positivo da questão está o fato de que as Escrituras nunca fazem qualquer conexão religiosa entre o domingo e o Senhor, ao passo que afirma repetidas vezes que o sétimo dia, o sábado, é o dia do Senhor.

Declara-se que Deus abençoou e santificou o sétimo dia (ver Gn 2:3), que ele é um memorial do ato divino da criação (ver Êx 20:11); Deus o chamou especificamente de “Meu santo dia” (ver Is 58:13). Jesus Se denominou “Senhor também do sábado” (ver Mc 2:23), no sentido de que, por ser Senhor dos homens, também era Senhor daquilo que fora feito para os homens, a saber, o sábado. Logo, quando a expressão “dia do Senhor” é interpretada de acordo com evidências anteriores e contemporâneas à época de João, tudo indica que o único dia ao qual ela pode se referir é ao sétimo, o sábado (verT6, 128: AA, 581). 

Parece mais provável que João tenha escolhido a expressão kuriake hemera para se referir ao sábado, numa forma sutil de proclamar que, assim como o imperador tinha dias especiais dedicados a sua honra, seu Senhor, pelo qual ele então sofria, também contava com um dia (sobre a origem da observância do domingo e sua designação como o “dia do Senhor”, ver com. de Dn 7:25; ver AA, 581. 582).  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 810 – 812.


Foi no sábado que o Senhor da glória apareceu ao exilado apóstolo. O sábado era tão religiosamente observado por João em Patmos como quando estava pregando ao povo nas cidades e vilas da Judéia. Atos dos Apóstolos, p. 581.

 

O primeiro dia da semana só foi chamado “dia do Senhor” bem mais tarde. […] “‘Embora esta expressão [dia do Senhor] ocorra conclusivamente nos escritos dos ‘Pais da Igreja” com o significado de domingo, a primeira evidência conclusiva desse uso só aparece na última parte do segundo século, na obra apócrifa Evangelho Segundo Pedro (9, 12 …), onde o dia da ressurreição de Cristo é chamado ‘o dia do Senhor’. Visto que este documento foi escrito pelo menos três quartos de século depois que João escreveu o Apocalipse, ele não pode ser apresentado como prova de que a expressão “dia do Senhor”, no tempo do apóstolo João, se aplica ao domingo. SDABC – Seventh Day Adventist Bible Commentary, vol. 7, p. 735. (Como citado em LES892 – Lições da Escola Sabatina, 2º trimestre de 1989, p. 20).



Centenas de versículos nas Sagradas Escrituras ordenam a santificação do sábado. Muitos cristãos que respeitam o domingo já quiseram ter a satisfação de ler em sua Bíblia alguma declaração que dissesse ‘santificarás o domingo’, porém não a encontraram. …


Sendo que não existe um só versículo que ordene guardar o domingo como dia santo de repouso, torna-se evidente que este é guardado exclusivamente por tradição, ao passo que centenas de versículos mandam observar o sábado. O decreto mais antigo, obrigando a guardar o domingo é pagão. Foi assinado por Constantino do dia de 7 de março do ano 321. …


Os pagãos contemporâneos de São João tinham o ‘dia do senhor deus o Sol’ (o domingo). Porém os cristãos não adoravam o Sol, nem tão pouco o imperador. (Ex.: I Coríntios 8:5,6). Por isso é que São João foi exilado para a ilha de Patmos, sofrendo perseguição religiosa (Apocalipse 1:9). Esta é uma poderosa evidência de que São João não concordaria em render homenagem ao Sol nem observaria um dia de culto pagão. Para os cristãos o dia do Senhor é aquele que Jesus proclamou como Seu dia. SRA/EP – Seminário Revelações do Apocalipse/Edição do Professor, p. 63 a 65.



O Dia do repouso no Novo Testamento


Há alguns anos ouvi que um conferencista religioso oferecia cinco mil dólares a quem pudesse mostrar-lhe um só versículo que dissesse: “Santifica o domingo em lugar do sábado.” Ninguém conseguiu apresentar esse versículo.


Centenas de versículos nas Sagradas Escrituras ordenam a santificação do sábado. Muitos cristãos que respeitam o domingo já quiseram ter a satisfação de ler em sua Bíblia alguma declaração que dissesse ‘santificarás o domingo’, porém não a encontraram. Ocorre-lhes então a pergunta: Será que este versículo não existe? O domingo constitui uma ordenança bíblica ou é somente uma tradição?


Uma das grandes profecias do Apocalipse [Apoc. 13] trata da observância do domingo, mas não estabelece sua santidade; ao contrário, reafirma a observância do sábado. …


Existem, no entanto, oito versículos do Novo Testamento em que se menciona  o domingo (cujo nome bíblico é primeiro dia da semana) e em um destes se faz referência a ele sem mencioná-lo. …


ANÁLISE DOS OITO VERSÍCULOS


1. Analisemos todos os versículos do Novo Testamento em que se menciona o primeiro dia da semana…


* São Mateus 28:1; São Marcos 16:1,2 – No dia de repouso não se fazem compras, e ali se diz “compraram aromas… ” Além disso, se diz que o domingo é o dia seguinte ao dia de repouso.


* São Marcos 16:9; *  São Lucas 24:1 – São Lucas disse que investigou diligentemente todas as coisas para que conhecêssemos bem as verdades (São Lucas 1:1-4; Atos 1:1-3). Mas não disse que o domingo era santo; pelo contrário. Em São Lucas 23:54-56 se diz que o dia de repouso no Novo testamento era o sábado (e isto foi escrito cerca do ano 63 AD, 32 anos depois da ascensão de Jesus).


* São João 20:1; São João 20:19, 26 – O objetivo pelo qual estavam juntos não era religioso. Diz ali que estavam trancados por medo dos judeus. Não estavam comemorando a ressurreição, pois não criam que Jesus havia ressuscitado (ver as duas passagens paralelas, São Marcos 16:11-14 e São Lucas 24:36-43). Para comemorar a ressurreição, Jesus estabeleceu o batismo por imersão (Romanos 6:3-6).


* Atos 20:7 – Razão da reunião: “Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato.”


* I Coríntios 16:2 – Não fala de reuniões religiosas, mas de algo para fazer em casa. Dá a impressão de estar dizendo que, ao fazer o plano de gastos da semana, separem uma quantia e a guardem para quando São Paulo chegar à cidade. A coleta da qual vem falando desde o verso 1 se refere a uma ajuda aos irmãos da Judeia devido à grande fome mencionada em Atos 11:28-30. …


Não é o ato de reunir-se que torna santo um dia. Eles se reuniam diariamente (Atos 5:42). O que torna santo um dia é a santificação de Deus, e a Bíblia revela que o Senhor santificou o sábado na Criação (Gênesis 2:1-3) e ao dar os Dez Mandamentos declarou que o sábado é um dia de repouso porque Deus o tornou santo, santificou-o.


Sendo que não existe um só versículo que ordene guardar o domingo como dia santo de repouso, torna-se evidente que este é guardado exclusivamente por tradição, ao passo que centenas de versículos mandam observar o sábado. O decreto mais antigo, obrigando a guardar o domingo é pagão. Foi assinado por Constantino do dia de 7 de março do ano 321.


2. Podiam os cristãos mudar a observância do sábado para o domingo? São Mateus 5:17, 18.

R: Jesus disse: “…Nem um jota ou til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra.” …


3. Aprova Deus que se deixe de guardar um de Seus mandamentos a fim de substituí-lo por uma tradição?  ver São Mateus 15:3; São Marcos 7:6,7.

R: “…E em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.”


4. Segundo o Apocalipse, qual é a característica dos verdadeiros cristãos? Ver Apocalipse 14:12.

R: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.”


O DIA DE REPOUSO NO NOVO TESTAMENTO


5. De que dia fala São João no Apocalipse? Ver Apocalipse 1:10.

R: O dia do Senhor. Nota: Os pagãos contemporâneos de São João tinham o “dia do senhor deus o Sol” (o domingo). Porém os cristãos não adoravam o Sol, nem tão pouco o imperador. (Ex.: I Coríntios 8:5,6). Por isso é que São João foi exilado para a ilha de Patmos, sofrendo perseguição religiosa (Apocalipse 1:9). Esta é uma poderosa evidência de que São João não concordaria em render homenagem ao Sol nem observaria um dia de culto pagão. Para os cristãos o dia do Senhor é aquele que Jesus proclamou como Seu dia.


6. De acordo com Jesus, qual é o dia do Senhor no Novo testamento? Ver São Marcos 2:28.

R: “…O Filho do homem [Jesus] é Senhor também do sábado.”


7. Qual é o dia de repouso do Novo Testamento? Ver São Mateus 28:1; São Lucas 23:56.

R: É o dia anterior ao primeiro dia da semana. Portanto, é o sábado. “..E no sábado descansaram, segundo o mandamento.” 


8. Na cidade de Corinto, São Paulo trabalhou durante um ano e meio fazendo tendas (Atos 18:1-3, 11). O fato de que se dedicasse a uma atividade não religiosa durante este tempo prolongado, nos ajuda a descobrir em que dia repousava. Que dia reservava São Paulo para as atividades religiosas? Ver Atos 18:3, 4.

R: “…E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus, como gregos.”

Nota: Durante um ano e meio São Paulo trabalhou fazendo tendas, porém estes 78 sábados dedicou-os à religião. O fato de que aos sábados pregava aos gregos demonstra que não o fazia para contentar aos judeus, mas sim porque este era o dia de repouso, o dia do Senhor dedicado à religião. Todo o livro de Atos testifica que São Paulo guardava o sábado. Por exemplo: Atos 13:42, 44; 16:13. Seu costume era dedicar o sábado à religião (Exemplo: Atos 17:2).


9. Até quando continuará sendo guardado o sábado? Ver Isaías 66:22, 23.

R: Falando dos novos Céus e da Nova Terra, diz o verso: “…E será que de uma Lua nova à outra, e de um sábado até outro virá toda carne a adorar perante Mim, diz o Senhor.”

Nota: Assim como para o homem não houve um só sábado que não devesse ser guardado (pois foi estabelecido como dia de repouso no primeiro sábado da Terra, Gênesis 2:1-3), jamais haverá um só sábado que não seja para se guardar. Estes versículos de Isaías dizem que na Terra nova, a cada sábado, todos os remidos irão adorar a Deus. O sábado será tão eterno como a eternidade.


10 Qual deve ser a razão para se guardar o sábado? São João 14:15.

R: Disse Jesus: “Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos.” Seminário Revelações do Apocalipse/Edição do Professor, p. 63 a 65 [Nota: formatação adaptada para melhor visualização].


“…Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações.” Êxodo 31:13.


“Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus…” Êxodo 20:10.


“Se desviardes o teu pé do sábado e de fazer a tua vontade no Meu santo dia…” Isaías 58:13.


“Jesus é o Senhor do sábado.” S. Marcos 2:28.  



Apocalipse 1 by jquimelli

Comentário devocional:

O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.

Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o “primogênito” dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e “todo olho O verá” (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.

A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros – as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).

A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes – ministros cristãos que são aqui referidos como “anjos” ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) – estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 1 
Comentário em áudio 



Material adicional estudo Apocalipse by jquimelli

O objetivo do plano Reavivados foi, desde o começo, estabelecer um plano devocional de leitura da Bíblia visando o reavivamento e a reforma da igreja, através da transformação espiritual individual.
Na medida do possível, temos procurado esclarecer alguns pontos mais controversos da Palavra trazendo estudos adicionais que incluem comentários de Bíblias de Estudo.

Caso você sinta desejo de conhecer mais do Apocalipse e do significado de suas figuras e símbolos, recomendamos duas fontes inestimáveis:

A primeira é o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, publicado pela Casa Publicadora Brasileira, que inclui comentários verso a verso do Apocalipse. Você pode adquirir este livro pelo site www.cpb.com.br.

A segunda são as Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996, escritas pelos pastores Joseph Battistone, Carl Coffman e Norman Gulley, em conjunto com o Seminário Revelações do Apocalipse, de Daniel Belvedere, também lançados no Brasil pela Casa. Como estas lições da Escola Sabatina não se encontram mais à venda, seus comentários foram compilados verso a verso e se encontram disponíveis em http://sermoes.com.br/parasermaoa.php.

Este é um estudo que certamente irá transformar a visão que você tem do Apocalipse ao mostrar que o objetivo deste livro é revelar Jesus Cristo. Em cada um de seus capítulos, Jesus é o personagem principal. E ele quer, ainda hoje, ser o personagem central de sua vida.

Que Deus lhe abençoe ricamente no estudo deste livro, escrito para a sua salvação!



Começamos a ler o Apocalipse! by jquimelli

Pela graça de Deus, começamos a ler o último livro da Bíblia, o Apocalipse.

Como adventistas, cremos fortemente que os eventos mais decisivos desse livro devem se cumprir ainda em nossa geração.

Nós veremos a libertação!

Então é pra nós, principalmente, que o Apocalipse foi escrito.

 




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