Reavivados por Sua Palavra


Hoje começamos a ler o livro do Êxodo! by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2015, 7:51
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Êxodo 1 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2015, 7:49
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Neste primeiro capítulo do segundo livro da Bíblia é perceptível a fé abrindo caminho em meio ao medo.

Êxodo começa onde terminou Gênesis, no Egito. Êxodo significa saída. É o livro que narra a saída dos israelitas após a libertação miraculosa da escravidão egípcia. Este capítulo é a introdução de toda a história do livro composto de 40 capítulos:

1. Conexão entre o livro de Êxodo com o livro de Gênesis. Genealogia introdutória. Narra o sucesso dos descendentes de José após sua morte (vs. 1-7);
2. Explicação da escravidão dos filhos de Jacó/Israel no Egito: Crescimento extraordinário da família de José o qual levou Faraó a ter medo deles (vs. 8-14);
3. Narração das atitudes de Faraó baseadas no medo: Matança/genocídio de bebês como meio de controle de natalidade devido a que todos os meios anteriores falharam (vs. 15-22).

Atitudes baseadas no medo geralmente levam outros a regirem por medo também. Ameaças são medos tentando intimidar os outros. Com medo, Faraó queria, ao decretar a morte dos bebês, assombrar aos israelitas que já enfrentavam a pressão de terem que trabalhar como escravos – e isso por cerca de quatro séculos.

Contudo, quem teme a Deus não terá medo de nada. As parteiras ousaram e desafiaram a ordem do Faraó. Sifrá e Puá têm seus nomes nas páginas sagradas como mulheres corajosas, não como mentirosas. O problema é que sempre focamos no problema quando não focamos em Deus e, não vemos que em meio aos problemas estas mulheres focaram em Deus.

Se acusarmos as parteiras de mentiras, estaremos do lado do acusador que queria destruir a nação donde viria o Messias. Antes de julgá-las e condená-las devemos colocar-nos no lugar delas: Escravas, ameaçadas, correndo riscos de perder a vida – não somente o emprego, etc.

Isso não justifica a mentira delas, mas revela que Deus atua independente dos méritos humanos. A graça sempre foi a forma de Deus lidar com nossa desgraça.

Alguém escreveu: “O medo aprisiona, a fé liberta; o medo paralisa, a fé dá poder; o medo desanima, a fé encoraja; o medo debilita, a fé cura; o medo torna inútil, a fé torna útil”.

Sifrá e Puá foram úteis a Deus embora tivessem falhas! Aleluia!

Reflita! Você tem fé ou tem medo? – Heber Toth Armí.



Êxodo 1 by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Embora os israelitas estivessem no Egito há mais de 400 anos – e mal conheciam os nomes de suas famílias – Deus conhecia cada um pelo seu nome. E Ele os estava preparando para ouvi-Lo falar Seu próprio nome (YHWH) em voz audível no Sinai.

Que surpreendente história é o livro do Êxodo. É o evangelho para os hebreus: uma história de libertação, de graça. O povo judeu sente-se tão fortemente tocado com o livro do Êxodo como os cristãos se sentem com o Evangelho de João.

Ao contrário do pensamento popular, os judeus nunca acreditaram que eram salvos por suas obras. Antes de Deus pedir sua obediência no Sinai, Ele os salvou no Mar Vermelho.

Como os israelitas e Moisés, nós também formos resgatados por um menino que cresceu para ser um libertador. No final de sua vida, Jesus subiu uma montanha na terra de Canaã e se encontrou com Moisés e Elias. Lucas 9:31-32 diz que eles conversaram sobre a “partida” de Jesus, literalmente, seu “êxodo”.

De que forma a necessidade dos israelitas por libertação te lembram de nossa própria necessidade? Você pode pensar em um tempo onde um “novo faraó” surgiu em sua vida e tornou as coisas muito difíceis?

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/1
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 1
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2



Êxodo 1 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2015, 0:30
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Os hebreus não chamam este livro “Êxodo.” Chamaram-no pelas suas primeiras palavras ou pensamentos no livro [Shemot ou We’eleh shemoth = “E estes são os nomes”]. (É assim que deram o nome de seus livros. Eles chamam Gênesis “no princípio” [B’reshit = “no princípio”]). Andy Nash, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/1/

O título “Êxodo” se baseia na tradução Septuaginta grega, que emprega o termo exodus, “saída” (19:1), e que foi mais tarde adotada pela Vulgata Latina (tradução da Bíblia para o latim, no início do século V, por Gerônimo). O título em hebraico demonstra a conexão [do livro do Êxodo] com Gênesis tendo em vista que começa com a conjunção “e”, sugerindo, portanto, a continuação de uma história anterior. …  e repete as exatas palavras de Gên. 46:8 (Andrews Study Bible).

1-22 O capítulo mostra a prosperidade que Deus sempre quer dar ao seu povo, e a desgraça que o mundo está sempre prestes a infligir (Bíblia Shedd).

1-4 Os livros de Êxodo e Gênesis estão ligados entre si por esta introdução (Gn 46.8-27). A promessa de Deus a Abraão foi cumprida pela frutificação de Israel (Gn 12.2) (Bíblia de Genebra).

7 Sete verbos descrevem a aparentemente sobrenatural multiplicação do povo de Israel: isto parece ser um eco consciente e alusão à criação, usando verbos de Gên. 1:20-22, 28 (Andrews Study Bible).
A terra era, provavelmente, a terra de Gósen, no Noroeste do Egito, no Wadi Tumilat, no delta, um vale que tinha entre 50 e 60 km de extensão (cf Gn 47.4) (Bíblia de Genebra).
Os reis da terra conspiram visando a frustrar o plano divino. Mas isso seria o mesmo que deter a mará montante. Os dias em que a igreja sofreu perseguição e oposição foram sempre os dias de crescimento (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

8 novo rei. Aqui saltamos quatro séculos de história, desde a entrada de José no Egito. Trata-se de novas dinastias com outras maneiras de pensar e agir (Bíblia Shedd).
Esse novo rei do Egito pode ter sido Amosis I (1570-1546 a.C.) da XVIII dinastia, que expulsou os hicsos, os governantes semitas do Egito, de 1700 a 1550 a.C. (Bíblia de Genebra).
não conhecera. Não se refere a conhecimento intelectual ou  possível deslize de memória mas, ao invés, um conhecimento relacional e compromisso. O nome do rei não é mencionado, em contraste com as relativamente menos importantes parteiras (v. 15). Na Escritura, pessoas de nome não mencionado parecem não ter futuro. De acordo com 12:40, Israel passou 430 anos no Egito (Andrews Study Bible).

9 Refere-se, pela primeira vez, aos filhos de Israel como um povo. Ao invés de uma família ou tribo, eles são agora um povo e destaca o cumprimento da promessa divina (Gên. 15:5) (Andrews Study Bible).

11 feitores de obras. O termo hebraico geralmente indica trabalho não voluntário a um poder superior. Pitom e Ramessés. Possivelmente Tell-el-Rataba (aprox 96 km NE do Cairo) e Tell-el-Dab’a (32 km n de Pitom) (Andrews Study Bible).

As pinturas nas paredes das pirâmides dão testemunho dos sofrimentos infligidos a escravos com feições hebreias por feitores armados de chicotes (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

12 quanto mais. A graça de Deus com seu povo sempre supera as tentativas de destruição feitas contra seus escolhidos (Bíblia Shedd).

14 amargar. A experiência de Israel é lembrada nas ervas amargas da refeição pascal (12:8) (Andrews Study Bible).

15 parteiras. Duas parteiras para servirem tão numerosa população parece muito pouco; elas podem ter sido líderes das parteiras (Bíblia de Genebra).
É admirável notar os inesperados instrumentos que Deus usa para derrotar as intenções de seus inimigos. Logo essas duas mulheres, que pareciam as menos prováveis  (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

16 O assassínio secreto: as parteiras podiam atribuir a morte do filhinho a um acidente de nascimento (Bíblia Shedd).

17 temeram. Outra tradução poderia ser “ter respeito”. Isto envolve escolhas morais (9:30; 14:31; 18:21; 20:20). As parteiras colocaram aas ordens divinas acima das ordens humanas (Atos 5:29) (Andrews Study Bible).

20 Nada afeta tão profundamente o bem-estar de uma nação como o tratamento dispensado às crianças (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

21 lhes constituiu família. Deus honrou o compromisso das parteiras e deu descendentes a elas (Ver também Rute 4:12; 2 Sam. 7:11; 1 Rs. 2:24)(Andrews Study Bible).

22 O assassínio público: a fidelidade das parteiras em conservar a vida dos filhinhos forçou Faraó a revelar publicamente sua iniquidade. Assim é que uma atitude corajosa pode desmascarar as obras do maligno (Bíblia Shedd).



A salvação em Gênesis by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2015, 10:37
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Parabéns! Você completou conosco a leitura do livro de Gênesis, capítulo por capítulo.
Certamente, você nunca mais verá este livro com os mesmos olhos.
Você percebeu que Deus trabalha para a tua salvação do mesmo modo como trabalhou para a salvação dos patriarcas e suas famílias, no trabalho de fazer para Si um povo santo, peculiar. Do qual você faz parte. Por toda a eternidade.
Bênção de Deus!



Gênesis 50 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2015, 10:35
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Moisés escreveu este livro para mostrar coisas importantes ao povo que saíra do Egito, taxado de escravo, tratado de forma inferior a animais. Sua importância era tão real como a nossa:

• Nossa nobre origem divina revela nossa importância (Gênesis 1-2);
• Após o pecado, o Criador revelou um plano: Haveria um Salvador para libertar todo pecador (Gênesis 3);
• Com a multiplicação do pecado, foi necessário limitá-lo por meio de um dilúvio mundial e a confusão das línguas na Torre de Babel (Gênesis 4-11).
• Deus investiu em Abraão no processo do plano de salvação, o qual seria o pai da nação donde viria o Messias.

Até o 11º capítulo Moisés sintetiza cerca de 2000 anos de História mundial, os 39 restantes contam em detalhes a origem do povo judeu (nossa também) e expõe a razão de Israel estar no Egito.

Chegamos ao último capítulo do livro das origens/gênese. Estamos contidos nele devido a que o plano de salvar o mundo envolve a todos nós. Além das muitas lições que aprendemos esta é a mais importante delas.

Com tal lição em foco, observe com atenção o legado de José para nós que chegamos na conclusão de sua história:

1. Poder, política e status podem perverter muitas pessoas (quase todas), mas José ensina-nos que nenhum sucesso precisa corromper quem humildemente teme a Deus;

2. Autoridade, fama e riquezas podem corromper muitas pessoas, mas José demonstra que nenhum lance pode tornar vingativo um servo de Deus;

3. Sabedoria, habilidades e vitórias não devem deixar nenhum filho de Deus ignorante, insensível ou estúpido; pelo contrário, como José, deve reconhecer, humildemente, a poderosa mão divina em tudo e, ajudar àqueles que precisam.

Antes de morrer, José deixou-nos o segredo teológico que norteou sua vida, ao dizer a seus irmãos: “Não é preciso ter medo. Por acaso estou no lugar de Deus? Será que vocês não percebem que planejaram o mal contra mim, mas Deus transformou o mal em bem […] salvando a vida de muita gente? […] Vou cuidar de você e de seus filhos” (vs. 19-21).

Se esta filosofia reger tua vida experimentarás grandes sucessos e colaborarás com a salvação de muita gente! Você aceita?

Você tem absorvido aos princípios bíblicos de vida? Em que Gênesis te influenciou? – Heber Toth Armí.



Gênesis 50 by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

O livro de Gênesis termina com um filho a honrar o último pedido de seu falecido pai. Deve ter sido um grande testemunho para os cananeus quando os enlutados israelitas e egípcios chegaram e enterraram Jacó na caverna do campo de Macpela, que tinha sido o local de sepultamento da família por gerações. É um momento de luto intenso, mas ao mesmo tempo uma forma positiva para processar o luto, ao dizer adeus de forma ativa à pessoa amada. E toda a comunidade se envolveu neste processo.

Lembro-me de um irmão da África, uma vez, expressar isso para mim de forma poderosa: todos que chegam ao funeral e choram com você, levam embora com eles, ao sair, uma pedrinha da sua grande montanha de dor, e desta forma a montanha vai se tornando cada vez menor. Carreguemos as cargas uns dos outros, especialmente em tempos de luto.

Os irmãos de José ficaram preocupados que a morte de Jacó poderia abrir caminho para alguma forma de vingança por parte de José, mas este age de modo consistente e reafirma o seu perdão a eles. José aprendeu uma das maiores lições de vida: Deus pode transformar o que foi intentado para o mal em algo incrivelmente bom.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/50
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 50
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2



Gênesis 50 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2015, 1:00
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Os hebreus não chamam este livro “Êxodo.” Chamaram-no pelas suas primeiras palavras ou pensamentos no livro [Shemot]. (É assim que deram o nome de seus livros. Eles chamam Gênesis “no princípio” [B’reshit]). Êxodo fala de libertação. Andy Nash, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/1/.

1-3 O texto foca o sofrimento de José e mantém silêncio sobre os irmãos. Jacó é tratado do mesmo modo que o seria um nobre egípcio, marcando a alta consideração pela família de José. A religião egípcia requeria o embalsamento do corpo tendo em vista a jornada após a vida. Quarenta dias… setenta dias. Os quarenta dias de embalsamento eram seguidos de trinta dias de luto (Num. 20:29; Deut. 34:8) (Andrews Study Bible).

embalsamassem. Uma prática egípcia destinada a preservar o corpo após a morte e, desta forma, conservar a identidade pessoal na vida pós-morte. Não existia essa prática em Israel. Aqui, o intento é o de preservar o corpo para ser transportado para Canaã (Bíblia de Genebra).

falou José à casa de Faraó. Logo após ter chorado a morte de seu pai (Dt 34.8), a aparência de José talvez não fosse adequada para se apresentar diante de Faraó (cf 41.14) (Bíblia de Genebra).

4-14 Após receber a permissão de Faraó para enterrar Jacó em Canaã, José, seus irmãos, e “todos “” os oficiais de Faraó viajaram a Canaã para o enterro de Jacó. A explicação de José para a necessidade do enterro em Canaã (v. 5 “sepultura que eu cavei para mi mesmo”) é colocada de modo que possa ser entendida pelos egípcios (Andrews Study Bible).

carros e cavaleiros. A história posterior do êxodo usa linguagem similar (Êx. 14:9, 17-18, 23, 26, 28) (Andrews Study Bible).

10 além do Jordão. As palavras “além do Jordão” indicam que esse livro [Gênesis] foi concluído na outra margem desse rio, onde Moisés, depois, faleceu (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento – F.B Meyer).

11 Abel-Mizraim. Lit. “Lamentação do Egito” (Andrews Study Bible).

No hebraico ebel significa “lamentação” e abel, “campo”. O nome parece ser um jogo das duas palavras (Bíblia Shedd).

13 Caverna do campo de Macpela. Ver 24.3.

17 As lágrimas de José só demonstraram o seu amor para os irmãos ao pensar que eles tinham desconfiado do seu perdão genuíno (Bíblia Shedd).

19 Este é o coração e o clímax da história de José: só Deus pode perdoar pecado e cobrir a culpa do homem pecador. A providência divina dirige em tudo, tornando os propósitos maus dos homens em bem (cf 45.4-7) (Bíblia Shedd).

21 lhes falou ao coração. Ver 34:3. O perdão verdadeiro entre seres humanos é induzido pelo perdão divino (Ef. 4:32) (Andrews Study Bible).

22,26 110 anos. O tempo ideal de uma vida, segundo inscrições egípcias (Bíblia Shedd).

Note a longevidade decrescente dos patriarcas desde Abraão (175 anos; 25:7) até José (110 anos). Ele recebeu embalsamento e honras de sepultamento como as teve Jacó (Andrews Study Bible).

23 Os filhos de Maquir, neto de José, são descritos como tomados sobre os seus joelhos (lit “nascidos sobre os seus joelhos”). Significa “adotados como seus descendentes” (Bíblia Shedd).

24 Deus certamente nos visitará. O verbo hebraico traduzido por “visitar” denota um encontro divino que mudará a vida de alguém para o bem ou para o mal (21.1; Êx 3.16, 4.31; Lc 1.68,78; At 15.14) (Bíblia de Genebra).

25 transportar os meus ossos. Os ossos de José foram tirados do Egito por Moisés (Êx 13.19) e, mais tarde, foram sepultados em Siquém (Js 24.32) (Bíblia de Genebra).



Gênesis 49 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2015, 14:13
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Enquanto muitos pais jogam pragas e amaldiçoam seus filhos, o cristão atento abre a Bíblia e aprende com Jacó a abençoá-los para deixar-lhes o maior dos legados: Bênçãos espirituais (o que não exclui bênçãos materiais).

A boca fala do que o coração está cheio; tão-somente o coração de um pai cheio das bênçãos de Deus abençoará profusamente seus filhos! Somente poderá deixar um sólido legado espiritual aquele que é realmente espiritual. O legado espiritual é a maior e melhor herança que um pai pode deixar a seus filhos!

A única forma de descansar em paz é abençoando os filhos e deixando a família em paz antes de morrer. Pais egoístas, que não pensam em seu fim nem se preocupam com seus filhos e netos não repartem a herança nem preparam sua família para sua morte. Então, grandes problemas surgirão começando com brigas por herança entre irmãos.

O testamento de Jacó a cada um de seus filhos se vê nos seguintes versículos:

1. Ruben (vs. 1-4);
2. Simeão e Levi (vs. 5-7);
3. Judá (vs. 8-12);
4. Zebulom (v. 13);
5. Issacar (vs. 14-15);
6. Dã (vs. 16-18);
7. Gade (v. 19);
8. Aser (v. 20);
9. Naftali (v. 21);
10. José (vs. 22-26);
11. Benjamim (v. 27).

Depois de especificar bênçãos conforme as características de cada filho, Jacó encolheu-se na cama e expirou/morreu (vs. 28-33). Que atitude nobilíssima! Que morte magnífica! Que funeral pacífico foi esse! Apenas quem vive com qualidade morre com dignidade!

A vida de Jacó e de seus filhos demonstram que o mais importante não é quem bem começa a vida cristã, mas quem bem termina. Não importa o quanto você errou, mas o que você aprendeu dos erros. Não importa quantas vezes tenhas caído em pecado, mas quantas vezes você deixou de regredir e passou a progredir na fé.

Jacó demora-se mais ao abençoar Judá. Ele recebe a bênção da primogenitura em lugar de Ruben, o mais velho. Judá/leãozinho – que casou-se com uma pagã; teve três filhos perversos; teve mais dois filhos com sua nora –, foi abençoado como rei pelo patriarca. Algum equívoco? Não! Vimos como ele converteu-se/transformou-se!

De Judá virá Siló, uma referência ao Messias! Por conseguinte, Jesus foi chamado de Leão da tribo de Judá! – Heber Toth Armí.



Gênesis 49 by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Gênesis 49 é pura poesia – poesia hebraica! Ao contrário do entendimento ocidental moderno sobre a poesia, que a utiliza como forma de arte literária, o Antigo Testamento freqüentemente usa textos poéticos para expressar algo de extrema importância. Aqui, quase no final do livro de Gênesis, encontramos um dos quatro principais poemas que marcam importantes limites da história do Pentateuco (Gênesis 49; Êxodo 15; Números 23-24; e Deuteronômio 32-33). Moisés abençoa as tribos de Israel como uma nação em Deuteronômio 32-33, ao passo que Israel (Jacó) abençoa seus filhos em Gênesis 49.

Deste modo, a história dos patriarcas em Gênesis se move para a história do povo de Israel no livro de Êxodo, mas, em última análise, chega também, ao longo do tempo, às nossas histórias também. Algumas das “bênçãos” de Jacó são bastante decepcionantes e demonstram que o perdão não pode sempre apagar as conseqüências de nossos erros.

De fato, o poema aponta para além da história imediata dos filhos de Israel, para alguém que irá surgir da linha da promessa: o Shiloh (v. 10), o pastor (v. 24), a pedra de Israel (v. 24) – todas elas imagens messiânicas. É Jesus Cristo, que é prefigurado aqui e Quem virá para salvar Seu povo e Quem vai nos abençoar.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/49
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 49
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 1
Leituras da próxima semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2




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